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É verdade, a coleção de corrida da Pearl Izumi está finalmente disponível em Portugal. Esta marca mais conhecida na área do ciclismo esta agora a entrar no mercado do running no nosso país e uma das apostas para 2015 é o modelo de trail E:Motion M2.

 

A Pearl Izumi nasceu há 50 anos no Japão quando um pai produziu o primeiro material de ciclismo japonês para o seu filho. O nome Pearl Izumi deriva da gema “Pearl” em portugês “perola” e Izumi representa uma área do japão conhecida pela sua água limpa. O nome traduzido de forma literal significa “fonte de perolas”.

 

O modelo apresentado hoje é da coleção E:Motion sendo que o 2 representa o nível de amortecimento (1=mínimo, 2=moderado;3=máximo) e o M significa Midfoot Stability ou seja estabilidade do meio pé. Um modelo pensado para os corredores que pretendem um sapato dinâmico mas que ofereça estabilidade

 

Já tive a oportunidade de testar este modelo em duas corridas de 8-9km por Monsanto e o que posso dizer é que são umas sapatilhas muito confortáveis no pé logo nas primeiras saídas. O tamanho corresponde, o 43 número que normalmente calço ficou muito bem, a frente do sapato tem espaço suficiente para os dedos e a parte superior sem costuras ajuda ao conforto deste modelo.Senti alguma rigidez mas ainda é cedo e preciso de os usar mais vezes. Ao longo das próximas semanas irei utilizar e testar este modelo da Pearl Izumi, por enquanto fiquem com as fotos.  

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Estou entusiasmado, já estava há algum tempo para experimentar um modelo desta marca. 

 

Boas corridas a todos. 

  

 

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publicado às 18:00

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Por Carmo Moser 

 

Confesso que desde que descobri o Bircher Muesli tenho sido uma pecadora de primeira! Eu que jurei eterna fidelidade ao meu pequeno-almoço preferido de há anos, não tenho resistido à verdadeira tentação desta receita de aveia “demolhada”, que tem tanto de deliciosa como de nutritiva! Pelo que li, foi originalmente criada por um médico Suíço de nome Bircher-Benner (para mim o senhor Muesli), um defensor da alimentação natural e saudável. Existem inúmeras variantes da receita, mas aqui por casa faz-se assim:


100 gr. de flocos de aveia

50 gr. de uma mistura de passas, goji, pinhões, pevides, amêndoas tostadas... (aqui não há nada como ser criativo)

2 colheres de sopa de sumo de limão

2 maçãs raladas

3 iogurtes naturais (há que faça com leite, ficando um pouco menos espesso)

Mel (opcional)

Mirtilos, morangos, framboesas... ou outra fruta qualquer

Canela em pó para polvilhar (opcional)

 

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Agora vamos passar à parte complicada: A confecção! Então aqui vai:

 

  • Misturar a maçã ralada com o limão para não oxidar. Como gosto de uma certa acidez, costumo “carregar” no limão.
  • Juntar à maçã os restantes ingredientes (excepto os mirtilos, morangos, framboesas...), misturar e levar ao frigorífico de um dia para o outro, de modo a que a aveia absorva o iogurte.
  • No dia seguinte servir uma porção (esta receita dá para duas boas porções) e colocar os frutos silvestres (ou outra fruta cortada) por cima.
  • Polvilhar com um pouco de canela.

 

Difícil, não é?
Garanto que apesar do aspecto duvidoso, o sabor é DIVINAL! Difícil é parar de comer... Será que vou para o inferno devido à minha infidelidade?

 

Bom apetite!

 

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publicado às 08:00
editado por Nuno Malcata às 09:03

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Por Joana Malcata

 

Já há algum tempo que procurava uma bolsa tipo "Sport Billy", para que quando fosse correr, colocar tudo o que quisesse à cintura. Comprei uma bolsa na Decatlon, mas apenas cabe uma coisa de cada vez: ou telemóvel, dinheiro e a chave do carro, ou geis e a chave do carro... Por não me encontrar satisfeita, vi uma bolsa na Primark, elástica, e aí já cabia quase tudo: as chaves, telemóvel, geis, dinheiro, contudo o chocalhar das coisas dentro da bolsa, faz com que já tivesse ter de substituir o protetor de ecrã do telemóvel, além de não ser impermeável.

