Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correr na Cidade

Race Report: Trilho dos Reis

20030595_9EL9J.png

 

A nossa companheira de trilhos Ângela Costa conta-nos como foi a sua experiência na primeira prova do Campeonato Nacional.

 

Este foi o meu segundo ano nos Trilhos dos Reis ( antes conhecido por Vicentino) e não poderia estar mais contente com as mudanças que se fizeram sentir da edição de 2016 para a de 2017.  Começando pela nova marcar que apresenta uma imagem mais cuidada que se refletiu não só no processo das inscrições mas também no secretáriado e no local de partida/ chegada da prova.
Outro aspecto a salientar é o facto de a qualidade das camisolas terem melhorado muito não só esteticamente mas também ao nível do material.

 

Race Report: Trail Monte da Lua

Sábado 8h da manhã, estacionamento da Praia das Maçãs, partida do Trail Monte da Lua, o calor já se começava a sentir e a prever aquele que ia ser o meu maior inimigo.

 

Não treinei especificamente para este trail, mas no início de Maio decidi ter um plano de treinos com o Coach João Mota - Trail Running & Endurance, para poder evoluir na modalidade de forma mais coesa. Era tempo de avaliar o corpo e treino até aqui, foi desta maneira que encarei este desafio.

 

Era hora de levantar dorsal, encontrar amigos destas andanças e ver a partida dos bravos que iriam fazer os 50km.

IMG_20160716_091328.jpg

Partida ás 9:30 como esperado, sabia que o percurso até ao Cabo da Roca não me iria trazer grandes dificuldades porque treino regularmente naquela zona. O pior foram as arribas, cheguei à zona crítica com pouco mais de duas horas de prova, pela primeira vez tive um medo brutal de descer, dei por mim a desejar subidas. Percebi que aquela parte seria o verdadeiro início da prova, o calor era mais que muito, a pele ardia e o pensamento de desistir foi recorrente.

 

Liguei a quem sabia que estava a seguir a minha prova, no meio das lamentações ouço do outro lado: já fizeste o pior, se chegaste até aí não vais desistir agora.  Segui caminho, esperavam-me mais duas subidas durinhas mas afinal foi o que desejei até ali… SUBIR, os restantes 7km foram feitos tranquilamente e quando dei por mim já estava no areal da Praia das Maçãs, ao longe avistava a meta e cruzá-la 4h40 depois da partida foi um feito atendendo ás condições.

 

Senti que podia ter feito muito melhor mas acho que esse sentimento todos temos quando chegamos à meta, fui a vigésima oitava mulher a cruzar a meta. Concluí mais um desafio a que me propus, o mais importante é concluir sem lesões.

 

IMG_20160721_083434.jpg

Olhando agora para a prova em si, a meu ver o percurso estava bem marcado, não havia margem para dúvidas. Mas não posso deixar passar o facto de haver poucos voluntários ao longo do percurso, para além de não haver existência de bombeiros nem de pontos de socorro nas zonas mais críticas do percurso como eram as arribas. O segundo abastecimento da prova 20D+ (trail curto) era de sólidos e líquidos e contava apenas com a boa vontade de três voluntários, quando passei por lá eles não conseguiam dar vazão, muito menos repor o que estivesse em falta.

 

Contudo e o que para mim me tirou do sério, foi chegar ao abastecimento do Cabo da Roca ir com três soft flasks vazios e um voluntário dizer que não tinham água mas que me podia abastecer de Coca Cola. Havia várias pessoas sem líquidos à espera que viessem trazer água. Nas condições que decorria a prova água não pode mesmo faltar, esse para mim foi um erro crasso.

 

À chegada também só podíamos contar com líquidos não havia sólidos nenhuns, em qualquer prova há sempre sólidos à chegada.

 

IMG_20160718_125727.jpg

A prova prima pelas diversas paisagens de cortar a respiração, e se há quem goste de descer em zonas muito íngremes o suficiente para disparar a adrenalina, então esta é uma prova para ti.

