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Correr na Cidade

Great Douro Vineyard Run - a corrida mais bem hidratada do mundo

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Na pagina principal da prova pode ler-se: The best hydrated RUN in the world

 

"O GDVR (Great Douro Vineyard Run) é uma corrida vínica que vai acontecer na regiao demarcada do Douro, patrimonio mundial da Unesco, e com partida no Pinhão.

 

Os percursos decorrerão pelas paisagens tipicas e caracteristicas desta zona; os socalcos, as vinhas, o rio Douro e passando por dentro das mais famosas Quintas produtoras de vinho do Porto onde os participantes vão ter os abastecimentos e a prova de vinho..."

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Conceito

 

O quê?!? vai-se provar vinho numa prova ?!?

 

É a experiencia que a organizações está a criar para se diferenciar das restantes provas. Correr e beber vinho, ou hidratação como lhe chamam...Não é a primeira prova do mundo a efectuar esta perspectiva (Marathon du Medoc por exemplo ), mas cá no nosso burgo é inovadora.

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E a motivação também vai ser completamente diferente das outras meias-maratonas em asfalto onde o foco é o ir o mais rapido possivel.


Este conceito é muito mais direccionada para um outro tipo de experiencia, o gozo de correr pelas paisagens maravilhosas do Douro assim como entrar nas Quintas produtoras de vinho e experimentar diferentes tipos do mesmo.
Vai ser uma aventura percorrer aqueles terrenos da região demarcada do Douro, patrimonio da Unesco.

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Provas

Vai ter duas distancias, uma de 21km onde os participantes vão percorrer caminhos e estradões totalizando 7 quintas ( Roeda, Bomfim, Noval, Cruzeiro, Terrafeita, Cavadinha e Junco ) onde vão poder experimentar os seus vinhos. Na versão da caminhada de 10km o total de Quintas diminui para 3 (Roeda, Bomfim, Noval).

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A partida e chegada será no Pinhão, e enquanto a versão de 21Km vai contar com 1000D+, a caminhada vai ter apenas 500D+.
Ambas prometem um sobe e desce de colocar o cerebro zonzo :)


Podem ver aqui mais informação sobre ambos os percursos.

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Programa de festas

Informações importantes de horário e secretariado podem ser consultadas aqui.


Memorizem só a informação de que a corrida arranca ás 10 e a caminhada ás 10:30, e o secretariado funciona na Marginal do Pinhão, junto ao Cais embarque no rio Douro.

No site da organização também podem consultar informação de cada uma das quintas por onde a prova vai passar.

Podem consultar o regulamento com toda a informação necessária para a prova aqui.

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Reservem o dia 19 Junho para uma experiencia unica. Podem aproveitar para quem é de mais longe para fazer um fim-de-semana prolongado e conhecer a zona linda do Douro.

Inscrições

Inscrição na prova pode ser feita aqui

 

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Divirtam-se e cuidado com a polícia entre os abastecimentos :)

Desafio Adidas - Maratona Rock'n'Roll Madrid - Semana 1

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 "Rei morto, Rei posto!"

 

No meu caso, o desafio de voltar a fazer uma Ultra foi ultrapassado no TSL do AxTrail 2016 e agora vem o desafio da Maratona em Madrid no próximo dia 24 de Abril.

 

A EDP ROCK´N´ROLL MADRID Marathon é a 3ª Maratona em que irei participar, mas cada Maratona, seja a 1ª, a 3ª ou quanto chegar à 27ª, será sempre um desafio do meu ponto de vista.

 

Quando o ano passado terminei a Maratona de Sevilha, planeei este ano fazer a Maratona de Barcelona, e queria fazer num tempo bem abaixo das 2 primeiras (4h25m), e até baixar das 4h. O primeiro objetivo, ir à Maratona de Barcelona, não foi cumprido por mim, não tive agenda e com muita pena minha de não ter feito parte da CrewTrip a Barcelona. O 2º objetivo está altamente comprometido, mas já explico porquê.

 

Porquê Madrid?  Porque gosto de aliar ao desporto o turismo, e aproveito a Maratona em Madrid para lá passar uma semana de férias :)

Porquê "Desafio Adidas"? Porque conto com o apoio da Adidas neste desafio pessoal, que simpaticamente me inscreveu na prova e me vai equipar a rigor para a mesma. Obrigado Adidas!