 

Surge, em boa hora, a oportunidade de experimentar o cinto multifuncional, porta dorsal da Lurbel, modelo Loop.

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O cinto apresentado pela Lurbel, é tubular, em tecido elástico, sem qualquer fecho ou clip e existe em 2 tamanhos: S/M e L/XL.

Tecnologia Cool Tech: tecido composto por duas camadas: 1ª camada de tecido sintético que ajuda a eliminar mais facilmente o suor e a humidade junto à pele; e 2ª camada em tecido de poliamida de prata, ionizado e elestano, criando uma camada anti bacteriana e com grande capacidade adaptativa.

Usa também tecnologia Feel Cool: equipamento desenhado especificamente para desportos que provoquem bastante transpiração e em temperaturas elevadas.

 

O cinto é composto por seis compartimentos distribuídos ao longo do perímetro, com diferentes capacidades, e ainda é porta dorsal.

 

Agora o que interessa: é o cinto “Sport Billy” que eu procurava? Sim! Tem 6 bolsas: leva o telemóvel, as chaves, o dinheiro, os geis, pequenas garrafas de água, reforços de sal, pastilhas elásticas, elásticos para o cabelo, batom para o cieiro, moedas, o cartão do cidadão, barras proteicas... enfim, não se podem queixar de falta de espaço, nem será preciso pedir aos amigos que guardem a chaves, porque não temos onde!

 

Usei o cinto já em vários treinos e provas, e testei em ambientes extremos: o dia invernal da “Wings for Live” no Porto, onde a chuva não faltou, bem como na Meia Maratona do Douro Vinhateiro, onde o calor foi rei.

 

O equipamento é leve e quase nem se dá conta, apesar de a dupla camada tornar o cinto com alguma espessura, e de levar meia casa na cintura. Cheguei mesmo a ter de colocar a mão na cintura, para me certificar que o cinto ainda lá estava e não tivesse escorregado algures pelo caminho.

 

As bolsinhas têm os cantos com costuras reforçadas, o que vai conferir durabilidade à estrutura do cinto, e não ganhou maus cheiros.

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Nota: apenas para ilustação do que as bolsas podem transportar, deixámos de propósito os geis/equipamentos/identificação de fora das bolsinhas.

 

O cinto da Lurbel tem um P.V.P de 24,90€, podendo ser encontradas online a preços ligeiramente inferiores, com uma composição 86% de poliamida, 14% elestano. Existem cintos no mercado substancialmente mais baratos, mas com menor conforto e capacidade.

 

 

Boas Corridas

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publicado às 18:00

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Por Ana Sofia Guerra:

 

Quando cancelei a minha inscrição no ginásio onde estava, tive de procurar (com alguma urgência) um tipo de exercício que me motivasse, que “acordasse” o meu metabolismo, que permitisse conhecer pessoas novas e, principalmente, que me ajudasse a emagrecer. O meu peso tinha estabilizado numa zona “irritante” e eu tinha de fazer alguma coisa.

Lembrei-me da corrida! Mas este era um desporto do qual não gostava (na altura) e do qual também não percebia nada. Em conversa com a Natália Costa surge a oportunidade de correr uns belos 2K (nem imaginam o esforço que fiz), depois 5K…10K…15K…21K…e o resto da história vocês já sabem e, garanto-vos, não fica por aqui.

 

Voltando ao assunto inicial, a corrida é um dos desportos que nos ajuda a emagrecer, sem dúvida! Mas nem sempre as pessoas o fazem com atenção e de uma forma saudável. Por isso, deixo aqui a minha opinião pessoal e profissional acerca dos passos que devem ter em atenção se querem usar a corrida como ferramenta do emagrecimento.

