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A corrida veio para ficar. Já não é apenas moda e são cada vez mais os portugueses que praticam esta modalidade desportiva. Seja em estrada ou nos trilhos, Portugal tem condições idílicas para agradar a todo o tipo de corredores.

Com o procura por novos produtos a aumentar existe cada vez mais oferta e são muitas as marcas que estão a apostar neste segmento de mercado.

É o caso da Lurbel, marca espanhola, que pertence ao fabricante têxtil MLS, sediada em Valencia e que desde os anos 90 oferece produtos têxteis inovadores, inicialmente meias mas que tem vindo gradualmente a alargar o seu leque de oferta.

 

O responsável pela marca em Portugal, Tiago Silva, fez-nos uma pequena apresentação da Lurbel.

 

“Os seus artigos são todos fabricados em Espanha com maquinaria de ultima geração e são desenvolvidos em conjunto com os polos universitários de Valência e Alicante. No caso das meias, estas são também desenvolvidas com parceria do instituto espanhol de pedologia.

 O foco da Lurbel é a criação de artigos têxteis de alto rendimento para o desporto aliado a máquinas especializadas que permitem o fabrico de artigos de alta qualidade e extremamente resistentes.

A grande diferença da Lurbel para as outras marcas além da qualidade de fabrico é a utilização de fibras de última geração desenvolvidas com as universidades e patenteadas pela Lurbel entre as quais deixo 3 exemplos claros:

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 MEIAS

LINHA DE PRODUTOS BMAX (Bicomponent Medical Active Extrem )

Esta linha de produtos é criada através da fibra Regenactiv, exclusiva e patenteada pela Lurbel.

A fibra Regenactiv tem licença médica e sanitária da CE e atua de um modo preventivo contra lesões na pele pela catividade intensa além da sua capacidade regenerativa que recupera qualquer dano provocado na pele como pequenas fissuras e/ou bolhas.

A esta capacidade regenerativa adicionamos a capacidade de absorção de humidade e controle de odor.

CONFORTO ESP

O sistema ESP é aplicado nas meias para atividades mais prolongadas e baseia-se no reforço nos locais de maior impacto e fricção na planta do pé.

Este sistema foi estudado com o instituto de pedologia Espanhol de modo a estudar estas zonas mais expostas a danos e a colocação de reforços de modo a proporcionar um maior conforto em atividades mais duras e longas.

 

ROUPA

FIBRA IDT

Esta fibra é desenvolvida com fibras de bambo o que permite uma maior resistência em artigos mais leves, uma excelente gestão de humidade e controle de odor com uma sensação de frescura e conforto em contacto com a pele.

 

COMPRESSÃO

FIBRA FIR TECH

Esta é uma fibra composta por minerais que têm uma ação de “espelho” sobre as ondas de calor emitidas pelo corpo, ou seja, deixa sair a humidade em forma de vapor e reflete o calor para o corpo de modo a manter uma temperatura corporal constante

Estas são as fibras inovadoras que a Lurbel apresenta ao mercado, além disso o preço ao consumidor é verdadeiramente competitivo, o que nos tem trazido um excelente feedback por parte dos nossos clientes.”

 

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Quer saber mais sobre a Lurbel? Leia aqui a entrevista ao Tiago Silva.

 

A Lurbel está presente em Portugal há quanto tempo?

A Lurbel está presente no nosso mercado há cerca de 5 anos, mas esteve sempre muito direcionada para o desporto de montanha onde trabalhamos com a maioria dos pontos de venda de artigos de montanhismo em Portugal.

Mas foi a partir de 2014, desde que a Rutilva,lda passou a representar a Lurbel que começámos a evoluir no mercado português, portanto penso que podemos falar de uma existência concreta desde à 2 anos para cá.

Quais os objetivos da marca para o mercado português?

Os nossos objetivos são antes de mais a satisfação do nosso cliente. Com a evolução em número de praticantes de atividades desportivas eleva também a sua qualidade e exigência e temos como objetivo a satisfação tanto do iniciante como do atleta mais técnico e evoluído. Se quisermos valorizar este crescimento penso que estamos no bom caminho e com uma excelente margem de progressão para o futuro, a julgar pelo retorno francamente positivo por parte dos consumidores dos nossos artigos.

 Como encaram o fenómeno da corrida em Portugal e a nível mundial?

Sem dúvida que a corrida, seja ela nos trilhos ou na estrada, teve um crescimento verdadeiramente fantástico, o que motivou diretamente os fabricantes de produtos deste segmento quer para o desenvolvimento de produtos novos quer para uma melhor qualidade, já que a procura amentou bastante.

Esta mudança de estar e de atitude por parte das pessoas traz mais-valias em todos os aspetos, desde a motivação para o dia-a-dia, a colocação de objetivos pessoais, um bem estar mental e físico que se vai refletir na nossa evolução enquanto pessoas inseridas numa sociedade.

