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Em primeira mão! A Puma partilhou connosco algumas imagens da coleção Outuno/Inverno 2015 dedicada à corrida. Dos mais minimalistas Faas 100 e 300 aos modelos com mais amortecimento, os Faas 500 e 600. Este estação a Puma também apresenta um modelo mais maximalista - o Faas 1000. E ainda a nova apost da marca, os IGNITE que já tivemos a oportunidade de experimentar

O que acham do design da Puma para o calçado da estação que aí vem?

 

Senhora

Faas 300

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Faas 500 Trail

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Wns_Faas_500_v4.jpegFaas 600

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Ignite Mesh

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 Ignite ProKnit

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Homem

 Faas 100

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 Faas 300 V4

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 Faas 500 Trail V2

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 Faas 600 V3

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 Faas 1000

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 Ignite MESH

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publicado às 08:30

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Por Nuno Malcata

 

Férias não significa necessariamente paragem na vida saudável, embora no meu caso férias costumem ser sinónimo de ócio, gula e muita preguiça.

 

Contrariando esta tendência natural, aceitei o convite do CASCADE WELLNESS & LIFESTYLE RESORT em Lagos para conhecer o resort e o seu programa "Luxury Fitness Holidays", um programa com acompanhamento em 3 áreas,  fisioterapia, nutrição e fitness, com pré-avaliação em cada uma das áreas e apoio personalizado nas sessões de exercício indoor no ginásio ou outdoor.

 

Cheguei a Lagos com a minha mulher Joana na sexta e fomos muito bem recebidos no Cascade desde o check-in, ao quarto detalhadamente preparado, a com um fantástico Gin feito pelo Barman Bruno no bar onde relaxámos num final de tarde muito tranquilo.

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Terminámos estas primeiras horas no Cascade com o jantar no restaurante Senses. Uma das áreas cruciais do programa é a nutrição e esta é especialmente preparada com a assinatura do Chef Luís Batalha, além de nutritiva e equilibrada é deliciosa.

 

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Para sábado estavam reservadas as componentes de avaliação e um bootcamp.

 

O dia começou bem cedo: conhecemos o PT Michele Mellone e a sua equipa, e enquanto aguardei pela hora das minhas avaliações passeei pelo resort, ficando a conhecer as várias áreas de lazer, e aproveitámos para relaxar um pouco junto à piscina do Spa.

 

Feitas ao final da manhã as avaliações de nutrição, fisioterapia e física com especialistas em cada uma das áreas para perceber como seria efetuado o programa para a semana, percebi que a dedicação da equipa é grande e vital para os resultados obtidos por quem procura este programa.

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Para o final da tarde o PT Michelle Mellone e a sua equipa prepararam para o grupo um bootcamp outdoor com 2 partes. A primeira no relvado dos campos de futebol do resort, campos normalmente utilizados em estágios de equipas profissionais como foi o caso recente do Aston Villa de Inglaterra, onde fizemos aquecimento com corrida e exercícios seguido de um exigente percurso de obstáculos. A segunda parte do bootcamp teve lugar no ginásio do resort, o CASCADE GYM BY AXN CLUB 100, com o grupo dividido em 2 areas com diversas estações onde a equipa explicou cada uma das estações. Fizemos cada uma das áreas executando o exercício de cada estação durante 30s com uma paragem entre cada uma de 20s, no final estava arrasado mas com um sorriso bruto de satisfação. O bootcamp terminou com uma sessão de alongamentos pela responsável da área de fisioterapia, sessão que fez o retorno à calma da melhor forma.

 

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O dia terminou com mais um cuidado e delicioso jantar no restaurante Moods.

 

No Domingo, a manhã ficou reservada para a componente mais relaxante do programa com uma massagem no Tanai Spa, um último mimo num cuidado programa, num resort com uma qualidade acima da média, onde a atenção ao cliente é permanente. 

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Um fim se semana que deu a mostrar um pouco do que se pode encontrar no programa Luxury Fitness Holidays, que não estando ao alcance de todos, fará com certeza diferença para aqueles que dele possam usufruir, eu no meu caso adorava voltar para o programa completo. 

 

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publicado às 08:00

IMG_1520.JPGModelo: Pearl Izumi E:Motion Trail M2

Testado por: Tiago Portugal

Características pessoais: Pronador, com maior preponderância no membro inferior direito, peso médio e com um arco plantar elevado.

Condições de teste: Mais de 150km percorridos nos trilhos de Monsanto e Sintra. Descidas e trilhos com partes mais técnicas e treinos mais rápidos em terra batida com algumas secções feitas em estrada. Treinos maioritariamente entre 10-20km com 2 treinos de mais de 4 horas, 25-30km.

 

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 A Pearl Izumi é uma das marcas que sempre me despertaram maior curiosidade pelo seu design apelativo e características dos vários modelos.

 

Em Portugal é uma marca que já tem alguma visibilidade no ciclismo e que está finalmente a começar a apostar no mercado da corrida com a venda de alguns modelos. Já está disponível em algumas lojas do norte do país e brevemente irão poder ver e experimentar alguns modelos na região de Lisboa e arredores.

 

Os Pearl Izumi E:Motion Trail M2 testados foram gentilmente cedidos pela Sociedade Comercial do Vouga, distribuidor oficial da marca em Portugal e o conteúdo do texto reflete uma opinião pessoal relativamente ao modelo testado.

 

150km depois será que os Pearl Izumi passaram no teste? Sem dúvida que sim, foram uma agradável surpresa.

 

Um modelo muito confortável com um rendimento bom em quase todos os pisos e que rapidamente me transmitiram confiança para correr sem medo. Entraram na minha rotação de sapatilhas e serão a minha escolha para provas e treinos até 25-30km. Será o modelo que irei utilizar nos 25km do Trail de Óbidos dia 1 de agosto.  IMG_1518.JPG

 Design e Construção

 

Como já referi, uma das características que mais me fascinam nos modelos da Pearl Izumi é o design. Gosto muito do formato dos vários modelos e acho que a combinação de cores é muito bem conseguida. Este modelo não foi exceção, a parte superior é em 2 tons de cinzento com pormenores azuis e laranjas. A sola é ao longo de toda a sapatilha laranja com a exceção de uma parte azul que percorre a sola desde o calcanhar até à proteção dos dedos. O logo da marca esta situado na zona lateral externa também ele em tons laranja. Nenhum pormenor foi deixado ao acaso e até os atacadores são azuis. Em termos de formato não têm aquele aspeto de sapatilha típica de corrida e parecem-se mais com um modelo casual. A Pearl Izumi não deixa nada ao acaso como comprova a qualidade do material e dos acabamentos deste modelo, que são extraordinários. Os atacadores deste modelo tem um formato diferente do usual, não são retos e direitos mas tem zonas ovais mais saídas que tem como propósito manter seguro o aperto das sapatilhas. Tudo pensado portanto.

 

Mais de 150km depois com exceção de uma parte de EVA que está exposta na sola não se nota nenhuma marca de uso ou degradação dos materiais.

 

Em termos de design e construção nota muito positiva para os Trail M2 desta marca japonesa.

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Estabilidade e Aderência

 

Da mesma forma que a Pearl Izumi utiliza números para identificar os vários níveis de amortecimento também utiliza as letras N, M e H para facilmente se saber se o modelo contém características que dão maior estabilidade e suporte.  