 

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1 - Consulte o seu médico - Antes de começar a correr deve consultar o seu médico, explicar o que pretende fazer e realizar análises (hemograma completo e outras análises mais específicas) e exames que garantam que esteja em condições para correr. Nem todos nasceram para serem a Rosa Mota ou o Carlos Lopes, temos as nossas fraquezas (há que reconhecê-las) e as nossas virtudes. E, em primeiro lugar, está sempre a nossa saúde.

 

2 - Consulte um nutricionista – Depois da consulta médica, o nutricionista (de preferência ligado à nutrição desportiva) irá orientá-lo durante o seu dia alimentar, para que consiga emagrecer gradualmente e que garanta que esteja a ingerir os nutrientes necessários ao seu organismo. Neste passo, eu não só tive o que se pode chamar de auto ajuda como a ajuda de outros corredores que tentaram e conseguiram emagrecer a correr. Claro que não se podem esquecer que cada pessoa é única, e que o que é bom para um pode ser mau para o outro.

 

3 - Estabeleça um objetivo – Juntamente com o seu nutricionista, deve planear qual o seu objetivo em relação ao peso que pretende, à corrida oficial em que queira participar, quais as suas principais motivações para correr. Atenção que o nutricionista deve alertá-lo caso esteja a imaginar um objetivo quase impossível de atingir ou que possa prejudicar gravemente a sua saúde.

 

4 - Comece devagar, devagarinho – Considero este passo um dos mais importantes. Quando saímos do sofá e começamos a correr, não vamos fazer treinos de 10K logo ao início. O treino deve ser curto no início, alternado com a caminhada (exemplo: caminhada a passo rápido durante 5 minutos e correr durante 3 minutos, durante cerca de 30 minutos), sem esquecer um bom aquecimento e alongamentos no final. Planeie os seus treinos semanais e por pequenos objetivos.

 

5 - Arranje um parceiro de corrida – Ou junte-se a grupos de corrida. No início, a nossa motivação está ao rubro mas, a certa altura, ela começa a diminuir. Atenção: isto acontece a todos e não é motivo de vergonha! Um parceiro de corrida é aquele que nos motiva a sair de casa e pôr os ténis na estrada, é aquele que (deve) puxar por nós no treino, é quem nos convida para participarmos em provas…e nisso tive uma parceira fantástica e que ainda hoje grita comigo. Também existem grupos de corrida aos quais se podem juntar e é sempre mais uma forma de conhecer outras pessoas e trocar conhecimentos e experiências.

 

6 - Evolua devagar e altere os seus locais de treino – É obvio que se correr sempre no mesmo local, com a mesma passada, a fazer o mesmo treino…não evolui nada. Desafie-se de vez em quando. Aumente um pouco mais o seu ritmo durante 1K, depois em 2K…e daí em diante. À medida que vai treinando com frequência, o seu corpo adapta-se a esse esforço, o seu coração começa a ficar mais treinado, mais resistente. Ao aumentar o seu ritmo, vai obrigar o seu corpo a ir buscar energia à gordura que está na “reserva”. Nesta altura e com uma alimentação equilibrada, começa a perder gordura e, aí sim, começa a emagrecer. Faça um plano de treinos adequado e, se tiver dúvidas, aconselhe-se com um treinador ou um personal trainer.

 

7 - Oiça o seu corpo – E repita todos estes passos sempre que ache necessário. O nosso corpo costuma “falar” connosco através de inúmeros sintomas mas, por vezes, estamos tão distraídos ou tão focados em chegar mais longe que não nos apercebemos do que ele nos tenta dizer. O descanso é tão importante quanto os treinos de corrida. Descanse bem e sempre que puder. E quando sentir que algo não esteja bem, pare, oiça o seu corpo e consulte o seu médico!

 

Boas corridas!

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publicado às 08:00
editado por Joana Malcata às 10:22

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Após o sucesso da primeira edição, o ano passado, que contou com 400 atletas, a 2ª edição dos 10Km da Lagoa está marcada para o próximo dia 4 de Julho, ás 19:30, com logistica a receber da melhor maneira cerca de 1000 atletas que vão correr no magnífico enquadramento das margens da Lagoa de Óbidos.

