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Correr na Cidade

Arrábida SwimRun: saiba tudo sobre esta nova prova

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Gostas de desafios novos? Se sim, então esta prova é para ti.

 

Vais ou estás a pensar em participar na primeira prova em Portugal de SwimRun? Lê a entrevista com um dos organizadores, Bruno Safara, e fica a saber tudo o que precisas sobre esta modalide e sobre a prova. Dia 4 de junho nós vamos lá estar e vocês? 

 

  1. Como nasceu e porque decidiram criar o Arrábida SwimRun?

A ideia da realização do Arrábida Swimrun surgiu após um evento de Swimrun realizado na Escócia chamado “Loch gu Loch”. Estava um pouco saturado dos desafios que já tinha realizado até à data, quer no campo das ultras distâncias quer no triatlo e queria fazer algo diferente. Sou um apaixonado pelo desporto em geral, pela natação (que foi o 1º desporto que pratiquei) e pela corrida off road ou “trail” como também conhecida.

 

A experiência lá fora foi muito positiva e resolvemos organizar um evento no nosso País, de modo a apresentar a modalidade que, apesar de já ter cerca de 10 anos, ainda não é conhecida pela maioria da comunidade desportiva em Portugal. A escolha da região da Arrábida para o 1º evento ficou a dever-se ao facto que conhecer bem a serra, os seus trilhos e por nadar frequente nas águas do Sado.

 

  1. O que define o SwimRun?

O Swimrun é definido pela conjugação de natação em águas abertas e corrida em trilhos onde todo o percurso é feito com o material com que se começa. Não há mudança de equipamento aquando da transição da água para a corrida e vice-versa - é aí que está o desafio. É baseado na paixão pelo desporto e proximidade pela natureza.

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  1. Quais as grandes valias e as principais dificuldades desta modalidade?

A principal mais valia é a possibilidade de competirmos em locais idílicos, tanto na água como na terra e não termos que parar nas transições (para mudança de equipamento, etc) o que torna a prova mais rápida.

 

O que é uma mais valia para a prova é também uma dificuldade pois sair da água com o equipamento molhado assim como o calçado, poderá gerar algum desconforto para aqueles que não o estão habituados a fazer. A tecnicidade do percurso e condições atmosféricas também poderão torná-lo mais desafiante assim como a altimetria e distância do mesmo.

 

  1. Como achas que o swimrun se vai desenvolver nos próximos 5-10 anos? Portugal tem condições para aderir a esta modalidade?

Acho que o Swimrun tem tudo para ser um sucesso em Portugal nos próximos anos, visto ser uma modalidade que conjuga dois elementos que temos de forma natural na geografia do nosso País Portugal apresenta todas as condições atmosféricas e de relevo para a realização deste desporto. Deste as praias mais bonitas da Europa, rios, lagos, serras de cortar a respiração e Sol a maioria do ano, com temperaturas amenas quando comparadas com os países nórdicos onde o movimento Swimrun se iniciou.

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  1. O swimrun está mais direcionado para antigos nadadores, triatletas ou corredores?

O Swimrun está direcionado para todos aqueles que adorem nadar e correr ao ar livre. Talvez os triatletas tenham mais à vontade na modalidade pois o triatlo já contempla as modalidades de natação e corrida, no entanto não estão habituados a correr em trilhos somente os que praticam a vertente X-Terra.

 

  1. O que podem os atletas esperar desta prova? Como é o percurso, abastecimentos, segurança?

Os atletas podem esperar uma prova a ser realizada num cenário perfeito: natação numa das mais belas baías do mundo e corrida numa serra com características de flora e fauna únicas. O percurso é desafiante, principalmente a parte de corrida que terá algum desnível. Os trilhos contarão com algum declive acentuado em certas zonas e com abastecimentos de água e sólidos em mais que um local. A nível de segurança, contaremos com o apoio de canoas e alguns SUP’s na água, bombeiros e muitos voluntários de forma a garantir que tudo corre bem.

 

  1. Existe algum momento da prova que se destaque? E quais são as principais dificuldades desta prova?

O percurso tem alguns pontos de interesse onde podem ver uma vista privilegiada sobre Troia e sobre a Serra de S. Luis bem como irão passar junto ao Palácio da Comenda nos segmentos de natação. A principal dificuldade desta prova poderá ser alguma corrente devido à maré e claro o segmento mais longo de natação estimado em 700m.