 

Neste caso o M significa Midfoot Stability ou seja estabilidade do meio pé, um modelo produzido para os corredores que pretendem um sapato dinâmico mas que ofereça estabilidade e algum suporte.

 

Eu sou pronador, com maior preponderância do pé direito, e à medida que vou ficando cansado essa tendência aumenta. Por norma para a prática de trail não acho que o controlo de pronação seja factor essencial e não é algo que influencie a minha escolha.

 

No entanto, este modelo apesar de não específico para pronadores tem características que dão um maior suporte e estabilidade em caso de necessidade. Na região intermédia a densidade da sola é diferente e muito maior o que permite um aumento estabilidade.

 

A zona do calcanhar está reforçada com 4 tiras azuis que garantem uma maior estabilidade ao mesmo tempo que limitam os movimentos laterias e mantêm o calcanhar preso. Em terrenos irregulares os pés não balançam tanto e o movimento interior e exterior é reduzido. A palminha utilizada tem uma copa para o calcanhar assentar e ficar bem seguro.

 

Em termos de aderência não tive problemas em nenhum tipo de terreno. Os tacos não são muito proeminentes, sensivelmente 3mm, e em terrenos mais técnicos poderemos sentir mais dificuldades e apesar de não o ter testado creio que terrenos molhados e lama podem não ser os ambientes mais indicados para usufruir de todas as capacidades deste modelo. É um modelo pensado mais para trilhos americanos, com mais terra batida e menos técnicos do que os trilhos europeus, mas para 95% dos trilhos onde costumo correr são mais do suficientes e transmitem segurança a nível de aderência. Não seriam a minha escolha para o Trilho dos Abutres ou a Serra D’Arga mas para o Piodão ou o Monte da Lua não hesitaria em utilizá-los.

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Conforto

 

O conforto é outro ponto forte deste modelo. Muito confortável à saída da caixa ou seja desde a primeira utilização. O seu ajuste é perfeito e o número corresponde, o 43, 27,5cm (número que habitualmente uso) assentou-me na perfeição. O formato desta sapatilha alarga na região da frente o que permite uma grande liberdade dos dedos do pé, pormenor que valorizo sempre ao escolher um modelo.

 

A região do calcanhar fica bem segura e sentimos que os Trail M2 envolvem todo o pé mantendo-o seguro mas sem apertar em demasia.

 

A região superior é uma das melhores partes desta sapatilha e é uma das características distintivas da marca sendo um fator de diferenciação relativamente à concorrência.  A parte superior não tem costuras e passando a mão por dentro não sentimos mesmo nada. As camadas que suportam a língua e os atacadores são termoseladas, assim como o logo da marca. A língua está presa só na frente mas apesar disso não se movimenta lateralmente. E feita de uma material esponjoso e não sendo muito grossa permite que fique bem colada e não deixe entrar detritos.  

 

Os últimos treinos de junho e os treinos de julho foram feitos em ambientes muito quentes mas em nenhum momento senti o pé a aquecer em demasia e e a malha deste modelo permite uma boa ventilação.

 

Por motivos climatéricos, e ainda bem, não testei a impermeabilidade e a secagem deste modelo sendo que não me posso pronunciar sobre essas características.

 

Tirando a rigidez inicial da rock plate foram umas sapatilhas que imediatamente me transmitiram boas sensações e confiança. Não me causaram nenhuma bolha nos pés nem nenhuma irritação ou sensibilidade. Tenho no pé direito algumas zonas mais calejadas e que facilmente ganham bolhas se a sapatilha não estiver mesmo à medida. Não foi o caso e passou este teste com distinção.

 

Na frente temos uma proteção para os dedos do pé, em azul, que evitam uma unha negra em caso de atingirmos algum obstáculo, a eficácia esta diretamente relacionada com o tamanho do objeto que atingimos, pedras e galhos grandes magoam na mesma.

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Amortecimento

 

Na preview deste modelo mencionei que a marca Pearl Izumi utiliza nos seus modelos os números 1 2 e 3 que permitem identificar o nível de amortecimento de cada uma das suas sapatilhas, (1=mínimo, 2=moderado;3=máximo).

 

A nível de amortecimento para mim este modelo está mesmo no ponto certo, conseguimos manter a sensação de contato ao chão e sentir onde pomos o pé e o que pisamos ao mesmo tempo que não sentimos cada pedra e galho a espetar-se no pé. A sola é composta por dois níveis de densidade distintos que absorvem muito bem os impactos mas sem perder a reatividade e o retorno de energia. Na zona superior da sola os compostos utilizados são mais duros e resistentes mas mesmo assim reativos. Ao mexer conseguimos sentir a sola a comprimir e depois regressar ao seu formato original. Na região do meio pé e calcanhar existem duas densidades distintas e uma parte de EVA que está exposta, não percebi ainda bem o seu propósito. Segundo a marca o drop desta sapatilha é de 4mm. Medindo em casa apurei uma altura de 22mm na região do calcanhar que vai até aos 24mm no medio pé acabando com 12-14mm na região do calcanhar, tendo pelas minhas contas um drop de 8mm.

Diria que apesar do amortecimento são umas sapatilhas agressivas a nível de contacto.

 

Nas primeiras utilizações senti alguma rigidez na região dos dedos do pé devido à presença de uma rock plate, uma placa rígida imbutida na sola na parte da frente que serve para proteger o pé, que demorou cerca de 40-50km para deixar de sentir-se. A rock plate é visível através de buracos na sola e apesar de ser rija, tem de o ser para fazer bem o seu trabalho, ainda permite algum movimento e torção naquela região.

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Preço

 

O PVPR rondará os cerca de 120 euros. Tendo em conta os materiais utilizados, os acabamentos e a durabilidade é um preço justo e de encontro aos valores praticados pela concorrência.

 

AVALIAÇÃO FINAL:

 

Design/Construção: 19/20
Conforto: 19/ 20
Amortecimento: 18/20

Estabilidade/Aderência: 18/20
Preço: 18/20

TOTAL: 92/100

 

As expectativas eram elevadas e os Pearl Izumi Trail M2 não desiludiram em nenhum aspeto. Foram sem sombra de dúvida uma das melhores sapatilhas de trail que já usei e são neste momento as primeiras que tiro do armário se for fazer um treino até 20-25km. Provavelmente não serão as mais indicadas para provas muito técnicas, e em piso molhado não as pude testar, mas para treinos ou provas mais rápidas serão uma das minhas escolhas. 

 

Uma opção a considerar se está a pensar ou a precisar adquirir um novo par de sapatilhas de trail. 

 

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publicado às 08:01

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Já conhecem a loja Running7 no Restelo? Nós já e gostamos, por isso, no sábado dia 8 de manhã vamos organizar um treino com partida e chegada na Loja. Aproveitem esta oportunidade para correr numa zona diferente da cidade. 


O Restelo é um dos nossos spots de corrida preferidos. Porquê? Porque tem pouco trânsito pelo que o ar é mais limpo e torna-se mais tranquilo correr na rua.