 

Organizada pelo  GFD RUNNING em colaboração com a Junta de Freguesia da Foz do Arelho e com o apoio da Câmara Municipal de Caldas da Rainha, os 10Km da Lagoa têm a sua partida e chegada na Foz do Arelho na Avenida do Mar, em frente à praia.

 

Percorrendo cerca de 10Km, a corrida desensola-se ao longo da margem da Lagoa de Óbidos com uma incursão pelo "Miradouro" proporcionando uma vista deslumbrante. O circuito é fundamentalmente em asfalto, tendo apenas o troço da Rua da Ardonha em terra batida.

 

Inscrições já estão abertas no site da prova.

 

Fiquem com o video de promoção que inclui imagens da edição do ano passado.

 

Nós vamos estar presentes, juntem-se a nós!

 

Boa corrida!

 

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publicado às 18:00
editado por Tiago Portugal a 25/5/15 às 16:11

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Por Filipe Gil:

 

Uma nova solução no material da sola que responde de forma reativa à nossa passada. Onde é que eu já li isto antes? Foi com essa ideia na cabeça que fiquei quando tive conhecimento que a Puma ia lançar uma nova sapatilha de corrida e que essas eram as suas características principais. Antes de ver alguma imagem – e confesso que devo ter sido dos primeiros em Portugal a conhecer e a usar este modelo – estava com medo que a marca alemã copiasse algo que já tinha sido feito, sobretudo no design. Mas não, foram disruptivos e inovaram. No fundo acho que fizeram um pouco como a Apple costuma fazer com os seus aparelhos: pegam no que já existe, melhoram, inovam em alguns pontos e tornam o produto mais sexy. Et voilá: temos os Ignite!

 

DESIGN

Gosto muito. Confesso que são os meus ténis de estrada mais bonitos neste momento. Gosto do jogo de cores, da forma como ninguém fica indiferente à sua passagem – quer gostem ou não. E da forma como sobressaem nos pés – sem meias ou com meias curtas ficam fantásticos. Estou, é claro, a escrever do modelo que vos apresento nas fotos. Sei que há outra versão, em preto e cinza e branco, para gostos mais "contidos". Mas estas cores, as mais electricas, foram muito bem trabalhadas. Aliás, um dos truques do design deste modelo é a sua forma esguia e que parecem mais leves do que realmente são. Este modelo (nas fotos) são daquelas sapatilhas que dividem opiniões, ou se ama ou se adora, por isso mesmo a marca tem outras cores à disposição (em Portugal não tem muitas, mas sei que a diversidade delas vai aumentar nas próximas coleções). 

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CONFORTO

São confortavéis. E para isso contribui muito a língua da sapatilha feita num material muito leve e que não desliza. O material, no geral, é muito bom e toda a sapatilha mostra uma excelente qualidade de construção. Dos vários treinos que fiz nada de bolhas, nada de mazelas provocadas pelo material, ou seja, isso responde a tudo. São ténis confortáveis, mas não existe a sensação que o pé está envolvido em espuma. Isso não acontece, são ténis mais duros. Se calhar por terem sido feitos com a influência do velocista da Puma, Usain Bolt, têm um perfil mais de sapatilha de velocidade do que de longa distância.

 

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AMORTECIMENTO

Para aqueles que estão à espera de saltitar a cada passada, estas sapatilhas não são para vocês. O amortecimento está lá, percebe-se bem, mas não temos a sensação de estarmos a envolver o pé num almofada. Sente-se o chão, sente-se a passada com amortecimento q.b. Confesso que queria usar este modelo em corridas longas, mas o máximo que corri com elas foram 15kms seguidos, devido a lesão. Quanto mais se corre com elas mais se nota que a sola faz a diferença. Mas, mais uma vez, não têm a sensação "bouncing" que outras solas do mercado dão. Pessoalmente prefiro. O estranho neste modelo é que são tudo menos minimalistas (drop de quase 12mm) mas com o decorrer da distância parece que o "chassis" baixa e ficam mais minimalistas, contudo, ao correr com eles pela primeira vez fica a sensação, clara, que há sola a mais, sobretudo no calcanhar. Andei com eles em cima de terra batida e calçada portuguesa, mas o melhor deles consegue-se em estrada. É para isto que são feitos. E é na estrada, pura e dura que os vou utilizar. Contudo, deixa-se uma dica à marca. Baixem o drop.