A Lurbel está associada a tecnologia, isso para vocês é imagem de marca?

É e sempre será, a Lurbel prima e tem como filosofia o constante investimento em novas tecnologias de modo a oferecer aos seus consumidores a melhor fibra com o melhor fabrico a um preço verdadeiramente justo.

Quais são as características que diferenciam a marca dos seus concorrentes?

São sem dúvida as nossas matérias-primas de última geração e a qualidade no nosso fabrico.

Mas antes de chegarmos aqui, penso que a grande diferença é ter uma equipa que vais desde o diretor geral da empresa ao responsável de produção composta por atletas. Quero dizer com isto que a maioria dos nossos produtos são desenvolvidos enquanto os responsáveis pela Lurbel correm nos trilhos e sentem as verdadeiras necessidades de quem pratica desporto. Sem este contacto direto com atividade física era impossível sermos tão primorosos a desenvolver os nossos produtos.

Onde podemos ver e comprar os produtos da Lurbel?

Ainda estamos em fase de crescimento e muito ligados ao trail e estamos a começar a ser aceites pela comunidade de running, mas podem encontrar os nossos produtos um pouco por todo o país como a loja “entre os montes” em Vila Real, a loja “camping shop” no Porto, a loja “Elemento Natural” em Lamego e castro D’Aire, Run.pt, “Yupik” em Lisboa, “Gopesport” em Setúbal e na loja o “Bordão” na ilha da madeira.

Qual o/os produto(s) que mais vende no nosso país?

Como somos mais reconhecidos no mercado trail as meias Desafio BMAX e Track BMAX ESP são os artigos mais vendidos em conjunto com os calções de compressão Potenza.

Relativamente ao preço, a título de exemplo quanto custa um par de meias race? E os calções calções de compressão Potenza?

As meias Race BMAX tê um PVP recomendado e 13.90 € e os calções Potenza FIR TEC um PVP recomendado de 39.90 €.

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publicado às 08:02

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Por Filipe Gil:

 

A semana de preparação começou bem. No dia da última crónica, fiz um treino de subidas e algumas descidas por Monsanto sem dores no joelho. Fiquei muito contente e com mais confiança no ultrapassar da lesão para o Piódão. Só preciso de me concentrar na gestão da corrida. As coisas estão a compor-se. E a moral a vir para cima. Lembram-se de vos ter dito que tinha um segredo para elevar a moral no que toca a corrida? Sim, a receita é simples, ver bons filmes de trail – mas bons, não aqueles que ao fim de 2 minutos começamos a ficar enjoados pela oscilação da câmera. E comigo resulta. 

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Sábado de manhã tudo a postos para o último longão antes do Piódão. O plano estava traçado, uns 20Km neste dia e depois uma ida ao treino "A Hora dos Esquilos" na quarta-feira, para descontrair.
Só que nem tudo correu como previsto. Ao fim de 10km de subidas e descidas o meu joelho disse que não corria mais. Uma dor aguda na parte lateral do joelho fazia-se sentir cada vez que eu descia algo mais técnico.

 

Apesar de estar a gostar do treino – em conjunto com o Rui Alves, Bo Irik, João Gonçalves e Nuno Malcata – quando a dor começou a incomodar mesmo, decidi vir para casa…a andar. Ainda tentei correr um pouco, mas há mínima descida a dor voltou. Azar do caraças, pensei.

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Decidi que seria melhor tentar recuperar o joelho nos últimos dias que faltavam do que dar cabo dele naquele treino. Custou-me muito vir para casa. E tudo me passou pela cabeça, naqueles 30 minutos a andar.

 

Vi pessoal da minha idade a jogar à bola, e pensei que o melhor que tinha a fazer era isso mesmo, juntar-me aos domingos a amigos com barrigas a fazerem pan dan com o esférico  e deixar a corrida. Pensei que me ando a  enganar que os meus  41 anos de idade já não servem para estas coisas. Enfim. A desmotivação voltou. E com uma lesão assim, não há vídeos de trail que nos arrebitem.

 

O resto do dia foi passado a fazer alongamentos, a colocar TransAct, a tentar levantar a moral. Tenho que agradecer a preocupação dos vários amigos que me ligaram a mandaram mensagens e a indicar truques para recuperar a tempo do Piódão (estão a ver a altimetria do percurso?).

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No domingo, com alguns elementos da crew no Trail de Almeirim e a Joana Malcata a representar-nos na Meia Maratona, decidi ir com a mulher e os putos dar apoio aos corredores da Meia que passavam junto a Algés. A vontade de estar a fazer aquela prova foi mesmo intensa.

