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Correr na Cidade

Novidades Adidas

Da casa Adidas apresentamos os novos modelos Ultra Boost para homem e mulher. Este modelo da marca alemã é o único que apresenta uma médiasola 100% em Boost, a tecnologia da Adidas que garante o maior retorno de energia do mercado. A versão outuno/inverno apresenta além de novas cores algumas pequenas novidades, como a introdução de borracha continental na sola.

 

Além deste modelo, a nova coleção apresenta os modelos Rocket e uma nova versão Sequence, além do têxtil com tecnologia ClimaHeat para proteger do frio.

 

Curioso? Nada melhor do que ir ver ao vivo.

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Preview: FAAS 300 S V2

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Por Bo Irik:

 

Os FAAS 300 da PUMA foram uns dos meus ténis preferidos para estrada até 10-15km. Leves, drop reduzido e lindos de morrer. Usei e abusei tanto destas sapatilhas que tive literalmente que os deitar fora depois de uma voltinha de honra na Corrida da Linha, um ano e meio depois de os ter recebido. Cheguei a correr duas edições da Corrida das Fogueiras com estas queridas sapatilhas, a edição de 2014 e a de 2015. A primeira impressão e review final destas sapatilhas minimalistas da Puma já foram partilhadas aqui no blog.

 

Felizmente, a Puma, ao saber que as minhas FAAS 300 tinham sido reformadas, decidiu oferecer-me um par novo, desta vez os FAAS 300 S V2. Já o Rui Pinto andava a experimentar estas sapatilhas, na sua versão PowerCool e o feedback foi muito positivo, elevando a minha expetativa.

 

A gama FAAS da PUMA apresenta uma escala de amortecimento FaasFoam, de 100 a 1000, desde a corrida minimalista até modelos com mais amortecimento..

 

A primeira impressão deste modelo é boa. São relativamente leves, com apenas 210 gramas e apresentam um drop de 8mm. Por mim, preferiria um drop ainda mais reduzido, perto dos 5mm, mas 8 já é muito menos que os 12mm de drop dos Puma Ignite. A sapatilha encontra-se disponível em 4 cores e o preço começa nos 50€ (online). Em comparação com o modelo que usava anteriormente, esta sapatilha tem uma “FAAS Engineered Stability Zone” melhorada e de facto, sinto que fornece mais estabilidade.  

 

Tenho usado estas sapatilhas em treinos mais rápidos e na Corrida do Montepio e parece-me que me irão acompanhar nas próximas provas de 10km. Em breve, publicarei a review aqui no blog.

 

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"Amazing", "Great", a Meia Maratona de Lisboa vista por bloggers espanhóis

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Entrevista por Filipe Gil
Fotografias por Sebas Montero

 

Na última Rock'n'Roll Marathon & Half Marathon do passado domingo, dia 18 de outubro, vários bloggers espanhóis, adeptos do running, foram convidados pela Adidas Portugal para virem correr pelas ruas de Lisboa.

 

 

Entre os vários, estavam Alma Obregon e Lucas Heras, um casal muito simpático e que adoram viajar e correr. Alma é umas das bloggers mais conhecidas de Espanha e podem conhecer melhor o seu trabalho ou as suas aventuras na corrida. Não deixamos a oportunidade de lado e fizemos-lhes uma entrevista que publicamos aqui - e por questões de tradução, preferimos fazer as perguntas em inglês. 

 

Tell us a bit about both you (Alma & Lucas)?

Alma: My name is Alma Obregón, I'm 31 years old and I am a teacher at a pastry school. I also host a TV show on baking. I have been running for more than 5 years now and I love marathons and ultra-marathons.

Lucas: My name is Lucas Rodríguez, I'm 34 and I work in a private foundation. I run since 2009 and met Alma while training for the Seville Marathon. We got married this august.

 

Was this your first time running in Lisbon?

Alma: Yes.

Lucas: No, I actually ran the Half Marathon (the other one) in 2011, it was my first half marathon ever!