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ESTABILIDADE

São ténis para neutros. E, aqui que ninguém nos lê, apesar de ser pronador, experimentei correr com eles sem qualquer suporte extra de palmilhas para o efeito. E gostei. Sei que não posso abusar porque as minhas fascites podem surgir. Mas confesso que senti alguma estabilidade quando corri com o pé “nú”. O único senão desta sapatilha é o seu drop demasiado alto, cerca de quase 12 mm, o que me parece um pouco exagerado. Não sabia, sinceramente, que ainda se faziam sapatilhas com este tamanho drop. De qualquer forma a envolvência do upper faz com que o pé não balance muito. Contudo, espero que a marca pense na quantidade de corredores pronadores que existem por aí e lancem um modelo com mais estabilidade para os corredores "com defeito" na passada, como eu.

PREÇO

110€ tendo em conta a promessa de durabilidade e a excelência dos materiais, está num preço muito em conta. Sobretudo se a promessa da durabilidade for cumprida. Já os usei uma quantidade de vezes e parecem ainda novinhos. Porque em termos de design cumprem e são ténis para corredores vaidosos.

CONCLUSÃO:

Se são os melhores ténis de estrada que já experimentei, não são. São bons e são a imagem concreta de uma nova atitude da marca alemã para o setor do running. E presumo que daqui, e com esta nova abordagem, venham aí novas surpresas no futuro. A marca alemã acordou para a corrida, e fez muito bem. Falando  entre estes Ignite e os Faas 500 da Puma fico um pouco na dúvida quais são os melhores. São diferentes, os Ignite. Os Faas 500 são mais tradicionais, os Ignite são mais disruptivos, quer em termos de tecnologia quer em termos visuais. Se tivesse que optar por um deles, os Ignite são os da minha preferência, porque não sou um corredor tradicional. Mas há muitos corredores que vão querer uma abordagem mais tradicional. Contudo, há aqui uma importante indicação: os Ignite são ténis mais tradicionais do que parecem. É essa a ideia com que fico. 
 

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

DESIGN: 19
CONFORTO: 17
AMORTECIMENTO: 16
ESTABILIDADE: 17
PREÇO: 18

 

TOTAL:  87/100

 

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publicado às 07:50

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Dia 6 de junho, sábado, temos um treino diferente! Um treino fechado, com inscrição gratuita, para o máximo de 40 pessoas numa parceira com a loja Yellow Adventure.

 

Vamos correr cerca de uma hora pelas zonas da Avenida Novas e no final vamos ter oferta de barras da dieta Paleo da Primal Pantry, antes de correr vamos aquecer com a ajuda de alguns dos elementos da Yellow Adventure.

Ah, é verdade, para este treino a Yellow Adventure vai oferecer tshirts da marca Reebok aos participantes, por isso toca a inscreverem-se antes que esgote. Convém sublinhar que é um treino misto e para todos aqueles que se sentem em condições físicas para participar. Será um treino moderado, um treino social onde ninguém fica para trás guiado por alguns dos elementos do Correr na Cidade.

 

O ponto de encontro é pelas 9h30m na loja Yellow Adventure. E às 10h começamos a correr.

Local:Yellow Adventure
Morada: Av. São João de Deus, 41 B-C (junto à Avenida de Roma, ao lado da estação Roma- Areeiro)
Hora de encontro: 9h30m
Início do treino: 10h00m
Tipologia: estrada (piso maioriatariamente de calçada portuguesa)

 

Corram para as inscrições. Estão abertas!

 

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publicado às 12:52

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 Adorava um dia fazer crossfit...

