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Correr na Cidade

Vencedores do Passatempo "Quanto te superaste em 2014?"

2014 foi para muitos um ano repleto de desafios e superações pessoais. Os leitores do Correr na Cidade partilharam connosco e com a ASICS as suas histórias que nos surpreenderam pela tenacidade e vontade que caracterizou todas as mensagens enviadas.

 

Os vencedores do passatempo “Quanto te superaste em 2014” são:

 

Hugo Alexandre Ferreira

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"2014 Foi um ano de viragem. Ano em que decidi, deixar de fumar e abdicar dos meus 92kg... Decidi, mesmo sem qualquer treino, inscrever-me, em pelo menos, numa corrida todos os meses. E não podia ter começado melhor. Em janeiro 2014 fiz a 1a prova do território centro (Proença a nova), tendo demorado a fazer os cerca de 24kms em mais de 4horas... Mas foi o melhor que fiz, foi uma experiência maravilhosa. Claro que me inscrevi nas restantes 3 provas do território, o que me obrigou a treinar para não sofrer o que sofri na 1a edição :)...

Hoje, dia 26 de Dez, já levo 14 provas finalizadas, 137 treinos e mais de 1200 kms feitos :) e menos 12 kg :))"

 

Ana Carolina Sousa

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"Quanto me superei em 2014?

2014 foi o ano em que deixei o sofá.

2014 foi o ano dos primeiros 5, 10 e, imaginem, 21 km.

2014 foi o ano das dores nas pernas (uffa, se foi!).

2014 foi o ano da descoberta do asfalto e do trail.

2014 foi o ano dos sprints nas retas finais.

2014 foi só o primeiro ano de muitos anos!

2014 foi o ano de correr atrás dos sonhos (e de os apanhar)!

Esta fotografia foi tirada no final da minha primeira meia maratona (foram 21 km!!, os primeiros!). Foi um dia muito bonito e cheio de simbolismo - a corrida tem me servido de metáfora para a vida!"

 

Apesar de só dois levarem para casa os produtos que a ASICS Portugal gentilmente cedeu estão, ou melhor estamos, todos de parabéns por este fantástico ano 2014.

 

Que 2015 seja a continuação dos nossos sonhos.  

 

Boas corridas a todos

 

Muita saúde e muitas corridas em 2015

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Por Filipe Gil

 

Os meus desejos para 2015? Saúde. Muita “saudinha”. O resto vem por acréscimo, dedicação e trabalho. Mas, tendo em conta que estou a escrever para um blogue de corrida e é sobre isso que importa escrever, afirmo o que mais desejo para 2015: Saúde. Ora aí está!

 

Sim, não me enganei, aquilo que desejo é ter um ano sem lesões, sem fascites em qualquer dos pés, sem complicações nos joelhos e sem demais problemas que me impeçam de fazer uma das coisas que mais gosto de fazer na vida: correr!

 

Escrevendo sobre objetivos pessoais para 2015, eles são simples. Muito simples. O meu próximo desafio é fazer os 50Km do Piódão em finais de Março sem grandes sacrifícios. Ou seja, acabar a prova como gosto de acabar sempre, com o sentimento que fazia ainda mais 10km sem problemas. Mas para esta prova também quero dar “o litro” como nunca dei em lado nenhum. Quer-me sentir um Ultra Runner (quem faz distâncias acima da Maratona) de corpo e alma e não por favor.

 

Sei que vou ter a ajuda da crew do Correr na Cidade, e isso também faz parte dos meus simples planos, continuar fazer parte de uma crew coletiva (e com muitos amigos fora dela) que para além muito criativa é um grupo fantástico de amigos. E quero ter mais corridas com eles, e crewtrips, e festas e saídas para beber umas cervejas, e jantares, etc.

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Voltando à corrida, propriamente dita, depois do objetivo Piódão há várias provas, sobretudo de trail, que gostava de fazer. Dizem que não se deve voltar a um lugar em que se foi feliz mas já o fiz várias vezes, em diversas ocasiões e sei que é apenas uma frase feita de romance de cordel. Por isso quero voltar ao Louzan Trail, onde fui feliz. Ainda não sei se será este ano que faço uma prova na “minha” montanha, a da Estrela – não será com certeza o OMD, pois aí gostaria de estar de assistência ao Stefan Pequito, mas quem sabe no futuro?

 

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E, muito sinceramente, gostava de correr um trail mais longo, acima dos 30km, lado a lado com a minha mulher de fazer de pace dela.

