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Realiza-se já este domingo, 8 de Março, o Just Girls by Correr na Cidade, marcando o regresso dos treinos Just Girls de 2015.

Integrado no Dia Internacional da Mulher, este treino promove a saúde e o bem estar, através da corrida e da caminhada e a partilha de experiencias entre as corredoras. 

Como já vem sendo hábito, convidámos algumas marcas a fazerem parte desta festa, que passamos a apresentar:

 

Women’s Health em Portugal

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A revista feminina Women’s Health está presente em 25 países. É uma revista de estilo de vida, pioneira a nível de saúde, fitness, desporto e nutrição. Conta também com conteúdos nas áreas de moda e beleza. A WH  foca-se na imagem da mulher no seu todo. Pretende ser a melhor amiga da mulher portuguesa, dando-lhe sobretudo conselhos úteis sobre como cuidar-se física e mentalmente, como estar na moda, entre outros…

É uma revista direcionada para uma mulher que quer sentir-se bem, saudável, confiante e com estilo! Uma mulher que não abdica de ser feliz!

Este ano já tem o número três nas bancas e, partir de agora, sai uma nova Revista de 2 em 2 meses....

 

 

Compressport

 

A Compressport, parceira do Correr na Cidade no próximo treino Just Girls, para além de estar presente com um Testing Zone para as participantes que na sua inscrição demonstraram interesse em experimentar as caneleiras de compressão, lança também um pack promocional só para mulheres, não só para as que participam domingo no treino Just Girls mas para todas as seguidoras e leitoras do Correr na Cidade.

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Assim, para as interessadas nesta promoção, é possivel adquirir o kit no local do treino ou enviar um e-mail com os vossos dados até domingo à noite e concluir o processo com a Compressport Portugal. 

 

 

O Boticário

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O Boticário, pioneiro em lojas exclusivas de perfumaria e cosmética, tornou-se em Portugal numa marca muito conhecida e querida dos portugueses, fazendo parte, cada vez mais, do seu dia a dia. É uma marca que “acredita na Beleza e que se distingue pela atitude. Acreditamos que, quando as pessoas se sentem mais bonitas, tudo fica mais vibrante, alegre, colorido e o mundo inteiro fica mais belo.”

O Correr na Cidade, nomeadamente no âmbito dos treinos Just Girls, identifica-se com esta filosofia, pelo que convidou O Boticário a juntar-se ao Treino Just Girls do dia 8 de Março. A marca brasileira irá proporcionar a todas as participantes um fantástico kit de viagem, mini cremes de mãos, BotiBlocos de descontos (um bloco de descontos exclusivos d’O Boticário para usar durante este ano) e um flyer informativos da nova linha Nativa SPA Vinoterapia para se mimarem após o treino!

 

 

Jing Massagens

 

“Jing: do chinês "essência", é uma das três preciosidades do corpo humano, segundo a Medicina Tradicional Chinesa. Porque a sua essência é preciosa para nós, Jing proporciona-lhe os melhores cuidados para o seu bem estar”.

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Fharmonat

 

A Fharmonat, uma empresa portuguesa de suplementos alimentares, irá estar presente na primeira edição de 2015 do Just Girls by Correr na Cidade. Não é a primeira vez que temos a sua colaboração, e desta vez irá oferecer a todas as participantes uma amostra de L-carnitina de 2000 mg.

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A L-carnitna é um substancia que permite uma maior combustão de gordura, transformando-a assim em energia que é despendida durante o treino. Aumenta o rendimento do desportista e permite uma recuperação mais rápida do organismo, evitando a fadiga muscular. Deve ser tomada 30 minutos antes de início da atividade física. 

 

(fim da primeira parte)

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publicado às 15:00
editado por Liliana Moreira às 15:32

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Explicar porque decidi correr os 115km do Madeira Island Ultra Trail, é muito mais do que simplesmente explicar a minha relação com a corrida, é explicar a forma como este desporto mudou a minha forma estar, é explicar a  forma como esta paixão molda todos os dias a minha vida.

 

É incontornável que ser filho de um pai corredor, daqueles que corre há 40 anos,  que passou por uma época em que as corridas não eram pagas (sim isso era o normal), em que os atletas ganhavam medalhões e medalhas, em que os calções se queriam curtinhos e a meias bem brancas, onde o melhor relógio era um Casio, onde os atletas sabiam o seu ritmo apenas por puro feelling  e onde quem corria ou era maluquinho ou ia apagar um fogo, moldou definitivamente a forma como encaro a corrida e tudo o gira à volta dela.

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Em miúdo, as primeiras memórias que tenho da corrida, remetem para um jogo “parvo” que o Paulo, meu colega de carteira da escola primária,  organizava. Este jogo consistia basicamente em correr em fila indiana, pelo recreio da escola, seguindo as pisadas do líder do grupo, que ia trocando à medida do que nos dava na vinheta.

 

Já no liceu, e com claramente pouca apetência para o único desporto leccionado e praticado na escola, o futebol (já em adulto descobri que até conseguia dar uns toques razoáveis, mais ou menos o suficiente para ajudar a equipa e não comprometer muito, mas uma bela sarrafada de um individuo, causou-me a pior e mais difícil lesão desportiva que tive até hoje, um belo de um entorse da articulação tíbio-tarcica, com direito a um mês de canadianas e 4 meses até deixar de sentir dores), optei sempre por participar nos inter-escolas de corta-mato e nas caminhadas organizadas pelas professora Tabita.