Por Tiago Portugal:

 

Depois de um início de 2015 muito intenso a nível de carga de treinos e principalmente provas resolvi, ou melhor fui aconselhado, a fazer uma pausa “temporária” nos meus treinos de corrida, só durante o mês de maio. Assim, depois de ter regressado do Gerês Trail Adventure reduzi a carga para 2 a 3 corridas ligeiras por semana. A única exceção foi o III Trilho de São João das Lampas que decorreu a 9 de maio. 

 

Boa organização, ambiente fantástico e percurso bem estruturado fazem desta prova uma das que mais gozo me dá correr. O facto de ser perto de casa também ajuda. À semelhança de 2014 este ano comecei a prova muito rápido, mas não era o único. Apesar de ser em trilhos o ritmo parecia mais de meia-maratona de estrada, estar a correr abaixo dos 5m o km e ser ultrapassado por muita gente diz bem da velocidade a que se estava a correr. Fiz exatamente o mesmo tempo do que o passado, não sei se isso será mau ou bom, mas foi o melhor que consegui. Para quem nunca participou recomendo vivamente esta prova e experienciem vocês mesmo a alegria e o ambiente que esta proporciona.

 

Como tenho alguma facilidade em aumentar a massa corporal assim que deixo de fazer atividade física, curto e grosso engordo muito e depressa, comer bolos diariamente também não ajuda, substituí a corrida por outras atividades e tenho feito cross-training, se assim o posso chamar.

 

O cross-training serve como complemento à corrida e permite um aumento da nossa capacidade física. Não sendo um especialista nesta área tenho-me focado em ir ao ginásio 2 a 3 vezes por semana para fazer algum reforço muscular, maioritariamente nas máquinas mas também com pesos livres, spinning e muita elíptica.

 

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Além destas atividades gostava de recomeçar a nadar mais ainda não consegui organizar a minha agenda semanal para encaixar a natação.Por enquanto limito-me ao ginásio e a fazer exercícios em casa.

 

Muitos corredores quer da elite quer amadores, têm incluído o cross-training nos seus programas de treino como forma de aumentar a resistência, a flexibilidade, a força e a sua capacidade aeróbica, e consequentemente a sua capacidade de correr mais rápido e durante mais tempo, ao mesmo tempo que reduzem o risco de lesões, facilitam a recuperação e aceleração a reabilitação em caso de lesão.

 

Em termos pessoais estou a gostar de diversificar o treino e espero continuar mesmo quando regressar aos treinos de corrida com mais intensidade, talvez substituindo algumas corridas por estes treinos ou diminuindo a duração da corrida e incorporar esta componenete no ínicio ou no fim da corrida. Não sei o que será melhor. A partir de junho, data em que recomeço a treinar com mais afinco, estas questões começam a ganhar mais importância

 

E vocês fazem cross-training? E quais as atividades físicas que recomendam?

 

Boas corridas a todos.

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publicado às 02:00
editado por Correr na Cidade às 02:25

Domingo é dia de vídeo. Já se esqueciam?! Descobrimos este vídeo recente do talentoso realizador/corredor Billy Yang, sobre Anton Kupricka - um dos nossos corredores preferidos.

O corredor norte-americano "barbudo" passa para uma fase de recuperação de lesões e dá-nos conta disso. Querem saber como? Vejam o vídeo abaixo. Bom domingo.

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publicado às 14:45

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Por Bo Irik:

 

Hoje sinto-me bem, pronto, corro mais quatro quilometros do que o previsto no meu plano de treinos… Não, aquela dorzinha não há-de ser nada de grave, há de passar logo.

 

Identificas-te com estes pensamentos? Pois, eu também. Adoramos correr e sentimos que nos faz bem, mas também temos maus hábitos. Quais são e como ultrapassá-los?

 

  1. Brincar aos médicos

Uma dorzita pequena pode ser ignorada, pois conhecemos bem o nosso corpo, né? Muitas vezes não vale a pena arriscar e brincar aos médicos. É claro que não é preciso correr até ao médico ou fisioterapeuta, mas cuidado porque as vezes, as dores mais pequenas se podem transformar em lesões graves e chatas de se curar. O melhor é discutir a tua dor com outros runners para ver se a reconhecem e aconselham sobre que medidas tomar. A mim já me aconteceu andar com uma lesão na virilha durante meses e conseguir-me livrar dela com duas massagens simples por um especialista. Mas porque é que andei dois meses em sofrimento se a cura era tão fácil?!

