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E os Vencedores são...

por Liliana Moreira, em 08.02.16

Melhores da Corrida'15

É chegado o momento de revelarmos os resultados d'Os Melhores da Corrida 2015:

 

 


Material e Marcas de Corrida

Melhor Marca de Running

Votação Júri

 SALOMON

ASICS 

 LA SPORTIVA

Votação Público

1º ASICS

 ADIDAS

 SALOMON

 

Melhor Sapatilha de Estrada

Votação Júri

 ASICS GEL NIMBUS 17

 ADIDAS ADIZERO ADIOS BOOST

 ASICS KAYANO 21

Votação Público

1º ASICS GEL NIMBUS 17

 ADIDAS BOOST

 ASICS KAYANO 21

 

Melhor Sapatilha de Trail

Votação Júri

1º LA SPORTIVA ULTRA RAPTOR

 SALOMON S-LAB SENSE ULTRA

 LA SPORTIVA BUSHIDO

Votação Público

 LA SPORTIVA ULTRA RAPTOR

 ASICS FUJITRABUCO 3

 SALOMON S-LAB SENSE ULTRA

 

Melhor Acessório de Corrida

Votação Júri

MOCHILA SALOMON ADVANCED SKIN S-LAB 5

BASTÕES BLACK DIAMOND ULTRA DISTANCE Z-POLE

GARMIN FENIX 3 

 

 

Votação Público

GARMIN FENIX 3

    MOCHILA SALOMON ADVANCED SKIN S-LAB 5

BUFF

 

 

 

Treinos e Provas

 

Melhor Treino "Social" nacional

Votação Júri

 HORA DO ESQUILO

 TRAIL DA SALAMANDRA

 CORRER NA CIDADE

Votação Público

 CORRER LISBOA

 CONVIVIO POIARES TRAIL

 CORRER NA CIDADE

 

Melhor edição de Prova de Estrada Nacional

(inferior a 42km)

Votação Júri

1º CORRIDA DAS FOGUEIRAS

 MEIA MARATONA DE S. JOÃO DAS LAMPAS

 SÃO SILVESTRE DA AMADORA

Votação Público

 SPORTZONE MEIA MARATONA DO PORTO

 CORRIDA DAS FOGUEIRAS

 EDP MEIA MARATONA DE LISBOA

 

 

Melhor edição de Prova de Estrada Nacional

(superior ou igual a 42km)

Votação Júri

1º GERÊS MARATHON

 MARATONA DO PORTO EDP

 ROCK 'N' ROLL LISBON MARATHON

Votação Público

 GERÊS MARATHON

 MARATONA DO PORTO EDP

 ROCK 'N' ROLL LISBON MARATHON

 

 

Melhor edição de Prova de Trail Running Nacional

(inferior ou igual a 42km)

Votação Júri

 TRILHOS DOS ABUTRES (25KM)

 GRANDE TRAIL SERRA D'ARGA (33K)

 AZORES TRAIL - TRAIL DOS 10 VULCÕES

Votação Público

 TRILHOS DOS ABUTRES (25KM)

 GRANDE TRAIL SERRA D'ARGA (33K)

 AZORES TRAIL - TRAIL DOS 10 VULCÕES

 

Melhor edição de Prova de Ultra Trail Running Nacional

(superior a 42km) 

Votação Júri

 MADEIRA ISLAND ULTRA TRAIL

 ULTRA TRILHOS DOS ABUTRES

 ESTRELA GRANDE TRAIL

Votação Público

 ULTRA TRILHOS DOS ABUTRES

 MADEIRA ISLAND ULTRA TRAIL

 GRANDE TRAIL SERRA D'ARGA

 

Melhor Circuito de Provas

Votação Júri

 ATRP CIRCUITO NACIONAL DE TRAIL ULTRA

2º ATRP CIRCUITO NACIONAL DE TRAIL

 ATRP CIRCUITO NACIONAL DE TRAIL ULTRA ENDURANCE

Votação Público

 ATRP CIRCUITO NACIONAL DE TRAIL

 CIRCUITO LISBOA A MEXER

3º ATRP CIRCUITO NACIONAL DE TRAIL ULTRA

 

 

Factos e Pessoas

 

Melhor Contribuição do ano

Votação Júri

 NOMEAÇÃO DE PORTUGAL PARA CAMPEONATO DO MUNDO DE TRAIL

 ATRP

 CORRER NA CIDADE

Votação Público      

 TSF RUNNERS

O 4º LUGAR SARA MOREIRA MARATONA NOVA IORQUE

 NOMEAÇÃO DE PORTUGAL PARA CAMPEONATO DO MUNDO DE TRAIL

 

Melhor Atleta  Feminino

Votação Júri

 SARA MOREIRA

 SOFIA LOPES ROQUETE

 VANESSA FERNANDES

Votação Público

 SARA MOREIRA

 ESTER ALVES

3º DULCE FELIX

 

Melhor Atleta  Masculino

Votação Júri

 ARMANDO TEIXEIRA

 NELSON ÉVORA

 RUI PEDRO SILVA

Votação Público

 DAVID QUELHAS

 CARLOS SÁ

 NELSON ÉVORA

 

 

Gostaríamos de dar os Parabéns aos Vencedores desta edição d'Os Melhores da Corrida, mas sobretudo a todos os leitores que contribuíram com a sua participação, tivemos 751 votos, para a obtenção destes resultados e que desta forma expressaram as suas preferências. Também não poderíamos deixar de agradecer todo contributo construtivo do nosso painel de Júris.

 

Enquanto Correr na Cidade a promover este tipo de acção, não é do nosso interesse ou sequer objectivo, gerar uma votação que agrade a tudo e a todos, porque o objectivo não passa sequer em agradar mas sim reportar impressões ou perspectivas, neste caso vossas, na forma mais independente que conseguirmos. Recordamos que numa fase inicial foi dada total liberdade de expressão para que qualquer pessoa indicasse um nomeado em cada uma destas categorias, aliás, como foi inclusivamente regulamentado.

 

Este trabalho, como todos os que produzimos, é feito de tempo voluntário de cada um nos elementos da crew e fica ao vosso critério respeita-lo ou não. Uma coisa vos podemos garantir, temos muito gosto e orgulho em tudo aquilo que fazemos e na forma como a cada iteração aprendemos para fazer mais, melhor e de forma independente.

Contem connosco para o ano!

 

 

 

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Preview: New Balance 1500v1

por Luis Moura, em 08.02.16

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Primeira vez que vi estas meninas no inicio de janeiro, fiquei logo com um mix de sentimentos. Se numa primeira impressão pareceram-me ter um aspecto fantástico e apelativo para andar rápido, depois de passar uns minutos com elas na mão, comecei a ver pequenos detalhes e na minha cabeça começou a formar-se a ideia de que provavelmente não seriam assim tão bons, principalmente para malta "pesadão" como eu na maneira como abordo o chão. "ai e tal..."

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Passado uns dias, regressei ao mesmo sitio e quando procurava sapatilhas, voltaram-me a encher o olho. Estavam em promoção e quase que os comprei.


Semana passada, fui ver na TAF de Alcochete as promoções e lá estavam elas a 30€!!! E nem pensei duas vezes. Comprei-as e pensei "bem, vamos lá a ver se não me arrependo de comprar umas sapatilhas tão leves e finas aqui para o elefante a correr".

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Como eu me enganei. Mas assim sem rodeios, completamente ao lado!


Até agora já fiz 2 treinos de 10km e que sapatilhas fantásticas para correr rápido em piso estável. O feedback que temos do chão nestes primeiros contactos é do outro mundo e super confortáveis.


Não suportam mudança para pisos irregulares devido a sola ser fina e com isso provocam desconforto,mas em alcatrão e pista...

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Em breve digo-vos o que penso delas ao fim de dois ou três meses de massacre...

 

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Descontos só para vocês!

por Filipe Gil, em 07.02.16

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Como já aqui noticiamos, a Sara Dias é agora membro da nossa crew, e de futuro irão vê-la com a nossa tshirt vestida. Mas nós não fomos os únicos a ganhar com a entrada da Sara, para comemorarmos isso e dar a conhecer um dos locais onde recorrentemente vamos tratar as nossas mazelas, queremos que usufruam de 20% de desconto sobre o preço (40€) nas consultas da Sara Dias no Centro de Artes Holísticas de Lisboa (CAHL) até ao dia 29 de fevereiro.

 

Para tal só têm de mostrar este post (impresso, no tablet, no smartphone) e fazer um like na página profissional de facebook da Sara. Um like na nossa página de facebook do Correr na Cidade. E ainda do CAHL, claro! E usufruir de uma consulta com o desconto CNC. Válido apenas para 1 consulta.


Só até ao final deste mês de fevereiro. Aproveitem!

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No início desta semana apresentamos a nova coqueluche das sapatilhas da marca alemã Puma, os novos Ignite Ultimate. Hoje apresentamos a nova coleção de primavera/verão de 2016 que está prestes a chegar às lojas. Estes são os modelos que achámos mais interessantes, dentro de toda a coleção.

 

Há mudanças a tomar nota, para os mais atentos, a Puma está a deixar de lado a designação Faas (que é rápido em Jamaicano) para o nome Speed, nomeadamente para as sapatilhas que estão a integrar a tecnologia Ignite no resto da gama.

Apesar das mudanças as designações 300, 500, 600 e 1000, sendo que, quanto maior o número mais o nível de amortecimento. O que acham desta nova coleção da Puma?