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Um aparte: começar uma meia maratona às 10:30 em finais de março em Lisboa é estúpido! Tenho todo o respeito pela organização da prova, mas acho que eles, que na sua maioria são ex-corredores, deviam ter mais respeito pelos corredores mais amadores. A grande maioria não está bem preparada para fazer os 21kms confortávelmente, é um facto. Naquela corrida, sobretudo nesta, há muitos que se tentam superar, oferecer-lhes temperaturas mais elevadas (e o ano passado ainda esteve pior) é mau. Ainda por cima, este ano a tshirt oficial era preta - eu sei que ninguém obriga ninguém a vesti-la, mas todos sabemos que as coisas não funcionam assim, que todos a querem ter e a usam com o maior orgulho. Por isso, são pormenores a rever. É uma das mais pormissoras meias maratonas do mundo, e que pode ser a melhor do mundo, se a organização limar estes detalhes. Estou confiante que sim.

 

Depois do incentivo da Meia, fui descansar. Nesse dia e no dia seguinte e no outro, ontem, a seguir foram passados sem dores, sem quaisquer sinais de problemas no joelho, etc. Decidi que ao invés de ir à Hora do Esquilo irei fazer um treino ligeiro ao longo do rio.

 

Mas estou a ganhar confiança. É certo que o ciclo de treinos foi mais ou menos interrompido nestas últimas semanas, é certo que a incerteza da dor do joelho me atormeta, mas estou a ficar excitado com o aproximar da prova. Estou a ficar entusiasmado por ir ultrapassar barreiras que nunca passei.

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Dou por mim, nestes dias, a passar a mão pela barba - que não corto desde que comecei a preparação no início de dezembro (mas vou aparando para não parecer um sem abrigo) por essa razão mesmo: lembrar-me todos os dias quando me olho ao espelho do prova do Piódão. Dou por mim a pensar nas horas que os meus amigos de crew e de fora da crew perderam em treinar comigo em vez de irem correr seguindo apenas os seus planos. E penso que a minha forma de lhes agradecer é dar tudo por tudo no sábado. Não vou aqui nomeá-los, porque eles sabem quem são.

Penso no desafio aceite pelo Filipe Semedo, responsável da marca Puma em Portugal, em ter tido a loucura de apoiar um tipo que corre muito pouco e que de performance tem também muito pouco, mas mesmo assim decidiu confiar-lhe material para testar e usar ao longo destes meses de treino. Lá está, são as pessoas que fazem as marcas e não o contrário. 

 

Penso na ajuda da minha mãe e dos meus sogros que ficaram a "aturar" os dois petizes enquanto a minha mulher trabalhava e eu ia correr três ou mais horas seguidas para Sintra e Monsanto. E penso sobretudo nos sorrisos dos meus dois filhos e da minha mulher. São os sorrisos mais bonitos do mundo. E é neles que vou pensar quando a prova do Piódão começar a custar e quando passar por aqueles momentos mais difíceis que todos os corredores passam em provas longas.

São eles que, apesar de nesse dia estar a um par de centena de quilómetros de distância, me irão acompanhar no desconhecido dos 50 quilómetros por descidas e subidas. E isso dá-me muita força. Afasta quaisquer pensamentos de lesões, e enche-me o peito de calor e coragem para fazer a prova com força e confiança.

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Estou confiante, excitado, com pressa de correr aqueles 50 mil metros. O caminho e a preparação está feito, agora é disfrutar a prova e tornar-me um ultra maratonista. 

 

Na próxima semana conto-vos como correu.

 

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publicado às 08:00
editado por Nuno Malcata às 08:23

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Por Ana Sofia Guerra

 

Se existe uma pessoa que adora surpresas, essa pessoa sou eu. E, assim que abri a caixa disse: Uau! E porquê?


Porque adoro as cores da nova colecção Primavera/Verão 2015 da Reebok. E este modelo destaca-se bem com o seu amarelo, rosa e preto.

 

E que venham os treinos e as provas para começar a correr com eles, para já fiquem com o Unboxing.

 

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publicado às 14:00

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Por Nuno Malcata

 

A menos de uma semana da estreia em Ultra Trail no Piodão, troquei a multidão da Meia Maratona de Lisboa por um treino longo, e supostamente calmo, no 1º Trail de Almeirim.

 

Depois de 2 semanas de treinos intensos, a preparação para o Piodão estava feita e o Trail de Almeirim servia para rolar tranquilo, afinar os últimos pormenores na alimentação e equipamento a levar para o Piodão.

 

Parti de Lisboa bem cedo com a Bo e alguns amigos, para nos encontrarmos em Fazendas de Almeirim com a Liliana, Luis e o Nuno Ferreira.

 

Chegados a Fazendas de Almeirim, foi hora dos últimos preparativos e foto de grupo mesmo antes do Breefing e arranque da prova.

