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Correr na Cidade

Review: Colete Corrida Kalenji

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Todos nós sabemos que ir correr implica levar algumas coisas básicas, chaves de casa ou do carro, telemóvel, hidratação e alguma alimentação para treinos mais longos. Alternativas para transportar isto tudo? Cintos de hidratação, bidons de mão, bolsas para transporte de pequenos objectos, etc. Perfeito, mas nem todos suprimem as exigências dos atletas.

 

 

 

TUNE: Um wearable inovador e português

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 Já ouviram falar do TUNE? E da Kinematix?

 

Se nunca ouviram falar destes dois nomes é muito provável que nos próximos tempos comecem a ouvir com regularidade.

Mas afinal do que estou a falar? De um novo produto inovador e português, cada vez mais 2 palavras que se conjugam com facilidade.

 

O que é ao certo este TUNE? É um dispositivo de tecnologia vestível, wearable device, criado para ajudar corredores a melhorar a sua performance.

 

 

BERG Gazelle Review

 

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Possivelmente de entre todas as peças de equipamento que um corredor possa carregar na sua mochila, as calças impermeáveis são talvez as mais subvalorizadas.

 

Não precisamos de pensar em situações extremas como por exemplo, um dia de vento, chuva e frio, em que aí o risco de se entrar em hipotermia está aumentado exponencialmente (nestes cenários mesmo que nos mantenhamos em movimento, se não isolarmos o corpo não vamos conseguir reter calor), mas basta imaginar uma queda, num qualquer dia de inverno, em que simplesmente tenhamos de esperar por ajuda ou ainda num cenário no qual prestemos auxilio a terceiros.

 

Apesar de em grandes provas internacionais como o UTMB ou a Ultra Pirineu, ser banal constarem da lista de equipamento, em Portugal (e mesmo com locais e condições atmosféricas cujo o seu uso seria extremamente recomendado) raramente são exigidas (honra seja ao Estrela Grande Trail que pauta pela diferença).

 

Neste sentido, tive a oportunidade de testar as BERG Gazelle. Estas calças concebidas para suportar condições atmosféricas adversas, são descritas pela marca como leves e flexíveis, com a capacidade de manter o corpo seco e preparadas para um excelente desempenho mesmo sob chuva extrema.

 

As condições de teste não foram as mais hardcore, mas ainda assim, com a serra da Lousã a pregar umas partidas, tive a oportunidade de as por à prova sobre vento, chuva intensa e frio moderado (5º e 10º).

 

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Analisado este equipamento em detalhe a primeira impressão que fica é a leveza (225 gramas no tamanho L) e maleabilidade do tecido, que nos permite dobra-las até caberem na palma de uma mão, o que é enorme vantagem no transporte.

 

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Apesar de nada obstar que sejam usadas “sozinhas” estão fundamentalmente concebidas para serem usadas como sobrecalças ou seja para serem vestidas por cima do nosso equipamento, sem descalçar as sapatilhas. Para isso contribui os enormes fechos laterais, que ainda assim me causaram alguma atrapalhação na tentativa de as vestir sem me descalçar. No entanto, e para ser justo, associo mais este problema aos meus pés gigantes, do propriamente à construção das calças. Estou certo que pessoas “normais” conseguirão vestir e despir as calças sem dificuldade de monta.

 

 

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Depois de vestidas têm uma sensação muito similar ao famoso impermeável Lynce, ou seja muito suaves por dentro e uma sensação imediata do bloqueio do vento.

 

Quanto à transpirabilidade, e apesar da marca afirmar que são feitas para nos manter secos, o suor não se evapora totalmente, deixando sempre muita humidade no interior o que, não causando desconforto, faz com que o tecido se “cole” às pernas.

 

Em relação à impermeabilidade cumpre o esperado para um tecido com estas características (coluna d’água de 10,000mm), ou seja tem um bom bloqueio da chuva, diria mesmo muito bom, mas não podemos esperar que se comporte como um Goretex.

 

Em corrida são bastante confortáveis, no entanto foi aqui que detetei, o que é para mim principal defeito… faltam-lhes um cordão que permita um ajuste correto à cintura. O elástico é razoável, no entanto demasiado largo para mim, o que fez com que de vez em quando fosse obrigado de puxar as calças para cima.

 

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Por fim, de referir que estas calças apresentam 3 bolsos traseiros: dois de elásticos que nos permitem por uns géis ou algum lixo, e um situado ao meio, com fecho, onde cabe uma chave e pouco mais.

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Em suma, um peso de 225 gramas (tamanho L), uma maleabilidade brutal, membrana impermeável razoável (mas que cumpre os mínimos) e um preço muito competitivo, fazem destas BERG Gazelle um produto muito, mas mesmo muito interessante.

Ah! quase me esquecia dizer... Senhores da BERG outras cores davam imenso jeito!

Saucony Ride 9 - Unboxing

 

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Ok! admito... sou um fã incondicional deste modelo. Usei a versão 7, duas versões 8 (review) e agora graças à Saucony vou ter a hipótese de testar os novíssimos  Ride 9.


