Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correr na Cidade

Correr é liberdade (parte 2) - Complicar

sofrer.jpg

 Por: Tiago Portugal

 

Mas se correr é liberdade e se isso foi um dos fatores que me fizerem apaixonar por esta modalidade porque raio tive que complicar tudo?

 

Qual a razão para ter decidido que queria atingir novos objetivos, superar-me e conquistar novos desafios, sabendo que para isso teria que treinar, e muito?

 

Desconfiando que para isso o treino e a corrida deixariam de me dar tantas alegrias para começar a por à prova a fibra de que sou feito e a minha força.

 

A alegria e o prazer que tinha a correr sem "compromissos" não me chegavam? Keep it simple!  neste caso "Keep running simple."

 

O ser humano é um animal muito complexo e em muitas situações complica o que inicialmente é simples. Eu não fui exceção. Acredito que todos teremos razões intrínsecas para decidir se queremos ou não dar esse passo e o porquê.

 

Consigo apontar as 3 principais razões para ter decidido tomar esta decisão:

 

1.  O desafio de saber se conseguiria. De me testar e pôr à prova. Nunca fui um às em nenhum desporto, era competente em alguns mas em adolescente estava mais preocupado e ocupado com outros assuntos e nunca me quis dedicar de corpo e alma a nenhum desporto, o passo necessário se quisermos chegar ao topo.

 

Precisava de saber se com esforço e trabalho também eu conseguiria atingia as metas cada vez mais ambiciosas a que me propunha.

 

2. Influências exteriores. Verdade seja dita que também fui em parte um pouco inspirado pelo que acontecia ao meu redor. Pelos feitos de amigos e colegas. Pelas histórias maravilhosas de esforço, dedicação e superação que ouvia.

 

3. Mas acima de tudo queria e quero que correr se torne mais fácil.

 

Mas para cumprir com tudo isto era preciso sair da minha zona de conforto, para crescer era necessário, conscientemente, atrever-me a descobrir novos horizontes. À medida que vamos descobrindo que somos capazes de, muito, mais do que inicialmente imaginámos crescemos e a magia começa a acontecer.

 

Mas como em qualquer outro desporto para sair da nossa zona de conforto é preciso treino e disciplina.

 

É preciso treino se quisermos baixar da marca dos 40minutos aos 10km.

 

É preciso treinar se quisermos terminar uma maratona em 3h.

 

É preciso treino se quisermos ir correr um trail acima dos 25k.

 

É preciso muito treino se quisermos inscrever o nosso nome na lista de “finishers” de uma prova de 100km.

 

Eu queria e quero tudo isto.

 

Mas treinar e seguir um plano de treinos implica em parte deixar a liberdade que correr nos proporciona. Ao estipular escrupolosamente o que correr, quando correr e como o fazer estamos a retirar alguma da magia da corrida. Simplesmente já não posso fazer o que me apetece, tenho regras, planos e objetivos.

 

IMG_1908.JPGNos 60k do Ultra Rocha da Pena fui vencido

 

O ser humano é tão complicado. Não me bastava a alegria pura que sair de casa me proporcionava. Isso não me chegava? Será que realmente precisava de mais?

 

Valerá a pena abdicar, momentaneamente dessa liberdade, para me tornar um melhor corredor? Para mim a resposta é sim. A recompensa é maior do que esforço.

 

Mas a principal razão, é que genuinamente gosto de correr. E sei que treinando fica mais fácil. O desporto que tanto gosto de praticar custa-me menos. Quero puder ir correr para Sintra 2horas e saber que se me apetecer consigo correr mais 2h.

 

Não me quero arrastar nas provas, não quero sofrer para puder terminar um treino ou uma prova.

 

Quero conseguir desfrutar do que estou a fazer.

 

Claro que isto é pessoal, para alguns a parte do sofrimento e superação é o que os fascina na corrida.

 

Mas tudo isto não é fácil,  conciliar todos estes fatores é uma tarefa díficil. 

 

São raros os dias em que correr é fácil e sou eu que ganho a batalha.

 

Mas nesses poucos dias em que saio por cima, todo o esforço, suor e sacríficios valem a pena, nem que seja por breves momentos.

 

Christopher McDougall: Are we born to run? (Vídeo)

Por:Tiago Portugal

 

Este fim-de-semana, de 22 e 23 de agosto de 2015, invertemos a ordem normal e publicamos o vídeo já no sábado. 

human_body.jpg

 Em 2011 numa TED Talk, Chistopher McDougall, jornalista americano e escritor do livro Born to Run, fala sobre os mistérios do ser humano e o seu desejo natural de correr e de que forma correr ajudou os humanos a sobreviver. Vale a pena ver.  