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No grupo havia ritmos distintos, se para o Luís a prova seria rápida e sempre a abrir, para a Liliana seria um desafio fazer a sua primeira prova de 30Km em Trail, mas eles farão as suas race reports muito em breve. Nos restantes 5, alguns estavam condicionados com pequenas lesões pelo fiquei de ir ao meu ritmo, mas o João muito mais rápido que eu decide que não é dia de soltar a franga e vai comigo.

 

Feita a partida, como sempre arranco lento, muito lento, e fico na retaguarda do pelotão, os primeiros 30m de qualquer prova, se não aquecer como foi o caso, custam-me sempre. Aos poucos vou me sentindo melhor e vou ultrapassando alguns colegas até que chegamos ao primeiro abastecimento logo aos 5km, sem andar um único minuto, alto inédito para mim numa prova de Trail. Cubinho de marmelada para adoçar a boca, um pouco de agua e siga que isto ainda agora começou. 

 

Começam as subidas e finalmente começo a acalmar um pouco o ritmo, mas sempre acima das expetativas, correr com alguém que está vários furos acima, e sempre com disponibilidade dá nisto, e o João é um poço de energia e boa forma. E foi assim até aos 20km, sempre a parar o menor tempo possível nos abastecimentos, mas com grande dificuldade em sair dos mesmos, dada a quantidade e qualidade do que estava à disposição.

 

Aos 20Km com cerca de 2h30m, derivado do esforço da semana anterior, e da massagem do dia anterior, o gémeo direito deu sinal de não querer puxar nas subidas e tive de acalmar o ritmo. Feitas as subidas do km20 ao 25, no último abastecimento aos 25km, com cerca de 3h20m começo a pensar que dá para acabar a prova em menos de 4h.

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Quando corro em provas, pouco penso em tempos, sempre fui lento e pesado e desfruto de correr pelo prazer que tenho e não pelos tempos que faço. Se tiver de parar para falar, tirar fotos, ou o que for, não stresso minimamente, e foi estranho mas motivador pensar em terminar a prova em menos de X tempo.

 

Se no km25 o pensei, no km26 partilhei este pensamento com o João, e soltei o demo, assim que lhe disse ele solta um "então vamos lá!" e acho que foi o último segundo que tive hipótese de dar uma respiração mais profunda. Foram 5km, em ritmo muito acima do que é a minha capacidade, literalmente com os bofes de fora, mas ainda consegui puxar por mais um companheiro no último km, que já só queria andar, mas terminou a corrida comigo e com o João a correr a bom ritmo. (Boa Flávio!)

 

Fechada a prova em 3h53m, graças ao grande ritmo e companheirismo do João que nunca me "largou" e tirou de mim uma performance que não sabia que tinha. Apesar de lento para a grande maioria, para mim foi surpreendente.

 

Não apenas surpreendente, mas de realçar, foi toda a organização nesta primeira edição do Trail de Almeirim. Parabéns à A20KM Trail Running Team e Secção de Atletismo da Associação 20 km de Almeirim pelo ótimo trabalho, como a todos os voluntários e equipas presentes que contribuíram para o sucesso desta prova. Não querendo faltar com nenhuma componente, desde as marcações do percurso, pontos de segurança, abastecimentos, pontos de controlo, massagens, banhos e alimentação, tudo correu de forma exemplar. Obrigado a todos e até para o ano, não faltarei!

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publicado às 08:30

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 O João Gonçalves testou algum do têxtil KIPRUN da Decatlhon , este é o seu veredicto:

 

Por João Gonçalves:

 

Kalenji T-shirt KIPRUN TS

 

Ao ver e tocar esta t-shirt Kalenji KIPRUN TS, notamos que a marca francesa procurou um desenho simples, nada pretencioso, mas ao mesmo tempo cuidado e com atenção ao detalhe.

 

Mas será só isso que esta t-shirt tem para oferecer? Um design simples e cuidado... fica mais um pouco e descobre, prometo ser breve.

 

Utilizei a t-shirt em cerca de 40 km, corridos em vários dias, com diferentes tipos de temperaturas, para além disso, utilizei-a num par de  treinos funcionais “à la crossfit” onde a amplitude de movimentos ao nivel dos braços é mais alargada do que em corrida.

 

Design

Acho que este ponto já foi praticamente respondido nas primeiras linhas, é uma tshirt de design simples com um bom corte, disponível em várias opções de cores – Amarelo Limão, Preto e Branco – com pequenos elementos refletores à frente, atrás e nas mangas para uma melhor visibilidade do corredor durante os periódos nocturnos.

 

Conforto

Leve, com toque agradável ao tacto, permite que ao vestir esta KIPRUN TS se sinta uma sensação de conforto bastante grande, para além disso utiliza a tecnologia Equarea da Kalenji que minimiza o aparecimento de irritações na pele, principalmente na zona dos mamilos onde é algo usual o aparecimento destes problemas.