Assim, convidamo-vos a participar neste treino que arranca sábado dia 8 pelas 9h15 (ponto de encontro para arranque pontual às 9h30). O grupo será dividido em dois, um treino de 5-6 km e outro de 9-10 km. O ritmo será marcado pelo elemento menos rápido de cada grupo, pois, já sabem que ninguém fica para trás!


A loja Running7 irá  premiar os participantes deste treino com água e um brinde surpresa, por isso, temos vagas limitadas. Serão 50 vagas. Como tal, agradecemos que, para garantir o vosso lugar, enviem um email a eventosrunning7@gmail.com com o vosso nome e se preferem o percurso mais curto ou mais longo. O vosso lugar apenas será garantido mediante receção de um email de confirmação.


Relembramos que os treinos Correr na Cidade não são treinos organizados, apenas guiados, implicando que não há seguro coletivo nem cortes de trânsito pelo que apelamos a vossa responsabilidade para o cumprimento do código da estrada.

 
Vamos, toca a inscrever-te!

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publicado às 16:45

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Dia 20 de setembro traga a sua família e amigos à Marginal de Cascais e venha participar na 8.ª edição da Corrida da Linha Cascais Médis powered by Destak. Esta é uma prova à medida de todos, na Marginal de Cascais, acompanhada de uma paisagem maravilhosa, tornando-se assim num agradável evento que visa promover a atividade física e uma vida saudável.


É de facto uma prova que promove a reunião de toda a família, pois tem uma caminhada de 3 Km que começa às 09h30 e uma corrida de10 Km que começa às 10h00, que na meta, prometem inúmeras animações para todos.

O ano passado foi assim 


Percurso

A Corrida da Linha Cascais Médis divide-se assim em dois percursos para que possa optar por aquele que melhor se adapta à sua condição física:

- Uma corrida de 10 Km, homologada pela Federação Portuguesa de Atletismo, para atletas que gostam de competição saudável e correr com o seu tempo cronometrado através de chip entre Carcavelos e Cascais. Os 10 Km, cujo tiro de partida será dado às 10h00, na N6-7, segue pela primeira rotunda que dá acesso à Rua de Itália (Carcavelos), em direcção à Marginal, depois vira à direita no sentido Lisboa-Cascais em direcção a Cascais. No semáforo da Parede, os atletas passam a ocupar a via do lado mar da Av. Marginal (Cascais-Lisboa), seguindo sempre por essa faixa, virando depois à esquerda para a Av. dos Combatentes da Grande Guerra, depois à direita para o Passeio D. Luís I onde estará instalada a meta;

- Um percurso de 3 Km para crianças e famílias que pretendem simplesmente passear ou correr a uma velocidade mais baixa, à beira-mar desfrutando de momentos de puro lazer e diversão e fazer companhia aqueles que irão competir na prova dos 10 Km. O percurso decorre entre Estoril e Cascais, na companhia dos heróis Vila Moleza e as Winx que caminharão junto das crianças proporcionando momentos de puro lazer e diversão. O percurso dos 3 Km tem partida marcada para as 09h30, próximo do Casino do Estoril, seguindo pela Av. Marginal (Cascais-Lisboa), virando depois à esquerda para a Av. dos Combatentes da Grande Guerra, depois à direita para o Passeio D. Luís I onde estará instalada a meta que coincide com a meta da prova dos 10 Km.

 


Inscrição

Se tem vontade de estar na linha, já sabe: aceite o convite da Médis, do Destak e da Câmara Municipal de Cascais e escolha até onde quer ir! A Corrida da Linha Cascais Médis tem espaço para todos! A data limite para inscrições é dia 16 de setembro mas não hesite em inscrever-se já, pois, até dia 31 de julho pode aproveitar os preços reduzidos de 10€ para a prova dos 10 Km e 7€ para a caminhada. Existe um preço especial para famílias, de 20€ / família e inclui 1 inscrição para os 10 Km e 2 inscrições para os 3 Km.

 


Passatempo 8.ª EDIÇÃO, 8 VIAGENS DUPLAS

Para celebrar a 8ª Edição da Corrida da Linha Medis, o Destak tem para oferecer 8 viagens duplas a 8 destinos à escolha! Os destinos a escolher são Madrid, Amsterdão, Londres, Milão, Paris, Roma, Barcelona e Munique.

Parece-lhe bem? É fácil habilitar-se a ganhar 1 das 8 viagens duplas! Basta escrever uma frase criativa sobre a 8ª edição da Corrida da Linha Médis powered by Destak, no formulário de inscrição on-line. Os prémios serão atribuídos às 8 melhores frases, que serão reveladas no dia da corrida, no final do evento. Mais informações no regulamento do passatempo.

Inscreva-se já e habilite-se a ganhar!

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publicado às 08:40

O Ultra Trail du Mont-Blanc é uma das mecas para os praticantes e apaixonados por trail, sendo para muitos "a prova",  o grande objetivo a concretizar. Sonhamos, planeiamos e treinamos para um dia alinhar em Chamonix de forma a percorrer os 168km, as famosas 100 milhas, que separam o início e o fim desta grande aventura.

 

Com a data da prova a aproximar-se, o Correr na Cidade têm o privilégio de poder partilhar quatro crónicas do David Faustino, um dos corredores nacionais com mais provas feitas e que conta com vários anos de experiência, que retratam todas as etapas, desde a preparação para a prova até à passagem da meta. O David partilha connosco a sua história do UTMB de 2014 que desde já agradecemos.

 

Serão sem dúvida uma leitura obrigatória para todos os que este anos irão marcar presença e para quem sonha um dia realizar esta prova.

 

Por: David Faustino

 

O meu UTMB

O caminho para a linha de partida (I)

 

A sigla UTMB é das que mais faz sonhar o corredor de trail amador. Só o nome da prova que representa, em si mesmo, já impõe respeito: Ultra Trail du Mont Blanc.

 

Do ponto de vista técnico, o UTMB é uma prova de carácter competitivo, com um percurso circular de 168Kms a partir de Chamonix (França) e que passa por três países à volta da montanha mais alta da Europa ocidental, tendo cerca de 9.800 m de acumulado positivo. A prova tem um tempo limite de 46 horas, mais do dobro do tempo tipicamente realizado pelo primeiro (20 horas e alguns minutos) e quem chegar a meio do pelotão demorará cerca de 41 horas. Pelo percurso existem 12 barreiras horárias à saída de alguns dos 17 abastecimentos.

 

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 O percurso do UTMB

 

Assim, foi com alguma naturalidade que, após alguns anos de corrida em estrada e algumas experiências numa modalidade que se estava a iniciar em Portugal, o trail, decidi também eu tentar obter o meu lugar nessa aventura.

 

E digo tentar obter, porque aqui entram vários fatores: o timing da inscrição, a experiência do corredor (traduzida em pontos obtidos em provas reconhecidas pela organização) e a sorte de cada um. Assim, creio que a minha primeira intenção em participar ocorreu durante a primavera de 2012, mas depressa me apercebi que as inscrições tinam fechado em Dezembro, assumindo um erro de principiante… Dezembro de 2012, no prazo correto e com os pontos necessários para a pré-inscrição (na altura eram 7 pontos obtidos num máximo de 3 provas, nos 2 anos anteriores à inscrição) eu e a minha mulher formamos uma equipa para entrar no sorteio (essa é uma das características interessantes da prova, podemos formar equipas para as quais o resultado do sorteio será sempre igual para todos os membros). Situação ideal para mim, que me permite garantir uma ida à prova em família! Mas no sorteio para a prova de 2013 a sorte foi madrasta e recebemos um email convidando-nos a participar na TDS (119 Kms, 7250 m D+) ou a aguardar mais um ano, adquirindo um fator que multiplicaria por dois as nossas probabilidades de aceder ao UTMB. Um sonho, é um sonho, e 119 Kms não são 100 milhas, por isso a opção pelo sorteio para 2014 foi óbvia!