 

How was the experience of running Lisbon’s Half on the October 18th?

Alma & Lucas: We loved it. The beginning of the race is amazing and we enjoyed the whole experience very much.

 

Running in Lisbon is different from running in Spain. Which are the main differences? 

Alma & Lucas: We think it wasn't that different, we found it very similar to Spain :)

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How is the "running scene" in Spain? Are there more people running than before?

Alma & Lucas: Yes! It's crazy now. There are thousands of runners in each race and everyone seems to run these days. A few years ago it wasn't like this. Now everyone runs.

 

You both run trail and road races. What do guys you prefer?

Alma: I prefer trails, I love running in the mountains, but enjoy Marathons very much as well.

Lucas: I love road races, especially short ones, I enjoy 10k and half marathons the most. 

 

Alma, you have run the Leadville 100 mile race. How was it? 

Alma: It was crazy!!! Hahaha. It was the most challenging race I've ever ran. I trained hard for it but it was even harder that what I expected. The altitude is so extreme and climbing Hope Pass is like hell. But I loved it. Lucas was super important for me, as he was my crew for the first kilometres and then ran with me the last 60k. I couldn't have made it without him!

 

Do you have any tips for our readers to choose a good Marathon or Half Marathon in Spain?

Alma: I think the best marathon for a personal best is Seville. Also Valencia is super flat. And I loved running the Barcelona Marathon, there are thousands of people cheering the runners.

Lucas: I would recommend the Behobia-San Sebastián. It's only a 20k, not a half marathon, but it super special, with lots of people supporting the runners. It's great!

 

Do you have plans to come back to Portugal and race another event? 

Alma & Lucas: Yes! Definitely!!! We'd like to run the other half marathon in Lisbon :) 

 

10- Are you going to run New York Marathon, November 1st? Is it your first time? If yes, what are you guys expecting from that?

Alma & Lucas: Yes, we're both running NY Marathon this Sunday. It's our first NY Marathon and our second Major (we ran Chicago last year). This time we won't aim for a personal best, we just want to enjoy the race as much as possible.

 

Can you both choose one word to describe your experience in Lisbon?

Alma: Amazing!

Lucas: Great!

 

Alma and Lucas, Correr na Cidade Running Crew wish you good luck in NY, above all, enjoy the ride!

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Trilhos de Bellas - Entrevista a Rodrigo Noivo

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Por Pedro Tomás Luiz

 

Esgotados! é assim que estão os I Trilhos de Bellas, organizados pelos Go! Runners. Fomos conhecer Rodrigo Noivo um dos organizadores da prova, já que o padrinho será o grande Stefan Pequito.

 

1. Quem é o Rodrigo Noivo?

Sou uma pessoa que é apaixonada pela corrida e por tudo o que ela envolve. Cresci numa aldeia da região Oeste, São Bernardino, sendo que numa fase mais adiantada da minha vida fui morar para Vialonga. Em termos desportivos, pratiquei Ténis de mesa e Futebol como desportos federados, estando actualmente ligado profissionalmente ao ensino na área de natação.

 

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2. Como é que começou a correr? 

Comecei a correr regularmente em 2008, iniciando-me em provas de estrada, ainda na altura em que era militar da Força Aérea, com alguns dos meus  camaradas, onde percorríamos várias zonas do país. Mas foi em 2014 que transitei para os trilhos no 2º trail de Bucelas e a partir dessa altura tenho optado mais por este tipo de provas.

 

3. Faz outros desportos?

Dado que tenho facilidade de usufruir de piscina devido à minha actividade profissional, pratico natação como complemento à corrida e também como parte importante do processo de recuperação após as provas ou pequenas lesões. Realizo ainda semanalmente algumas sessões de reforço muscular de forma a tentar harmonizar o corpo a nível muscular, evitando descompensações do mesmo.