Até para o ano Monte da Lua...

Sintra é mágica... Race Report do Sintra Mountain Magic Trail

A serra de Sintra é mágica, mas correr no meio da sua natureza é sermos enfeitiçados a cada instante, a cada passada.

 

Sintra-castle.jpg

 

No Domingo passado realizou-se o Sintra Mountain Magic Trail (SMMT) e deste a altura da sua promoção nos levantou uma enorme curiosidade, pois não só era já aqui ao lado num dos nossos sítios favoritos para correr e para além do mais, prometia a passagem que normalmente estão vedados, como flashback deixo aqui o preview da prova feito pelo Luis Moura.

 

A organização deste o início sempre primou por dar uma imagem muito cuidada do evento recorrendo a uma boa comunicação web quer por meio da página oficial do evento, quer por meio da utilização das redes sociais como veículo de comunicação, prestando todas as informações necessárias aos participantes atempadamente - contudo no melhor pano cai a nódoa, mas já lá vamos.

 

IMG_20160529_074230.jpg

 

Sempre deste o início sempre ouvi que o valor deste SMMT era um pouco exagerado, sim existem provas mais baratas é verdade, mas nem todas elas percorrem o Patrónimo Mundial da UNESCO e tendo em conta tudo que está envolvido, cortes de estrada, custo pegada ecológica, abastecimentos, passagem por locais normalmente vedados à livre travessia, o valor acabo por se aproximar de um valor mais justo, algo elevado, mas não tão elevado assim.

 

A recolha do dorsal e do kit do atleta, ocorreu sem problema, contudo ouvi algumas criticas relativamente à localização escolhida para o secretariado que estava localizado no Hotel Tivoli, ali mesmo no centro de Sintra e perto da partida e devido a esta localização o estacionamento para depois ir levantar o kit era difícil... Hum!!! Vamos lá!! Estamos em Sintra, demoramos muito a estacionar? Rentabiliza-se o tempo e vai-se também comer um travesseiro (ou dois, ou três!!). O kit do atleta era composto pelo dorsal, chip, uma folha de Guia do Participante (gostei!!) e uma tshirt técnica alusiva ao evento e a promessa que caso se cruzasse a linha de meta dois prémios de finishers diferentes uma headband e uma cinto bolsa/porta dorsal.

 

O dia da prova começou cedo, logo na chegada se cruzo-me com caras conhecidas, o que não era de esperar numa prova na região, o Marcelo com o qual fiz o primeiros segmentos, o vassoura João Campos a preparar material para varrer a cauda do plutão entre outros.

Na linha de partida da distância maior, não éramos muitos, contudo e a julgar pela afluência de pessoas das outras distâncias, comprovam os números avançados pela organização de cerca de 4000 inscritos para este evento - é obra!

 

Partida, largada, corrida... A prova prometia passar pelos locais mais emblemáticos de Sintra em termos de percurso, que diga-se e aqui dou os meus parabéns à organização pois este estava estupidamente bem marcado - digo estupidamente pois até acho que em alguns pontos havia fitas a mais :-) - o inicio era feito no Centro de Sintra, com umas voltas iniciais no pelas ruas da vila, seguida da passagem pelo interior da Quinta da Regaleira, rumo aos Jardins do Palácio da Pena, passado pelo renovado Chalé da Condessa (lindo e a visitar!) a partir daqui era altura de descer até Monserrate, passando pelos seus jardins e iniciar a subida até aos Capuchos onde se encontrava o primeiro abastecimento.

 

received_1185686181441680.jpeg

 

Os abastecimento na minha opinião tinham tudo o que necessário e em abundância, sal, tomate, frutos secos, cola (de marca), água, fruta e bolos, etc... Talvez o uso de algo mais reconfortante num dos abastecimentos no meio não fosse mal pensado, mas mesmo assim acho que tinha o suficiente.