 

Um wearable muito interessante para lesionados

Por: Filipe Gil

 

Sempre tive algum desdém sobre os chamados wearables. Mesmo quando a Apple lançou o seu Watch não dei muita atenção à coisa - mesmo sendo eu um Apple freak assumido.

 

E quando a Garmin lançou o VivoFit 2 e me convidou a experimentar, recusei por falta de interesse neste tipo de aparelhos. Contudo, a procura de manutenção da forma física que todos os dias vai sendo pior graças à minha impossibilidade de correr, fez-me pesquisar melhor sobre este tipo de aparelho e fez-me pedir o mesmo para testar.

 

Mal o recebi, comecei a usar. E até hoje, que já passaram mais de cinco dias, a pulseira Vivofit não me sai do braço, nem sequer para dormir. 

Filipe 2.jpg

 

Mas nem sempre foi assim, isto porque uma das funções deste wearable é monotorizar o nosso sono. Tirando-a e colocando ao lado da cama diz-nos que dormimos que nem uns anjos num sono profundo. Mas sabemos que ninguém dorme assim. E na primeira noite que dormi com a pulseira colocada percebi, finalmente, o sono agitado que tenho.

 

Mas esta Vivofit 2 não serve só para isso, serve para medir as calorias que gastamos (as normais e diárias e as extra, fruto de alguma actividade física ou desporto). Mede-nos os passos e distância que andamos e coloca-nos desafios diários para nos mexermos mais e estarmos mais saudáveis.

 

Ainda a estou a testar, claro, e, posteriormente farei um post final, mas até ao momento parece-me ser um aparelho muito interessante para quem, ou está lesionado e pretende manter-se em forma, ou para pessoas que querem perder peso ou ainda para sedentários em vias de deixar de o ser.

 

Ver toda a nossa info numa app do smartphone, que nos diz, depois dos respetivos updates de dados (via bluetooth) entre aparelhos, toda a info relativa a calorias e passos e distancia caminhada, é importante para quem quer manter a forma. 

filipe2.jpg

Confesso que em minha opinião, para quem correr frequentemente terá menos utilidade, talvez, mas se estiverem a treinar para uma prova e quiserem controlar o peso para esse desafio poderá fazer algum sentido. 

 

Contudo, penso que é um aparelho ideal para quem quer perder peso monitorizando essa evolução. Excelente portanto para planos de ginásio, nutricionistas que queiram acompanhar os seus doentes,etc. Apenas lhe acrescentaria a medição cardíaca, que muita falta faz.

 

Confesso que nesta fase em que não estou a correr, saber que ainda me faltava 1,5km para atingir o meu objetivo diário, fez-me calçar as sapatilhas e sair de casa para fazer um "footing" pelo meu bairro. Apenas para manter a forma e não falhar o desafio da pulseira. 

filipe1.pngfilipe3.png

Em breve, lá para setembro, farei a review completa deste Vivofit 2 da Garmin, que tem mais a dizer do aquilo que escrevi neste post.

 

Vivam saudáveis!

 

 

 

 

 

PT 281+, a Ultramaratona Portuguesa

foto_capa.jpg

Por: Tiago Portugal

 

O tiro de partida de uma das maiores ultra distâncias do mundo de corrida pedestre, o PT281+,  é dado às 00h00 do dia 21 de agosto.

 

Decorre nos dias 21 a 23 de Agosto de 2015, entre Belmonte e Proença-a-Nova, com passagens por Sabugal, Penamacor, Idanha-a-Nova, Castelo Branco e Vila Velha de Ródão, o PT281+, 281km para ligar estes concelhos num máximo de 66 horas.

 

A organização prevê que o primeiro classificado passe a linha de meta, no Parque Comendador João Martins em Proença-a-Nova, 36 horas após as 00.00 horas do dia 21 de Agosto.

 

Entre os verdadeiros aventureiros que irão desafiar esta prova o português João Oliveira destaca-se como principal candidato à vitória. Este atleta já venceu algumas das mais conceituadas ultramaratonas mundiais, Spartathlon, San Remo e a do deserto da Jordânia. Além dos portugueses presentes esta distância que não é para massas,  conseguiu na sua primeira edição chegar ao continente Americano, com as presenças confirmadas de quatro Brasileiros, um Americano e um Argentino.

 

A partida desta enorme epopeia, a PT281+, será dada em Belmonte, terra de Pedro Alvares Cabral, e o primeiro porto de abrigo de todos os participantes. Concelho com longa tradição histórica em Portugal e com marcas indeléveis no mundo tal como hoje o conhecemos.