 

Esta primeira semana de preparação para o desafio está a ser pautada pela estreia dos ténis que vou usar na prova, os novos Adidas Ultra Boost v2, mas sobretudo pela recuperação do corpo depois do TSL. 

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Não é em 3 semanas que se prepara uma Maratona, e apesar dos meses de preparação física que fiz para os 50Km em trilho na Serra da Lousã, a preparação adequada à Maratona requer 12 semanas, que não tenho, pelo que o objetivo de concretizar um tempo de 4h, algo que não faz de mim mais atleta do que já sou, está muito comprometido como já disse.

 

Assim, vou manter o plano de treino delineado pelo treinador para esta fase, ainda de recuperação, com algum aumento de carga em breve, mas em cada semana vou partilhar convosco a minha preparação, expetativas para a prova e depois contar como foi toda a vivência de correr a Maratona em Madrid.

 

Para já deixo-vos o gráfico de altimetria que já me deixou assustado, achava que ia fazer uma Maratona, não um trail...

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Até para a semana!

Preview: Skechers Go Run Forza

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Por Sara Dias:

Há muito tempo que tinha a Skechers debaixo de olho, ouvi falar bem da marca e até hoje não tinha tido oportunidade de testar uns.
Os Skechers Go Run Forza foi o modelo escolhido. Este modelo é o resultado da 5ª geração no que toca ao amortecimento, para além do material Resalyte o qual confere maior leveza, amortecimento e impulso.

Concebidos com uma meia sola dividida em duas e uma sola mais firme, proporcionando uma maior estabilidade, já para não falar de uma transição mais suave entre zona de impacto até zona de impulso a cada passada. Drop 8 mm e um upper bastante transpirável. Este modelo possui ainda alguns pormenores refletores que trazem mais segurança aos corredores durante a noite.


Visualmente são muito bonitos, chamam atenção mas não de forma espampanante, seleção de cores bem ao jeito dos gostos femininos, trazem uns atacadores suplentes e quando os calçamos pela primeira vez percebemos de imediato a sua leveza e conforto.

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Já corri com eles, mas não a distância necessária para ter uma opinião coesa, contudo não tenho dúvidas estes vão ser os meus companheiros para treinos longos. Em breve farei a minha review final. 

 

 

 

 

Correr pode ajudar-vos a serem melhor no emprego!

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Vivemos numa sociedade ainda pouco virada para o desporto. Se não é moda é mania! Principalmente isto de correr na rua ou nos trilhos.
 
Se alguém no escritório diz que acorda às 6h da manhã para ir correr e só então começa o seu dia é visto como “maluco”. Ou se outros dizem que chegam a casa depois de um dia de trabalho, dão o jantar aos filhos e partem para o frio da noite para correr uns quilómetros é porque certamente “têm problemas em casa”. Vivemos assim de juízos de valor. É mais fácil criticar do que acordar de manhã e ir correr. É mais fácil apontar o dedo desde o sofá e arranjar mil desculpas do que vestir o equipamento e fazermo-nos à estrada.

 

Mas as coisas estão a mudar e quem faz desporto, principalmente na vida adulta, começa a ser visto normalmente. Já não é tanto “o maluco” da corrida ou do CrossFit ou, como uma vez me disseram antes de uma reunião: “um homem de 40 anos que esteja magro é porque se divorciou ou porque está doente”. Lentamente começamos  a mudar este pensamento. Mas este post é sobretudo sobre trabalho e como correr pode ser um grande aliado na nossa performance profissional. Escrevo por experiência própria, a corrida não faz apenas que outros fiquem invejosos nas reuniões (por estarmos em forma numa idade em que a barriga devia estar proeminente), faz-nos ser mais focados, mais organizados. Confesso que ainda sou desorganizado e pouco metódico, mas a melhoria na minha organização profissional deu-se devido à corrida. E todos nós, aqueles que correm ou que vão começar a correr o podem fazer. Eis alguns exemplos:

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Treinar de manhã. O dia fica planeado logo cedo. Enquanto corremos e tentamos ultrapassar aqueles 15 minutos iniciais - que custam um pedaço – podemos definir as prioridades do dia de trabalho e mentalmente organizarmos as prioridades. Para além de ganharmos um boost de energia logo pela manhã.Custa muito e nem todos conseguem, mas quem o faz tem ganhos de organização fantásticos. O único problema é não esquecer de deitar cedo à noite porque senão chegarão ao final de semana de rastos…e não estou a falar fisicamente.