 

Apresentada como uma t shirt para tempo quente, cumpre bem esta função tanto pela sua leveza como pela existência de zonas mais ventiladas nas lateriais e nas costas, onde a microprefuração da t-shirt é maior, o que permite expelir melhor o suor e a entrada de ar fresco.

 

Resistência

Para além de já ter lavado várias vezes esta t-shirt durante o período de testes e de a ter utilizado em vários cenários, estrada, trail e treinos funcionais, onde nestes últimos o confronto com ramos e o chão é bastante comum, verifiquei que esta manteve a mesmas características desde o início da sua utilização, o que me permite dizer com uma boa base de confiança que é uma t-shirt bastante durável e resistente.

 

Preço

Com preço de etiqueta de €19,95, parece-me um valor mais que justo para a qualidade do artigo.

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 Avaliação final

 

Design: 15 / 20

Conforto: 18 / 20

Resistencia: 17 /20

Preço: 18 /20

TOTAL: 68 /80

 

 Kalenji Calções Justos KIPRUN

 

Vou começar esta review pelo final, começando por dizer que não sou fã de calções justos do tipo “ciclista” mas mesmo assim será que gostei destes Kalenji KIPRUN, descobre a resposta já a seguir.

 

Efectuei o teste este a este produto durante cerca de 70 km entre estrada, trilhos, calor, frio e também chuva e a resposta para a pergunta é sim e um sim bem redondo, são calções super confortáveis, respiráveis, leves e secam muito rápido com o bonús de terem bastante arrumação.

 

Vamos aos detalhes, anunciados pela marca como calções de tempo quentes que utilizam a tecnologia Equarea que para além de eliminar a transpiração de uma forma eficaz mantendo o corpo seco reduz a probabilidade de irritações na pele devido á eliminação das costuras entrepernas, permitindo um maior conforto para o corredor.



Design

Mais uma vez não sou adepto deste tipo calções, não estou a particularizar, é ao tipo de calções em si e não a este modelo em concreto, mas em termos de design, são uns calções de corte simples, com elementos refletores à frente a atrás através da utilização do logotipo da marca e nas laterais através de duas faixas, elementos estes que são sempre bem vindos especialmente quando corremos em zonas com menos visibilidade.

 

Em resumo se gostas de um design mais discreto como eu, vais gostar deste.

 

Conforto

Tenho de ser sincero, este foi o ponto que gostei mais destes calções, são de facto confortáveis, a não utilização de costuras em pernas, elimina a probabilidade de frissões e o consequente aparecimento de irritações na pele, também são de facto respiráveis e mantêm a pele seca durante a sua utilização, para além, de que, mesmo correndo á chuva secam muito rápido e não ficam pesados.

 

Arrumação

Mais que suficiente, dois bolsos um no interior junto á cintura e outro da lateral dos calções, este ultimo permite transportar nutrição ou mesmo um smartphone ( 70 mm * 140 mm) sem que o conforto dos movimentos sejam prejudicados.

 

Preço

Não à muito a falar sobre este ponto, com um preço de etiqueta de €19,95, parece-me um valor mais que justo para a qualidade do artigo.

[só um parentises] – Sendo uma pessoa com uma cintura de certa forma pequena, geralmente uso o tamanho S ou quando este último fica muito pequeno o M, neste teste utilizei um tamanho M e sinceramente achei que mesmo assim a cintura é muito pequena para um tamanho médio.

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Avaliação final

Design: 17 / 20

Conforto: 18 / 20

Arrumação: 17 /20

Preço: 18 /20

TOTAL: 70 /80

 

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publicado às 13:00
editado por Joana Malcata a 22/3/15 às 23:49

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Se corres, danças, nadas, ou praticas yoga, antes de fazeres qualquer tipo de desporto, pela tua saúde, e pela tua vida, faz exames médicos.

 

Ontem na Meia Maratona de Lisboa, a 200m da meta, faleceu um corredor alemão, de 43 anos, por problemas cardíacos. Eu ía a passar precisamente no sentido contrário, quando vi o aparato, e o enfermeiro a saltar da moto quatro e a iniciar as manobras de suporte básico de vida.

Fui até Algés a pedir aos santinhos, para que aquela pessoa ficasse bem e, ao longo de 8km, deparei-me com mais cinco pessoas no chão a serem apoiadas pelos enfermeiros.

 

Mas será que não percebem, que 21km não são para fazer de ânimo leve?

 

Antes de se preocuparem com o que devem calçar, vestir, ou comer antes de uma meia maratona, comecem pelo básico: aptidão física!