 

 Modelos para trail:

 

Faas 300 TR

homem

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mulher 

 

 

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Faas 500 TR

Homem:

 

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 Mulher

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 Faas 500

Homem:

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Mulher 

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 Faas 500 S

Homem

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Mulher 

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 Ignite v2

 

Homem:

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Mulher

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Ignite v2 ProKnit

 

Homem
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Mulher

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Speed 600 Ignite

Homem

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Mulher 

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 Speed 1000 Ignite

 

Homem

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 Mulher

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Review: Kalenji Kiprun SD 2016

por Bo Irik, em 05.02.16

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Modelo: Kalenji Kiprun SD 2016

Testado por: Bo Irik

Características pessoais: Passada Neutra, 68 kg

Condições de teste: Treinos de 10 a 17km, algumas vezes com tempo chuvoso, e prova de 10km em estrada.

 

Com excelente feedback em relação aos Kiprun de 2015 e com as promessas de melhorias nos modelos de 2016, as expectativas eram muito elevadas. Tal como mencionei na preview, a primeira impressão dos Kiprun SD 2016 não foi a mais favorável mas felizmente ao longo dos quilómetros com eles nos pés esta impressão inverteu, pela positiva.

 

CONFORTO

Conforme disse na preview, inicialmente achava que não. Estas sapatilhas não eram para mim. Lá está, “eram”. Penso que para a nossa calçada portuguesa com subidas, descidas e irregularidades, este calçado não é o mais indicado. A Skechers, por exemplo, não tem este problema. Já em estrada, num percurso plano, a sensação e conforto foi muito melhor. Talvez também tenha sido necessário “quebrar” o sapato com umas corridas para elas se ajustarem melhor ao meu pá e se tornarem mais flexíveis. Depois de correr mais quilómetros e participar numa prova plana, mudei de opinião. São sapatos confortáveis, especialmente em superfícies planas e sem subidas, pelo menos para mim.

 

Gosto do espaço na parte frontal do sapato, os dedos dos pés estão muito à vontade e isso é muito importante para mim. Tenho o pé estreito, é um facto, mas não conseguia ajustar a sapatilha ao meu pé, impossibilitando correr silenciosamente. Alguns quilómetros depois, já me habituei e já corro silenciosamente. No entanto, continuo a achar que são demasiado largos na parte de cima da parte de frente do pé. Há demasiado tecido e o pé fica um pouco solto no sapato. Na Run Blog Camp da Kalenji descobri que não sou a única que acha isso e partilhamos este feedback com os responsáveis pelo desenvolvimento do calçado Kiprun. Pode ser que o modelo de 2017 seja melhor neste aspeto ;)

 

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DESIGN E CONSTRUÇÃO

Em termos de looks, os modelos de 2016 são um mundo diferente dos de 2015, e para melhor! Enquanto considerava o calçado Kiprun feio em 2015, este ano já não digo o mesmo. Tanto em termos de design como em termos de cores acho que a Kalenji evoluiu muito no calçado.

Até agora os Kiprun têm-se comportado bem. Nada de sinais de desgaste anómalos mas também ainda corri poucos quilómetros com eles.

 

Tenho ainda três pontos positivos a apontar em termos da construção:

 

  1. Têm a palmilha removível, o que é bom para quem usa palmilhas especiais e para facilitar a sua lavagem;
  2. Têm o buraquinho extra para apertar bem o sapato e evitar que o pé escorregue para frente;
  3. A língua, para além de ter o tamanho certo, fica no sítio. Irrita-me quando esta cai para um dos lados ao correr, mas neste caso, mantém-se bem fixo.

 

Em termos de tamanho, escolhi o 40, um número acima do meu calçado de dia-a-dia (não tivemos a oportunidade de experimentar vários tamanhos porque o ténis ainda não estava à venda no mercado). O 40 serviu-me bem em termos de comprimento, mas em termos de largura, preferia de sentir a sapatilha um pouco mais justa.

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ESTABILIDADE E ADERÊNCIA

Em termos de estabilidade, para mim os Kiprun SD têm estabilidade suficiente. Dependendo na passada de cada um, pode-se sempre optar pelos Kiprun LD para mais amortecimento e estabilidade em distâncias maiores (peso 325gr no tamanho 43 masculino, drop 10mm, PVP €89,99).

 

AMORTECIMENTO

O K-Ring mencionado na preview proporciona um bom amortecimento na zona do calcanhar. De facto, o K-Ring e a espuma melhorada na sola melhoraram o amortecimento deste modelo de Kiprun em comparação com o modelo anterior em 34%.

 

PREÇO

Com um PVP de €79,99 esta sapatilha é uma excelente opção. Penso que é dos sapatos no mercado com melhor relação preço / qualidade.

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 Kiprun ou Kiprace, eis a questão!

 

CONCLUSÃO

Se são as minhas sapatilhas de eleição e se correria as próximas provas com eles? Não. Para mim, continuo a preferir calçado mais leve e com drop menor. Por isso pode ser que em breve experimente os irmãos dos Kiprun, os Kiprace desenhados para velocidade. Os Kiprace são muito leves, apenas 175gr no tamanho 39 feminino (drop de 10mm, PVP €79,99). No entanto, para quem aprecia amortecimento e ataca o solo com o calcanhar, recomendo vivamente este sapato, principalmente pelo preço. Também penso que é uma excelente oportunidade para quem começa a correr e ainda não sabe que tipo de calçado prefere e talvez nem a sua passada.

 

Ah, são os sapatos meu PBT em Nice. Será que quer dizer alguma coisa? ;)

 

Conforto 16/20

Design/Construção 16/20

Estabilidade/Aderência 17/20

Amortecimento 17/20

Preço 19/20

Total 85/100

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O que é a Survivor Run?

por Filipe Gil, em 05.02.16

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É já nos dias 27 e 28 de fevereiro na OTA que se realiza a Survivor Run - Missão Impossível. Esta é uma das grande tendências de desportos ao ar livre pelo resto da Europa: corridas de obstáculos. Entrevistamos Cristiano Mariano, Director de Operações da Survivors Run, que nos explicou tudo o que precisamos de saber para fazer esta prova. O resto, descobrem no dia. Aceitam o desafio?

 

O que podem esperar os participantes da Survivors Run?
Na Survivors Run - Missão Impossível, os participantes podem esperar um momento único de superação e trabalho em equipa onde são colocados à prova num permanente desafio entre os limites e as capacidades, entre o medo e a adrenalina, entre desistir ou ser um Survivor.O que se pretende é que todas as pessoas que estejam connosco neste evento SURVIVORS RUN tenham a possibilidade de viver emoções positivas e uma experiência inesquecível, individualmente ou em grupo, e que percebam que os obstáculos estão na nossa mente. Todos podemos ser heróis por um dia e superarmos os nossos limites.

Que tipo de obstáculos terão na prova?
A prova terá uma grande variedade de obstáculos, teremos cordas, muros de assalto, rastejar, transporte de peso morto, quarterpipe, água e muitas outras surpresas que irão desafiar os participantes.


Haverá algum tipo de abastecimentos?
Sim, Haverá um abastecimento intermédio e um abastecimento final.


É uma corrida de obstáculos dirija a todos ou só a atletas mais em forma?
A prova poderá ser realizada por qualquer aspirante a herói, dos 18 aos 65 anos, e conta com duas opções de inscrição: 6 KM - 10 Obstáculos e 12 KM - 20 Obstáculos. Por ser uma corrida de obstáculos, as pessoas param de 500 em 500 metros o que permite mesmo para quem está menos preparado fisicamente, realizar a prova com sucesso. Por outro lado, não é obrigatório transpor todos os obstáculos, os participantes poderão contornar caso o considerem difícil e continuar, isto permite que independentemente do treino, todos podem participar. Para quem pretende ter mais intensidade e competição, poderá inscrever-se na modalidade Elite, que lhe permite ter acesso à tão esperada qualificação para o OCR.


Que preparação devem ter os participantes para esta prova?
Como em qualquer modalidade, o mais importante o participante seguir um plano de treino regular e de acordo com os princípios do treino. De uma forma geral, é importante que o participante tenha uma condição física que permita correr a distância definida. De uma forma mais especifica, treinos que promovam o treino funcional, o treino calistênico onde se fazem os gestos motores elementares como o puxar, empurrar e agachar, poderão ser excelente mais valias para a superação de obstáculos.


Que tipo de material devem calçar e vestir?
Calças e Camisola de Corrida Justa para facilitar os movimentos;se possível, impermeável pois haverá muita água; Calçado de Trail; Luvas (Equipamento obrigatório nas nossas provas); Gorro, boné, carapuço ou outro para cobrir a cabeça; Levar sempre uma muda de roupa. 


Quantos participantes esperam?
Esperamos aproximadamente 2000 participantes nos dois dias de evento (27 e 28fev).

 

Vão organizar mais eventos destes noutros pontos do país?
Para já, está previsto permanecermos no distrito de Lisboa.

 

A corrida de obstáculos é uma das novas tendências desportivas de 2016, ou ainda está a começar?
As corridas de obstáculos iniciaram-se em Portugal em 2013 e estão agora em 2016 a consolidar-se e a cativar cada vez mais adeptos. Nos EUA ocorreu um grande crescimento desta modalidade e atualmente já são milhares os participantes destas corridas. Este conceito rapidamente se espalhou também pela europa, e Portugal não tem sido exceção. Acreditamos que 2016 e 2017 serão os anos de maior crescimento desta modalidade em terras lusas.

