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Correr na Cidade

Azores Triangle Adventure 2017

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Gostam de aventura, trilhos fantásticos, pessoas calorosas e boa comida?

 

Se a resposta é sim então o destino ideal são os Açores. E se ainda não correram nestas maravilhosas ilhas não sabem o que estão a perder. Nós somos fãs e não nos cansamos de afirmar que os Açores são o paraíso de trail running em Portugal.

 

A aposta feita no turismo desportivo foi um tiro certeiro e são cada vez mais e para todos os gostos as provas realizadas em diferentes ilhas,  o Columbus Trail na Ilha de Santa Maria, que se irá realizar em fevereiro de 2018, Azores Trail Run 25 e 26 de maio de 2018 no Faial com uma prova de 125km e o Triangle Adventure nas ilhas do Pico, São Jorge e Faial que se realizam nos dias 6,7 e 8 de outubro de 2017.

 

Este último consiste numa prova de aproximadamente 100km, feita por etapas a realizar em 3 dias, em 3 ilhas diferentes dos Açores e que irá percorrer os trilhos mais emblamáticos do Pico, São Jorge e Faial.

 

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Esta prova marca o meu regresso a provas por etapas depois do Gêres Trail Adventure, mas a primeira individualmente.

 

Os treinos já começaram há alguns meses mas o nervoso miudinho cresce a cada dia e com razão. O desafio começa dia 6 de outubro com 28,1km na ilha do Pico, um trilho do mar ao ponto mais alto de Portugal, a Montanha do Pico com os seus 2351m de altitude. Já tive o privilegio de subir ao pico e inclusive dormir na cratera. O primeiro dia começa com um percurso feito quase exclusivamente a subir com 2330 de subida acumulada. Uma etapa inicial que deverá ser gerida e planeada ao pormenor para não afetar em demasia os restantes dias.

 

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Percurso da Trail da Vinha à Montanha

 

Na manhã de dia 7 parte-se de barco até São Jorge e seguem-se mais 30 km de trilhos fantásticos pelas Fajãs, pequenos retalhos de terra plana encaixados entre as montanhas e o mar, que resultam do desabamento da encosta ou por arrefecimento de lava proveniente de uma erupção.

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Percurso Trail das Fajãs

 

Por fim no dia 8 o Trail dos Vulcões, a etapa mais comprida com 42km, que inicia-se no território mais jovem de Portugal, o Vulcão dos Capelinhos, autêntico cenário lunar onde é possível pisar terreno formado por cinzas, tufo e bombas vulcânica.

 

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Percurso Trail dos Vulcões

 

Para quem nunca correu nos Açores ou quer iniciar-se nas provas por etapas o Azores Triangle Adventure é uma oportunidade excelente. Em alternativa e para quem pretende ir em modo mais turistico pode optar por participar em só uma ou duas etapas da prova. Haverá ainda no dia 6 de outubro o KM Vertical do Pico. Uma prova curta e intensa onde se irá percorrer um percurso com 1000 metros de desnível positivo numa distância aproximada de 3,5km sendo uma prova de Skyrunning e integrada no circuito mundial desta modalidade.

 

Curiosos? Ainda se podem increver aqui para o Triângulo ou para as etapas que mais vos interessam.

 

Se quiserem marcar a viagem aproveitem a parceria entre a SATA e a Azores Airlines que apoiam a prova com a oferta de uma tarifa promocional de 130€, acrescida de taxas, para viagens com origem em Lisboa, Porto, Funchal e Las Palmas, Gran Canaria.

 

Consultem aqui todos os detalhes

O trail é acima de tudo uma festa e uma homenagem à natureza, por isso juntem-se a nós e venham até aos Açores.

Review: Berg Jaguarundi

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Há já algum tempo que andava atrás dumas sapatilhas de trail, mas andava indecisa sobre quais as que queria experimentar e comprar. Mas eis que surge a oportunidade de experimentar as novas Berg Jaguarundi e confesso que fiquei muito entusiasmada. O verdadeiro teste destas sapatilhas estava programado para o Louzantrail deste ano (15K) mas, como a prova foi adiada (e bem), tive de fazer mais treinos e em diferentes tipos de terreno para poder dar uma opinião mais fundamentada. 