 

O PT281+ tem nos descobrimentos portugueses muita da sua inspiração enquanto desenho de prova. Como Pedro Álvares Cabral, também os atletas partirão de Belmonte em busca de aventura e superação, numa epopeia única feita na medida dos tempos modernos.

 

É nessas viagens, no desenvolvimento e invenção de novos caminhos e ferramentas, na coragem, espirito de conquista e capacidade de superação que fundamentam os princípios do projeto Portugal 281+.

PT281.png Gráfico da prova

 

O "mais", sinal gráfico que pode ser associado às cruzadas Portuguesas, significa também a união entre os povos. Neste caso a interligação à BR135+ Ultramarathon. Este sinal é também o elo entre as duas organizações.

 

Com uma forte influência dos resultados do Carlos Sá na Badwater, o PT281+ inspirou-se nesse enorme desafio americano para desenvolver uma prova em condições climatéricas idênticas.

foto_capa_02 (1).jpg

 Podem seguir os corredores através do livetrack disponível em  http://lt.flymaster.net/bs.php?grp=647

 

Uma prova que não esta ao alcance de todos mas que promete dar que falar nos próximos anos.

 

Boa sorte a todos os participantes!

I Trilhos de Bellas: Marquem na agenda

cartaz-final-trilhosdebellas-final.jpg

Por: Tiago Portugal

 

Marque já na agenda o próximo dia 31 de outubro, data em que se realizará o I Trilhos de Bellas

 

A prova será organizada em conjunto pela "A Associação Desportiva GO!Runners" e a Junta Freguesia Queluz-Belas, na vila de Belas, concelho de Sintra. Os I Trilhos de Bellas prometem ter um percurso variado em trilhos, estradões, caminhos florestais, corta-fogos, single tracks e passagens por ribeiros. Com partida e chegada na localidade de Belas, esta prova visa a promoção e divulgação turística e ambiental da região e da promoção do desporto em meio natural.

 

A prova terá 3 modalidades: 

  • Trail Longo (TL) – Distância K25+;
  • Trail Curto (TC) – Distância K10+;
  • Caminhada (C) – Distância aproximadamente de 7K.

 

A madrinha da prova será a Sofia Roquete, sendo o padrinho o "nosso" Stefan Pequito. 

bannerfacebook-trilhosdebellas1.jpg

Fique a conhecer um pouco mais sobre o I Trilhos de Bellas com uma entrevista feita a Filipe Sousa, um dos organizadores da prova. 

 

Nesta primeira edição que mais-valias pretendem trazer ao Trail nacional?

 

Esperamos que seja uma prova em que o princípio de ser uma prova feita por atletas para atletas seja uma mais-valia. Sabemos que existem grandes provas de Trail com pergaminhos a nível internacional, mas queremos que seja uma referência para o futuro a nível regional e quem sabe a nível nacional.

 

Qual a diferença entre esta prova e a outras que já existem? O fato de ser perto de Lisboa é uma mais-valia?

 

Não podemos comparar provas directamente umas com as outras. Além disso nós aprendemos com outras organizações, quer sejam nas coisas boas como nas más, pois com os erros também aprendemos. Queremos que os Trilhos de Bellas sejam uma prova em que os participantes sejam bem recebidos antes, durante e depois da prova e que se sintam como se estivessem em casa, e que voltem para futuras edições.
Claro que estar perto de Lisboa é sempre um valor enorme (a 15K ). Pois existem poucas provas de trail na zona.

 

Qual a dinâmica que quiseram imprimir a esta prova, e qual a importância para a região onde se insere?

 

Promover a actividade desportiva na região pois temos trilhos espectaculares, que muitas pessoas mesmo de aqui perto não conhecem. A área onde está inserida a nossa prova tem um cariz histórico muito grande que queremos dar a conhecer, com várias quintas de tempos dos reis, palácios e o aqueduto.

 

Quantos participantes esperam receber em Belas, tanto para os 25k como para os 10k e para a caminhada?

 

500 participantes. É o limite que queremos e iremos atingir. Essas vagas são em conjunto para as 3 provas. Mas contamos que a prova dos K25+ seja a mais concorrida. A nossa prova de K10+ é uma excelente prova para que se está a iniciar no Trail e a caminhada uma boa oportunidade de conhecer locais com história da zona.

 

As inscrições já estão abertas? Quais os preços e como me posso inscrever?