 

Dezembro de 2013, com os pontos em dia, fator 2 para o sorteio e com a garantia de que iria ao UTMB em 2014 ou 2015 (porque à terceira é de vez, isso é, após dois sorteios desfavoráveis a organização garante o acesso na terceira inscrição, caso os candidatos mantenham os pontos necessários), fiz novamente o pré-registo para o sorteio em equipa com a minha mulher.

 

No dia 15 de Janeiro chega o tão esperado email:

 

“Bonjour David FAUSTINO, Vous êtes pré-inscrit pour la course UTMB®.  Le tirage au sort a été effectué et nous avons le plaisir de confirmer votre inscription à la course UTMB® ! Vous devez maintenant finaliser votre inscription, à partir du 15/01/2014 et avant le 27/01/2014.”

Tenho de reconhecer que este processo tem um mérito: quando conseguimos o nosso lugar na prova, ficamos satisfeitos em pagar os 207€ (valor de 2014) da inscrição! Sim, porque no dia em que conseguimos um dos 2.300 dorsais sorteados (existem depois cerca de 200 adicionais

 

para elites, convidados, etc) entre os cerca de 10.000 candidatos ficamos com a impressão que a parte mais difícil do UTMB já está feita. Mas não é bem assim…

 

O caminho para a linha de partida (II)

 

Recuperado da emoção do sorteio, após as felicitações dos amigos que acompanharam o processo, trocadas algumas mensagens com os conhecidos que também lá estarão, vem a primeira tomada de consciência: não sei se alguma vez lá voltarei, por isso quero fazer uma prova decente!

 

Decente, para mim, significa sem sofrimento, com capacidade de disfrutar da prova e sentido que estou num nível físico adequado para terminar dentro do tempo limite. Assim, para servir de formação inicial sobre o que é o UTMB, vivido na primeira pessoa, resolvi começar por ler os relatos de quem por lá já tinha passado, destacando o do Carlos Fonseca e o do Paulo Pires. São abordagens e experiências diferentes, ambas excelentemente narradas, mas com finais distintos. O Carlos foi barrado em Courmayeur com um pouco menos de 80 Kms de prova e por chegar 7 minutos depois do tempo limite. O Paulo fez uma prova regular e bem planeada, com pouco mais de 39 horas, ou seja com margem para imprevistos.

 

Foram leituras esclarecedoras que me ensinaram duas coisas: a prova é exigente e não perdoa grandes erros ou distrações, no entanto está ao alcance de alguém com alguma experiência e que se prepare corretamente.

 

Munido destes princípios, comecei a planear o meu ano de 2014 de forma a chegar em condições àquele que seria para mim o evento do ano, não deixando de planear esta preparação de forma a manter o mais importante: o gosto de correr.

 

A partir de Janeiro o grosso da minha preparação foi feito com provas de média/longa distância, tendo efetuado 14 Ultras, das quais três com 3 dígitos: 101 Peregrinos, Bandoleros (155Kms) e o OMD (160 Kms). Reconheço que não sendo um método de treino muito convencional, dada a elevada carga derivada da distância, o facto de encarrar estas provas sempre com bastante tranquilidade e com um ritmo moderado, permite minimizar o desgaste provocado pelas mesmas. Além disso, estes Kms dão experiência e confiança, sabemos que conseguiremos lidar com aquilo que iremos encontrar na prova alvo. A participação nestas provas decorreu sem percalços ou, melhor dizendo, sem as tão temidas lesões que num instante deitam tudo a perder.

 

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 Em Andorra, em preparação para o UTMB

 

Houve apenas uma prova que não correu exatamente como previsto, a Mitic, uma prova de 112 Kms realizada em Andorra em meados de Julho. O objetivo era realizar um último grande teste, cerca de seis semanas antes do UTMB. Mas na realidade, apenas reforcei a minha ideia sobre a alta montanha: não perdoa. Por motivos vários, terminei a minha prova aos 44 Kms e com 13h40 mins de prova! Do mal o menos, a organização atribuía uma classificação a quem terminava neste ponto e era atribuído um diploma de conclusão duma maratona de montanha. E que montanha! Técnica, difícil, com 3.500 D+ nesses 44 K e diria mesmo perigosa nalguns pontos. O encontro com a minha mulher durante a prova (normalmente corremos separados) que estava a passar pelas mesmas dificuldades também facilitou a tomada de decisão. Retirámos as lições necessárias, porque o que corre bem melhora a nossa preparação e autoconfiança, mas nos restantes casos o importante é aprender e saber evitar os mesmos erros.

 

Adiante. Feita a restante preparação, faltava apenas fazer-se à estrada e rumar a Chamonix!

 

O caminho para a linha de partida (III)

 

Cheguei com a minha mulher a Chamonix na terça-feira anterior à prova de forma a ter algum tempo para descansar, já que a mesma se iniciava na sexta à tarde. Na prática não ficámos exatamente em Chamonix, optámos por St Gervais, que estando próximo (20 kms) nos dava um pouco mais de distanciamento relativamente ao frenesim que se vive na cidade na última semana de Agosto. Alem disso, era também ponto de passagem e local de abastecimento da prova e permitiria ter uma pequena noção do que iriamos encontrar no percurso.

 

Fizemos dois treinos ligeiros, um na terça e outro na quarta. Para que a quinta fosse um dia de descanso total, fomos levantar os dorsais ao final do dia de quarta, encontrando uma cidade que, nesses dias, vive e respira trail. Em Chamonix, tudo aponta para as várias provas em curso ou que irão decorrer, sentindo-se uma atmosfera mais próxima das grandes maratonas internacionais do que daquilo a que estou habituado na montanha. Não sei se gosto, mas que é imponente, isso é.

 

Voltando aos dorsais, o levantamento tem de ser feito acompanhado com a mochila em condições de corrida, ou seja com uma lista tamanho A4 de equipamento obrigatório, que vai desde gorro, luvas, calças e casaco impermeáveis (com especificações bem definidas de impermeabilidade e respirabilidade), frontais, recipientes, manta térmica, etc, etc e etc… Aqui fica a minha preferência pela lógica americana da participação nestes eventos: cada um é responsável por si, e leva o que entender como necessário. A organização é responsável por cumprir com o que oferece no programa da prova e nada mais. Na inscrição para essas provas assinamos documentos que garantem que estamos informados do facto e pronto. Mas como, seguindo a minha opinião, não me seria permitido participar nesta prova, vamos lá respeitar as regras e ir carregadinhos e ordeiramente para a fila. Após um controlo aleatório de algum desse material obrigatório, é entregue o tão desejado dorsal.