 

Além disso gostava de fazer a Maratona de estrada. Quer dizer, gostar, não gostava, estou numa fase de pouca paciência para o asfalto. Mas a ideia de fazer os 42 e picos em estrada, seja em Lisboa ou no estrangeiro faz parte da minha “Bucket List”. Se será em 2015, logo se verá. O que interessa mesmo é ter saúde.

 

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p.s. – Seria injusto da minha parte não falar de 2014, o ano em que a crew do Correr na Cidade teve o seu crescimento sustentado – qualidade acima de quantidade é um dos lemas da nossa expansão. Fizemos muita coisa, que já aqui falámos, e queremos fazer muitas mais. Contudo, o mais importante nisto de andar com um hexágono ao peito é que ganhei uma nova família e dou-me hoje com pessoas às quais genuinamente me sinto ligado. E, no fundo, a corrida é só uma desculpa.

Feliz Ano Novo com muitas, muitas corridas.

2014 a correr...

Por : Liliana Moreira

 

Ainda estou para conhecer o adulto com mais de 25 anos que ache que os 365 dias de um ano não passam a correr! O meu ano foi de tal forma preenchido com a corrida que julgo que deve ser este o sentimento de quem faz uma maratona a 3:00’/km ;)

Parece que foi há uns dias que regressei do “purgatório” e regressei aos treinos. No entanto é desde Março que encaro a corrida como mais do que uma atividade física para a perda do meu excesso de peso (podem rever o meu relato aqui)

 

A corrida passou a ser uma forma de estar e de me expressar neste mundo… Os treinos tornaram-se recorrentes, arranjei uma disponibilidade para os mesmos que julguei que não tinha. Conheci novas pessoas, redescobri outras, tenho feito muitos amigos! Deixei de ter vergonha e integrei-me em grupos de corrida, contra qualquer expectativa passei a ser elemento ativo do CnC. Perdi 13kg, desci 2 números e deixei de me reconhecer nas fotografias que, curiosamente, são agora na sua maioria em roupa desportiva.

 

 

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Fiz 4 meias maratonas e calcorreei outras tantas sem chip só por diversão. Descobri o trail, adoptei Monsanto como quintal, olho para as ruas à procura de subidas. Comecei a orientar treinos e a ajudar outras pessoas a dar os primeiros passos na corrida, com o nítido sentimento de que estou a retribuir aquilo que fizeram por mim há uns meses atrás.

Passei a planear e a selecionar os meus desafios, tornei este “namoro” mais sério.

Conheci o Luís e também essa relação se tornou mais forte.

 

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Não corro depressa, não sou maratonista, nem tão pouco sou uma ultra “wanna be”. O máximo que fiz até hoje foram 27km, o meu km mais rápido foi a 5:15’ e garanto-vos que foi sofrido!! Já me diverti muito a correr, mas também já chorei… de dor, mas sobretudo de frustração. Por ser sempre a última, por querer mais e o corpo não corresponder (porque o peso ainda não deixa e porque o coração não quer), por me sentir um fardo para o grupo ou porque simplesmente tenho medo de comprovar por A + B que por muito que me esforce nunca serei suficientemente “queniana” como os meus amigos da corrida.

 

Tenho esta tendência tão tipica da mulher de pensar demais e por vezes esqueço-me da real razão que me fez correr os meus primeiros 500m pela primeira vez há 2 anos... a confiança de ser capaz de fazer algo tão simples que na altura me parecia tão inatingível (experimentem correr com 103kg!!) e depois a descoberta da descompressão psicológica que a corrida nos oferece. Tropeço em mim mesma e complico aquilo que é na realidade tão fácil.

 

Nas últimas semanas senti necessidade de parar e perceber afinal o que pretendo obter da corrida. Pódios e pbt’s não é certamente… então e ir desfrutando da “viagem”, preocupando-me mais comigo, com os meus objetivos e resultados, do que aquilo que eu penso que os outros julgam ser o expectável para mim?!

Ás vezes é preciso dar um passo atrás para depois se darem dois para a frente. Não é vergonha nenhuma!

 

Por isso sinto que neste momento, quando todos pensam nas resoluções para o próximo ano, eu prefiro parar um pouco e admirar o que fiz neste 2014 que está mesmo a terminar. Foi muita coisa e penso que só tenho motivos para me orgulhar!

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Tem sido tanta coisa e passou tão rápido que não sei se esta minha jornada começou há anos ou se foi ontem… mas uma coisa é certa, a corrida faz de mim uma pessoa mais feliz!

 

Bom 2015!

Beijinhos da “sexy slow” diva ;)


 

Unboxing: Sistema de Hidratação SOURCE D|VIDE

Seja em treinos ou em provas a correta hidratação de quem pratica desporto é um fator importante.