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 DESIGN & CONSTRUÇÃO

Posso dizer que são umas sapatilhas bonitas e femininas. Adoro a forma como as cores se conjugam. Dentro da caixa também vem a opção de usarmos outros atacadores (cor preta com pintas em rosa). O facto de terem alguns refletores é uma grande ajuda para sermos vistos quando corremos à noite.

Em relação aos materiais, tendo em conta que já fiz mais de 10 treinos com estas sapatilhas, não existe nenhum desgaste fora do normal. A biqueira reforçada ajuda a evitar lesões no pé quando damos pontapés às pedras que teimam em meter-se à nossa frente.

Outro pormenor que gostei muito foi o tamanho da "bolsa" onde podemos guardar os atacadores que sobram depois dos ténis estarem apertados. Dá imenso jeito e impedem que os atacadores fiquem presos aos paus ou folhas.

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ESTABILIDADE & ADERÊNCIA

Achei estas sapatílhas muito estáveis nos diversos pisos onde os testei. Nos trilhos mais técnicos, sente-se a sola a aderir bem ao solo, esteja este molhado ou não (tecnologia Megagrip anunciada pela marca). Em solo de areia já achei que escorregavam um pouco mais, mas nada que comprometesse a corrida. 

No entanto, há um pequeno pormenor que (para mim) faz muita diferença: a ausência do último buraco. Já abordámos esta questão no blogue e considero que não é uma questão consensual. No entanto, quando apertamos este "último buraco" mais perto do tornozelo, ajuda-nos a ter o pé mais estável dentro da sapatilha. E eu notei muito esta ausência.

 

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CONFORTO e AMORTECIMENTO

No que respeita a este tema, considero que estas sapatilhas até são mais confortáveis do que deveriam ser. A sensação que tive ao calçá-los foi a mesma aquando experimentei os Sketchers Go Run. Parecem umas pantufas. 

Por dentro, as sapatilhas têm uma palmilha anatómica (Ortholite) que ajuda na estabilidade da posição do pé e no amortecimento da passada. As sapatilhas pesam 274 g e têm um drop de 11 mm, caracterísitcas estas que contribuem para uma boa sapatilha para treinos.

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PREÇO

O modelo que experimentei custa 79,90€ no site da Berg Outdoor. Acho que é um preço muito adequado à sapatilha que é e bastante acessível.



AVALIAÇÃO FINAL:

Para mim, é perfeita para quem anda à procura duma sapatilha de trail confortável, feminina e sem gastar muito dinheiro. 
No entanto, ganhava mais pontos se tivesse o tal último buraco.



Design/Construção 18/20

Estabilidade e Aderência 17/20

Conforto 19/20

Amortecimento 18/20

Preço 18/20

Total 90/100

 

Preview: Merrell Agility Peak Flex

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Chegou recentemente ao mercado o novo modelo para trail da Merrell, os Agility Peak Flex.

 

Depois de usar até à exautão o modelo All Out Terra Trail, meus companheiros quase inseparáveis, estoua  ter oportunidade de testar este novo modelo da Merrell para os trilhos e após a primeira sensação é: 

Diferentes! Estes Agility Peak Flex da Merrell são mesmo muito diferentes de qualquer modelo anterior da Merrell para Trail!

 

Com uma sola completamente modificada, é o primeiro modelo sem tecnologia Vibram e com uma aposta clara no desenvovimento de tecnologia própria a Merrell criou a tecnologia M-Select™ GRIP, inspirada no esqueleto humano e na zona intermédia a tecnologia Flexconnect™ para um maior amortecimento.

 

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A primeira impressão ao calçar os Agility Peak foi algo estranha, uma vez mais por serem tão diferentes do que estava habituado. Sendo bastante altos (33,3mm atrás e 24,3mm na frente) a sensação de contacto ao solo é menor mas o conforto do amortecimento maior.

 

No primeiro treino, uma corrida ligeira pelos trilhos do Jamor, confirmei que primero se estranha mas rapidamente se entranha com boas sensações e conforto.

Não são daqueles modelos que demoram muitos km a partir para nos sentirmos bem a correr com eles e não deixaram qualquer parte do pé marcada ou com bolhas, como ja me aconteceu antes na estreia de outros modelos.

 

A primeira impressão foi bem positiva!

 

Fiquem com algumas imagens deste novo modelo:

 

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Após a primeira sensação já corri mais algumas vezes com os Agility Peak, inclusive nos 32Km que fiz no Ecologic TrailRun Azores, a conclusão final será apresentada muito em breve na review final!