 

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 A lista do material obrigatório (são controlados artigos aleatoriamente no levantamento do dorsal e o atleta deverá apresentar os que têm uma seta)

 

Falta agora apenas regressar à base para os últimos preparativos que incluíam escolha de roupa adequada às condições climatéricas (que se apresentavam variáveis), preparação do saco para muda de roupa em Courmayeur e descansar o mais possível antes de, provavelmente, duas diretas consecutivas.

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 Em Chamonix, após o levantamento do dorsal

 

Sexta-feira 29 de Agosto, o dia D. Ao final da manhã, ida para Chamonix para tentar um local não muito distante da partida para estacionar, o que não é tarefa fácil quando um meio relativamente pequeno está repleto de corredores, acompanhantes, meios de comunicação e organização. Após a entrega do saco para Courmayeur, fomos à pasta-party oferecida pela organização onde encontrámos alguns elementos da comitiva portuguesa com destaque para o Carlos Sá, sempre simpático e acessível para todos. Nesta fase do dia, as pulsações já estavam 50% acima do normal.

 

Última ida ao carro para vestir o equipamento definitivo e trazer a mochila. Afinal o carro não ficou assim tão perto e ainda se gastam cerca de 20 mins para cada lado… Resultado, estamos a ficar em cima da hora e já em passo acelerado para a linha de partida. Feito o aquecimento forçado, chegámos um pouco após as 17h00, para uma partida prevista para as 17h30. Não havia mais remédio do que ficar no fim do enorme pelotão e sem direito sequer a visualizar o arco de partida. Não iria ser isso que iria estragar o momento. Por outro lado as enormes nuvens com tonalidades que variavam entre o preto escuro e negro carregado, essas sim já me pareciam poder fazê-lo. Cerca das 17h25 começa a chover copiosamente e, num momento com uma sincronização digna de uma coreografia de cerimónia de abertura dos jogos olímpicos, cerca de 2500 pessoas retiram apressadamente impermeáveis das mochilas. 17h31, apercebo-me do início de movimento da massa humana e ainda estou a apertar a mochila. Despeço-me da minha mulher e cada um inicia a sua aventura, que nesta fase ainda consistia em avançar sem pisar e ser pisado, movendo-se ao ritmo da massa humana compacta que nos rodeava. Ás 17h38 passo pela linha de partida ao som de Vangelis.

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 A partida chuvosa do UTMB 2014

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publicado às 09:10

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Por Tiago Portugal:

 

Talvez tenham sido alguns dos quilómetros mais penosos que fiz. Nos últimos 5km nem força tinha para andar quanto mais correr, só de pensar nisso doía-me o corpo todo. A solução que encontrei foi correr 100m andar outros 200m e assim sucessivamente até finalmente chegar à meta, que diga-se cruzei a andar.

 

Este pequeno relato retrata a parte final do que passei no sábado dia 18 no Ultra Trail de Sintra-Monte da Lua, uma prova que teve de tudo e na qual estive por cima a maior parte do tempo mas que acabou por me levar de vencido.

 

Não me vou alongar, muito, sobre as paisagens nem sobre os pormenores do percurso, já existem alguns textos que retratam com exatidão esses assuntos. Decidi que neste caso faz mais sentido analisar o que fiz de correto e errado e alguns detalhes da prova, tentando com isso trazer alguma mais-valia ao meu texto que não a simples leitura das minhas peripécias.

 

De acordo com o meu plano de treinos tinha previsto para o fim-de-semana um treino longo de cerca de 5horas. Aproveitei o facto de a Horizontes gentilmente ceder alguns dorsais ao Correr na Cidade e em cima da hora decidi juntar o útil ao agravável e ir aos 50k+. Era a maneira de testar a forma, afinal é uma competição e damos sempre mais um bocado de nós, pelo menos eu.

 

Ao contrário de outras provas, não perdi muito tempo a pensar na distância que ia fazer nem a planear o que iria levar. Claramente foi um erro. Por mais provas que já se tenham feitos, devemos respeitar a distancia, iam ser mais de 50 quilómetros com um desnível de 2200 D+.

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Fui com demasiada confiança e muito descontraído.

 

Dorsal levantado e já equipado dirigi-me para a praia onde se encontrava o pórtico de saída. Encontrei muitas caras conhecidas e aproveitei para conversar com alguns deles. Por ser perto de Lisboa esta é uma prova que chama muita gente, quer à distância mais curta ou à mais longa. Às 08:15 o Paulo Garcia, Diretor da Horizontes, fez um briefing resumido da prova para os mais de 200 ultras que se encontravam no areal.

 

Fui sem estratégia nenhuma para esta prova, o objetivo era ir correndo a bom ritmo e ver até onde aguentava. No meio de dois dedos de conversa começo a ouvir a contagem 4,3,2,1 e lá arrancámos todos.

 

Decidi começar rápido para não ficar parado na parte inicial. Por norma costumo começar sempre um pouco mais rápido do que pretendo para não ficar parado ao início, nos primeiros kms sou ultrapassado por alguns atletas mas rapidamente encontro o meu lugar e sigo ao meu ritmo sem preocupações.

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Sempre bem-dispostos, nem que seja ao início

 

Ao fim de 500-600 metros primeira contrariedade, já estávamos perdidos. Altura de reagrupar, ver onde andavam as fitas, um problema de acabar a prova no mesmo sítio onde se começa, e recomeçar tudo de novo. Com toda esta confusão dei por mim nos primeiros lugares do pelotão, fui naturalmente sendo ultrapassado por alguns corredores mais rápidos e pelas minhas contas de cabeça estavam cerca de 20 atletas à minha frente. Os kms iam sendo feitos a bom ritmo mas com algumas dificuldades no percurso.  Em alguns locais não havia fitas e a única marcação eram umas bolas laranjas pintadas no chão ou noutros locais, já começa a ser norma arrancarem fitas e as bolas iam dando indicações.

 

Nota: perdi-me algumas vezes nesta prova, mas a grande maioria foi por culpa própria.

Ir a correr e estar constantemente alerta para ver o percurso é desgastante e temos que estar sempre concentrados. Nesse sentido é mais fácil ir acompanhado ou a correr atrás de alguém. Em algumas situações via as setas no chão a indicar a direção mas o cérebro não processava a informação e seguia outro caminho. Em determinada altura percorri o trilho das pontes quase todo a subir até que um senhor que por lá andava me disse que andava mal e devia ter virado logo ao início à esquerda. Voltei para trás e reparei em várias fitas e setas a indicar o caminho certo, seguramente que a falta de atenção me custou mais alguns minutos.

 

Os primeiros 8km até ao 1.º abastecimento foram feitos em bom ritmo. Reabasteci de água e segui caminho. Nesta altura apesar de não estar sol estava um tempo muito abafado com uma humidade extrema. Rapidamente fiquei com a t’shirt alagada em suor e tive necessidade de beber mais líquidos do que o normal.

 

Até ao 2.º abastecimento, em Sintra, sensivelmente ao km 19, continuei a correr a bom ritmo, sempre acompanhado do Marcelo, nesta fase a estratégia era andar depressa até rebentar, depois logo se via. Abasteci o camelback de água e 1 dos bidões de isotónico e segui caminho. Já começava a ter o estômago cheio de água e a vontade de comer era muito pouca, ou nenhuma. Tinha tomado só um gele sem fome só conseguir comer meia banana cheia de sal grosso no abastecimento.