 

4. Desde que corre qual foi até hoje o ponto mais alto?

No inicio deste ano lancei-me ao desafio e participei no Ultra Trail Conimbriga Terras de Sicó com uma distância aproximada de 111km. Tendo em conta o esforço despendido e o resultado obtido (top 20 da prova sem nunca ter feito até então distâncias superiores a 60kms) foi o evento que mais me orgulhou, isto apesar de já ter feito alguns pódios em outras provas.

 

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5. O que representa para si o Trail Running?

O trail running representa outra forma de olhar sobre a corrida, que contempla um aperfeiçoamento da táctica de corrida, o desafio, a camaradagem entre corredores, a beleza da natureza, o sofrimento e a busca dos limites do nosso corpo, sendo que estes "ingredientes e outros mais acendem-nos a paixão por este desporto.

 

6. Quem são os seus atletas de referência?

Tenho alguns atletas de elite que aprecio bastante, mas os meus atletas de referência são os irmãos Lino e Rui Luz, tanto pela sua simplicidade, como também pelos desafios a que se sujeitam, sendo uma fonte de inspiração para todos nós. Outro atleta que eu tenho o prazer de dar uns passos de corrida em sua companhia é o Rui Pacheco que é um lutador nato e uma força da natureza.

 

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7. Um trail em Belas? Tendo em conta que só na zona de Lisboa há pelo menos mais 4 provas nesse mesmo fim-de-semana, o que faz do Trail de Belas uma prova a não perder?

Todos desejamos que as provas organizadas por nós próprios possam ser as melhores, por isso acho que os Trilhos de Bellas será um bom desafio para todos os participantes e que possam ser recebidos e tratados da melhor forma possível no antes, durante e após a prova, sendo um privilégio usufruir de um cantinho de natureza aqui tão perto da maior cidade do nosso país.

 

8. O que podem os atletas esperar desta prova? 

Em termos de altimetria não será concerteza uma prova duríssima, mas enganem-se quem pensa que vai ser um passeio pela serra e se o São Pedro resolver abençoar-nos, os atletas que se preparem para o terreno enlameado, como também para ter cuidado nas partes técnicas do percurso devido ao piso mais escorregadio.

 

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9. Dicas para a prova 

Convém todos os atletas terem uma boa preparação física, sendo este o ponto principal. Posto isto, em termos de equipamento a levar para a prova pode variar de acordo com as condições atmosféricas, mas ter um calçado de trail que "agarre bem" pode ajudar nas partes mais técnicas, bem como o uso de cinto ou mochila com liquidos (água e/ou isotónico) para uma melhor hidratação durante a prova. Não esquecer prestar a devida atenção à sinalização e marcação da prova para evitar quilómetros a mais e a ocorrência de quedas.

 

10. Qual é o seu mantra?

Para alcançar resultados é necessário esforço, trabalho, ambição e acima de tudo motivação.

 

Quando a corrida se torna obsessão

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 Ilustración: N.C. Winters

 Por Tiago Portugal

 

Andas obcecado com a corrida! Esta afirmação é familiar a alguém?

 

A corrida e a ânsia por resultados pode, em alguns casos, transformar-se numa verdadeira obsessão e tomar uma dimensão tal que ponha em causa o rendimento profissional e a vida pessoal e familiar.

 

É sempre importante relembrar que nem sempre “mais” significa “melhor”.

 

Atingir o equilíbrio entre a nossa paixão e as restantes componentes do nosso dia-a-dia pode revelar-se algo verdadeiramente complicado de atingir, e é preciso ter um grande jogo de cintura, algum poder de encaixe e muita flexibilidade para repartir o nosso tempo entre as diferentes atividades que a maioria de nós têm: desportiva, profissional e familiar.

 

É preciso tempo para:

  • A atividade desportiva, profissional e familiar;
  • Treino e competição;
  • Treino, períodos de recuperação e tempo de lazer;
  • Treino de força, técnica e resistência;
  • Períodos de carga nos treinos e períodos de relaxamento/afastamento.

 

De que forma poderemos nós construir e gerir esse equilíbrio?

 

Como planificar o nosso treino de forma a respeitar todas as componentes da nossa vida?