 

Dos Capuchos, foi subida até ao Monge seguida e descida até ao Cabo da Roca com passagem pela Anta de Adrenunes que oferece uma vista brutal, antes de chegar à Roca, ainda uma passagem pelas arribas da praia da Ursa.

 

1464515925363.jpg

 

Daqui foi a subida até à Peninha, via Viúvas para novo abastecimento e aqui começaram os problemas!!! Olhando para o gráfico disponibilizado a seguir ao abastecimento da Peninha que até nem estava situado no ponto mais alto, existia uma ligeira subida seguida de uma descida, contudo logo a seguir ao abastecimento, rumamos novamente ao oceano (algo aqui não está bem!!!) sempre a descer até à praia da Biscaia, onde fizemos uma secção junto ao mar pelas arribas técnica e perigosas da costa - na minha opinião esta secção era escusada, já anteriormente tínhamos feito várias zonas de costa junto ao Cabo da Roca e estando em Sintra, serra de trilhos mágicos cheia de vegetação luxuriante, foi uma facada nas costas da Serra pois acho que se podia ter aproveitado melhor e não aproveitar o seu potencial mais belo ao invés de fazer arribas sem graça nenhum - seguida de uma nova subida à Peninha e dai foi rumas à Barragem da Mula, passando pelo Arneiro e Pedra Amarela...

 

received_1185582424785389.jpeg

 

O problema foram dos abastecimentos, ou melhor a falta deles aos quilómetros corretos, como já referia partir da Penina o gráfico estava super mal marcado, quando era suposto descer estávamos a subir o inverso, os abastecimentos não estavam nos quilómetros certos, obrigando os atletas a fazer uma seção, quase sem sombra, de 17 quilómetros, não é que me importe de fazer esta distancia sem abastecimentos, o problema é quando não estou a contar faze-la e não fui o único, resultado andei vários quilómetros sem água, aliada a uma má escolha de calçado na minha responsabilidade, reduzi bastante o ritmo.

 

Mas continuo a não entender a dificuldade das organizações em não apresentarem gráficos coerentes com os quilómetros e os abastecimentos fora do local, com a tecnologia de hoje é algo que me custa a entender, pois estamos falar da segurança das pessoas.  

 

Chegado à Mula, quem vinha com cara de Mula era eu, devido ao desanimo que esta situação de causou, reabasteci-me bem e rumei à ultima grande subia rumo de volta aos Jardins do Palácio da Pena e ao ponto mais alto da serra de Sintra a Cruz Alta, daqui até à meta foi sempre a descer pelo Castelo dos Mouros e Vila Sasseti.

 

Chegado à meta a agitação era grande, muitos turistas que passeavam por Sintra encontravam-se ali para dar apoio o que foi muito engraçado, assim que cheguei também comuniquei a minha insatisfação face aos abastimentos que prontamente tendo por em marcha um plano para colmatar a situação para os restantes atletas em prova, não sei se conseguiram ou não mas sei que tentaram.

 

received_1185737058103259.jpeg

 

Em suma e sendo a primeira edição, acho que esta prova tem pernas para andar com edições futuras, corrigindo apenas algumas falhas, sendo a mais grave a da informação do mapeamento da prova e uma mais pessoal, a segunda ida junto à costa não traz nada de novo e perde um pouco até da Magia que o nome do evento transmite. 

 

De resto parabéns à Urban Events e a toda a sua equipa.

 

IMG_20160601_080501.jpg

 Resultado de uma má escolha de calçado :-)

Vídeo: Estrela Grande Trail 2016

160521-4661.jpg

Foto por Fotos do Ze 

 

Foi no fim-de-semana de 21 de Maio que estive, pela primeira vez, na Serra da Estrela. E não foi a última. 

 

Este ano, no primeiro semestre, para além do Columbus Trail na ilha de Santa Maria, queria fazer mais uma prova grande. Grande para mim significa acima dos 42km. A prova eleita foi o Estrela Grande Trail, pois tinha muita curiosidade em conhecer esta serra e a prova tinha excelentes referências de edições anteriores. Participei nos 46km com 2200 de D+ (podem ver o meu desempenho e percurso no Strava).