Treinar à hora de almoço. Consigo planear o meu trabalho da parte da manhã para conseguir correr nos 60 minutos que tenho de pausa para almoço. Despachando as tarefas mais chatas logo de manhã fazem-me correr menos stressado.O mesmo treino à hora de almoço serve-me para planear a tarde ou mesmo o dia seguinte. Penso nos telefonemas e tarefas que tenho de fazer, preparo reuniões na cabeça – algo que era impossível de fazer se naquele momento estivesse a almoçar com um colega e a falar das coscuvilhices do escritório ou da última jornada de futebol.

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Se só conseguir treinar ao final do dia, o resumo do dia de trabalho fica feito na cabeça e preparo as etapas seguintes. Acontece-se muitas vezes ter boas ideias enquanto corro. Infelizmente, nem sempre me consigo lembrar de todas elas no final, mas que a corrida espevita a minha criatividade é provado e comprovado. O nascimento deste blogue e a criação da crew do Correr na Cidade nasceram numa treino desses.


Planear.
É algo que já aqui escrevi no blogue: existe uma dificuldade quase cultural para os portugueses fazerem planeamento.  Quem é que nunca pensou que fazer um cronograma de um evento é uma completa perda de tempo? Acho aliás, que o planeamento devia ser algo instruído nos primeiros anos de escola.
A minha geração  - agora nos 40 – tem uma grande dificuldade em planear, noto, no entanto, que pessoas que incluem desporto no seu dia-a-dia o fazem mais facilmente. Estas pessoas tentam correr 3 a 4 vezes por semana. Ou seja têm de planear/meter cerca de 1h30m (contando já com a troca de vestuário, os alongamentos e às selfies…) em quatro dias da sua vida já de si tão ocupada e stressante. Mas conseguem, e com frutos.


Lidar com stress.
Comigo funciona! Quando ando mais stressado em termos laborais, tento correr mais. Por sorte tenho superiores hierárquicos que percebem que funciono melhor e sou mais produtivo assim. É normal antes de uma grande entrevista ou reportagem ir afinar o trabalho numa corrida de 1 hora. Nesse espaço de tempo, sozinho, sem interrupções, sem telefonemas consigo preparar-me muito bem. E tudo se torna mais fácil, muito mais fácil.


Resiliência.
Nunca mais me esqueço das palavras de um grande corredor que me disse que quando começa a atingir algum cansaço nas suas ultra maratonas pensa na sorte de estar no meio da natureza ao invés de estar a “sofrer” fechado numa sala de reunião no trabalho. Apesar de apenas ter feito uma ultra maratona, utilizo essa ideia para aqueles treinos mais chatos. Mas também faço o contrário. Às vezes naquelas reuniões mais chatas em que já não sabemos se devemos de discutir mais alto ou continuar a fazer aqueles círculos infinitos no caderno, penso que já fiz treinos chatos, que já corri 50 kms e não vai ser aquela situação que me irá tornar mais fraco. Quem aguenta correr tanto tempo, aguenta umas breves horas de reunião. E aí volto a ganhar energia. 


E por último, e não menos importante, praticando desporto regularmente, no caso a corrida, ficamos mais fortes e raramente estamos constipados ou com outro tipo de questões de saúde que nos fazem faltar ao trabalho.Apesar de me divertir muito a correr utilizo a corrida, principalmente em treinos sozinho, em prol da minha profissão. E, sinceramente, sinto que tem sido muito profícuo. Querem experimentar?

Preview: Saucony Kinvara 7

 

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Existem alguns modelos de sapatilhas que converterem vários corredores ao longo dos anos e têm uma verdadeira legião de fãs. Os Saucony Kinvara são sem dúvida um desses modelos. A primeira versão deste modelo apareceu em 2010, numa altura em que muitos corredores estavam à procura de sapatilhas mais leves, simples e com um drop mais baixo, numa procura de uma corrida mais “natural”. Deste a sua versão inicial os Kinvara procuram ser uma sapatilha leve e rápida mas com amortecimento suficiente para correr grandes distâncias. Estas características fizeram dos Kinvara uma das sapatilhas mais populares entre os corredores.