 

Quais os sinais de que estamos obcecados? Sofreremos de vigorexia?

 

Treinar com qualidade e não quantidade pode ser a chave para permitir atingir os resultados desejados em todas os aspetos da nossa vida, e não só os desportivos.

 

O aumento, ainda que ténue, do rendimento desportivo através da melhoria dos tempos alcançados ou das distâncias percorridas associado à produção de endorfinas pode conduzir, mesmo às pessoas mais equilibradas, a uma alocação do tempo cada vez maior no desporto e na prática da corrida em detrimento da família e do trabalho.

 

Esta intensa procura pela melhoria e progresso, aumento do bem-estar físico e consequente autoestima pode tornar-se uma obsessão e desviar a nossa atenção de aspetos relevantes da nossa vida.

 

É cada vez menos raro vermos ou conhecermos alguém que abdica dos fins-de-semana todos para treinar ou leva o seu treino e dieta a extremos pouco saudáveis, pondo em causa a sua saúde e sanidade mental.

 

Paixão que devora, a corrida pode progressivamente fechar quem a pratica a uma vida solitária e inteiramente focada nos treinos e objetivos. Os eremitas desportivos são uma espécie em crescimento.

 

Alimentação cuidada ao extremo, plano de treino seguido ao milímetro, períodos de descanso calculados ao minuto, utilização de relógio, cardiofrequencímetro, zonas de HRM específicas, tudo isto seguido sem flexibilidade, como se fosse o único caminho possível para alcançar os resultados, talvez o mais rápido mas não por isso o melhor e mais duradouro.

 

A juntar a este rigoroso planeamento existem cada vez mais praticantes obcecados que abdicam de todas as distrações possíveis, festas de amigos, jantares em família, convívio, o célebre dia da asneira para comer um doce. O treino e a aproximação das provas passam a ser a principal desculpa para evitar o contacto social e permitir o afastamento e isolamento.

 

Não é fácil reconhecer que atingimos esta obsessão, que efetivamente estamos viciados no desporto, na corrida e nos resultados.

 

Existe uma ideia preconcebida de correlação entre a quantidade de treino e a melhoria do rendimento desportivo. Será que treinar mais vezes, mais tempo, de forma mais intensa e com um plano rigoroso e austero levará efetivamente a melhorias? Ou será uma mera ilusão?

 

Queremos treinar com a mesma intensidade que os desportistas profissionais, esquecendo-nos que ao contrário destes, não vivemos do desporto e temos outras atividades profissionais.

 

Fará sentido um corredor amador querer treinar da mesma forma do que um atleta de elite? Creio que não. Começa desde logo por não termos as mesmas condições: treinadores, equipa médica, fisioterapeutas, patrocinadores, etc.

 

É muito difícil a um corredor amador rivalizar com estes atletas e pretender efetuar o mesmo tipo de treino. Quem o tenta e não alcança os resultados desejados, é invadido por uma sensação de culpabilidade, de não ter feito o necessário e entra numa espiral recessiva de um isolamento cada vez maior.

 

Treinar com a sensação que estamos a roubar tempo à nossa família e amigos não é positivo e cria stress, ansiedade e sensação de culpabilidade.

 

E se depois de tanto esforço e termos abdicado de momentos em família não atingimos os resultados pretendidos? O que acontecerá? Dependerá das características individuais de cada um de nós.

  

Para alcançar uma boa condição física, mental, moral e social é preciso conciliar e gerir todos estes equilíbrios e ter flexibilidade para adaptar os nossos objetivos à nossa realidade e saber que não podemos todos aspirar a ser o Carlos Sá ou Kilian Jornet.

 

Pelo menos eu já deixei de sonhar com isso.