 

Em vez dos habituais race reports, decidi gravar a experiência em vídeo, recorrendo apenas ao telemóvel. Ficou um vídeo amador, mas penso que transmite a dureza e beleza desta prova. Se quiserem saber mais sobre a experiência de visitar a Serra da Estrela, podem ler a report da Ana. (Já no Piódão decidi fazer um vídeo do género).

 

 

Impressionante, não é? Sim, não há muitos sítios na Europa onde, em Maio, se pode correr na neve de calções e t-shirt! :D Gostei muito, foi das provas que mais gostei de fazer. Quem sabe, até para o ano!

 

PS. Os fotógrafos das Fotos do Zé costumam marcar presença nas provas de corrida em trilhos e tiram excelentes fotos! Mais fotos do Estrela Grande Trail podem ser encontradas aqui.

Azores Trail Run 2016 - Race Report

FB_IMG_1464562005693.jpg

  (Foto: ClickFaial)

 

Sempre me interroguei o porquê as filmagens realizadas nos Açores terem um aspeto único, podemos argumentar com questões técnicas, mas para mim simplesmente se deve ao facto da  luz ser diferente.

 

Quem chega aos Açores, pela primeira vez, sente que a luminosidade não é igual à do continente, os contrastes entre os pretos e os verdes dão a sensação de quase duma ofuscação, de um ambiente ligeiramente surrealista.

 

Assim, durante 5 dias pude desfrutar da beleza das ilhas do Faial e do Pico, mas também pude sentir quão volátil a meteorologia pode ser nestas ilhas e quão fustigante pode ser.

 

Esqueçam Windguru, Accuweather ou nosso IPMA. Todos sem exceção falharam redondamente na antecipação do que poderia ser o dia da prova. Só a título de exemplo, as piores previsões davam conta de chuva fraca intercalada por sol… ora eu no dia da prova vi o sol uma única vez

 

Como tinha falado no post anterior, a prova que me tinha proposto a realizar era o Faial Costa a Costa, que basicamente consistia em 48km, dos quais metade eram a subir e metade a descer. Da informação que havia recolhido, sabia também que a primeira parte, até ao início da subida, seria muito rápida, que a subida até caldeira (ponto mais alto da ilha) era marcada por alguns trilhos e um estradão e que haveria uma zona de progressão “chata” em torno da caldeira, daí para baixo era sempre a rolar…e foi mais ou menos isso… .

 

Despertador para as 06:00 e toca a levantar. As minhas rotinas de pré-corrida são simples e visam minimizar o erro.

 

Ou seja basicamente passam pela seguinte sequência: tomar um bom pequeno-almoço (sem invenções, há que não ceder à tentação de enfardar tudo o que nos aparece num grande pequeno almoço de Hotel), de seguida tratar da higiene, “bresuntar” os pés e partes internas da coxa, com creme gordo, vestir e por fim tratar da parte intestinal, para que não haja pit stops a meio da corrida. Esta rotina serve para tudo, desde uma corrida de 10km na estrada aos 115km do MIUT.

 

20160528_073616_HDR.jpg

 

Aprumado a rigor, desci a rua do Hotel até ao cais, onde me esperava o pick-up para a partida. Aí com o Pico em pano de fundo e a mostrar todo o seu esplendor, arrancámos em direcção à Ribeirinha. 

 

Por volta das 08:15, já me encontrava na partida e com o sol a dar um ar da sua graça (mal sabia eu que seria a única vez que o ia ver no dia inteiro), foi ver os atletas a chegar e sentir todo o corrupio que antecede o grande momento.