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  1. Preciso de algum equipamento especifico para realizar a prova, ou basta uns calções de banho e umas sapatilhas?

Esta 1ª edição foi pensada para ser acessível a todos os que quiserem experimentar a modalidade sem terem que adquirir equipamento especifico. Daí a sua realização em tempo mais quente onde o fato neoprene não é um acessório obrigatório. No entanto, Portanto, no limite, uns calções e t-shirt de compressão ou o vulgo trisuit usado no triatlo serão suficientes para poderem participar.

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  1. Que recomendações podem dar aos atletas que irão participar nesta modalidade, muitos deles pela primeira vez?

Que não descurem a segurança e saúde acima de tudo, nomeadamente, não entrar na água de barriga cheia para não causar uma paragem de digestão, que usem calçado apropriado de modo a ter mais aderência ao solo e que tenham cuidado em trilhos mais técnicos, caso sejam estreantes em trilhos. Que não ponham em causa a segurança dos outros participantes e que ajudem o próximo em caso de dificuldades. É importante também que tenham fair play, que contribuam para que a nossa serra permaneça limpa e, acima de tudo, que desfrutem da prova e da vista.

 

  1. Uma frase de incentivo aos atletas. 

We swim we run, we are “swimrunners”!

Estrela Grande Trail: 40km de prazer + 9km de sofrimento

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Este fim-de-semana foi o culminar de dois meses de muito treino e uma alimentação cuidada. Se costumas seguir o blog, já sabes que tenho vindo a ser acompanhada pelo Paulo Pires da beAPT e pela nutricionista Ana Sofia Guerra na preparação deste grande desafio.

 

Preparação do EGT - 49K
49km é muita fruta. E 49km na Serra da Estrela com 2500 de D+ ainda mais! Adorei todo o percurso até ao grande dia. Andei sempre super motivada e fiz cada treino super bem feitinho. O acompanhamento do Paulo deu me confiança e pica: estava a treinar "como deve de ser". E os resultados iam aparecendo. A mesma coisa a nível alimentar. Tinha uns quilinhos a mais e tinha que converter massa gorda em massa magra e com a ajuda da Ana, em menos de dois meses, os resultados foram muito bons (e sim, ainda fiz alguma batota!). No dia da prova senti-me preparada e cheia de "pica".

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Crew trip rumo à Estrela
Quando decidi que queria voltar a participar nesta prova, que foi no Columbus trail nos Açores em conversa com o Armando Teixeira que organiza o EGT, desafiei logo o pessoal do Correr na Cidade para irmos em "crew trip". Assim, o Tiago e o Nuno vieram também para participar na prova e a Ana e o Bruno vieram em modo apoio enquanto nutricionista e fotógrafo :)
Então eram 16h30 na sexta-feira quando nos encontramos para irmos de carro rumo à serra. Viagem super divertida, passou a voar. Ficámos na casa da Ana numa aldeia a 45min da partida da prova. A aldeia, com o nome de Aldeia Viçosa, é muito linda, no meio de um vale enorme na Serra da Estrela.
Jantamos uma bela assa em casa, conforme indicações da Ana, e depois de preparar as mochilas e a enorme lista de material obrigatório, deitamo-nos cedo para cedo erguer. 

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Dia da prova
Acordei bem, tinha dormido bem e comi um bom pequeno almoço. Sentia-me tranquila, nada nervosa. Só comecei a ficar um pouco nervosa quando me apercebi que só iríamos chegar a Manteigas 15min antes da prova arrancar. Felizmente conseguimos levantar os dorsais e tratar dos últimos preparativos. 
Sentia-me confiante. Tinha um plano feito pelo Paulo para fazer a prova bem feitinha. Sabia mais ou menos a intensidade do desnível e distância entre cada abastecimento e que frequência cardíaca média deveria manter em cada troço. Em temos de alimentação, o Paulo também deu umas dicas muito valiosas e a Ana também. 
 