 

Procura junto do teu médico de família, ou médicos da especialidade, seja de desporto ou cardiologia, saber quais os exames que melhor poderão ajudar a estudar a tua capacidade física. Será que o teu coração aguenta mais de 10km em esforço? Será que podes mergulhar sem te preocupares? Será podes efetuar qualquer tipo de esforços sem problemas?

 

Eu em outubro tive de fazer vários exames para perceber as causas da minha tensão alta (sim, sou (ainda) hipertensa!). Descobri que posso correr e saltar sem grandes problemas, porém, não posso mergulhar. Tenho um bater/trabalhar do coração, que apenas me condiciona nesse desporto/hobby.

Se por acaso não soubesse dessa minha condição, e fosse para o mar mergulhar? Se calhar não me aconteceria nada, mas poderia acontecer.

 

O mesmo aconteceu ontem: tu foste correr e nada aconteceu... mas podia ter acontecido!

 

Já marcaste a consulta no teu médico? Não? Então de que estás à espera! Poderá valer-te a vida!

 

Boas consultas!

 

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publicado às 08:00

 

A nossa vida de corredores é mesmo assim, ora na estrada ora no trail. Se bem que gostamos muito de todo o espírito que envolve o trail, no fundo, adoramos uma boa prova de estrada. E este domingo, enquanto alguns fizeram a Meia Maratona de Lisboa (a Joana Malcata), outros ficaram de fora a tirar fotos (Filipe, Natália e Ana) e outros rumaram a Almeirim para fazer o trail daquela localidade (Bo, Nuno, Liliana e destaque para o Luís Moura que fez um excelente 21º lugar) As fotos da preparação da crew & firends tiradas pelo Nuno Ferreira. Bom domingo!

 

Fotos da Meia Maratona de Lisboa (temos mais)

 

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Fotos do Trail de Almeirim:

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publicado às 13:47

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Por Filipe Gil

Por norma, temos emitido pouca opinião sobre questões que vão além da corrida, da nutrição e bem-estar. Mas hoje apeteceu-me escrever sobre algo fora destes temas. E antes de continuarem a ler, aviso desde já que as seguintes linhas refletem a minha opinião e não a dos restantes membros da crew (embora acredite que alguns partilhem da minha ideia).
 
Isto tudo porque ontem, sexta-feira, foi inaugurada uma estátua em homenagem ao corredor….(pausa para respirarem). Ora, homenageia-se quem se movimenta com uma estátua, inerte, parada para perdurar no tempo???

Sinceramente a única coisa que noto de comum entre uma estátua e quem corre é sofrerem com a intempere ao longo das estações do ano: chuva, sol, vento, granizo – venham eles que nós aguentamos.


Quando li a notícia, pensei sinceramente que era da autoria do jornal humorístico Inimigo Público. Uma estátua para quem corre… Acham que é assim que se homenageia que corre? Antes de continuarmos o pensamento, será que quem corre merece uma estátua?

 

Ok. Até sinto que aqui no blogue conseguimos mudar a vida de algumas pessoas e que com a nossa dedicação influenciamos a correr e com isso a melhorar a sua saúde e a tornarem-se exemplos, para os filhos, cônjuges, colegas de trabalho, etc. E não somos os únicos, outros grupos em todo o país fazem, e bem, o mesmo. Mas o que é esse esforço comparado com pessoas que, por exemplo, saem à rua à noite para alimentar os sem-abrigo, ou os cientistas que trabalham todos os dias para descobrir a cura contra o cancro, ou quem ajuda crianças no IPO? Não estamos a exagerar no hype da corrida? Agora somos, todos os que correm, super heróis?

 

Correr é algo natural e apenas a evolução errática da nossa sociedade nos fez abandonar essa prática. Coloquem os vossos filhos ou sobrinhos que mal aprenderam a andar, no chão e irão ver que eles não andam, correm, muito, sempre e com um sorriso na cara. Correr é natural, não deve ser homenageado. Faz parte do ser humano. Já imaginaram uma estátua a todos os que respiram?

Ao invés de estátuas, as entidades responsáveis deviam sim pensar numa política de saúde pública que incentive as pessoas a fazerem desporto, seja a correr ou outras atividades Para bem dos custos de saúde em Portugal e para todos vivermos com mais qualidade no dia-a-dia. Está tudo feito noutros países, é só copiar.

 

De um momento para o outro passamos a ser o país das estátuas, e não da estratégia e dos atos, não do planeamento, apenas das estátuas. Há estátuas para tudo. E a sua banalização está tirar o valor que estas devem realmente ter, a quem as merece realmente.

 

Isto tudo num país em que 85% das pessoas fica aborrecida quando vê a “sua” estrada cortada porque meia dúzia de malucos estão a correr um bom par de quilómetros.