 

Levar água, isotónico ou os dois?

 

Disponível desde novembro de 2014 está um novo sistema de hidratação 2 em 1 da SOURCE. O D|Vide tem 2 compartimentos separados, cada um com a sua válvula, o que permite ter permanentemente disponível 2 fontes de hidratação.

 

Iremos experimentar nas próximas semanas este sistema e fazer a review final.  

 

Fiquem atentos.

 

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Último treino de 2014: amanhã!

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Último treino deste ano? Ou ainda treinas dia 31? :)

 

Embora já tenhamos treinado convosco cinco vezes este mês, vamos treinar só mais uma vez. Só mais um treino e o último de 2014.

 

Vai ser um treino calminho, junto ao Rio Tejo, para pôr a conversa em dia e aproveitar para queimar algumas calorias Natalícias. E, mais importante, ninguém vai ficar para trás.


Ponto de encontro: Estação do Cais do Sodré, saída que dá para a praça dos autocarros
Hora do encontro: 19h20
Hora da partida: 19h30
Duração (aprox.): uma hora
Grau de Dificuldade: baixo
Tipologia de treino: junto ao Rio Tejo
Guias do Correr na Cidade: Nuno Malcata e Bo Irik

 

Pedimos que tragam elementos refletores (e frontal) e água para se hidratarem durante o treino. Vamos correr junto ao trânsito e todo o cuidado é pouco. Pedimos também que respeitem sempre as regras de trânsito e sempre que tivermos que atravessar ruas, façam-no nas passadeiras e em segurança.

 

Estes são treinos guiados e em autonomia, sem qualquer tipo de seguros.

 

Se tiveres Facebook, podes confirmar a tua presença aqui.

 

Contamos convosco?

Leitura sobre corrida: "Nascidos para Correr"

Por Bo Irik:

 

“Nascidos para Correr”, ou “Born to Run” originalmente, embora não seja novidade, é o primeiro livro de corrida que leio. Há vários livros de corrida e alguns já me tinham suscitado o interesse mas como não tenho lido ultimamente, nunca cheguei a comprar (ou pedir emprestado) um. “Nascidos para Correr” foi-me oferecido pelo meu aniversário e, embora ainda tivesse outros livros a meio, comecei a lê-lo logo no próprio dia. Desde então quase todos os dias antes de dormir leio um ou dois capítulos (na cama, com um frontal para iluminar as páginas).

 

Estou a adorar o livro e a melhor parte e que me tem feito sonhar sobre corrida, muitas vezes em trilhos. Durante as próximas semanas, partilharei convosco algumas pessoas e provas mencionadas no livro. O livro faz referência a algumas provas de trail e atletas inspiradores que valem a pena conhecer!

 

Segue uma breve sinopse do livro, retirado da wook.pt:

O mais surpreendente best-seller do ano começa com uma simples pergunta: porque me dói o pé? Christopher McDougall estava de volta ao médico com mais uma lesão. É o início de uma aventura épica. A procura de respostas leva-o a investigar a história de uma tribo lendária, os Tarahumara, refugiada no mais inóspito canyon mexicano - e que ali sobrevivem, há séculos, graças à sua extraordinário capacidade de correr longas distâncias, centenas de quilómetros, sem nunca parar. Com a ajuda de um misterioso corredor, Cavallo Branco, o autor descobre essa misteriosa raça de superatletas, que vivem numa sociedade onde a doença foi praticamente erradicada, e a corrida, a pé descalço, é o segredo de uma vida longa. Em ritmo trepidante, o autor alterna as suas viagens ao México com a história dos cartéis de droga que perseguem os Tarahumara, fala da ciência da corrida, dos lobbis das marcas de desporto - e de como os caríssimos ténis da Nike nos podem provocar as mais graves lesões.

 

E algumas críticas de imprensa:

  • “É um grande livro, uma leitura viciante, uma história incrível. Vocês deviam mesmo ler este livro.” - Jon Stewart, The Daily Show
  • "McDougall's book reminded me of why I love to run." —Bill Rodgers, American marathon legend
  • "A tale so mind-blowing as to be the stuff of legend." —The Denver Post
  • "Fascinating.... Thrilling.... An operatic ode to the joys of running." —The Washington Post

 

Segue um breve vídeo onde McDougall, no TEDxPennQuarter, conta sobre o seu livro e a sua aventura nesta investigação.

 

E tu, também leste este livro? O que achaste? E outros livros de corrida?

 

PS: em janeiro e junho de 2013, o Filipe partilhou umas palavras (críticas) sobre este livro aqui e aqui.

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