 

 

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Review: New Balance Leadville 1210 V2

por Tiago Portugal, em 04.02.16

 

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Por Sara Dias e Tiago Portugal

 

Modelo: New Balance Leadville 1210 V2
Testado por: Sara Dias 
Características pessoais: Pronadora com 56Kg de peso
Condições de teste: Mais de 100km percorridos em trilhos por Monsanto, Serra de Sintra, Serra da Arrábida, Douro entre outros com grande variação de terreno e condições climatéricas.

 
Até há bem pouco tempo treinava apenas em estrada, os trilhos era algo que tinha curiosidade contudo sentia que não tinha aptidão física para tal modalidade, tal como muitos, adiamos até não haver mais hipóteses de fuga. Fui muito bombardeada para experimentar, no passado mês de Maio cedi á pressão e lá fui eu.

 

Problema número um: com que sapatilhas vou para os trilhos de Monsanto? Resposta imediata na minha cabeça: umas sapatilhas super baratas porque em breve desistes disto tudo!!! Mas como muita gente diz: "quem vai para os trilhos apaixona-se". Não fui excepção e apaixonei-me.

 

Fui aumentando a distância nos trilhos e a minha primeira opção de sapatilhas deixou rapidamente de cumprir as funções que eu pretendia. Começo à procura de outras opções, chateei muita gente, ouvi diversas sugestões e ficava cada vez mais baralhada. Afinal o que pode ser uma excelente escolha para mim, pode não ser para o outro. Decidi ouvir o que o Tiago Portugal pensava sobre esta saga na escolha de sapatilhas, temos gostos parecidos no que toca a calçado e eis que surgem os New Balance Leadville 1210 v2.

Assim que os calcei não tive dúvidas, era mesmo aquilo que eu queria, senti de imediato um conforto brutal, tinham sido desenhados à minha medida.

 

DESIGN E CONSTRUÇÃO 

Relativamente ao design, posso dizer que as acho bonitas mas podiam ter mais opções de cores, este esquema de cores pode até ser bonito para alguns, mas para mim há outras conjugações mais atrativas.Este modelo tem na sua construção Fantom Fit, uma tecnologia exclusiva da New Balance que permite que as sapatilhas sejam mais arejadas, com um maior suporte nas áreas mais importantes dos pés sem que haja costuras, para além de conseguirem manter a leveza dos mesmos devido ao seu peso muito reduzido..

 

O tecido sintético utilizado na parte do peito do pé está preparado para se adaptar ao inchaço dos pés. Outro pormenor que me agradou imenso foi a língua ser nesga evitando a entrada corpos estranhos existentes nos trilhos. Para além de ter um almofadado generoso que protege muito o peito do pé. A marca promete ainda que todos o materiais são resistentes a todos os odores -  posso confirmar a veracidade desta informação.

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ESTABILIDADE E ADERÊNCIA

Este modelo só podia ter sola Vibram, conhecida pela sua aderência a todo tipo de solos incluindo aqueles bem impregnados de água. As transições de solo ao longo dos trilhos é bem conseguida sem que tenhamos medo de escorregar. Posso dizer que já percorri mais de 150km com eles e até hoje não caí. Na última experiencia, em solo enxarcado, voltaram a passar com distinção no teste. Possui ainda uma intersola com tecnologia Innovative REVlite, o que permite uma maior resposta e durabilidade diminuindo cerca de 30% em comparação a outras espumas com igual desempenho.

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CONFORTO

Como já referi anteriormente, é uma sapatilha super confortável, pessoalmente não as uso muito justas ao pé e mesmo assim não tenho necessidade de as ajustar mais. Saliento ainda a compensação da palmilha no arco plantar, um ponto bastante importante para a nossa biomecânica.O conforto mantém-se, e mesmo em trilhos com muita pedra solta não se sente aquele impacto doloroso nos joelhos e lombar.

 

Em suma, quem procura uma sapatilha confortável com um excelente amortecimento e adaptabilidade a todo o tipo de solos, para fazer poucos km ou ultras, New Balance Leadville 1210 é a opção!

 

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PREÇO

O PVP ronda os 120€, o que tendo em conta a qualidade dos materiais e de construção é um preço justo.

Avaliação Final

Design/Construção 18/20
Estabilidade e Aderência 19/20
Conforto 19/20
Amortecimento 19/20
Preço 18/20

Total 93/100


E agora veja o vídeo da review do Tiago Portugal deste mesmo modelo:

 



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Tal como já devem ter reparado, a crew andou, o passado fim-de-semana por Miranda do Corvo, no âmbito dos Trilhos dos Abutres. Para nós, CNC, foram quatro elementos da crew que se atreveram a estar presentes: a Bo Irik, a Sara Dias, o João Gonçalves e o Tiago Portugal. Todos estreantes, excepto o Tiago que participa pela 3ª vez consecutiva. Depois de termos partilhado as expetativas para a prova, partilhamos hoje a experiência de cada um dos nossos valentes.

 

No foto abaixo vemos as meninas a torcer pelos homens que já iam com quase duas horas de prova:

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Prova dos 25km

Bo Irik: 

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Embora não tenha muitos quilómetros nas pernas nos últimos meses por causa da anemia, tenho-me sentido forte. A suplementação do ferro tem-me ajudado a subir os níveis de ferro no sangue e já tenho a hemoglobina no ponto. O médico já me deu luz verde para avançar com treinos e provas mais duras e longas.
 
No fim-de-semana antes dos Abutres, fui correr 35km em estrada, entre Cascais e o Terreiro do Paço, no âmbito da preparação para a Maratona de Barcelona (13 de Março) e senti-me mega bem. Foi então cheia de confiança que olhei para os 25km dos Trilhos dos Abutres. Para evitar o "solo duro" (possibilidade de dormir num pavilhão com saco de cama e colchões), decidi aproveitar a boleia do Miguel e Bernadete às 6 da manhã de sábado. Passei a viagem toda a dormir e só acordei quando chegámos à Miranda do Corvo. Chegamos 10 minutos antes da partida da prova dos 50km. Que bom! Adorei ver o pessoal conhecido na linha de partida desta grande aventura e ainda consegui desejar boa sorte ao Tiago e João. Que frio que estava!
 
Duas horas depois arrancaria a prova dos 25km. Depois do pequeno-almoço tomado encontrei-me com a Sara para o controle zero (onde controlam se temos todo o material obrigatório). Decidimos fazer a prova juntas o que implicaria um ritmo abaixo do meu, mas não me importo nada. Gosto de fazer companhia ao pessoal em estreias destas! Para mim, nos Abutres também foi estreia, mas já tinha corrido na Serra da Lousã umas 3 ou 4 vezes. 
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Adorei todo o percurso. Muitos trilhos técnicos, alguns onde dificilmente dá para correr. Serra acima e abaixo, vistas fantásticas. Uma delícia de sentidos; cheiro à eucalipto e ervas aromáticas, sol a bater na cara, vistas espectaculares, pássaros e correntes de riachos nos ouvidos. 
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Em suma: adorei a prova. Uma excelente organização, desde a zona de partida / meta, aos abastecimentos, à sinalização. Tudo muito bom. Em termos de dificuldade, estava a espera de algo mais duro. Penso que foi graças às condições climatéricas que a prova se tornou mais acessível. Desfrutei dos trilhos ao máximo e, quando cheguei, só pensei: quero mais. Será que para o ano vou aos 50k?
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Sara Dias:
 

Os nervos eram mais que muitos, naquele frenesim que nos dá força para tudo mas que ao mesmo tempo nos tira a força das pernas. Dei por mim já tinha controlo zero feito, os meus olhos percorriam o pavilhão à procura da Bo, eis que nos encontramos. Entre fotos e expectativas para a prova, decidimos ir juntas.


Era a minha primeira vez naquela serra e numa prova tão exigente.


PARTIDA… agora já não há volta a dar, pensei eu para comigo, mas aqui os meus nervos desaparecem por completo e é quando o meu espírito competitivo acorda. Tinha consciência que algo menos bem que eu fizesse podia ser fatal na continuação da prova.


Uma prova com trilhos técnicos entre paisagens de cortar respiração, havia locais que a força da água era tão forte que não nos conseguíamos ouvir, lama e mais lama parecia patinagem artística, subidas bem íngremes mas descidas que faziam cortar a respiração.

 

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Pessoalmente adoro este tipo de provas, adoro ficar suja de lama, de estar a todo o minuto a pensar como é a melhor maneira de me agarrar para subir ou com posso fazer a descida mais rápido. E depois desta loucura de pensamentos constantes, olhar para o relógio e ver que estou no tempo previsto, é aquilo que mais gosto.

 

A cerca de 10km do fim, surgem cãibras no pé direito depois de o ter torcido três vezes seguidas na lama. E assim percebo que afinal errei, devia ter prevenido e da forma agressiva que as estava a sentir era difícil controlar. Com esta intensidade de dor pensei desistir, pedi à Bo para seguir porque ia ficar no último abastecimento, mas não tinha de ser este o desfecho.

Ao 21km estava a chegar ao local onde ia desistir, mas depois de ter falado ao telefone com Nuno Malcata (que eu sabia que estava acompanhar), pensei não quebraste até aqui agora segue forte que acabas isto.

 

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Em conclusão os VI Trilho dos Abutres feito, organização excelente, marcação de percursos sem margem para dúvidas, abastecimentos bem organizados e sem falhas de nada, paisagens lindas, trilhos desafiantes na serra que me conquistou o coração. Adorei esta prova.