A prova - EGT Orion Belt 49K
Estava um dia lindo. Céu limpíssimo, paisagens fantásticas e uma temperatura perfeita para correr. A ideia era: vamos subir com calma até a Torre - 23km e grande parte do D+ - e depois curtir a segunda parte "a descer". Se conseguíssemos chegar à Torre fresquinhos, o resto seria tranquilo.
Então assim foi, o Tiago acompanhou-me no meu ritmo tranquilo, guiado pela frequência cardíaca média. Subidas lindas com paisagens de cortar a respiração. Vistas incríveis à medida que íamos subindo e subindo. Estava a adorar cada passo. Sentia-me tão bem e feliz! Na Torre, o ponto mais alto da prova, deixei o Tiago para trás. Estava cheia de energia e queria continuar a cumprir os timings que o Paulo tinha sugerido. Custou, mas segui sozinha.
Começaram então as descidas. Adoro! Infelizmente apanhei alguns engarrafamentos num trilho lindo que desce da Torre com uma falésia do lado direito, o que dificulta a passagem. Aqui, corri abaixo do meu ritmo. Felizmente depois consegui passar. Até o Vale Glaciar foi sempre a "rolar". Apanhei o Sílvio com quem partilhei alguns treinos de preparação para o EGT e corremos um bom bocado juntos. Continuava a sentir-me super bem e motivava o pessoal por quem ia passando.
Depois do abastecimento no Vale Glaciar tivemos uma subida muito íngreme. Esta custou. Vá lá que era curtinha. Depois uma espécie de planalto com estradões. Uma seca mas lá ia correndo a um ritmo certinho. Quando cheguei ao último abastecimento já só faltavam 9km. 

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Tinha posto na cabeça que os últimos 9km seriam sempre a descer que seriam "corríveis". Quando o Nuno Malcata me mandou sms a dizer "Bora, agora é sempre a descer", ganhei coragem e lá fui ao último troço. Foi aqui que comecei a penar. Não foi nada sempre a descer e não foi nada corrível. Trilhos muito técnicos e com umas belas subidas íngremes. Ao km 42 quebrei. Estava sozinha e já não estava a achar piada nenhuma (vejam o vídeo). Felizmente passaram por mim uns quantos simpáticos trailistas que puxaram por mim e lá segui. Depois foi só descer a calçada romana. "Só" é subjetivo. Já me doía tanto os pés que esta parte foi muito massacrante. Até alucinei! Jurava que tinha umas pedrinhas no sapato direito mas quando fui ver, nada! Aahah já vos aconteceu?

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Enfim, despachei a última parte o mais rapidamente possível. Já só queria chegar. Já só queria ver a Ana, Bruno e Nuno (que fez a prova dos 26km) e beber uma cerveja fresquinha. Cruzar a meta foi uma explosão de emoções. Mais uma ultra superada. Até ao km 40 e picos adorei, foi a melhor prova de sempre, em todos os aspetos. Depois a "reta final" de sofrimento foi marcante mas estou orgulhosa por ter conseguido supera-la. Este ano a prova for muito mais difícil. O vencedor levou mais uma hora do que o vencedor do ano passado. E eu sei porquê :)

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Alimentação
Com base nas dicas do Paulo e da Ana e da minha experiência pessoal nos trilhos até hoje, posso dizer que esta prova foi perfeita em termos de alimentação.
Ia sempre com dois bidons de 0.6 litros, um com água e um com isotónico e Redrate (um pózinho que se compra na farmácia e ajuda a recompor os sais minerais e outras substâncias que perdemos com o suor). Bebi no total cerca de 5 litros de água ao longo dos 49km.
De resto, tomei uma âmpola de Magnesona (queria ter tomado duas mas não me lembrei), três bolinhas energéticas caseiras (amendoim, aveia, tâmaras, óleo de côco, sal, sementes de cânhamo) e uma sandes de ovo estrelado
Nos abastecimentos foquei-me nos líquidos e só comi um pouco de tomate com sal e laranjas.

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Material
Levei praticamente o mesmo material que o ano passado e possivelmente, se para o ano volta a participar no EGT, levarei o mesmo. É uma combinação vencedora!
- bastões Karrimor
- relógio TomTom Adventurer
- têxtil da Reebok
 
Conclusão
Mais uma vez o Armando e toda a sua equipa está de parabéns. O EGT é das melhores provas portuguesas pela sua excelente organização, abastecimentos de luxo, simpatia do pessoal, sinalização muito boa dos trilhos e as paisagens falam por si. Para o ano, considero voltar. Não aos 3 dígitos, acho que isso não é para mim ;)
Para semana partilho aqui um pouco sobre como tem sido a minha recuperação com o apoio do Paulo Pires da beAPT.

