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Correr na Cidade

Race Report Corrida da Árvore 2014

 fotografia da autoria de: José Silva

 

Por Stefan Pequito:

 

Apesar do dia da Árvore ser celebrado no dia 21 de março, a Corrida da Árvore realizou-se já no passado dia 23 de fevereiro na mata de Monsanto.

 

Há algum tempo que não fazia provas de 10K e não posso deixar de dizer que já tinha saudades de fazer uma prova “a abrir”. Esta é uma prova muito interessante que assinala (se bem que a 1 mês de distancia) um dia importante e que nos leva a refletir a importância das árvores e da natureza no nosso dia-a-dia.

 

Sobre a prova em si, começou bem cedo ao acordar às 07:15 para comer as minhas torradinhas e beber o Gold Drink antes de sair de casa e “correr” para arranjar lugar para o carro em Monsanto. Depois de conseguir arranjar um buraco para a viatura não resisti e fui a correr (devagarinho para aquecer) ter com a minha Crew. Pelo caminho esta cabecinha não resistiu e foi pelos trilhos tendo sujado os ténis por completo...

 

Lá cheguei, recebi o meu dorsal e fomos e ainda ficamos um pouco na conversa antes de arrancar para a partida. Já lá foi uma verdadeira aventura arranjar espaço bem lá na frente – enquanto o resto dos membros da Crew foram um pouco mais para a metade de pelotão.

 

Entretanto deu-se a partida e começou a confusão para ultrapassar o pessoal que arrancou em andamento caracol. Aos 3K já consegui estar mais à vontade e pude fazer a corrida mais tranquilamente sem medo de tropeçar em alguém.

 

Boas descidas onde consegui acelerar bem e também umas boas subidas para abrandar um pouco. O que foi bom porque deu para olhar à volta e ver a beleza de estar numa zona verde no meio de Lisboa.

 

Foi uma prova rápida mas com alguma dificuldade. Acabei com o tempo de 39:54, tendo ficado em 33º lugar da geral e em 13º no meu escalão. Senti que podia ter feito mais, mas acho que não posso pedir muito pois estou há três meses sem treinar com regularidade devido a uma tendinite no calcanhar de Aquiles que, felizmente, já está bem melhor.

 

Quando acabei recebi a respetiva camisola e também a “medalha” que para mim foi a melhor de sempre: um sobreiro “pequenito”. Depois de seguida foi para pºe da meta esperar do resto do pessoal que foi chegado.

 

Pouco depois de mim chegou Luis Moura logo de seguida do Pedro Luiz, pouco depois foi o Grande Pai do Pedro o senhor Armando. Passado um pouco foi a vez do Nuno, do Filipe, do Bruno , e logo a primeira menina, a Natália. E pouco depois chega a outra menina, a Ana assim completando a Crew. Resumindo foi uma optima corrida pois juntou quase toda a crew num belo dia de domingo.

 

Agora que venha Vila de Rei dia 8 de março, Mais um obstáculo para derrubar os 1º 62K. Pelo caminhar da coisa vou estar livre de lesão na altura e já com um treino melhorado.

 

Carlos Sá participa na Ultramaratona “Caballo Blanco”



O ultramaratonista Carlos Sá vai participar na 12ª edição da Ultramaratona “Caballo Blanco”, no México. Com início a 2 de março, trata-se de uma icónica corrida com a extensão de 80 quilómetros, em Urique, no estado de Chihuahua, distinguindo-se por ser uma prova com uma forte componente solidária de apoio ao povo nativo Tarahumara, indica a Berg Outdoor sobre o seu atleta em comunicado de imprensa.

 

De caráter anual, a corrida foi fundada em 2003 pelo lendário ultramaratonista norte-americano Micah True – conhecido por “Cavalo Branco” –, com o objetivo homenagear e preservar a cultura e o legado histórico do povo Tarahumara, célebre pela sua notável capacidade de correr longas distâncias para caçar, cansando as suas presas até as apanhar.

 

A prova tem uma única etapa de 80 quilómetros em trilhos montanhosos entre os 500 e 1800 metros de altitude. Os corredores do povo Tarahumara (também conhecidos como Rarámuri) que participam na prova e completem circuitos estabelecidos pela organização recebem produtos como milho, feijão, arroz ou farinha para as suas famílias. São ainda distribuídos gratuitamente cobertores e alimentação para todos os corredores do povo Tarahumara e para as suas famílias.

 

Para esta prova, Carlos Sá vai utilizar um conjunto de produtos desenvolvidos e produzidos pela Berg Outdoor com a colaboração do atleta e de acordo com as especificidades da prova, valorizando questões de impermeabilidade, respirabilidade, leveza e conforto.