Nas versões anteriores este modelo era um verdadeiro cavalo de combate, serviu para quase tudo. Usei-os em diversos tipos de treinos, em corridas, para distâncias que foram deste os habituais 10km até aos 35km. Com excelentes prestações em alcatrão, em pista e até em terrenos mistos, fizesse chuva ou sol estas sapatilhas nunca me deixaram ficar mal.


No entanto, aqui estou eu numa ambivalência terrível entre o "será que estão melhores ainda?" e o "!?## não arruinem as minhas satilhas favoritas". Isto deve-se acima de tudo ao facto de desta vez as mudanças não são simples retoques cosméticos, são  profundas e vão desde o upper até à sola.

 

Mas vamos a factos... a grande mudança está efectivamente na tecnologia de amortecimento, que passa a incorporar a EVERUN™, que segundo a marca permite um amortecimento continuo e um retorno de 83% da energia em cada passada . Ou seja passam ser sapatilhas com uma melhor resposta e com uma menor deformação do amortecimento.


Neutras, com 8 mm de drop e um peso de 264 gramas no tamanho 43 (homem) e 235 gramas no tamanho 41 (mulher) são referenciadas como sapatilhas para treinos e/ou competição. Incorporam ainda a sola Triflex, que facilita a transição para uma passada mais suave, e com uma "meia sola" em  SSL (Super Saucony Light) que do mesmo modo minimiza o peso e maximiza a reacção.

 

Vamos lá por isto a rolar...

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Review: Archmax Belt Pro

Se quando correm com bastões não se adaptam com o ritual do coloca e retira os bastões da mochila, então este post é para ti.

 

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Pessoalmente o que me irrita mais em correr de bastões é aquele ritual do "Olha vou usar os bastões nesta subida, para poupar as pernas" e toca a retirar os ditos da mochila, passado a subida, ficamos com os meninos nas mãos quais pastores de ovelhas e se nos quisermos ver livre deles, ou temos um amigo que nos ajuda, ou fazemos contorcionismo, ou retiramos a mochila das costa e colocamos estes no devido sitio... E o que é que acontece quando os colocamos... Aparece outra subida...

 

A quanto da Maratona de Barcelona e ao visitar a Expo vi no stand da Archmax, marca que desconhecia até a altura, estes cintos que não são mais que uma bandas feitas em Lycra e mesh que possuem duas presilhas elásticas onde nas quais prendemos os bastões de uma forma fácil e rápida, sem que tenhamos de parar de correr. Convenceram-me na hora e adquirí-os assim que tive oportunidade.

 

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Para alem de porta bastões este cinto tem 6 bolsos elásticos capazes de transportar até um telemóvel de grandes dimensões, para além de toda a parafernália que um corredor leva consigo, nutrição, chaves, manta de sobrevivência, etc. Em utilização é muito confortável e rapidamente se apanha o jeito de colocar e retirar os bastões, logicamente e sendo fabricado em material elástico em corrida, sente-se os bastões a abanar mas sem que isso seja um incómodo.

 

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São vendidos em várias cores e dois tamanhos, o S para pessoas que geralmente usam a roupa do S ao M e o L para pessoas que usam tamanhos de roupa entre o L e o XL. Existe também a opção sem as presilhas dos bastões contudo e tendo em conta a diferença de preço a melhor escolha será a mais completa.

O preço de venda ao público ronda os 26€, valor que pelo produto e principalmente pela dor de cabeça que me retirou devido à facilidade de utilização, é mais que justo.

 

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Review: Bastões Salomon MTN Outdoor

Já há muito que andava para comprar um conjunto de bastões para usar em provas de maior distância, pois cada vez que planeava em usar bastões numa prova tinha de pedir emprestado, com o risco de poder estragar material que não é meu ficando sempre com esse peso na consciência.

 

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Depois de muito ponderar o que comprar, uma vez que o investimento é de certa forma elevado, a minha escolha recaiu pelos bastões MTN Outdoor Pole da casa Salomon, uns bastões muito bem conseguidos na minha opinião.

 

Trata-se uns bastões tripartidos, ou seja dobram-se em três, com um eixo em carbono que lhe confere toda a resistência, reconhecida neste tipo de fibra, bem como a leveza - 240 gramas pelo par é um rácio excelente, tornado-os uns dos bastões mais leves do mercado.

 

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A abertura e o fecho, são super fáceis, para abrir basta esticar o bastão até ouvir um click e para fechar, bastar destrancar um botão por debaixo da pega e dobrar o bastão. As três partes não se separam mesmo com o bastão aberto, pois são ligados por um cabo que percorre o interior das secções na vertical.

 

A pega, é fabricada num material esponjoso, é muito confortável e firme, mesmo como as mãos suadas, esta possui um tamanho mais prolongado que a maioria dos bastões, permitindo várias opções e de agarre consoante o declive do terreno que estamos a querer vencer.

 

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É vendido numa única só cor e em três tamanhos: 115, 125 e 135cm consoante as necessidades do utilizador, bem com vêm com duas ponteiras, uma para terreno mais rijo e outra mais adaptada para progressões em neve ou terrenos moles.

 

O preço de venda ronda os 100€, contudo com paciência e sorte encontram-se algumas promoções em lojas online que podem este valor parar número muito mais interessantes.

 

Existe outras opções excelentes, mas caso estejam a pensar em adquirir uns bastões para as vossas actividades, juntem estes à vossa lista de comparações.

 

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