 

Sim, já se encontram abertas as inscrições. Colocámos preços que pensamos serem acessíveis, 10€ na prova longa, 8€ para o trail curto e 6€ que se quiser inscrever na caminhada. Basta acederem a www.facebook.com/trilhosdebellas para terem acesso a toda a informação sobre os Trilhos de Bellas. Para um acesso directo às inscrições basta seguir o link: http://www.omdceventos.com/index.php/provas-a-decorrer/trilhos-de-bellas

 

Irão existir almoço após a prova? E Zona de banhos?

 

Não iremos ter almoço, mas iremos ter um abastecimento final com sopa e sólidos. Disponibilizaremos banhos para quem quiser.

11873272_10207472277029709_63905124_o.jpg

 Se tivesse que descrever o percurso o que nos poderia dizer? A nível de altimetria como vai ser? Será um percurso mais técnico ou mais “rolante”?

 

Sendo uma zona de serra com baixa altitude, não iremos ter um altimetria que possamos dizer que será muito duro, pois a categorização da ATRP andará entre o grau 1 e o 2. Teremos algumas partes técnicas, os estradões existentes serão sempre a subir ou a descer, pois apesar da baixa altitude existem muito poucas zonas planas na zona.

 

Qual o ponto mais alto do vosso percurso e existem locais emblemáticos da região por onde os atletas vão passar?

 

O ponto mais alto da zona é o Monte Suímo, a uma altitude de 291m. Os atletas irão passar por moinhos antigos, trilhos de estradas dos tempos dos romanos, zonas do aqueduto que liga a Lisboa (na altura dos romanos - Olisipo), além de quintas seculares e palácios.

 

Que conselhos dão aos participantes, em ambas as distâncias (calçado, tipo de material obrigatório, roupa)?

 

A zona é normalmente ventosa, e em dias de mau tempo muito complicada em termos de nevoeiro, vento e chuva. Não teremos material obrigatório, salvo alguma excepção perto do dia da prova em que a previsão meteorológica o possa exigir, a qual será transmitida antecipadamente aos atletas. Por agora aconselhamos o telemóvel e de copo ou reservatório (não disponibilizamos copos ou garrafas por ser uma zona de natureza e tentamos que haja o menor lixo possível, sendo o que houver limpo durante a prova).

O trail running percebe-se cada vez mais, como uma vertente agregada à corrida, mas como vêem o crescimento de provas de trail? Como explicam a adesão a este tipo de provas por parte dos portugueses?

 

O espirito do trail! A entreajuda tem sido a principal diferença para as provas de estrada. Quem pratica trail e treina nas serras, no mato, na montanha, onde seja possível fora de estrada, o contacto com a natureza e a sua ligação com os atletas é fenomenal. O facto de no trail podermos ter estradões, single tracks, atravessamentos de rios e ribeiros, o piso desde areia, terra batida, pedra ou lama, e de tanto subirmos vários quilómetros como logo a seguir podemos ter descidas brutais e com vistas deslumbrantes isso faz a diferença!
Dizem quem corre na estrada e experimenta o Trail jamais vais querer deixar de correr nos trilhos!

 

Do que estão à espera? Continuem, ou comecem a treinar que nós esperamos por vocês.  

Preview: Mochila Raidlight Gilet Responsive 8L

Raidlight.jpg

 

Na sequência das experiências com duas mochilas Raidlight, a Mochila Raidlight ULTRA 8L e a Mochila Raidlight OLMO R-ZONE, o representante da marca Raidlight em Portugal, a DMAKER, gentilmente nos proporcionou mais uma oportunidade de testar uma mochila desta marca francesa – Raidlight Gilet Responsive 8L.

 

Esta mochila, ou melhor colete, ao contrário das testadas anteriormente, tem dois modelos, um masculino (que irá ser testada pelo Tiago Portugal) e um feminino (a ser testada pela Bo). Para além disso, outra novidade é que a mochila está disponível em dois tamanhos, S/M e L/XL. A mochila pode ser usada com bexiga (vendida em separado) ou soft flasks (vendidas em separado). Nós iremos optar pelas soft flasks da Raidlight.

 

Segue o preview em vídeo feito pelo Tiago Portugal e algumas imagens do modelo feminino:

 

Raidlight Gilet (1).jpg

 

Raidlight Gilet (8).jpg

 

Raidlight Gilet (10).jpg

 

Raidlight Gilet (11).jpg

 

Raidlight Gilet (12).jpg

 

Raidlight Gilet (13).jpg

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Actividade no Strava

Somos Parceiros



Os nossos treinos têm o apoio:



Logo_Vimeiro

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D