Até para o ano Abutres.

 
 
Prova dos 50km
 

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 João Gonçalves:
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Já algum tempo que tinha vontade de fazer esta prova - Trilhos dos Abutres, prova que toda a gente fala pela sua dureza, dificuldade técnica e que toda a gente tem medo... E foi dentro desta mística de receio e vontade que parti para esta aventura de peito cheio... Amante de trilhos mais técnicos e da Serra da Lousã, sabia dentro de mão que o percurso não me iria desiludir, vegetação verdejante, riachos e ribeiros de água que nos gela aos até aos ossos e nos aquece a alma e nos faz sentir únicos e especiais por poder correr num sitio mágico como aquele.

 

Em conversa com o Tiago Portugal, já repetente na prova, sabia que teria pela frente um percurso muito duro, exigente e perigoso, onde o acto de correr é na maior parte das vezes afastado, pois escala-se muito, onde o recurso às mãos para agarrar, afastar é uma constante e as descidas são feitas num saltitar de pedra em pedra em desníveis de percentagens alucinantes e que para atingir um bom ritmo é necessário desligar o cérebro para não deixar que o medo impere e se apudere das pernas, um bom exemplo é "A" descida de cerca de 5k até ao primeiro posto de corte de tempo que pelo corpo parece que não acaba nunca, mas pela cabeça esperamos que não acabe pois a sua beleza é enorme.

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Abutres é sinal de lama e sim paguei para ter lama e tive-a e doses generosas - OK! O ano passado é que foi. Já sei disso! - mas ficar enterrado acima do joelho num trilho que parece ter saído da pista de lodo dos fuzileiros, por várias vezes, dá para ter uma ideia da coisa.

 

Quanto à organização, das melhores que tenho visto em todos os aspectos, nota máxima em todos os aspectos... Faço uma vénia à organização e a todos os voluntários que tudo fizeram para a segurança e bem estar dos atletas e acompanhantes. TOP!

 

Como já, devem ter reparado não foi muito descritivo da prova e sim foi de propósito, a prova merece que fique este "desconhecido" no ar... Queres saber como é? Vai e arrisca! Vais ver os Abutres são Brutos sim, mas são Belos...

 

 
 
 
Tiago Portugal:
  
Abutre: É o nome vulgar dado às aves falconiformes da família Accipitridae, de hábitos necrófagos. Os abutres são aves de grande envergadura, usando correntes de ar quente para planar, têm cauda pequena e geralmente são desprovidos de penas na cabeça.

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Necrófagos!!! Os 50km de trilhos que compõem esta prova alimentam-se de facto de muitos dos corredores que se atrevem a desafiá-la, e os menos audazes e preparados por norma não escapam à sua dureza e ficam pelo caminho, experiência que vivi em 2015 ao 25 quilômetro.

 

Tenho um carinho muito especial por esta prova por ter sido a “minha” primeira ultra , em2014. Talvez não seja a melhor prova para nos iniciarmos nesta distância mas na altura não sabia no que me metia e fui destemido para a partida, apanhei logo 2 socos no estômago.

 

Este ano era diferente. Ainda tenho bem presente as memórias do ano passado em que fui forçado a desistir e sabia que iria ter que trabalhar e batalhar muito para atingir o meu objetivo, que era simplesmente acabar.

 

Por diversas vicissitudes pessoais os meus treinos de corrida têm sido muito reduzidos e sabia que sem treinar não podia exigir mais do que simplesmente tentar terminar o que iniciei em 2015. Com os pés bem assentes na terra estabeleci 3 objetivos:

  1. Terminar a prova em 8h-9h, o que seria na mina forma atual quase um milagre;
  2. Terminar em menos de 10h, o que veio a suceder;
  3. Simplesmente acabar a prova.

 

Consegui atingir 2 dos objetivos a que me propus, é verdade que não eram dos mais audazes, mas é preciso estar consciente das nossas limitações e capacidades.

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Não me vou alongar muito sobre a beleza da prova e dos seus trilhos pois é evidente e são muitos os registos que relatam a beleza e dureza da prova. Não é à toa que já é a 3ª vez que me aventuro por aqueles caminhos. Não é o estilo de prova que mais gosto, a verdade é que não se corre muito, vai-se correndo quando se pode, e não são muitas essas oportunidades. Alguma escalada, alguma corrida, aventura e muita caminhada.

 

Todos os anos afirmo que não volto mais e esse sentimento ainda dura alguns meses mas depois o apelo torna-se enorme e lá tenho que regressar para me desafiar. A organização é toda ela 5 estrelas e a feira abútrica  é simplesmente a melhor.

 

Em 2016 espero lá, ou talvez não, por vocês.

 

--

E tu, foste? O que achaste?

 

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Já partilhei convosco que adoro as nossas ilhas. Tanto a ilha da Madeira como os Açores que tive a oportunidade de conhecer o ano passado, são pérolas da natureza na Europa. Foi em Maio de 2015 que visitei os Açores pela primeira vez, no âmbito do Azores Trail Run (site oficial).  

 

Na sua primeira edição, esta prova superou todas as expetativas. Tive um azar durante a prova, pois caí e abri o joelho e as mãos mas não permiti que isso me tirasse o prazer de correr naquele lugar mágico (vejam o meu registo no Strava).

 

Foram 46 km que passaram por três vulcões grandes. Depois da Caldeira principal da ilha do Faial, tivemos direito a um percurso muito técnico e vistas e single tracks de cortar a respiração. Houve um troço lindo ao longo de uma levada, foi mágico, fez lembrar um dos meus trilhos preferidos na Lousã. Nunca me vou esquecer desse lindo troço. Embora me doessem as feridas nos joelhos e nas mãos, nos últimos 6 kms não queria mesmo parar, tinha entrado num transe. Entrei num modo automático, a desejar pelo vulcão dos Capelinhos. Descer do Vulcão até a meta foi de facto lindo. Uma imagem que jamais esquecerei, bem como o abraço dos meus amigos na meta.

 

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Foi uma das melhores provas na minha humilde experiência com provas deste tipo. Vários são os fatores que fizeram do Azores Trail Run um sucesso. Destaco, em primeiro lugar, a paisagem. Fiquei fã do Faial. Tanto pela tecnicidade dos trilhos como pela beleza e variedade da paisagem envolvente, desde vulcões áridos e secos à selva húmida com vegetação incrível. E as vistas… E as vaquinhas…

 

A prova em si foi extremamente bem organizada. O convívio e envolvência de acompanhantes foi muito bom.  Desde uma Tertúlia sobre Trail Running, Turismo, Desporto e Saúde; o “Carbono Zero”, uma iniciativa de plantação de árvores, à Pasta Party muito bem organizada na véspera, à festa de encerramento depois da prova com jantar incluído. Todos os eventos eram de livre acesso aos participantes e respetivos acompanhantes, criando um verdadeiro espírito de convívio para além da prova em si. A aposta internacional também foi um sucesso. Achei muito interessante conhecer pessoas de outros países que partilham a mesma paixão pelos trilhos, trocar experiências, planear desafios internacionais, conhecer novas marcas, etc. Também em termos de sinalização e abastecimentos não tenho nada a apontar. Era impossível perder-nos com tantas fitas e voluntários e nos abastecimentos tinha gente muito simpática e abastecimentos muito completos. Para mim, o cúmulo do Azores Trail Run foi a meta num cenário natural único, com um comentador, abastecimento final, cerveja e peixinho. Ah, e a bela da banhoca nas piscinas naturais do Vulcão dos Capelinhos foi TOP! Estava decidida que iria voltar a correr nos Açores.

 

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O Azores Trail Run, na ilha do Faial, será este ano no dia 28 de Maio com quatro provas: 10km, 22km,  48km e uma de 70km, e faz parte do circuito nacional de ultra trail. A prova maior, Trail Ilha Azul – Trail Ultra (70 km) contribui com 2 pontos Mont-Blanc® 2017 e o Faial Costa a Costa – Trail Ultra (48 km) com 1 ponto. Esta última é também pontuável para o Campeonato Nacional de Trail Ultra 2016.

 

Ainda o ano passado, depois da minha aventura no Faial, decorreu, pela mesma organização, o Azores Triangle Adventure, no final de Outubro.  O Triangle Adventure decorre nas ilhas do Pico, S. Jorge e Faial, uma etapa por ilha. Os atletas podem correr individualmente ou em equipa de 3 elementos. Através de amigos, soube que, embora as expectativas fossem muito elevadas, a organização não desiludiu em nada. Mais um evento de sucesso nas nossas ilhas. Na altura não estava fit. Tinha treinado pouco no Verão e estava já com os sintomas da anemia. Por isso, não foi aí que voltei às ilhas.

 

Para quem tem mais curiosidade pela ilha de São Miguel, temos o Ecologic Trail Run. Com uma filosofia ecológica na génese deste trail, este trail pretende proporcionar a todos os participantes uma experiência desportiva, num dos locais mais belos do mundo, os Açores - Ilha São Miguel - Ribeira Grande. A integração do Ecologic Trail Run Azores, no Circuito Nacional de Trail, da ATRP, vem confirmar o potêncial deste evento e bem como o nível de organização apresentado. O grau de dificuldade do trail será um pouco maior, pois haverá mais distância (aprox. 38kms) e mais desnível positivo (aporx. 1650m). Em simultâneo irá decorrer um trail mais curto (aprox. 15kms) e uma caminhada (aprox. 9kms). Esta prove decorre a 19 de Junho.