 

Race Report: MUT Sintra 2015

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 Por Bo Irik:

 

No ano passado apaixonei-me por esta prova e este ano não podia faltar! Mais uma vez, a prova não me desiludiu. Acredito que, em Portugal, é das provas com maior potencial internacional, no sentido de ser muito especial. A prova é especial por vários motivos:

 

  1. A localização e percurso: Sintra. É preciso dizer mais? O percurso, tal como no ano passado, começa com uma voltinha de aquecimento pela vila, de cerca de 1,5km. Nesta voltinha, sentimos o apoio do caminhantes (também há uma caminhada de 5km) e dos que vieram à rua apoiar. O percurso passa, portanto, pela vila de Sintra e um dos pontos altos do percurso é a passagem pela misteriosa Quinta da Regaleira.
  2. À noite: É outro ponto diferenciador da prova, tornando a especial e enaltecendo a sua misticidade. É giríssimo ver filas de runners com os frontais ligados a subir até ao Castelo dos Mouros.
  3. Os voluntários. Em cada viragem, em cada ponto potencialmente perigoso e nos abastecimentos. Havia muitos voluntários, todos igualmente simpáticos. Embora tenha agradecido a quase todos ao passar por eles durante a prova, repito: obrigada!

 

Num fim-de-semana marcado pela chuva, São Pedro decidiu ser amigo na noite desta mágica prova e praticamente não choveu. Ainda bem, porque o percurso passava por algumas zonas mais perigosas, por serem escorregadias e a chuva poderia piorar essa situação.12045479_118147728544895_8687571819642049189_o.jpg

 

Este ano tivemos o prazer de correr mais dois quilómetros que o ano passado, quase 12km no total. É uma prova dura, nada fácil, tanto em termos de piso com em termos de altimetria. Para quem não está habituado a correr em trilhos, prepare-se porque não é uma prova de estrada habitual. Ainda bem, a meu ver, desta forma, a prova não se torna nada monótona. De facto, estava tão entretida com as vistas, o cheiro e o piso que nem dei conta dos quilómetros passarem e nem olhei ao relógio.

 

Em termos de altimetria, depois de um “aquecimento” de cerca de 2,5km começa-se a subir. Muito! O ponto mais alto é 460 metros e o mais baixo 100, sendo que a partida/meta se encontra a 200m de altitude. Depois de subir até ao ponto mais alto, ao km 7, desce-se muito, até ao ponto mais baixo (Altimetria total: 640m). Esta descida deu-me um prazer brutal. Felizmente trouxe os meus Skechers velhinhos que sei que se dão bem com a calçada escorregadia, e assim voei monte abaixo. A última subida, de pouco mais de um quilómetro, foi a mesma que o ano passado e foi igualmente penosa. Confirma-se: prefiro descer.

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Desfrutei muito da prova, foi um equilíbrio entre competição e diversão. Nas subidas mais íngremes, fui a caminhar, lembrando os restantes participantes que não se deveriam esquecer de desfrutar da vista. Até houve uma pessoa que disse, e bem, “esta Bo do Correr na Cidade parece uma guia turística”. E assim fui dando mais uma indicação ou outra à malta do Porto que não conhecia bem a zona :) 

 

 

 

Pontos positivos:

  • Partida / Meta: muito bem preparado logisticamente, com cafés, casas de banho, feira de material técnico. O evento contou com música para anima e um comentador que animava a partida e parabenizava os “finishers”.
  • Excelente apoio por parte dos voluntários.
  • Zona / Percurso: a meu ver dos mais originais e encantadores de Portugal, conforme mencionei acima.

 

Pontos a melhorar:

  • Hora da partida: 21h, a meu ver é muito tarde. Se a ideia é correr à noite, nesta altura do ano, 19h00 já serve perfeitamente e assim ainda podemos ir jantar e comer travesseiros depois (os cafés e restaurantes de Sintra fecham às 23h, deixando pouco tempo para o “recovery”).
  • Preço: Se vale à pena? Vale. Mas 14,90€ (Inscrição individual sem frontal até uma semana antes da corrida – depois aumenta para 17,90€) é relativamente caro para uma prova de 10km.

 

Em suma, adoro esta prova. Recomendo-a vivamente para quem gosta de algo diferente e desafiante. Em 2016, pelo terceiro ano consecutivo, conto voltar.

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