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Correr na Cidade

Columbus Trail - Trilhos à conquista de Santa Maria, Açores

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Tal como já sabem, adoramos trilhos e adoramos os Açores. Em Maio do ano passado participamos no Azores Trail Run. O Nuno Malcata achou o Azores Trail Run “Ouro sobre azul” e a Bo adorou o convívio, paisagem e participação internacional da prova no Faial. E é já no final de Fevereiro que iremos voltar a este maravilhoso arquipélago para correr nos trilhos da ilha de Santa Maria.

 

O Columbus Trail, da mesma organização do Azores Trail Run invoca a passagem de Cristóvão Colombo por Santa Maria, entre 18 e 28 de fevereiro de 1493, conforme ficou registado no diário de bordo do navegador. A prova tem duas distâncias, uma maratona de 42 km em trilhos e uma ultramaratona de 77 km. Ambas as provas decorrem no sábado dia 27 de Fevereiro na Ilha de Santa Maria.

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A ultramaratona terá um desnível positivo de 3400 metros, sendo o ponto mais elevado atingido à cota de 587 metros, e o ponto de cota mais baixa situado à cota zero. A maratona terá um desnível positivo de 2000 metros.

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A ultramaratona percorre toda a ilha, numa extensão de 77 quilómetros circulares, passando por zonas de interesse geomorfológico ao longo da mais antiga ilha dos Açores (+/- 8 MA). Durante o percurso, estas características tornam-se evidentes através de vários fenómenos de erosão e alterações do nível da água do mar, que conferiram à ilha algumas das suas particularidades, levando-o a visitar locais de incrível beleza cénica, didática e científica. Ao longo das duas provas várias espécies de aves migratórias podem ser observadas, passando por Zonas Protegidas e Reservas Naturais, de enorme biodiversidade e a geodiversidade.

 

A prova de 77km inicia-se junto ao Forte de São Brás e ao sair da vila, descendo para a Ribeira de São Francisco, prosseguindo em direção a Este, num plano ascendente, até à Pedreira do Campo, geossítio que visa a preservação e promoção desta singularidade geológica, paleontológica e vulcanológica, com vista para a costa sul da ilha, continuando por terrenos agrícolas, rumo à Prainha e Praia Formosa, passando pelo Forno e Grutas do Figueirale, pelas ruínas de dois fortes militares e a presença de fósseis marinhos. A prova circular passa por zonas balneares, caminhos rurais, zonas agrícolas, piscinas naturais, caminhos de calçada e terra e miradouros como o do Espigão, com uma vista imponente sobre a Baía de São Lourenço.

 

Outros pontos de referência são a passagem por um caminho do qual se vislumbra a cascata de Cai’Água e o Pico Alto, ponto mais alto da ilha com 587 metros de altitude e rico em vegetação endémica. Numa ilha de origem vulcânica, não se podia deixar de passar por uma caldeira. Esta parte do percurso atravessa uma área florestal onde se encontra um marco geodésico com vista privilegiada sobre a freguesia de São Pedro.

 

A parte final da prova grande é feita contornando a encosta, onde é possível avistar o porto comercial e o centro da Vila. O caminho de terra continua sendo interrompido pela estrada de acesso à zona industrial, prosseguindo em direção ao centro histórico da Vila.

 

A prova dos 42 km tem o mesmo percurso da ultramaratona, terminando antes, ao km 42. Assim sendo, a partida e meta desta prova serão em locais diferentes sedo que a organização fornece transporte.

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Nós já nos inscrevemos e tu, do que estás à espera? Vamos conquistar Santa Maria!

Preview: Skechers GOrun Ride 4

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Ainda antes de me juntar à crew do Correr na Cidade apaixonei-me pela marca norte-americana Skechers. Para alguns mais conhecida pela sua gama casual, cada vez mais a Skechers Performance vai conquistando os pés dos runners.

 

Foi em 2013, para a Meia Maratona dos Descobrimentos, que estava à procura de uns ténis de corrida novos. Solicitei opiniões à alguns dos blogs de referência no running para mim na altura e a resposta for unânime: Skechers. Também o Filipe Gil recomendou esta marca, pela excelente relação qualidade/preço e pelo conforto, claro.

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Assim, os meus segundos ténis de corrida para estrada foram os GOrun Ride Ultra. Ainda hoje, mais de 800 km depois, continuo a adorar essas sapatilhas. Agora, quando comecei a ver ténis para a minhas segunda maratona, a de Barcelona em Março, fui à procura de umas boas sapatilhas mas mais minimalistas. Encontrei então os Go Run Ride 4 com uma excelente avaliação no blog de referência Run Repeat e fiquei curiosa.

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Mais uma vez, foi amor à primeira vista. Depois de um breve treino de 8km senti logo confiança e vontade para levar as sapatilhas à Meia Maratona dos Descobrimentos em Dezembro de 2016. Normalmente prefiro correr mais uns quilómetros com determinadas sapatilhas antes de me “jogar” à uma Meia, mas aqui não tinha dúvidas de que iria correr bem.

 

Apostei bem. Embora não tivesse participado na prova da Meia Maratona, fiquei-me pelos 10km, corri quase 21km à mesma porque acompanhei a nossa Liliana na segunda metade da prova dela. Correu muito bem. Muito confortáveis, nada de bolhas ou impressões.

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Realmente adoro estas sapatilhas. São super leves, apenas 187 gramas e têm um drop muito reduzido de 4mm. No entanto, fornecem alguma estabilidade e são muito “fofos”. Sinto que esta sapatilha me faz correr “bem”. Ajuda à uma passada midfoot.

 

Tenho pegado nos GOrun 4 com alguma frequência, recentemente também em pista. Como a sapatilha tem uma palmilha removível, decidi tirá-la num treino em pista. Ao tirar a palmilha vivemos uma experiência ainda mais naturalista. Depois de três séries de 1000m em pista sem a palmilha confesso que senti alguma impressão na parte interior do pé esquerdo e por isso decidi voltar a coloca-las. A experiência em si foi muito positiva e irei repetir no treino em pista deste mês.

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Vou correr mais alguns quilómetros e em breve dou o meu feedback final, também sobre treinos mais longos.

 

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