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Foi agora em Janeiro que a organização do Azores Trail Run anunciou o Columbus Trail. Que excelente notícia! O Azores Trail Run – Columbus Trail invoca a passagem de Cristóvão Colombo por Santa Maria, entre 18 e 28 de fevereiro de 1493, conforme ficou registado no diário de bordo do navegador.  A prova tem duas distâncias, uma maratona de 42 km em trilhos e uma ultramaratona de 77 km. Ambas as provas decorrem no sábado dia 27 de Fevereiro na Ilha de Santa Maria.

 

Eu já estou inscrita e ansiosa! Recomendo aos interessados marcarem o alojamento no Hotel Colombo. No ato da reserva todos os participantes terão que utilizar o seguinte codigo promocional de reserva COLUMBUS2016 para usufruírem de um desconto (E-mails directos para as reservas: sandra.rodrigues@colombo-hotel.com ou santamaria@colombo-hotel.com).

 

 

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Para as passagens aéreas, todos os inscritos terão 50% de desconto nas viagens pela SATA. As reservas devem ser efectuadas numa loja SATA ou Call Center. Atenção porque as reservas não são válidas através da internet! A SATA responderá num prazo de 72 horas (contacto: carina.franco@sata.pt).

 

Vemo-nos na Ilha de Santa Maria?

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Quantos km's tem o Trail de Bucelas?

por Filipe Gil, em 02.02.16

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Este ano na sua quarta edição, o Trail de Bucelas tem uma nova distância. Falámos com Maria José Couceiro do Grupo Bucelas Aventura que organiza esta prova de cariz solidário e que já entrou para o calendário nas provas de trail às portas de Lisboa - tanto que os dorsais estão esgotados há mais de duas semanas. Fiquem a saber qual a altimétria e, claro, a distância da prova.

 

Este ano o Trail de Bucelas tem apenas uma distância - para além da caminhada. Porque razão escolheram esta distância? 
Esta distância  (21km) resulta da média das últimas provas e pensamos ser uma distância acessível a todos, além disso e para conseguirmos integrar a caminhada, que nos tem sido solicitada em todas as edições, tivemos que optar por fazer uma prova de trail só com uma distância. A falta de apoios também tem dificultado bastante a organização que como já sabem é 100% voluntária.

 

Em termos de percurso, será muito diferente do feito o ano passado? Há novidades? Como serão as marcações?
Todos os anos tentamos variar para que os repetentes tenham sempre novidades e, também, para mostrar o mais possível a nossa região, embora haja sempre pontos coincidentes com a edição anterior. A grande novidade será a distância unica de 21 km no trail, e também uma caminhada/mini trail de 12 km. As marcações serão feitas com fitas brancas e vermelhas, com placas de mudança de direcção, marcações no pavimento, placas com a indicação de todos os quilómetros tanto para controlo da evolução da prova, para qualquer um saber em que quilometro se encontra, para no caso de algum incidente o socorro ser, assim, mais eficiente. Também existirão nos cruzamentos de estrada, que são pontos mais sensíveis a nível de segurança, forças policiais e elementos do staff para que não haja qualquer tipo de duvidas. Haverá ainda bombeiros distribuídos pelo percurso para todo o tipo de apoio necessário.


Quantos, e a que quilómetros, existiram os abastecimentos? Qual a altimetria da prova?
Existirão três abastecimentos no trail: ao km 7 , km 14 e chegada, todos de líquidos e sólidos.Já a caminhada terá 1 abastecimento ao km 7. Como já vem sendo tradição, teremos o famoso cacau quente para todos antes da partida.A altimetria será de 690 D positivo no trail e de 360 D positivo na caminhada. Temos alguns pontos que são já bastante conhecidos, por exemplo a travessia do rio Trancão e a cascata do Boição. 

Altimetria do Trail

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 Altimetria do Trail

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Quantos inscritos esperam para o trail e para a caminhada?
Inicialmente tínhamos aberto inscrições para 500 atletas no trail e 200 caminhantes, no entanto já ultrapassámos bastante esse número .Infelizmente e por falta de apoios não conseguimos aceitar mais inscrições.

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5. Como adjetivam este Trail, para aqueles que estão a pensar ir pela primeira vez?

Este é um trail bastante equilibrado em termos de desnível, com muitos single tracks, subidas não muito longas mas explosivas, alguma pedra solta e costuma ter uma convidada, se chover, que é já a nossa coqueluche: a nossa amiga lama, que traz bastante diversão... As razões para a estreia? Têm o esforço e empenho de muita gente para que todos os atletas se sintam sempre acompanhados e muito bem recebidos numa Vila que fica mesmo às portas de Lisboa e de fácil acesso para virem treinar ao longo do ano e é feito de e para amantes deste desporto. A juntar a isto, este é um evento 100% solidário que reverte na integra para uma instituição tão Nobre. Desta vez estamos a angariar dinheiro para equipar a nova ambulância desta corporação. Orgulhamo-nos de não nos lembrarmos dos Bombeiros só quando precisamos e sabemos que com a ajuda de todos estes atletas podemos estar a ajudar a salvar vidas.Por isso, OBRIGADO POR NOS AJUDAREM A AJUDAR e esperamos que se divirtam muito.

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Cá estamos novamente a trazer a lume Os Melhores da Corrida 2015. Infelizmente não conseguimos cumprir o prazo que tínhamos previamente estabelecido para lançar as votações e publicar os resultados e, por isso, pedimos desculpa. Assim com atraso de cerca de uma semana já temos as categorias a prémio apuradas, com a ajuda do nosso júri convidado, e assim vos disponibilizamos o Inquérito de Votação Final Melhores da Corrida 2015.

 

Todas as respostas deste inquérito são de carácter obrigatório e limitadas a uma resposta por pergunta. Façam-se "ouvir", votem!

 

Como já referimos as nomeações públicas passaram por um processo de apuramento para chegar até a esta fase final. Com o objectivo de nos ajudar a identificar o top 10 dos nomeados, decidimos colocar essa responsabilidade nas mãos de pessoas, seja a título individual ou como representante de um de um grupo, em que reconhecemos o seu interesse e contributo positivo na promoção da corrida, e a quem agradecemos desde já toda a sua disponibilidade, não só na sua participação mas também da forma proactiva como alguns elementos se envolveram neste projecto e o promoveram.

 

Assim os elementos que irão contribuir para a Votação do Júri são:

 

 

Paulo Pires - Treinos LunaresPaulo Pires - Treinos Lunares

O mais antigo treino convívio regular realiza-se há mais de 5 anos nas marés vazias do extenso areal da Costa de Caparica que ocorrem sempre em noites de Lua Cheia e de Lua Nova (cerca de 15 dias de periodicidade) por volta das 20h30. Um treino muito informal, baseado em tempo e não em distância (30 minutos em direcção à Fonte da Telha com mais 30 minutos de retorno), sem duvidas de percurso, permite que cada um adopte o seu próprio ritmo, inclusive a caminhar. Imprescindível e inigualável é o convívio pós treino onde se põe a conversa em dia enquanto se partilham os melhores petiscos que cada um confecciona, Muita proteína, hidratos, lípidos e as melhores castas permitem uma reposição imediata de nutrientes em que o mais importante é não abusar, sobretudo se o treino foi leve. 

Todos são bem vindos, principalmente os que mais se ajeitam na cozinha ou na garrafeira. Sabe tudo sobre estes treinos seguindo a nossa página no Facebook onde são criados os eventos que poderás aderir e partilhar. Aparece!

 www.facebook.com/treinoslunares

 

 

Bruno Rodrigues - Algarve Trail Running

 Bruno Rodrigues - Algarve Trail Running

Farense, nascido em 1981 e geólogo de formação, desde cedo percebeu que a conjugação entre a natureza/serra/montanha e o atletismo era o escape perfeito para a rotina do dia a dia.

Praticante de atletismo desde a adolescência, embora com uma longa pausa após a fase de estudante académico, foi em 2013 que voltou a descobrir o atletismo na vertente do Trail Running. Rapidamente percebeu a sua apetência para as ultramaratonas.  

Impulsionador da associação ATR – Algarve Trail Running, ocupa o cargo de Presidente da Assembleia Geral, mas assume igualmente o cargo de Director Técnico nas provas organizadas pela ATR (UTRP – Ultra Trilhos Rocha da Pena e Trail Ossónoba), assim como, em provas de outras organizações que solicitam a sua colaboração (Trail do Lince). 



 

Ricardo Pebre - GO Runners

Ricardo Pebre - GO Runners

Eis um denominador comum a um grupo de amigos, familiares e conhecidos, que se decidiram a formar um grupo de corrida. A corrida está na moda, mas a nossa paixão pela corrida já vem de há muito.

Da equipa Uns correm muito, outros já correram, uns começaram há pouco, uns trabalhadores da área da actividade física, outros nem por isso...

Preferências? Trail Running, se bem que dentro de uma equipa de 21 elementos é difícil não haver quem goste mais de estrada, ou de ambos.