Não tendo estudado o perfil da prova não sabia a localização dos abastecimentos, nem a distância entre eles,mais um  erro que pode custar uma prova.

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Apesar de a Serra de Sintra ser o meu recreio de treinos esta primeira parte do percurso era terreno não explorado e não sendo nada de extraordinário achei o percurso interessante e alguns destes lugares merecem uma nova oportunidade.

 

Após o 2.º abastecimento temos uma ligeira subida e entramos na Quinta da Regaleira, para mim o ponto alto da prova. A última vez que visitei a Regaleira foi já há largos anos e não me recordava de nada mas fiquei com água na boca e certamente irei fazer uma visita mais demorada, vale mesmo a pena. Todo o percurso dentro da Quinta foi espetacular especialmente a descida do Poço Iniciático. Fomos trocando sorrisos com os muitos turistas que passeavam em Sintra e seguimos caminho pelo Parque das Merendas até ao Castelo dos Mouros.

 

Aqui deu-se o primeiro grande impacto da prova e senti algumas dificuldades.  A muito custo comi uma barra. Devido à humidade brutal estava literalmente ensopado e aproveitei duas WC para molhar a cabeça e o buff, sabe-me sempre bem.

 

Nesta altura da prova já estava em terreno conhecido, o que dá mais confiança. Fiz o trilho dos morangos a descer até chegar ao próximo abastecimento, só de líquidos. Enchi novamento o camelback e o bidão e segui caminho. De acordo com as indicações que tinha seriam cerca de 7km até ao próximo abastecimento e segui com confiança, afinal conhecia bem estes trilhos. Lembrete para eventos futuros: ver e estudar o perfil da prova e ver onde são os abastecimentos. Afinal os 7km seriam 12km, e que diferença fez.

 

Foram 12km muito penosos, principalmente a partir do momento em que deixei de ter água, perdi o meu softlask com o pouco de isotónico que tinha e tive que voltar para o ir buscar, valeu no meio disto tudo a entreajuda entre colegas e as palavras de ânimo, agradeço ao Nuno Lopes que em dois momentos partilhou a sua água comigo e a dois senhores que na subida do monge me deram uma garrafa de água, ajuda divina, carreguei-a com carrinho o resto da prova.

 

12km de desce e,principalmente,sobe muito duros, muitos companheiros ficaram como eu sem água sensivelmente ao quilómetro 35-36. Como em quase tudo na vida quando ficamos sem algo é quando lhe damos mais valor e este caso não foi exceção. A sede apertava e não tinha como a satisfazer. Não sei se já vos aconteceu mas ficar sem água a meio de uma prova ou treino é uma machadada dura a nível físico e psicológico. O ritmo cardíaco aumentou muito e comecei a ficar cada vez mais cansado. Nunca Sintra me custou tanto. Agarrei-me com força à minha nova melhor amiga, a garrafa de água que me deram, my precious e fui bebendo devagar, por vezes só molhando os lábios.   Finalmente comecei a vislumbrar a subida da peninha.

 

Uma nota: Por esta altura da prova já seguia com os mesmos companheiros há já alguns kms e por vezes basta um olhar ou uma palavra para saber o que cada um de nós está a passar, e nesta altura estava a ser difícil para todos. Mas ninguém desistiu e seguimos caminho em silêncio, cada um lutando contra si próprio.

 

Parei para reabastecer na fonte que existe na subida, fiquei alguns minutos sentados a refrescar e a beber, aliás bebi tanto que comecei a sentir-me mal disposto e com vontade de vomitar.

 

O abastecimento estava a menos de 1km de distância e enquanto me dirigia até lá fui preparando uma bebida com eletrólitos e aproveitei para tomar um gel, com a barriga cheia de água não conseguia pensar sequer em comer.

Esta última secção foi o início do fim, passei da alegria inicial que durou até ao km 35 e nos quais me senti sempre bem para uma agonia terrível nos últimos kms.

Descemos o trilho das viúvas, espectacular, até chegar aos estradões que nos levaram à Azoia e as arribas.

 

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Já me disseram que as arribas são uma das imagens de marca desta prova. Gostei muito de percorrer uma. Duas já começou a custar, à terceira já não podia com aquilo e quando me apercebi que via o fim comecei a insultar tudo e todos. Para a próxima basta por 1 ou 2 arribas para ficarmos satisfeitos, o que é em excesso cansa.

Resumindo: foi duro e tirando a vista da 1ª arriba não guardo boa recordação de mais nenhuma.

 

Ao chegar ao cabo da roca estava a decorrer uma operação de salvamento, não era para nenhum corredor felizmente.

Chegamos ao abastecimento, onde se encontrava o António Pedro Santos, sempre bem-disposto e pronto a ajudar e o Paulo Garcia da Horizontes. Troquei 2 dedos de conversa e segui caminho, se parasse ali já não me conseguiria levantar.

 

Ainda segui mais ou menos bem até chegar a uma nova arriba e aí perdi todas as forças. Ainda encontrei um participante da distância mais curta que me disse que ia em 29.º lugar, acenei e olhei para ele. Devia estar com um aspeto completamente arrasado pelo olhar que me deram. Nem isso me animou.

Os quilometros seguintes foram de verdadeiro esforço e sacrifício. Gosto de correr e é uma paixão mas a partir de determinada altura já não queria mais e por mim chegava. 

 

Olhei para o relógio, vi os km e as horas, calculei que já não conseguiria baixar das 08h00, um dos objetivos que coloquei a meio da prova, vou variando consoante a prova corre, ter pequenos objetivos alcançáveis ajuda-me a superar estes momentos, pelas minhas contas não faltava muito para acabar. 

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WTF!!! De repente dou de caras com uma subida toda em areia. Mas o que é isto? Percebo o conceito mas acho que era escusado ao fim de 53km termos que fazer aquela subida. Passaram por mim mais uns 3 atletas que bem me incentivaram, mas já não conseguia mais. A forma ainda não é a ideal. A muito custo lá ultrapassei este obstáculo e rapidamente dei por mim a correr na praia das maças. Falei com algumas pessoas que estavam com curiosidade sobre o que se estava a passar com estes malucos que passavam a correr na praia. 

 

Finalmente avistei a meta, ainda me perdi no fim, uma fita a bloquear o acesso à praia enganou-me e fui em sentido oposto. Rapidamente alguém foi retirar a fita para evitar outras situações como a minha. 

 

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Resumo: 55,5km no meu relógio, também me perdi algumas vezes, com o tempo de 8h12m16s com o 38.º lugar.

 

A prova é interessante e passa por lugares fantásticos em sintra. Penso que podiámos ter feito mais km's na serra e menos nas arribas, o que não faltam são trilhos lindos em Sintra.

 

A nível da marcação, tirando o início e o fim, que são no mesmo sítio, muito pouco a dizer, foram eficientes e se me perdi mais vezes foi por culpa própria.

 

É uma prova dura e não será a melhor prova para se estrearem em ultras, mas seguramente que lá estarei para o ano.  

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publicado às 08:00
editado por Bo Irik às 14:56

Por João Gonçalves:

 

És a favor ou contra a toma de suplementos?