Vem aí o Trail Summer Challenge

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Se adoram correr neste tipo de paisagens ou se gostam de correr (ponto!), então não percam a 1ª Edição do Trail Summer Challenge!

A prova realiza-se no dia 18 de junho na localidade de Ribeira d'Ilhas (Ericeira) e inclui 3 tipos de aventura: a caminhada (12K), o trail curto (14K) e o trail running (22K). Em todas elas, a organização promete paisagens costeiras lindas de morrer!

 

As inscrições serão feitas através do site Trilho Perdido até ao dia 11 de junho e incluem, para além do que é normal numa prova destas, uma sopa do mar, um belo pão com chouriço, acesso à festa da praia com zumba, yoga, sarau desportivo, ténis e a atuação do DJ Marcelo. Para além de tudo isto, a prova conta com a grande presença dos padrinhos: Carmen Henriques e Omar Garcia.

 

A organização responsável pelo evento (Sports for All) tem como objetivo (nobre) promover caminhadas e corridas com o menor impacto para o ambiente possível e consciencializar a população para a sua preservação. Por isso, é expressamente proibido deitar lixo para o chão (papéis, embalagens de géis ou barritas...) e os atletas devem levar consigo um recipiente (copo ou outro) para poderem beber líquidos nos abastecimentos.

 

Para mais informações, é importante que consultem o regulamento da prova e que se inscrevam neste grande evento. A diversão é garantida!

E, agora, uma surpresa: amanhã de manhã vamos lançar um passatempo e vamos oferecer 2 inscrições para esta prova! Fiquem atentos!

 

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Review: ASICS Noosa FF

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Depois da preview dos novíssimos ASICS Noosa, está na hora da review final. Convidamos a nossa amiga Rita Certã das Tartarugas Solidárias a testar estas sapatilhas.

 

Testado por: Rita Certã

Características Pessoais: Passada Neutra, 55kg

Condições de Teste: Treinos de 5, 10 e 15km.

 

A minha experiência com sapatilhas ASICS não era a mais favorável, pois os meus ASICS GEL-ZARACA3, apesar de serem confortáveis e conferirem uma boa estabilidade ao pé, possuem pouca aderência em piso molhado o que me dá pouca segurança durante a corrida. 

 

Quando me falaram dos novos ASICS Noosa FF, e me pediram para os testar fiquei muito curiosa. No dia que mos entregaram ia participar num dos treinos que faço semanalmente e troquei logo os que tinha calçado pelas novas sapatilhas, a primeira experiência foi excelente e segue agora a review:

 

CONFORTO

Sapatilhas confortáveis, o que para mim é uma das características fundamentais uma vez que sou propícia à formação de bolhas, o que não aconteceu em nenhum dos treinos

 

Aposta ganha entre conforto e leveza (255 gramas, tamanho 39). A língua da sapatilha assim como a zona superior do sapato, possui uma rede que permite maior mobilidade ao pé o que no ponto de vista é essencial para quem têm pé largo e ou peito do pé alto.

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DESIGN E CONSTRUÇÃO

Os ASICS Noosa FFTM, apresentam um design moderno com uma óptima combinação de cores. No que respeita à construção, de salientar:

  • A sua palmilha removível que facilita na lavagem assim como fundamental para quem precisa usar palmilhas especiais.
  • A língua tem o tamanho exacto, não se movendo no decorrer da corrida.
  • Para quem gosta de sentir o pé bem aconchegado, existe o orifício extra, para que possam apertar mais a sapatilha.

Ponto negativo, são pouco reflectores. Em relação ao tamanho eu compro sempre dois números acima do meu tamanho de sapato, no meu caso calço o 37, sendo a sapatilha 39.

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ESTABILIDADE e ADERÊNCIA

Sapatilha com bastante estabilidade e o material com que são revestidos permitem que o pé fique ajustado e ao mesmo tempo torna-a respirável. No que diz respeito à aderência e como já tinha referido anteriormente era uma das minhas grandes curiosidades, tenho a dizer que fiquei muito surpreendida pela positiva, sapatilhas com bastante aderência em piso molhado e em trilho, numa das provas que participei o percurso foi alterado sem nos darem conhecimento e uma grande parte foi feita em trilho, tendo estas sapatilhas tido uma óptima resposta.

