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Correr na Cidade

Correr na Lousã: AXtrail 2016

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Muitos de nós da Crew do Correr na Cidade adoramos correr nos trilhos da Serra da Lousã e para outros que ainda não tiveram oportunidade o AXtrail é sempre uma das provas mais aliciantes.

 

Esta prova realiza-se habitualmente em outubro, mas como Portugal vai receber o Campeonato do Mundo de trail Running em Portugal, a 29 de Outubro, o AXtrail foi antecipado para Março, para os dias 18, 19 e 20.

 

Vão existir 4 provas de trail, a prova rainha o UTAX com os seus 110 km e 5300m D+, e 3 distâncias mais pequenas mas igualmente desafiadoras, o TSL (51km), o TX (22km) e o MTX (10km), além de uma caminhada, um trail para os mais pequenos,  o AXtrail Kids e finalmente o AXtrail da Inclusão, um trail único a nível nacional para pessoas com dificuldades motoras.

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Este ano o UTAX decidirá a Taça de Portugal de Trail Running e deverá atribuir 3 pontos para UTMB.

 

O AXtrail é organizado pela da Go Outdoor e vai já na sua 9.ª edição. As inscrições já estão abertas e voam de dia para dia.

 

Se para mim será o regresso a esta prova, depois de em 2014 ter lá estado para correr o TSL, desta vez vou ter a companhia nos 51Km, novamente do TSL, do Rui Pinto que se estreia nestes fantásticos trilhos.

 

Venham participar numa das melhores provas de trail a nível nacional!

 

Deixo-vos com o video da nossa participação em 2014, fica desde já prometido um novo video para a edição de 2016.

 

 

 Bons treinos!

Treinos acompanhados: Avaliação Funcional do Movimento

Natacha Barata training Bo.jpg

Quero melhorar o meu desempenho na corrida e é geralmente sabido que para tal não basta correr mais. Vêm aí várias provas grandes. Destaco os 42km do Columbus Trail na Ilha de Santa Maria, Açores, e a Maratona de Barcelona em março. Embora não tenho grandes ambições em termos de tempos nestas provas, ambiciono sim, cruzar a meta a sentir-me bem e forte.

 

Para além das aulas de RPM que tenho feito no ginásio e do Yoga que já faz parte do meu dia-a-dia, tive a oportunidade de começar a treinar com uma Personal Trainer. Comecei há cerca de um mês a treinar com a Personal Trainer Natacha Barata que se tem vindo a especializar em atletas de corrida e é adepta do treino barefoot para correção e estimulação da musculatura e articulações do pé.

 

Para um treino adaptado às minhas necessidades, começámos por fazer uma Avaliação Funcional do Movimento, utilizando a metodologia Functional Movement Screen (FMS).

 

Neste post, com a ajuda da Natacha, vamos abordar este sistema de avaliação e perceber a sua importância na melhoria dos nossos movimentamos.

Natacha Barata training Bo 2.jpg 

Por Natacha Barata:

 

Muitas vezes quando começamos a realizar algum tipo de exercício (caminhar, correr, treino em ginásio, etc), o nosso corpo nem sempre responde da melhor forma, apresentando muitas das vezes queixas de dor em algum ponto do corpo.

 

A dor é sempre um sinal de que algo não está bem e é muito importante escutar o nosso corpo nessas alturas, pois caso não o façamos, apenas estamos a promover um maior risco de nos lesionarmos, obrigando a paragem da prática de exercício devido às dores sentidas.

 

A melhor estratégia para retirarmos o máximo proveito na prática de exercício e podermos sentir prazer nela é realizar sempre uma avaliação específica e individualizada à nossa postura dinâmica e estática.

 

O FMS classifica e avalia padrões de movimento que são fundamentais para o funcionamento “normal” do corpo. Conseguimos através dele, identificar as limitações e assimetrias do movimento da pessoa. Com a informação retirada desta avaliação, criamos um esquema de exercícios correctivos mais eficazes para reduzir os riscos de lesão durante o treino, restaurando a funcionalidade e força da pessoa.

No caso da Bo, os padrões de movimentos limitados já foram identificados e umas das prioridades ao nível do treino será melhorar a estabilização do seu tronco potenciando o movimento da sua corrida.

Em breve, aqui no blog, continuaremos a abordar o tema da avaliação funcional e postural da Bo, focando desta vez o único ponto que temos em contacto com o chão, o pé,  e quão importante é na qualidade no movimento durante a corrida. Se até lá surgir alguma dúvida ou questão, não hesitem em contactar a Natacha.

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