 

Este é sempre um tema polémico e há inúmeras razões válidas do lado do sim, outras tantas do lado do não, contudo vou dar-te a minha opinião e partilhar meia dúzia de suplementos mais básicos que contribuem para uma melhor performance.

 

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Sou a favor mas...

 

Há sempre um mas... e antes de começar quero apenas esclarecer um tema muito simples, que todos devemos ter em mente antes de começar a suplementar - a principal fonte de nutritentes do nosso corpo deve partir sempre da nossa alimentação - somente de tivermos um estilo de vida muito activo e acharmos que temos algum "gap" devemos usar este tipo de produtos.

Esclarecidos? Mais uma vez nenhum suplemento substitui uma alimentação saudável e equilibrada.

 

Seguindo em frente...

 

Vou dar apresentar aqui um panorama geral, mais  básico sobre alguns suplementos que podem ajudar a melhorar a performance sem no entanto serem "agressivos" (se é que me entendem) para o corpo e que pessoalmente tomo ou já tomei para culmatar alguma falha.

 

Omega 3

Na minha opinião este é um dos básicos e talvez dos mais importantes, pois os efeitos benéficos são imensos e vão deste a redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos, redução da pressão arterial e o mais importante na minha opinião para quem pratica desporto é o facto de contribuir para a redução da inflamação, é verdade que o podemos ingerir de forma natural, a forma mais comum é através do consumo de peixes gordos, mas façam este exercício comigo - Quantas vezes comem este tipo de peixes por semana? 3 ou 4 vezes, pois se calhar não...

 

Muti-vitaminico 

Os multivitamínicos contêm uma mistura de micronutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo... Mas é mesmo fundamental? Se tiveres uma alimentação totalmente perfeita, um multivitaminico não te irá trazer muitos benefícios, contudo e penso que para muitos de nós este cuidado com a alimentação não é levado a este ponto, principalmente na ingestão de frutas e vegetais, assim desta forma um bom multivitaminoco é sempre um bom aliado.

 

Proteína Whey

O que é isto? É provavelmente a rainha dos suplementos... Whey ou proteína de soro de leite, é um subproduto da produção de leite de alto valor biológico, facilmente absorvido pelo corpo, com a vantagem que este tipo de proteína tem uma alta tolerabilidade, mesmo em pessoas mais sensíveis, contribui para o aumento e manutenção da massa muscular magra, equilibrando algumas deficiências nutricionais de aminoácidos e mineraris essenciais, contribuindo para acelerar a regeneração após a actividade física reduzindo os sintomas de overtraining. Contudo devo alertar que um consumo elevado de proteína em pessoas com problemas renais não é aconselhável, pessoalmente utilizo um rácio de 1 grama por cada 1/2 kg de peso corporal, portanto tenham por favor atenção a este tema.

 

ZMA

Quantos de nós é que já não dissemos - Estou a precisar de dormir melhor? 

ZMA, é uma combinação de Zinco, Magnésio e vitamina B6, para além de muitos benefícios relacionados, entre outras, com a recuperação muscular, redução de caimbras e das tensões musculares, o principal ponto a favor deste suplemento é ajudar na qualidade do sono pois promove um relaxamento do corpo durante esta actividade, o que irá proporcionar uma melhor recuperação muscular.

 

Glucosamina e Condraina

Estes dois elementos fazem parte da estrutura das nossas articulações (tendões, ligamentos, cartilagens e no fluído que as rodeia) pelo que a suplementação destes reforça todas estas estruturas e previne a sua degradação.

Promove a redução do inchaço nas articulações e diminuição de dor em caso de lesão aumentando a capacidade do corpo restaurar a cartilagem e melhorar a flexibilidade das articulações.

 

L-Carnitina

Como em muitos outroscasos, o nosso corpo tem a capacidade de produzir este aminoacido a partir de outros, contudo para quem pratica desporto, um empurrão através de uma suplementação adequada irá trazer alguns e bons benefícios. A L-Carnitina desempenha um papel importante no metabolismo da gordura, uma vez que faz o transporte dos ácidos gordos para o sitio exacto onde é produzida a energia que utilizamos, contribuindo assim para uma melhor combustão da gordura e devido a este facto, a um aumento da produção da energia, levando a uma melhor performance e uma poupança do glicogénio muscular uma vez que o este tem energia disponível de uma forma mais efectiva.

 

 

Estes são são alguns de suplementos mais básicos, existem muitos outros, que podemos abordar num outro artigo caso haja esse interesse, contudo o mais importante a ter em mente, e não me canso de dizer isto, é que uma alimentação equilibrada, descanso e treino é de facto o essencial e é isso que traz benefícios, contudo, caso a componente treino seja bastante grande convém efectuar alguma suplementação, mas lá está, esta tem de ser merecida. Gastem o vosso dinheiro com prudência, actualmente existem muitas marcas e disponíveis no mercado, por isso, não vou falar acerca da toma, pois esta varia um pouco de marca para marca.

 

Este é o meu kit de sobrevivência, qual é o vosso?

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publicado às 08:00
editado por Liliana Moreira às 09:36

10989220_429827037202992_717082751481161790_n.jpgPor: Stefan Pequito

 

A 1ª edição do UTDP foi no ano passado, o tempo passa a voar, sendo que nessa altura fui aos 64k. Foi uma prova que correu mal sem dúvidas. Na altura devido a alguns erros da organização e de gente mal-intencionada. Fiz uma review da prova onde falei disto tudo mas na qual também frisei que era uma prova com um enorme potencial. Foi uma prova onde ganhei boas amizades, que ainda tenho hoje, uma delas foi o André Oliveira um mestre disto tudo. Sou sincero quando afirmo que não estava nada a espera do convite para ser padrinho, foi uma enorme surpresa mas à qual respondi imediatamente que sim.

 

Lá fui eu novamente para a prova, mas este ano fui aos 35k derivado de ainda estar em recuperação do Oh Meu Deus. Assim, encarei esta prova como o pontapé de saída para começar a preparação para o meu próximo grande desafio, Ultra Pirenéus.

 

A ida para cima foi fantástica, a viagem na companhia da nossa Campeã Carla André, e a nossa querida “avô” das corridas Analice. O que posso dizer é que quase que já estou quase convencido em fazer o MDS, com as histórias fantásticas que estas duas senhoras contaram de lá.

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Saímos bem cedo, pois os 3 tínhamos as jornadas técnicas para fazer - outra coisa que não estava nada a espera pois ainda sou novato nestas andanças. Chegámos, dois dedos de conversa com o André e praticamente ir direto para o auditório. Estava super nervoso, sou sincero, ainda bem que não tive de falar muito (lol).

 

De seguida fui levantar o dorsal, jantar e cama, que no meu caso foi no pavilhão. Até à meia-noite correu tudo bem e até consegui dormir, mas entretanto entraram uns cromos (lol) que se lembraram de cantar os parabéns bem alto naquele pavilhão, e depois ficaram na galhofa. Estive quase para me levantar mais foi um outro rapaz lá. Ainda bem, pois era capaz de lá ter ficado a comer o bolo pois eu conhecia os cromos e bem (lol) (cromos no bom sentido).