 

AMORTECIMENTO

Os ASICS Noosa FF possuem uma entressola com FlyteFoamTM, que confere um bom amortecimento. Testei em diferentes pisos, numa mesma corrida não sentido a transição de um piso para o outro.

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Conclusão

Fiquei rendida aos novos ASICS Noosa FF, sapatilhas, leves, confortáveis e com boa aderência dando confiança durante a corrida. O preço 150€ pode ser um ponto negativo, mas no meu ponto de vista vale o investimento.

Espero que gostem tanto quanto eu.

 

Conforto: 19/29

Design/Construção: 19/20

Estabilidade/Aderência: 19/20

Amortecimento: 19/20

Preço: 17/20

Total: 93/100

O que fazer na semana antes de uma prova grande

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Prova grande? Sim, no sábado vou participar no Estrela Grande Trail, na distância dos 50K. E sim, para mim, isso é uma prova “grande”! Só corri distâncias acima dos 45km três vezes. Uma vez no Piódão e o ano passado no Estrela Grande Trail também.

 

Desde o final de Março que tenho andado mais focada nesta prova. Até tenho tido duas ajudas excecionais: o treinador Paulo Pires da beAPT e a Ana Guerra, nutricionista. Tenho vindo a seguir o plano de treinos desenvolvido pelo Paulo enquanto tento comer e beber melhor consoante as dicas da Ana.

 

Tenho adorado seguir o plano feito pelo Paulo e a sua equipa e tem sido uma experiência muito boa treinar “com o coração”. Tenho-me vindo a aperceber dos benefícios do treino com base na frequência cardíaca e agora, em vez de olhar para o pace do meu treino, guio-me só pela duração e frequência cardíaca. Para isso também me tem ajudado o meu novo companheiro, o TomTom Adventurer (prometo uma review sobre este relógio em breve). Tenho seguido o plano à risca. Houve apenas dois treinos que falhei: um enquanto estava de “férias” com amigos no Porto e outro no dia em que o grande Benfica se sagrou “Tetra”. De resto, até os treinos de reforço muscular e flexibilidade tenho feito com muito gosto e dedicação.

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No que toca a alimentação, tenho vindo a seguir religiosamente os conselhos da Ana. Precisava de perder massa gorda e desenvolver mais massa muscular. Um mês depois de a Ana me ter feito uma avaliação corporal e ter dado um plano alimentar, voltamos a reunir e a avaliar-me. Ficamos as duas muito satisfeitas com os resultados!

 

Sinto-me preparada para os 50K que me esperam na Serra da Estrela. Vai ser uma bela aventura. Agora que já só falta pouco, baixámos a intensidade e frequência dos treinos. A semana passada “só” corri três vezes (tinha quatro treinos prescritos) e esta semana já só são três corridinhas de 30. 40 e 50 minutos, antes do grande dia sábado. Além disso, dormir bem, beber bem, comer bem (yay, venham os hidratos) e curtir a ansiedade :)

 

Se tiverem alguma dúvida em relação aos programas de treino do Paulo, não hesitem em contactá-lo a ele ou a mim :) depois da prova, é claro que terão direito a uma race report! Vai ser um fim-de-semana em grande com amigos na serra! Wish em luck!

Review: As renovadas Berg Pantera

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Depois de algumas semanas a testar os Berg Pantera chegou a hora da Review final.

Alguns dos pontos indicados na preview confirmaram-se, outros mudaram um pouco com a habituação de correr com este novo modelo.

A maior parte dos testes foram feitos com terreno seco, mas um treino longo feito debaixo de chuva e com terrenos bastante molhados permitiram experimentar os Pantera em condições bastante diversificadas.

Digo já que fiquei bastante agradado com os Berg Pantera, embora haja ainda algumas características que alterava, mas conto tudo na análise em cada uma das categorias habituais.

 

Modelo: Berg Pantera

 

Características pessoais: 

Passada Neutra com tendência a pronação ligeira, peso elevado.

 

Condições de teste:

Cerca de 150km em trilhos. Usados em vários treinos até 20km, com diferentes condições climatéricas e tecnicidade de terreno e 1 prova de 36km (Montejunto Trail).

 

 

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