 

20160528_074258_HDR.jpg

 

Muita animação, muitas conversas, muitos sorrisos e aquela hora e meia de espera foi passando com grande facilidade. Tivemos ainda o prazer, e já que a prova dos 70km passava muito perto de onde estávamos, de durante uma boa meia hora estarmos a apoiar o pessoal, ao bom estilo Zegama Tuga.

 

FB_IMG_1464562204891.jpg

   (Foto: ClickFaial)

 

Alinhados na meta, tempo do speaker por toda gente de mãos no ar a saltar. Posicionado perto da frente, mas numa lateral, lá fui cumprimentando caras conhecidas como a Lucinda ou o Pedro Caprichoso.

 

Partida, largarta, fugida….

FB_IMG_1464531678117.jpg

  (Foto: ClickFaial)

 

Debandada total, resultado 1º km em 4:02 e 2º em 4:49… parte rápida inicial estava feita, era agora tempo de começar a subir os quase 16km, com mais de 1000D+.

 

A subida inicia-se com alguns single tracks e pautados por alguns degraus, nada de muito assustador depois da vacina do MIUT, que desembocam num belo estradão em serpente que nos leva até ao ponto mais alto da ilha, a Caldeira.

FB_IMG_1464562436543.jpg

  (Foto: ClickFaial)

 

Com excelentes sensações, e a fazer uma alimentação certinha, fiz um subida calma mas consistente, tendo chegado lá acima com cerca de 2 horas de prova.

 

Pensei “Se com estou aqui com duas horas agora vai ser sempre prego a fundo...”

 

Como estava enganado, a chuva, que tinha começado a aparecer aos 700mt, piorou drasticamente, tornando-se grossa e empurrada por rajadas fortes tornou a passagem pela Caldeira um grande desafio…

 

FB_IMG_1464531585465.jpg

  (Foto: ClickFaial)

 

To be continued ... 

 

Race Report Scalabis Night Race: Correr, Comer, Beber!!

Nós, Crew Correr na Cidade, adoramos esta prova! Porquê? Porque é divertida e cheia de pessoas bem dispostas e com muita energia positiva e claro adoramos ( e muito ) este "Ribatejo way of run" - Correr, Comer, Beber!!

12509310_530020110492954_487734932608833367_n.png

 

A Scalabis Night Race é sempre uma prova que gostamos de comparecer e este ano não foi exceção, assim eu, o Nuno Malcata, o Tiago, a Sara, a Liliana e a Bo nos juntamos para fazer uma equipa demolidora para ir a Santarém ( Demolidora, talvez não! Mas bem disposta!! ) a nós se juntou a nossa amiga Ângela e também o Luís Moura e o Nuno Ferreira que mesmo fazendo parte da crew, este ano foram só em modo "saca fotos".

13015617_996395040441827_7463926531324842140_n.jpg

 

Chegados a Santarém dirigimos ao W Shopping para levantamento dos dorsais da prova que correu sem atropelos e sem confusões.

Confesso que notei uma melhoria na entrega em relação ao ano passado, sou da opinião que este ano estava mais bem organizado, dentro do kit de atleta estava incluído uma t-shirt técnica e um buff alusivos, o dorsal da prova com chip, uma revista dedicada à corrida, vários panfletos publicitários, dois alfinetes e o mais mais importante... O Santo Graal desta prova as senhas que davam direito a uma bebida, a bela da bifana e um (mini) pampilho para repor energias no final.

Após um período de convívio para comer algo antes da prova, onde nos cruzamos sempre com caras e grupos de corrida conhecidos, fomos equipar e fazer um aquecimento ligeiro antes de nos dirigirmos para as zonas de partida - eu o Nuno, o Tiago e a Bo nos sub 50 enquanto os restantes fariam a festa lá mais atrás.