 

Os Saucony Kinvara 7 apresentam várias alterações relativamente aos modelos anteriores, nomeadamente na média-sola e na sola. Não tendo corrido com nenhuma das versões anteriores não posso efetuar comparações, mas nos 20km de treinos já efetuados com estas sapatilhas deu para sentir que se trata de um modelo muito leve, rápido e surpreendentemente, pelo menos para mim, muito confortável. Uma sapatilha neutra mas que se adapta facilmente a corredores que necessitam de algum suporte.

 

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Os Kinvara fazem parte da chamada Natural Series da Saucony e são o meu primeiro modelo dentro desta gama. O drop manteve-se nos 4mm, 22mm atrás e 18mm na frente. Não estando habituado a correr com este tipo de drop é preciso algum tempo de habituação, e ir aumento as distâncias gradualmente. É normal que alguns músculos das pernas fiquem mais doridos nos primeiros treinos pois somos obrigados a trabalhar de “outra” forma.

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As grandes inovações da versão 7 são a introdução do novo composto da Saucony o EVERUN, o novo material de amortecimento que irá estar presente em vários modelos da marca (Kinvara 7, Guide 9, Triumph ISSO 2) que garante um amortecimento contínuo mas com um aumento de 83% no retorno de energia. Mas não se preocupem, que a introdução do EVERUN está limitada à região do calcanhar para não alterar completamente a sensação relativamente aos modelos anteriores.

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Em termos práticos, o que senti foi um amortecimento maior do que o que esperava, tendo em conta que é um modelo da gama Natural Series, e uma sensação de que esta sapatilha espera que eu vá depressa para apreciar todas as suas potencialidades.

 

A sola foi também ela totalmente inovada relativamente à versão 6, sendo que a Saucony utilizou o Tri-Flex design, já visto no seu modelo Triumph ISO 2. A zona verde é feita de um composto de borracha, tecnologia XT-900, que garante durabilidade e tração, mesmo em terremos molhados.

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 Relativamente ao tamanho, o 43 serve-me na perfeição. O calcanhar está bem preso ao mesmo tempo que sentimos muito espaço para os dedos se mexerem, esse não é um modelo estreito, e quem tem os pés mais largos vai gostar da sensação de poder mexer os dedos.

 

É um modelo muito leve que mal se sente e que entrou na minha rotação de sapatilhas. Nos próximos tempos serão a minha escolha para treinos de séries ou treinos mais rápidos e provas de 10k.

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Fiquem atentos ao blogue para a review completa dos Saucony Kinvara 7.

Equipa que ganha…não se mexe - Adidas Ultra Boost v2

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 São sapatilhas diferentes de todas as outras que calcei. As Ultra Boost, tal como já tínhamos indicado, são sapatilhas onde, de facto se sente toda a potencia da sola Boost. Sim, não é um slogan publicitário, sente-se mesmo o retorno de energia debaixo da sola dos pés.Esta nova versão é igual à primeira com duas únicas diferenças: sola da marca Continental e novas cores. Neste modelo as cores são das mais felizes que alguma vez vi em modelos das Adidas.Este é um texto que foge um pouco ao habitual que fazemos no Correr na Cidade, não é uma preview não uma review isto porque o modelo em si pouco ou nada mudou. Caso para dizer, em equipa que ganha não se mexe.

 

 

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 Contudo, há que sublinhar a sola da Continental  - numa parceria entre as duas empresas alemãs. O que notei em relação à versão anterior? Uma maior tração, sobretudo na calçada portuguesa em dias de chuvisco. E, parece-me terem mais resistência e demorarem mais tempo a gastar.


Esteticamente, a Adidas está cada vez mais feliz na escolha de padrões. Não sou nada fã de usar, no dia-a-dia, sapatilhas de corrida. Mas ao olhar para estes dá que pensar. Contudo, a sua melhor utilização é na corrida, quer seja para treinos de 10k ou para meias e maratonas.O único senão neste modelo é mesmo o preço. 170€ é muito euro por um par de sapatilhas para o mercado nacional. É um preço de topo de gama para a coqueluche das sapatilhas de corrida da Adidas.

Agora é correr,muito! Muito vaidoso e muitos treinos e provas com estes Ultra Boost.

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