 

  1. Falta de descanso

Eu sou um ótimo exemplo disso. Sei que o nosso corpo, em particular o meu tendo em conta o meu (não) treino, não é feito para correr 4 provas de +42km em 4 meses, mas vou fazê-lo! Porquê? Porque adoro endorfinas e não consigo dizer não às provas! Lesões e outros sintomas de overtraining, nomeadamente insónias, são os piores inimigos de qualquer atleta. Descansa um dia por semana, pelo menos. Também faz parte do treino ;)

 

  1. Demasiada quantidade e velocidade

O descanso é importante, mas para além disso também é crucial não aumentar a carga demasiado rápido devido à pressão das endorfinas. Uns kms a mais, acelerar um pouco mais ou aquele treino extra porque o tempo estava tão bom… Compreendo, mas tenta cumprir com a regra dos 10%. Esta semana correste 20km, então para a semana não corras mais de 22 e assim diminuis o risco de lesões ou outras chatices.

 

  1. Skip the stretch

Depois dos treinos, dependendo das circunstâncias, só quero é conviver, comer ou tomar banho. E alongar? Muitas vezes não nos apetece, mas, embora seja discutível, os alongamentos são, na minha opinião, uma grande ajuda na prevenção de lesões. Alongar ajuda a manter ou ganhar flexibilidade muscular e também permite relaxar melhor depois da excitação do treino, tendo um efeito positivo no desempenho. Eu própria incluo os alongamentos como parte dos treinos, ou seja, quando tenho 90min para treinar, corro 80 e dedico os últimos 10 a alongamentos. Outra dica é escolher um ambiente agradável para fazer os alongamentos. Quando está frio, por exemplo, costumo alongar dentro de casa.

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  1. Esquecer de abastecer

Comer e hidratar depois do exercício é muito importante. Ao transpirar não perdemos só água mas também minerais importantes. Hidrata bem antes, durante e depois do treino. Para além de água, podes optar por água de côco ou isotónico (caseiro). No pós treino é recomendável uma refeição rica em hidratos de carbono e proteínas, como por exemplo uma omelete ou iogurte com fruta. Costumas-te esquecer de comer e beber depois dos treino ou tens pouco tempo? Prepara a bebida e o snack antecipadamente e podes atacar logo depois dos alongamentos!

 

  1. Core, o que é isso?

Toda a gente o sabe, mas poucos o praticam: mais cross training, menos corrida. Um core forte faz um corredor forte. O core pode ser definido como uma unidade de 29 pares de músculos de suporte para a região pélvica, lombar e bacia, que, em conjunto, estabilizam essas regiões do corpo. Um dos exercícios mais populares para o reforço muscular do core é a prancha. É sabido que um core fortalecido melhora o desempenho do atleta em termos de velocidade e resistência e diminui a probabilidade de lesões. No caso do reforço muscular, mais uma vez, recomendo inclui-lo na nossa rotina diária, por exemplo antes de tomar banho, depois de levantar, quando chegas do trabalho ou dedicar dias específicos da semana a este tipo de treino.

 

  1. Arrancar demasiado rápido

Isto deve ser o erro mais comum em contexto de prova. Dá-se o tiro da partida e zaaaaaaaaaau que nem uma flecha com um boost de adrenalina arrancas em grande. Um pouco mais tarde, sentes que precisas de abrandar para recuperar e na última parte da prova estás a morrer. Identificas-te? Uma melhor gestão do esforço pode resultar num melhor desempenho e PBTs. Em prova, tenta guiar-te por um pacer ou relógio e controla melhor o teu ritmo. Vamos lá controlar o entusiasmo e fazer PBTs!

 

  1. Ignorar o sol

Penso que as palavras protetor, boné e água dizem tudo.

 

E tu, quais são os teus maus hábitos?

 

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publicado às 08:00
editado por Luis Moura a 21/5/15 às 15:16


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