 

Não acredito que uma estátua traga mais pessoas à corrida. Acredito sim nas ações e não na inércia. A melhor homenagem que podemos fazer a quem corre, se é que merece tal como já disse anteriormente, é continuar a correr e convencer mais pessoas que o podem fazer.

 

Não sou apologista do ficar sentado a criticar, por isso deixo aqui ideias:

  1. Ligar com uma via própria para a corrida (e bicicletas) o Parque das Nações a Cascais – eu sei que está quase, mas falta o quase. É urgente. E com luz para iluminar à noite e nos dias mais escuros.

  2. Abrir o atletismo como modalidade a mais pessoas. Campanhas junto de escolas. Uma espécie de programa “Tornar a Corrida Cool” para puxar os adolescentes. E ainda um programa que ensine que ser voluntário numa prova. Muito importante.

  3. Fomentar circuitos de corrida ao longo das cidades portuguesas. Pequenas indicações de circuitos na rua, tipo info turística, com a criação de várias tipologias de circuitos (em dificuldade e distância).

  4. Criação de uma rede de WC públicos com cacifos e chuveiros – pagos. Ou um cartão anual da cidade para utilizar os chuveiros de alguns health clubs.

  5. Diminuir o preço da entrada nas Meias e Maratonas em Portugal para quem está desempregado.

  6. Fomentar bolsas e apoios estatais de criação a empresas ligadas à corrida.

  7. Juntar marcas multinacionais a apoiarem corredores desfavorecidos. Nem todos podem gastar 50 euros nuns ténis para correr….

  8. Aposta na criação de uma elite de corredores portugueses. Porque isto sem ídolos vencedores não se consegue “puxar” gente para a modalidade. Só os atuais atletas federados sabem os sacríficos que passam atualmente e as condições de treino de alguns.

  9. Rezar para que a cidade do Futebol que vai nascer no Jamor não estrague esta meca da corrida a céu aberto.

Isto é um desabafo. Querem homenagear quem corre? Tornem-se corredores. Querem homenagear a corrida? Tragam cada vez mais gente para a corrida. E divirtam-se a correr.

p.s. – já descobri uma boa utilização para a estátua: é excelente para alongar a fáscia plantar.

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publicado às 11:00
editado por Bo Irik às 14:08

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Por Pedro Tomás Luiz

 

Ponto de Situação: faltam cerca de 3 semanas para o MIUT e o meu estado de alma varia entre o nervoso miudinho e a adrenalina da jornada que se aproxima.

 

Assim, para minorar todo este reboliço  vou deixando as minhas partes obsessivas tomarem conta dos comando do barco.

 

Em termos logísticos está praticamente tudo preparado.

 

A parte da dormida e da viagem foram reservados e pagos com antecedência suficiente para agora estar completamente relaxado.

 

Mesmo sendo a minha quarta visita à ilha, optei por ir, na mesma, uns dias mais cedo. Quero fazer um pouco de turismo, ir ao meu mui amado Cabo Girão, comer umas boas espetadas e uns bolos do caco quentinhos com manteiga de alho (nos dias antes da corrida já vale tudo). Mas também quero sentir e adaptar-me à humidade da ilha, bem como ir fazer o reconhecimento de alguns troços que irei calcorrear de noite. Já o regresso, mesmo sendo ao final do dia de domingo, antecipo que será bem penoso… a ver vamos.

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O Hotel escolhido foi o mais perto que encontrei da chegada, no estado em que vou vir a última coisa que quero é andar de transportes ou ter de percorrer grandes distâncias para poder ir tomar banho e descansar (este foi um grande conselho dado pelo Glenn Martin da Endeavour).

 

No que se refere ao material (apesar de ir fazer um post especifico sobre este tópico), já ando a testar o têxtil cedido pela Outpace, principalmente nos treinos longos quero sentir efectivamente se o material vai ser capaz de resistir e se não existem pontos de fricção que possam vir a trazer dissabores (o feedback até ao momento tem sido muito bom e em muitos aspectos uma agradável surpresa).

 

Em relação à mochila e às sapatilhas, tenho de tirar o chapéu à Outpace, que não tendo material adequado às minhas necessidades, foi ter com a Salomon Portugal para me fornecer este material.

 

A nutrição ficará a cargo da Clif Bar, uma marca pouco conhecida (sem qualquer ponto de venda no nosso país) mas sobejamente reconhecida nos USA e Canadá. Além de adorar sabor (chocolate e passas), são compostas de 70% de ingredientes orgânicos e baixas em gordura.  

 

Por último e no que se refere ao treino, aparentemente segundo o meu treinador, entrei na fase de tapering, ou seja, uma redução da carga de treino com vista a optimizar a competição Digo aparentemente porque a “porrada” que já levei esta semana e o que me espera no fim-de-semana faz-me duvidar um bocadinho deste facto.