 

 

 

 

 

 

Renato Barros - Montanha Clube Lousã

 Renato Barros  -  Montanha Clube Trail Running Lousã

O Montanha Clube apresenta-se como um clube de referência em Portugal, na organização de eventos/provas desportivas. É um clube sem fins lucrativos que nasceu em 1990 pelas mãos de João Bandeira, João Lopes e Pedro Barradas, todos eles com a paixão das motos todo-o-terreno. Desde logo, este Clube ficou marcado pelo lançamento de inovadores eventos, onde a preocupação era de proporcionar aos atletas emoções diferentes e colocar a adrenalina ao máximo. Exemplos desses eventos são as “12 Horas Telecel”, “Grândola 300” ou o “Caminho das Estrelas”, ambos competições de enduro que ocorreram na década de 90. Ainda nesta década, e de nível mundial, o Clube realizou o “Six Days Enduro 1999” e várias qualificações europeias do “Camel Trophy 1996-1998”. Passadas mais de duas décadas, e uma evolução enorme do desporto de natureza, até com o aparecimento de novas modalidades, o clube continua a marcar pela diferença, realizar desafios inovadores e até inéditos no mundo, tais como o “Tribike” ou o “Louzan Classic Enduro”.

A secção de Trail Running foi formada a 14 de Fevereiro de 2013 pelas mãos de Rui Carvalho, que nessa altura desafiou mais dois amigos (Nuno Braga e Gonçalo Ferreira) para a sua criação. A secção começou por ter seis elementos e atualmente fazem parte da equipa 20 atletas, de diversos escalões etários, que competem em provas do calendário nacional, mas também em algumas provas internacionais. A secção tem a seu cargo a organização de duas provas que têm vindo a conquistar o seu espaço no panorama nacional do Trail Running, o Louzan100 que é uma prova que consiste num quilómetro vertical entre a vila e o Trevim e que se realiza de dois em dois anos e o Louzantrail. Para além destas provas organiza ainda o “Louzan Night Runners” que se destina a dar a oportunidade a toda a população de ter um primeiro contacto com a modalidade. Com a Serra da Lousã como "nossa instalação desportiva", o Montanha Clube potencia um variado conjunto de emoções a todos os que nas suas atividades participam. Associado às emoções desportivas próprias das atividades que desenvolve, sejam elas na vertente de competição ou lazer, o Montanha Clube tem ao longo do tempo, demonstrado uma preocupação na dinamização turística do território onde se insere.

O Montanha Clube tem trazido à Lousã, nestes últimos anos, milhares de pessoas, que entre atletas, acompanhantes e comunicação social têm usufruído da Vila da Lousã, ficando assim também a conhecer os costumes, tradições e gastronomia dos lousanenses, contribuindo de forma bastante significativa para o turismo local.

 

 

José Guimaraes - De Sedentário a Maratonista

José Guimarães - De Sedentário a Maratonista / Corrida Nocturna Parque das Nações

Profissional de Marketing Digital e, depois de longos anos sem praticar desporto, descobriu a paixão pela corrida em 2011. Na altura, quando treinava para conquistar a sua primeira maratona, decidiu criar o site De Sedentário a Maratonista, como forma de partilhar os sucessos e dificuldades que encontrava nesse percurso.

Depois dessa meta atingida descobriu no Trail Running e nas ultra-maratonas uma paixão que nunca mais deixou e que ainda hoje o faz sonhar com novas e mais ousadas aventuras. Duas vezes "finisher" do UTMB - Ultra Trail du Mont Branc, pelo caminho criou também o grupo Corrida Noturna Parque das Nações, como forma de fazer chegar a mais pessoas o prazer que tem pela corrida e de as motivar a, também elas, perseguirem os seus sonhos. Porque a motivação também se treina!

 

 

Pedro Teigas - Tartarugas Solidárias

Pedro Teigas - Tartarugas Solidárias

As Tartarugas Solidárias têm por objectivo ajudar pessoas a iniciarem-se na corrida e ajudar aqueles que mais precisam, através da participação e organização de eventos solidários.

A t-shirt foi pensada para um evento solidário e iniciámos treinos regulares ao sábado no Jamor, numa altura em que treinos de grupo eram poucos e os que havia intimidavam novos atletas. A t-shirt chamava a atenção e começámos a ter novos pedidos, as pessoas aderiam à ideia e depressa o número de pessoas no treino cresceu, seguindo-se a inscrição da equipa em provas de estrada e trail, com número crescente de participantes.

Apesar de alterações ao treino inicial, como a mudança para Monsanto, continuamos a ter orgulho que muitas pessoas se iniciam no nosso treino, descobrindo que fazer exercício pode ser divertido e ao mesmo tempo fazer novos amigos.

 

 

 

Dênis Quadros - Athlon Esportes

Dênis Quadros - Athlon Esportes

Fundado em 2006 por Dênis Quadros, a Athlon Esportes é um projeto que assume como sua principal missão “Promover a excelência da qualidade de vida e do desempenho através da orientação e prescrição de exercício físico de forma ética, personalizada e específica.” Com isto tem desenvolvido programas de apoio técnico em especial a atletas e praticantes de corrida no sentido de que acreditamos que um acompanhamento personalizado é melhor do que programas genéricos. Porque acreditamos que um  treinador é um parceiro de confiança em sua busca para ser melhor.

Acreditamos que  todos os corredores merecem a mesma atenção pessoal e conselhos específicos de especialistas com um vasto leque de experiências, da mesma forma como os melhores corredores do mundo recebem. 

Neste momento para o público amante da corrida temos um programa de formação presencial Athlon Runner’s e um programa de apoio técnico online Athlon  Online. Ainda sim, no Centro de Treino da Athlon Esportes os atletas contam com uma estrutura profissional capaz de acolher desde o praticante recreativo até atletas profissionais de alto rendimento.

 

 

AntonioPedro - Trail da Salamandra

António Pedro - Trail da Salamandra

Os treinos da Salamandras começaram em Abril  de 2013, semanalmente com poucas interrupções. Fui eu que criei a coisa, para me obrigar a correr durante a semana. A ideia era juntar alguns amigos com quem já corria pela serra à noite e cativar alguns “estradistas” para o trail, e também quem não conhecesse a serra de Sintra ou não estivesse habituado a correr por ali de noite. O fenómeno das redes sociais / FB tratou do resto.

O nome surgiu por ter feito um nocturno de BTT umas semanas antes e a serra estar cheia de salamandras. Curiosamente, quando começaram os treinos só apareciam sapos, só vimos uma salamandra isolada no 3º e depois só quando começaram as chuvas… agora são demais, chega a ser difícil evita-las nalguns trilhos! Todos são bem vindos, não há um ritmo pré-determinado. Vamos fazendo o percurso todos juntos e parando ou abrandando para os últimos recuperarem sem partir o grupo. O mais apressados esperam mais um pouco, vai-se mantendo a conversa em dia! 

É importante estar atento à convocatória de cada semana e verificar a distância e dureza previstas, para não ser surpreendido. O trail não é necessariamente mais difícil que uma corrida em estrada, é sim muito diferente.

 

 

 

JoaoCampos - PAVNESCJoão Campos - Porque a Vida Não É Só Corrida (PAVNESC)

43 anos, natural de Lisboa. Autor do blogue Porque a vida não é só corrida (http://www.pavnesc.com) é corredor habitual em provas de trilhos e de estrada.

Criador e guia nos treinos "Escadinhas & Subidinhas" e "Vai tudo abaixo". Entre outros projectos, dinamiza também, ocasionalmente, o projecto Corredor do BUS (http://www.corredordobus.com).

 

 

 

 

Joao Ralha - Run4Fun

João Ralha - Run 4 Fun

A ideia inicial nasceu do encontro, numa corrida em Dezembro de 2007, de duas pessoas que tinham em comum o facto de darem, como complemento da sua actividade profissional na área da Gestão, aulas em cursos de executivos numa conhecida faculdade de Gestão, em Lisboa. Um deles mais velho, com perto de 50 anos (o João Ralha) e alguma experiência de corridas pedestres, tendo corrido algumas meias -maratonas. O outro com perto de 40 anos (o Paulo Gonçalves Marcos) e pouca experiência anterior de corridas pedestres. Mas ambos com vontade de evoluírem e com algum espírito competitivo, reconhecendo a necessidade de, juntos, poderem conseguir mais do que sozinhos. No dia 2 de Julho de 2008, o Paulo, que treinava com o António Eusébio, e o João Ralha e companheiros, que treinavam na zona do Parque das Nações em Lisboa, decidiram fundar ali um grupo amador. Nasceu oficialmente o Run 4 Fun®! Saiba mais em http://www.cluberun4fun.com/

 

 

 

Joao Almeida - Scalabis Night Runners

João Almeida - Scalabis Night Runners

Os SNR surgiram em Setembro de 2009 através de um treino de três elementos (Nuno Lima, David Ferreira e Luís Ferreira), sendo na altura apenas um deles atleta, por assim dizer. A ideia de correr pelas ruas do centro histórico da cidade, percorrendo todos os magníficos miradouros do planalto da cidade, teve origem no nosso fundador Nuno Lima, a quem carinhosamente apelidamos de "Capitão Lima", por ser na verdade o nosso fundador.

A ideia do nome "Scalabis Night Runners" surgiu naturalmente, numa troca de ideias em pleno treino e por refletir aquilo que fazemos: os scalabitanos que invadem a noite a correr pelas ruas mais emblemáticas da cidade. Gostamos de correr à noite, nas ruas do centro histórico, de preferência iluminadas pela nossa presença. Já ninguém na cidade é indiferente à nossa presença, religiosamente semanal, percorrendo as ruas da cidade.Somos essencialmente um grupo de amigos, que têm duas paixões em comum: a corrida e a magnífica e histórica cidade de Santarém.