 

12998607_10154099579236740_6320132986696454736_n.j

 

13043611_996362173778447_9049626895327893084_n.jpg

 

13001182_10153488267406120_3152212513250210677_n.j

 

Enquanto esperávamos pelo tiro de partida as habituais conversas e perguntas - Qual é objetivo? Quanto tempo queres fazer? Pessoalmente tendo vindo de um treino de 30k de manhã por Monsanto, vinha sem objetivo. apenas queria rolar e divertir-me tal como a Bo, já o Nuno e Tiago queriam fazer abaixo dos 50, sabendo que o Tiago faria a marca sem problema, decido acompanhar o Nuno Malcata até à meta, ajudando-o a cumprir o objetivo.

 

Dado o sinal de partida a avalanche é gigante, milhares de pessoas a correr pela ruas às vezes sinuosas de Santarém - o percurso é divertido, com muitas partes em vaivém que pode tornar-se algo aborrecido para alguns, mas ao mesmo tempo, assim, conseguimos ver os colegas que vêm em sentido contrario e puxar por eles o que é sempre motivador. Dois abastecimentos, sendo o primeiro, o mais movimentado, pois é onde é servido o habitual copo de 3 de vinho Tinto e um segundo de água, o que em termos de prova é mais que suficiente para a distancia.

 

12993456_567641066730858_1982188912393590392_n.jpg

 

As pessoas de Santarém são muito simpáticas, ladeiam o percurso para aplaudir quem corre e a animação é mais que garantida seja por meio de animação musical por parte de alguns grupos ou por animação espontânea por parte da população, pessoalmente a única falha que tenho a apontar, é a fraca iluminação em algumas parte do percurso, que faz com deixemos de ver totalmente onde vamos colocar o pé, o que pode tornar-se perigoso. Ah! E o pampilho podia ser maior, mas isto sou eu que sou guloso!

Em termos da nossa corrida, partindo com a missão de quer ajudar o Malcata a fazer sub 50, o raio do homem parte que nem um doido no meio da multidão eufórica, tendo ficado eu ficado mais para trás, retido entre alguns atletas, quando finalmente consegui passar arranquei forte para me chegar junto a ele, quando caio em mim já tinha feito já um bom par de quilómetros a uma média a rondar os 4’/k e nada de Malcata e penso “Catano que o gajo está bruto!! Nunca mais o alcanço!” e continuo forte. Num dos vaivém, reparo que já tinha passado por ele sem ter notado, pois em sentido contrario vejo Nuno na companhia divertida da Bo, como estava a sentir-me bem, já ia com um bom avanço e o homem estava bem entregue, resolvo continuar a bom ritmo até ao final, cruzando-me quase sempre os restante grupeta nos vaivéns.

13055514_10153488268576120_4619064311302656211_n.j

 

A meta está sempre à pinha, cheia de pessoas à espera de chegada dos atletas e a dar força naqueles metros finais, ao cruzar a meta encontro logo o Luis Moura que esperava por nós e junto-me a ele, entretanto chegam o Tiago e passado logo uns minutos o nosso Nuno que puxado pela Bo conseguiu cumprir o objetivo inicial… Digo que a Scalabis não é prova para fazer PBT devido ao percurso, terreno e quantidade de pessoas, mas sim é uma prova para desfrutar e muito, para o que é certo é que as restantes meninas, Lili, Sara e Ângela, bateram o seu record pessoal (WoW!) e para além delas temos mais elementos da Crew que tem a sua melhor marca aos 10k na Scalabis. Acho que é do Tinto!!

 

12974453_10153488267026120_661981570064868772_n.jp

 

No final a melhor parte, o convívio que só a organização da Scalabis sabe fazer, para além do repasto típico, a organização brinda sempre quem vem a terras ribatejanas com musica, festa e o fogo de artificio, que este ano, não tivemos oportunidade de assistir, mas tenho a certeza que foi fantástico. Em suma e se queres saber se esta prova é ti, pergunta-te se te identificas com o slogan “Correr, Comer, Beber!!” e tens a resposta.

 

Nós sim!! Até para o ano.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Actividade no Strava

Somos Parceiros



Os nossos treinos têm o apoio:



Logo_Vimeiro

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D