 

A melhor parte é que me espera um fantástico fim-de-semana nos trilhos da Lousã…

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2ª Subida

 

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publicado às 13:00
editado por Correr na Cidade às 14:44

Por Bo Irik:

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 O ano passado na Meia Maratona da Ponte 25 de Abril

 

Ontem o Tiago partilhou algumas dicas para a vossa primeira meia maratona: aquecer, começar devagar, estabelecer objetivos, dividir a prova em etapas, combater o tédio, hidratar, usar roupa confortável e divertir-te. Fácil!

 

E agora? Agora que ainda faltam dois dias para a prova, o que fazer? Digo “ainda faltam” em vez de “já só faltam” porque nesta fase já deves estar mega ansioso/a!

 

Entretanto, já com algumas provas de 21km + no meu currículo, partilho convosco algumas das que eu considero as boas práticas nos dias que precedem uma prova. Estas dicas podem, obviamente, ser aplicadas a provas de qualquer distância. Sublinho que são dicas resultantes da minha experiência própria e que eu não sou nenhuma perita no assunto e cada caso é um caso.

 

  1. Come muitos hidratos de carbono!

Yes! Esquece a dieta, ataca a massa! Temos a mania de que a comida pre-prova devia ser massa pelos hidratos de carbono,mas sabias que duas carcaças contêm mas hidratos de carbono do que um prato de massa? Mais informação sobre o que comer antes de uma Meia Maratona pode ser lido aqui, escrito pela Ana, a nossa especialista neste âmbito.

 

A ingestão de hidratos deve ser iniciada alguns dias antes da prova, não só na véspera, e cuidado, não comas demasiado na véspera, isso também pode causar efeitos adversos! Come quantidades que comerias normalmente, mas carrega nos hidratos.

 

  1. Evita alimentos estranhos.

Se puderes come em casa e come coisas que estás habituado a comer, preferencialmente coisas que costumas comer antes de treinos longos. Agora não é o momento para experimentar o restaurante chinês clandestino na Mouraria :p

 

  1. Hidrata-te!

Sim, sei que o Tiago também já falou da hidratação durante a prova e a Ana sobre a hidratação antes, mas é tão tão tão importante, que repito: bebe água! Eu bebo muita água por natureza, tenho uma garrafinha no meu trabalho que vou enchendo de forma a beber 2 a 3 litros de água por dia, consoante o calor e previsão de exercício intenso. Mais uma vez, não basta beber no dia antes da prova e durante. Começa a hidratar bem 2 a 3 dias antes e não menos importante, depois da prova! Em paralelo, recomenda-se evitar o consumo de bebidas alcoólicas por terem um efeito contrário à hidratação e porque não é propriamente agradável fazer uma prova com uma ressaca :p

 

  1. Prepara o equipamento.

Garante que tens todo o equipamento lavadinho e preparado. Não te esqueças:

  • Dorsal e alfinetes ou porta-dorsal;
  • Chip (se não estiver integrado no dorsal);
  • Equipamento, boné e meias (o tempo está algo imprevisível e o boné ajuda a proteger contra o sol e a chuva);
  • Relógio e/ou telemóvel;
  • Géis ou outras fontes de energia (se bem que a Meia Maratona de Lisboa tem bastantes abastecimentos);
  • Protetor solar e vaselina ou outro crème para evitar assaduras (caso costumas usar).

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Acima de tudo... diverte-te! (foto por Miguel Batista)

  1. Não exageres.

Relaxa, relaxa as pernas. Na Sport Expo, onde se levantam os dorsais, evita andar muito, evita participar em workshops que possam ser exigentes para o teu corpo e evita provar amostras de comida que não conheces. Usa calçado confortável e descansa muito.

 

  1. Se sentires necessidade, corre.

Mas só um bocadinho! Há quem goste de soltar um pouco as pernas na véspera de prova. Tudo bem, desde que seja calminho e curto e não faças coisas “esquisitas” como experimentar calçado novo por exemplo.

 

  1. Ter as unhas cortadas.

Recomendo cortar as unhas, não na véspera da prova, mas uns dias antes, para dar tempo aos dedos do pé habituarem-se ao “novo corte”. Mantem as unhas dos pés bem curtinhas de forma a evitar as famosas unhas negras (o que aconteceu à Natália na sua primeira meia maratona). Outra dica preciosa é hidratar a pele dos pés com creme hidratante (eu própria uso um creme de mãos de marca branca).

 

  1. Pensamento positivo.

Não stresses. Treinaste o que pudeste e estás bem preparado/a. Descansa. No dia da prova, como esta envolve alguma logística, vai com tempo para evitar stresses e filas. Enjoy!

 

Boa prova a todos! E depois contem-me como foi!

(eu não irei estar presente este ano, pois irei participar nos 30km do Trail de Almeirim).

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publicado às 08:00


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