 

Resumindo a partir daí foi uma noite de …... mal dormi. As 5 da manha o pessoal que ia para a ultra acordaram todos e eu desisti de dormir. Comecei a preparar as coisas para comer, pois às 7h15m tínhamos de apanhar autocarro até à ponte.

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A partida foi dada um pouco mais tarde o que complicou por causa do calor. Tinha como objetivo ir atrás do Armando e do Nélson Graça e foi o que fiz durante a fase inicial, sempre no encalce, atrás dos dois até aos 12k mais ou menos onde tive uma vontade de ir à casa de banho e tive de encostar um pouco. Estávamos também numa zona de rio - partes que não aprecio muito para correr mas que são de uma beleza extrema. No total passámos 3 vezes no rio. Perdi imenso tempo, pois sou um cagão e não me quero partir todo (lol). Depois do rio vem o inferno calorrrrr  bravo, sem uma árvore para nos protegermos. Aí apanhei o Nélson Amaral e como sempre ponho a conversa em dia, fomos até ao posto do 23km juntos, se não me engano. Hidrato-me bem, como qualquer coisa e arranco ainda na tentativa de apanhar mais alguém. Mas o calor era demasiado e o corpo ainda não esta a 100%, por isso mantive-me na minha e não me aventurei mais. 

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Mais tarde, depois de novamente entrar no rio, e novamente perder imenso tempo para não me molhar (parvoíce minha) o Nélson Amaral apanha-me outra vez e ainda fomos os dois até ao fim. Quase no fim temos uma descida fantástica, umas das minhas descidas favoritas, adoro aquiloooo! Virei-me para o Nelson e disse-lhe “Bora divertir-nos” e la fomos nós. Resumindo: todos os que passávamos chamavam-nos malucos “eles vão-se a picar”, “eles vão-se matar”, e nós sempre a gritar “esquerda, esquerda”, ”direita, direita” foi um loucura, mas da saudável. Decidimos acabar juntos a prova, não tinha lógica nenhuma fazer uma picardia no fim só para ficar um a frente do outro, não íamos ganhar nada com isso.

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Se no ano passado fui ter com André para lhe dar na cabeça, este ano fui ter com ele para lhe dar os Parabéns pois foi uma prova fantástica. Não vi erro nenhum, as marcações estiveram fantásticas, desde de fitas, marcas no chão a tabelas a assinalar o caminho. E pessoal deste que gosto, os que ouvem os participantes e seguem alguns conselhos de quem corre e só tenta dar inputs positivos. Em termos de abastecimentos, tinha o quanto basta, ou seja tudo o que era preciso.

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Percurso: o que posso dizer é que foi um dos mais belos e difíceis que já fiz, a parte da dificuldade tem muito a ver com o calor mas o trail é mesmo assim. Se vou voltar em 2016? Quase de certeza que vou lá estar outra vez, agora só não sei a distância, mas isso logo se vê.

 

Classificações

64k

M                                                           F

1ªFILIPE GARCIA 07:31:59                 1ºRAQUEL CAMPOS 11:07:39

2ºLUÍS OLIVEIRA 07:56:41                  2ºCÁTIA NUNES    11:39:23

3ºNUNO FERNANDES 07:59:34          3º EUNICE LOUREIRO  12:00:47

 

35k

M                                                           F

1ªANDRÉ RODRIGUES 03:33:03              1ºPAULA LAGE  05:04:10

2ºNELSON GRAÇA 03:40:21                     2ºSUZANA ANDRADE  05:11:54  

3ºARMANDINO TABORDA  03:41:00         3º LILIANA GOMES 05:14:07  

11ºSTEFAN PEQUITO 04:09:19

 

16k

M                                                            F

1ªTIAGO LOUSA  01:50:44                    1ºMARIA MARTINS 02:36:10

2ºNUNO ALVES  01:52:49                     2ºESTELA MARTINS   02:42:47  

3ºBRUNO SILVA   01:55:13                   3ºMARIANA DELGADO  02:44:19 

Agradecimentos:

 

Um enorme obrigado ao André Oliveira e à equipa da UTDP, pelo convite para esta prova de referência (sim já a considero uma prova de referencia lol). Obrigado à Carla André e à Analice por me aturarem pelo caminho, à Girassol pelo material de nutrição, e claro ao meu Treinador Paulo Pires por me ter deixado ir.

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Material usado:

  • Tshirt da Reebok e calçoes também (sim era um tshirt e não um top lol)
  • Sapatilhas Salming T1 as minhas meninas fantásticas
  • Meias injini a dar as últimas
  • Mala da Ultimate Direction - AK Race Vest 2.0 que o Tiago Basto me arranjou
  • Barras da Biotechusa de nozes, e gel limão pro da biotechusa, encontram à venda na Girassol
  • Chapéu da Reebok também.
  • Palmilhas da Oficina de Ortopedia as quais já vos tinha falado noutra review, que foram fantásticas. Fiquei fã pois nunca pensei que se iam adaptar tão bem ao trail mas sim, tinha medo da água e foi o que me surpreendeu mais pois secaram muito rápido e mantiveram-se sempre confortáveis sem me magoarem os pés, valem a pena o investimento.

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Agora que venha a ultra Pirenéus, até breve!

 

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publicado às 08:00
editado por Bo Irik às 12:20

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Por Bo Irik:

 

Aqueles dias em que chegamos muito tarde do treino e não temos o jantar feito mas sabemos que devemos comer algo antes de ir descansar (embora às vezes não tenhamos fome). Sabem do que estou a falar, certo?

 

Eu nesses dias, e noutros também, gosto de variar com ovos. Hoje foi uma tortilla de arroz que saiu muito bem e que, por isso, decidi partilhar convosco. É um prato rápido, económico e cheio de proteínas para o pós-treino.

 

Esta tortilla é muito rápida de se fazer, principalmente quando já temos o arroz cozido (uma das razões pelas quais quando faço arroz, faço um pouco demais).

 

Ingredientes:

- 1 ovo inteiro;

- 3 colheres de sopa de leite;

- 1 cebola pequena picada;

- 5 rodelas finas de curgete;

- 1 fatia de queijo (eu usei Gouda);

- 2 colheres de sopa de arroz cozido (eu prefiro arroz integral);

- 1 tomate médio (para salada – opcional)

- sal e pimenta q.b.

 

Modo de preparação:

- Numa frigideira pequenina, aloure a cebola no azeite.

- Junte as rodelas de curgete e, quando estas estiverem a ficar douradas de um lado, vire-as.

- Numa tigela, bata o ovo e junte o leite.

- Bata tudo com um pouco de sal e pimenta a gosto, também se pode juntar salsa.

- Na tigela, junte o arroz cozido. A quantidade deve ser tal que fique submersa no ovo.

- Junte esta mistura na frigideira.

- Coloque as fatias de queijo por cima e, em lume muito brando com a frigideira tapada, deixe o ovo cozer.

- Sirva com salada.

 

Dica:

Esta receita serve uma dose individual mas também pode ser feita em maior quantidade e com variantes. Pode-se substituir a curgete por tomate ou espinafres, ou então usar vários vegetais. Pode-se também acrescentar fiambre de perú, por exemplo, e o arroz pode ser substituído por fatias de batata cozida.

 

Bom apetite e bons treinos!

 

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publicado às 08:00


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