Encontramo-nos para treinar todas as quartas-feiras às 21h30. Temos uma característica muito própria, que é o facto de o nosso grupo ser bastante heterogéneo, constituído por pessoas com experiências pessoais e profissionais bastante distintas. E o melhor que retiramos desta experiência são os laços de amizade que se foram construindo entre vários elementos do grupo. Essa é a nossa maior riqueza. O nosso lema é: "A nossa casa é a vossa casa". Adoramos receber elementos novos. Fazemos questão de receber bem e integrar da forma mais acolhedora possível todas as pessoas que aparecem pela primeira vez.

 

 

Miguel Melo - Coimbra Trail Running

 Miguel Frutuoso e Melo - COIMBRA TRAIL RUNNING

O Coimbra Trail Running é um grupo de corrida, na vertente do trail (corrida de montanha), que nasceu em Dezembro de 2013, com o objetivo de ser um ponto de encontro dos amantes desta modalidade da zona de Coimbra. Passado pouco mais de um ano, o CTR conta com cerca de 100 elementos activos, que integram os quatro treinos conjunto realizados semanalmente e participam, em representação da equipa CTR, em diversas provas. 
Durante a semana (Terça-feira, Quarta-feira e Quinta-feira), os treinos têm lugar nas ruas da cidade, na Mata Nacional de Vale de Canas, ou num formato mais específico com uma personal trainer. Ao fim-de-semana, deslocamo-nos às serras mais próximas (S. Estrela, S. Lousã, S. Sicó , S. Boa Viagem, etc.). 
Formalizado como clube desde o final de 2015, contamos já com cerca de 100 sócios, o que nos leva a crer estar a trabalhar da direção correta.  Os nossos atletas têm participado em inúmeras provas nacionais e internacionais, destacando-se a nível coletivo e individual.
 
 
 

Carlos Braga - Cães d'Avenida

Carlos Braga - Cães d'Avenida

Os Cães d´Avenida foram formalmente criados no dia 16 de Julho de 2013 e têm a sua sede no Porto.
 
Têm, neste momento, mais de 150 associados. A sua missão é organizar, promover, dirigir e incentivar a prática do Atletismo, designadamente a prática da corrida, em todas as suas modalidades!
 
Actualmente sou Vice-Presidente dos Cães D'Avenida. O fundador foi o João Pedro Espregueira.

 

 

 

 

 

Nuno Abilio - AMCF Arrábida Trail

Nuno Abílio - Projecto AMCF-Arrábida Trail Team

O Projecto AMCF-Arrábida Trail Team que dá agora os primeiros passos, foi desenhado com o objectivo de unir .... ainda mais um grupo de amigos/atletas amantes do Trail Running que treina regularmente na Serra da Arrábida e que percorre o pais e o mundo em busca de novos desafios. 
 
É nosso objectivo também representar, dinamizar e contribuir para a divulgação da nossa beleza natural - Serra da Arrábida e assim contribuir para o crescimento sustentável da prática do desporto e especificamente do Trail Running na nossa zona e no nosso Pais (para isso nada melhor que iniciar o projecto com a organização de eventos de Trail Running e Caminhada - Trilhos do Javali).

 

 

 

Pedro Conceição - Monsanto Running Team

Pedro Conceição - Monsanto Running Team

Grupo de Amigos que gosta do trail pelo trail. Tem como denominador comum, terem-se conhecido a treinar em Monsanto e/ou Sintra.

No Laboratório da "Hora do Esquilo" está o segredo da sua União. A Equipa não anda no Trail pela competição, mas... sempre que tem um dorsal, é para suar a Camisola!

 

 

 

 

 

 

 

Na próxima segunda-feira, publicaremos os resultados das duas Votações. Fiquem atentos!!

Até lá... votem!

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As novas sapatilhas de amortecimento da Puma

por Filipe Gil, em 01.02.16

 

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Depois de apresentados, no ano passado, os Ignite, a Puma lança agora os Ignite Ultimate. As diferenças entre os "normais" Ignite é este novo modelo estão à vista: altura superior entre solas para, segundo a marca "proporcionar maior e mais duradoradou amortecimento", para além do tal retorno de energia a cada passada já prometido no modelo Ignite. Ou seja, uma sola maior a "atirar" para o maximalismo tão em voga hoje em dia. 

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 De acordo com a Puma estas sapatilhas forma pensadas para "aumentar o tempo e distância da corrida com o menor desgaste possível", ou seja, uma alternativa da marca para longões.

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 Segundo informação da Puma, a configuração dos Ignite permite que a sapatilha comprima durante o tempo de repouso e que, de seguida, retome o retorno de energia. Para além disso, a espuma IGNITE,  é composta por  três camadas, proporcionando, ao que diz a Puma "todo o conforto e respirabilidade, ao mesmo tempo que permite uma réplica perfeita do passo natural de corrida, através de ranhuras de orientação que vão do calcanhar até aos dedos".

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Como curiosidade, ficámos a saber que o Usain Bolt irá usar este modelo nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (provavelmente adaptado à corrida em pista).


Na crew estamos muito curiosos para experimentar este modelo, comparar os Ultimate com os Ignite, que já testamos e dar-vos conta disso. Fiquem atentos!

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Queres correr? Então anda cá...

por Liliana Moreira, em 31.01.16

Sem desculpas e para todos os gostos... os treinos mensais do Correr na Cidade não param! 

Relembramos apenas que os mesmos são guiados e não organizados, sem seguro colectivo, pelo que cada participante é responsável por si próprio. E são "grátes"... basta aparecer! Vem connosco... e traz um amig@!

 

 

 

PIMP YOUR MUSCLES
Data: 4 de Fevereiro, quinta-feira
Ponto de Encontro: à porta do Fórum Lisboa (Av. de Roma)
Hora de Encontro / Partida: 19h15 / 19h30
Distância / Duração (aprox.): 60 min
Tipologia de treino: funcional para corredores
Não esquecer: hidratação
Guias Correr na Cidade: João Gonçalves, Liliana Moreira e Bo Irik
Confirma no Facebook a tua presença!

 

 

 

 

SUBIDAS DO RESTELO
Data: 12 de Fevereiro, sexta-feira
Ponto de Encontro: Estação CP Algés (lado terra)
Hora de Encontro / Partida: 19h30 / 19h45
Distância / Duração (aprox.): 7km / 60 min
Tipologia de treino: treino de subidas em modo city trail
Não esquecer: hidratação
Guias Correr na Cidade: Natália Costa, Bo Irik, Sara Dias e Rui Pinto
Confirma no Facebook a tua presença!

 

 

 

 

DON'T STOP TILL YOU DROP
Data: 20 de Fevereiro, sábado
Ponto de Encontro: Estação CP Algés (lado terra)
Hora de Encontro / Partida: 9h15 / 9h30m
Distância / Duração (aprox.): 20km / 2h30 (máx)
Tipologia de treino: estrada
Não esquecer: trazer uma barrita ou gel energético
Guias Correr na Cidade: Luís Moura e Filipe Gil
Confirma no Facebook a tua presença!

 

 

 

 

GET BACK ON TRACK
Data: 23 de Fevereiro, terça-feira
Ponto de Encontro: INATEL - Parque de Jogos 1º de Maio (Av. Rio de Janeiro)
Hora de Encontro / Partida: 19h15 / 19h30
Distância / Duração (aprox.): 60 min
Tipologia de treino: velocidade e/ou técnica de corrida em pista
Não esquecer: hidratação
Guias Correr na Cidade: Liliana Moreira, Luís Moura e Pedro Tomás Luiz
Confirma no Facebook a tua presença!

 

 

 

 

INTO THE WILD
Data: 27 de Fevereiro, sábado
Ponto de encontro: Parque de estacionamento do Parque do Penedo
Hora de Encontro / Partida: 9h45 / 10h00
Duração (aprox): 60 min
Tipologia de treino: trail
Não esquecer: sapatilhas de trail (obrigatório), hidratação e telemóvel
Guias Correr na Cidade: Nuno Malcata, Luis Moura e Filipe Gil
Confirma no Facebook a tua presença!

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"Toda a gente tem medo dos Abutres!"

por Filipe Gil, em 30.01.16

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 (foto retirada do site da prova)

 

Tem hoje lugar, em Miranda do Corvo (perto de Coimbra) a Edição de 2016 dos Trilhos dos Abutres, umas das provas mais "temidas"  e mais emblemáticas em território nacional. Reconhecida pela sua dureza, pelos trilhos técnicos e pela abudância de água e lama (a que muitos corredores chamam carinhosamente de "Nutella"), é uma das provas que todos os corredores têm curiosidade. Mesmo aqueles que acham os "Abutres" são mais uma prova de sobrevivência e dureza do que uma prova de corrida. Críticas à parte, ninguém fica indiferente a isto. Aliás, foi o mote de um artigo sobre trail running que escrevi para a Notícias Magazine, faz agora precisamente um ano (podem ler ou voltar a reler e opinar sobre o mesmo).

 

Pessoalmente, nunca a fiz. E apesar de não se enquadrar no tipo de provas que gosto de fazer, sei que mais ano menos ano vou lá parar (apesar de olhar para o gráfico e sentir uns calafrios). Seja para a prova mais curta (25K) ou para os 50K. Gosto muito da Serra da Lousã, se bem que a quantidade de água e trilhos técnicos fazem-me engolir em seco. Mas, quase como está estipulado na "cena" do trail running nacional: trailer que não faz Abutres, não é trailer. Passe o exagero. 