 

A Ultramaratona “Caballo Blanco” é o segundo grande teste de Carlos Sá em 2014, depois da sexta posição alcançada na Coastal Challenge, prova que decorreu em Rain Forest na Costa Rica, no início de fevereiro. De acordo com o atleta: “Será um prazer conhecer ao vivo esta cultura de ultra corredores [do povo Tarahumara], considerados os mais resistentes do planeta. Ali respira-se a essência da Ultra Corrida e os seus valores. Os Tarahumara são um povo que nos mostra a atitude que devemos ter com o desporto. A cultura de partilhar experiências de vida uns com os outros utilizando como meio a corrida. A competição é trocada pelo desafio de correr quilómetros sem fim nos trilhos inacessíveis das suas agrestes montanhas.”

O que é uma Running Crew (parte 3)

Por Nuno Malcata:

 

Sendo opinião pessoal ou defeito de profissão esta é a v1.0 da minha visão do que é uma Running Crew, sobretudo porque ainda sou júnior na Crew mas entrei com o entusiasmo e dedicação que ponho em tudo o que gosto.

 

Confesso que correr nunca foi dos meus desportos preferidos, pelo esforço físico que é quase imediato na corrida e sobretudo por ser um trabalho físico muito individual, e muitas vezes solitário. Os treinos acompanhados correm, literalmente, sempre melhor e enquanto há fôlego e capacidade a conversa ajuda sempre a um treino mais “fácil”.

 

Quando voltei a correr poucas vezes conseguia horários decentes para agendar treinos acompanhado, pelo que treinava sozinho já durante a noite ou de manhã - quando entrava mais tarde no trabalho. Mas o importante era ser certinho nos treinos para ganhar ritmo e motivação. 

Com o passar do tempo os treinos aumentaram quer em duração quer em  intensidade, mas o fato de estar sozinho não me permitia evoluir. Por isso agradeço muito a paciência de vários amigos que me acompanharam em muitos treinos onde precisava de companhia para puxar por mim. Eles lá estiveram abaixo dos seus ritmos mas cheios de dedicação.

 

Aproveitando o “boom" da corrida, foram surgindo vários grupos de corrida e a tarefa de encontrar parceiros para correr tornou-se bem mais fácil introduzindo uma componente social na corrida que considero muito importante.

 

Tudo aquilo que vivia sozinho, o entusiasmo por tudo o que está relacionado com o mundo da corrida, desde o equipamento, as corridas, os gadjets, ou a alimentação, etc, é agora partilhado com aqueles com quem treino. Dando lugar a ligações entre as pessoas da melhor maneira.

 

O maior exponencial desta partilha tem sido recentemente fazer parte de uma real running family onde a alegria é contagiante e o entusiasmo de todos tem contribuindo para momentos fantásticos, tanto a correr, como no dia-a-dia, no qual partilhamos conhecimentos, vontades, incentivos e tudo o que nos une neste mundo.Isto é para mim uma Running Crew!

 

Reebok One Cushion: 1ª impressão


Por Natália Costa:

 


Recebi os tênis há cerca de duas semanas. Lindos!
Mas como tem chovido muito não os queria sujar...(coisa de mulher), assim só os pude usar pela primeira vez na passada semana.

 

Como tivemos a Corrida da Árvore no passado domingo, e eu nunca tinha feito este percurso, que engloba muitas subidas e descidas, decidi, há precisamente uma semana (na terça-feira passada) usá-los num treino de subidas e descidas pela zona do Restelo. Confesso que fui um pouco receiosa porque sei que os meus joelhos não se dão com estas inclinações e como era a primeira vez com os tenis, a coisa podia não correr da melhor maneira.

 

 

Mas assim que os calcei senti-me bastante confortável. Têm um bom apoio, sem parecer termos uns "barcos" calçados.

 

A cada passada sentia que amorteciam bem. Dei uma corrida de casa até ao encontro das meninas da crew para darmos inicio ao treino, cerca de 700 metros, e até ai tudo muito bem. Mas a maior surpresa veio mesmo no treino, de cerca 8K.

 

Como tenho passada neutra em outros modelos que já usei por vezes sentia que não tinha amortecimento suficiente, o que com os Reebok One Cushion não aconteceu.

 

Nas subidas uso sempre mais a ponta do pé, de modo a sentir menos esforço, e eles portaram-se lindamente. Mas o meu maior medo é sempre as descidas, onde esforçamos mais os joelhos. Ai senti um bom apoio e amortecimento dos Reebok.


No passado domingo (foto abaixo) tive realmente a confirmação, usei-os num percurso com muitas descidas e senti o tal conforto e apoio que tanto precisamos. Fiquei fã! São confortáveis, muito leves, com bons apoio e lindos!!

Dia 8 de março lá estaram a acompanharem-me no treino das Just Girls!

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