 

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Vem aí o Trail Summer Challenge

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Se adoram correr neste tipo de paisagens ou se gostam de correr (ponto!), então não percam a 1ª Edição do Trail Summer Challenge!

A prova realiza-se no dia 18 de junho na localidade de Ribeira d'Ilhas (Ericeira) e inclui 3 tipos de aventura: a caminhada (12K), o trail curto (14K) e o trail running (22K). Em todas elas, a organização promete paisagens costeiras lindas de morrer!

 

As inscrições serão feitas através do site Trilho Perdido até ao dia 11 de junho e incluem, para além do que é normal numa prova destas, uma sopa do mar, um belo pão com chouriço, acesso à festa da praia com zumba, yoga, sarau desportivo, ténis e a atuação do DJ Marcelo. Para além de tudo isto, a prova conta com a grande presença dos padrinhos: Carmen Henriques e Omar Garcia.

 

A organização responsável pelo evento (Sports for All) tem como objetivo (nobre) promover caminhadas e corridas com o menor impacto para o ambiente possível e consciencializar a população para a sua preservação. Por isso, é expressamente proibido deitar lixo para o chão (papéis, embalagens de géis ou barritas...) e os atletas devem levar consigo um recipiente (copo ou outro) para poderem beber líquidos nos abastecimentos.

 

Para mais informações, é importante que consultem o regulamento da prova e que se inscrevam neste grande evento. A diversão é garantida!

E, agora, uma surpresa: amanhã de manhã vamos lançar um passatempo e vamos oferecer 2 inscrições para esta prova! Fiquem atentos!

 

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Review: As renovadas Berg Pantera

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Depois de algumas semanas a testar os Berg Pantera chegou a hora da Review final.

Alguns dos pontos indicados na preview confirmaram-se, outros mudaram um pouco com a habituação de correr com este novo modelo.

A maior parte dos testes foram feitos com terreno seco, mas um treino longo feito debaixo de chuva e com terrenos bastante molhados permitiram experimentar os Pantera em condições bastante diversificadas.

Digo já que fiquei bastante agradado com os Berg Pantera, embora haja ainda algumas características que alterava, mas conto tudo na análise em cada uma das categorias habituais.

 

Modelo: Berg Pantera

 

Características pessoais: 

Passada Neutra com tendência a pronação ligeira, peso elevado.

 

Condições de teste:

Cerca de 150km em trilhos. Usados em vários treinos até 20km, com diferentes condições climatéricas e tecnicidade de terreno e 1 prova de 36km (Montejunto Trail).

 

 

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Preview : Salomon SLab SENSE 6

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Chegaram para testar uma das sapatilhas mais esperadas para esta época "2017", as Salomon SLab Sense 6.
Ao fim de 5 modelos que foram sempre sendo melhoradas a cada interação, para 2017 a Salomon subdividiu o modelo SENSE ULTRA em dois, os SENSE 6 que estamos a mostrar aqui e as SENSE ULTRA 6. As SENSE 6 mantém o mote de sapatilha super rápida e leve para trilhos rápidos ou passadas mais ligeiras/eficiente enquanto que as SENSE ULTRA aumentam de peso, proteção e conforto, indo ocupar o espaço que em 2016 era das WINGS RACING.

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As Sense no modelo original vinha com peso indicativo de 200gr e as SENSE 6 para 2017 de 220gr.
Na pratica as SENSE 1 e 2 tem 205gr e estas SENSE 6 235gr pesadas em balança. Este aumento de peso advém de um reforço nos materiais e uma muito melhor qualidade geral da sapatilha. Ainda se mantém como dos modelos mais leves à venda no mercado para correr mas agora com uma melhor resistência ao desgaste e com um pouco mais de conforto.

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De resto as características gerais como o quicklace e a meia interior que envolve o pé quase completamente e dá uma sensação de união única entre a sapatilha e o pé, ficando quase como uma extensão do nosso corpo tal a maneira como se molda e agarra o pé.

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( o lineup dos modelos 2, 3, 4, 5 e as 6 )


Vamos fazer km's para a serra e daqui a umas semanas dou feedback das mesmas.
Não deixo de ter um sorriso malandro de cada vez que olho para elas :)

 

 ( video de apresentação )

 

 

 

 Bons treinos :)

 

 

 

 

 

 

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