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Uma das coisas boas desta prova é que, segundo tenho tomado nota, de ano para ano a organização está mais profissional e é, sem dúvida, uma das mais bem organizadas em Portugal. Este ano decidiram transmitir em direto a prova, via Internet, via You Tube. A partir das 7 da manhã deste sábado podem ligar-se. Isto, é de facto, com diz a organização, elevar as provas de trail running a outro nível. 

 

Para nós, CNC, vai ser interessante seguir a prova, ver os nossos amigos dos trilhos e claro, seguir as passadas rápidas dos quatro elementos da crew que irão estar presentes: a Bo Irik, a Sara Dias, o João Gonçalves e o Tiago Portugal. Todos estreantes, excepto o Tiago que participa pela 3ª vez consecutiva. Perguntei-lhe quais as expetativas para a prova de hoje.

 

Bo Irik: "Lembro-me bem de um treino em Fevereiro de 2014 com o Pedro Tomás Luis. Ele tinha acabado de chegar dos 50km da prova dos Abutres. Para já, o mundo das ultra-maratonas ainda era desconhecido para mim, e achei incrível uma pessoa percorrer 50 e tal km na serra, sem parar. Estava fascinada! As descrições sobre a beleza e agressividade da Serra da Lousã impressionaram-me. Desconhecia esta forma de superação física e mental tão íntima com a natureza. Foi então que ganhei um enorme respeito e curiosidade pelos trilhos dos Abutres. No ano seguinte ainda não me atrevi a inscrever-me. Assustava-me a ideia da prova ser em janeiro quando as condições climatéricas na Serra poderiam (e foram) ser muito severas. Foi em outubro do ano passado, quando fui a Miranda do Corvo participar nos 25km do AX Trail, que decidi inscrever-me nos Abutres. Estava apaixonada pela Serra e confirmou-se que gosto muito de trilhos difíceis e técnicos.É então este ano que irei participar nos Abutres, na prova dos 25 (ou 27) km. Em termos de expectativas, só tenho uma: desfrutar da viagem. Não quero preocupar-me com o tempo ou com TOP 10’s. Quero sentir e viver a Serra". 

 

João Gonçalves: “Toda a gente tem medo dos Abutres” – é esta a frase que todas as pessoas que andam neste mundo do trail como eu, já ouviu… E como toda as pessoas, eu também tenho medo dos Abutres! Não sei qual a razão dos outros. Eu tenho as minhas, tenho medo por ser a primeira vez que vou fazer esta prova, tenho medo pela exigência da mesma e sim tenho medo por aquilo que se lê e ouve sobre esta prova e a dureza e dificuldade da mesma. Tudo isto são fantasmas. Fantasmas que os vou levar comigo até ao tiro de partida e que os transformarei em apenas em respeito pela prova ao iniciar os 50km desta aventura. Com o objetivo de prova de chegar “Bem” ao fim, sendo que “Bem”, é primeiro que tudo, chegar e depois, chegar de sorriso na cara e sem problemas físicos a lamentar. Até lá vou-me concentrando em questões como: O que vou levar calçado? Levo bastões ou não levo? Como estarão as condições meteorológicas? E a procura da resposta a estas questões leva-me afastar os pensamentos e receios, aqueles que levam as pessoas a dizer - “Toda a gente tem medo dos Abutres”.

 

ASara Dias, que irá fazer a primeira prova como membro do Correr na Cidade, disse que "o Trail dos Abutres é aquela prova mítica que todos querem fazer, apesar de todos de uma maneira ou outra saberem que é caracterizada pela dureza da mesma. Inicialmente inscrevi-me e quis o destino que não fosse selecionada, por um lado fiquei desiludida mas tenho de confessar que respirei de alivio, não sabia se estaria preparada para aqueles 25K de aventura. Alguns elementos da Crew foram selecionados, estava combinado que iria com eles para apoiar. A duas semana da prova, encontro quem me vende um dorsal para a prova, sem pensar muito, compro. Afinal de contas, esperar por quem está a fazer uma prova desta envergadura também não é nada fácil, pelo menos para o meu sistema nervoso.Para mim o nervoso miudinho começa logo na preparação logística para a prova, que sem conseguir controlar aumenta até ao tiro de partida.

 

Não posso negar, vou para Miranda do Corvo com algum receio, para mim é totalmente desconhecido baseio-me apenas naquilo que vou ouvindo daqueles que já lá vão por diversas vezes. O certo é que na preparação penso no frio que posso passar, na lama, no material que não me posso esquecer e levar a mais não faz mal nenhum. Quero desfrutar desta prova e divertir-me, anseio pela chegada á meta sem lesões e orgulhosa pelo meu feito, apta para receber com um grande sorriso e abraço os que cumprem os 50K".

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 Aqui o Tiago Portugal com o Pedro Tomás Luiz e o Stefan Pequito depois de terminarem a prova em 2014


E por fim, mas não menos importante, o Tiago, que irá fazer a prova pela 3ª vez consecutiva. Indica que: "Foi em 2014 a minha 1.ª Ultra, fui com o Stefan Pequito e Pedro Tomás Luis, custou-me muito. O meu primeiro "abre olhos" para o que eram as Ultras e a dureza disto. Conheci amigos que ficaram e com os quais irei participar pela 3ª vez na prova. O ano passado não me correu bem e lesionei-me cerca do km 25. Não acabando a prova. Este ano, vou sem grandes expectativas, apenas superar-me e saber se ainda sou capaz, depois de nos últimos meses ter tido dificuldades e constrangimentos nas provas em que entrei.

 
Quero acabar, sem lesões, saber que ainda sou capaz e dar o meu melhor, gritar de alegria e raiva no final. Gosto, mas uma prova desta natureza custa acabar, e em determinadas alturas custa mesmo muito. As forças acabam e só nos resta confiar em nós e seguir em frente, um passo de cada vez. Estou se calhar mais nervoso hoje do que da 1ª vez, isto porque já sei ao que vou e não será fácil. Custa mais sabendo as dificuldades que poderei encontar".
 
A estes 4 corredores e a todos os outros que o dia de hoje seja de glória e que se divirtam muito a fazer os kms dos Abutres.

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Território CC: o circuito do centro do país

por Luis Moura, em 29.01.16

 percurso_03Decorreu no passado dia 16 Janeiro a primeira etapa da terceira edição do Território - Circuito Centro, um conjunto de quatro provas organizadas pela Horizontes e que nos leva a percorrer várias zonas fantásticas do centro do país.A primeira etapa decorreu em Proença-a-Nova e com um tempo brutal para a pratica do trail dada a altura do ano, o feedback foi fantástico.


Na prova maior o vencedor foi o Luís Mota com o tempo de 3.49h para percorrer os 49km da prova e na versão mais curta de +20km o vencedor foi o António Silvino com o tempo de 2:12h.

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De referir que o António Silvino ganhou as ultimas nove etapas consecutivamente do Circuito Centro, demonstrando uma vitalidade, velocidade e gosto por este tipo de provas acima da média. No setor feminino, a vencedora foi a Sónia Tubal com 4.49h e 10º da geral absoluta, e na versão curta a vencedora foi a Anabela Duque com 2:35h, 9º da geral absoluta.

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podio_homens_curto

Para sabermos melhor como foi esta etapa, fomos fazer algumas perguntas a Rui Pires, atleta regular nos treinos Hora do Esquilo em Lisboa e que normalmente corre pela sua equipa oficial em provas, os Georunners. rui_05

Luís Moura - O que te levou a ires correr a Proença-a-Nova e também na próxima etapa ?
Rui Pires - Estou inscrito nas quatro provas do circuito para fazer kms em prova como preparação para o MIUT (Madeira Island Ultra Trail)


LM- Qual o teu feedback da organização ? o que achas que correu bem no evento ?
RP- Achei que a prova tinha globalmente uma boa organização, no entanto tenho três reparos a fazer:  a quilometragem não estava correcta (n.r. - esta queixa é geral), incluindo o local dos abastecimentos, algumas marcações não estavam suficientemente claras e posicionadas e o banho gelado nas instalações sanitárias

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LM - Como foi regressar a provas depois de vários meses de recuperação de uma lesão prolongada?
RP - É sempre uma óptima sensação participar em provas, mesmo sendo encaradas como treino existe sempre aquela adrenalina própria de uma competição e toda a envolvente.

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LM - Algum feedback de melhorias que queiras deixar para a Horizontes ?
RP- Penso que resolvidas as questões acima indicadas, que penalizam sempre uma organização, nada de especial tenho apontar.

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Podem consultar mais informação da prova em Territoriocc. A segunda etapa realiza-se já no dia 6 de Fevereiro em Vila Velha de Rodão. Podem consultar aqui o mapa das restantes 3 provas do circuito :


06 Fev - 2 etapa : Vila Velha do Rodão
12 Mar - 3 etapa : VILA DE REI 
09 Abril - 4 etapa : Castelo Branco 

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Abastecimento TCC etapa 40 Km. Associação da Aldeia dos Cunqueiros:

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Caldo Verde, filhós, broas de Mel, água, fruta, refrigerantes, vinho e aguardente de Medronho para combater o frio.abastecimento_02

 Fotos tiradas durante o percurso. Portugal nesta altura é fantástico de se percorrer.

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 Embora lá percorrer estas serras maravilhosas de Portugal!

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