 

Mais ou menos por esta altura começo a ir com o meu pai algumas corridas de bairro. Naquele tempo, com excepção de umas poucas de provas como seja a Nazaré, Lampas ou as Fogueiras, a grande maioria eram provas de bairro organizadas pelas coletividades e grupos desportivos, onde apesar do amadorismo a competição era ferranha.

 

Poderia vir agora dizer que em criança, tinha sido um corredor brilhante com muitos pódios etc… e tal…, mas a verdade é que sempre fui grande e mais pesado que os outros miúdos, o que era, e ainda é um factor determinante. Lembro-me apenas de um honroso 3º lugar, que podia ser segundo se eu não tivesse tido a brilhante ideia de me por a olhar para trás, à procura do outro puto, o que me fez perder velocidade e ser ultrapassado.

 

Durante os anos seguintes a corrida e o desporto em geral, estiveram arredados totalmente da minha vida até ao dia 26 de fevereiro de 2012 o dia da Epifania.

 

Neste dia decidi acompanhar o meu pai no Grande Prémio do Atlântico, que para quem não conhece é uma corrida de 10km, organizada pelo Núcleo Sportinguista de Costa de Caparica, com um belo percurso, totalmente plano e brindado em quase toda a sua extensão pelo mar.

 

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Dado o tiro de partida sucedem-se em catadupa a série de acontecimentos que tornaram este dia tão especial. O primeiro foi o meu pai, com 64 anos na altura, dizer-me que no final vai ficar à espera junto ao carro (terminou com 10 minutos de avanço), logo de seguida encontro uma senhora, que do alto do seus 70 e tal anos me pergunta “sabes porque é que eu vou a correr na estrada e tu vais na ciclovia?", eu encolhendo os ombros abanei a cabeça – "porque eu vou de mota e tu de bicicleta” e arranca sem que eu nunca mais a veja, e por último, a cereja no topo do bolo, foi eu fazer a prova com um senhor de 82 anos que simpaticamente se disponibilizou para  “puxar” por mim.

 

Conclusão… 1:02:48, bofes de fora e muita coisa para pensar… nomeadamente que havia algo de muito errado em todo este cenário.

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Desde aí muita coisa mudou… perdi peso (de uns simpáticos 102kg para os atuais 86kg), vi a minha capacidade de concentração melhorar significativamente assim como o meu rendimento no trabalho. Passei ter mais confiança em mim mesmo e naquilo que sou capaz de alcançar. Tornei-me mais metódico e organizado combatendo o meu elevado nível de procrastinação. Mas acima de tudo compreendi que correr é para mim um desafio, que me liberta, onde na procura de ir mais alto e mais longe sou levado a locais da minha mente nunca antes descobertos explorando os limites da minha resiliência física e mental.

 

Assim, encaro o MIUT com humbição (humildade + ambição), ou seja por um lado com a humildade de compreender que sou uma pequena formiga à beira dos 115km e dos 6800 D+, mas por outro com uma enorme vontade de superar este desafio gigante.

 

Dia 10 de abril, 00h, lá estarei, pronto a iniciar este desafio com o apoio do CnC e da Outpace.

 

Até lá acompanhem-me no meu caminho até ao MIUT 2015.

 

 

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publicado às 08:00
editado por Nuno Malcata às 01:21

Post masculino o ufeminino.jpgPor Tiago Portugal:

 

Através de uma pesquisa na Internet cheguei por mero acaso a um pequeno livro intitulado

“The Best of 2014 – 10 Articles you can’t live without” -  www.bartoldbiomechanics.com.

Este e-book contém artigos resumidos acerca de algumas questões relevantes da medicina desportiva e da biomecânica. A Bartold Biomechanics dedica-se a estudar estes assuntos há cerca de 26 anos. Os artigos podem não ser consensuais mas abordam questões interessantes e nas quais existe pouca literatura em português, pelo menos que seja de fácil acesso ao leitor comum. Irei nas próximas semanas traduzir 2 ou 3 artigos deste pequeno livro, tentando, o mais possível, ser fiel ao seu autor, sendo que o artigo de hoje é intitulado “Gender differences and footwear. Yes folks, there really IS a difference!”

 

 Artigo de Simon Bartold de 26 de março de 2014:

 

Já alguma vez reparou que homens e mulheres são diferentes? Quer dizer, realmente diferentes! A diferença é em todo o tipo de aspetos, e eu já tinha reparado nisto há algum tempo, apesar dos meus muitos anos a trabalhar e a lidar com calçado de desporto, ainda parece que os grandes fabricantes e as maiores marcas são um pouco lentos a assimilaram este fato.

Portanto, agora é o momento ideal para delinear algumas das diferenças básicas entre homens e mulheres corredoras, e para explorar exatamente os modelos que estão disponíveis no retalho especializado das sapatilhas de corrida de forma a por o pé certo – masculino ou feminino - no sapato adequado.

Em primeiro lugar, quais são as diferenças básicas entre homens e mulheres? Bem, eu vou limitar a minha discussão aos contrastes biomecânicos. E estes são muitos e variados. Apesar de o fato de agora existirem mais mulheres a correr do que homens (e tem sido assim desde 2002, Taunton et al 2009) a maioria dos fabricantes ainda fabrica os modelos de sapatos femininos diminuindo o tamanho dos modelos masculinos. Isso coloca problemas em muitos níveis, um dos quais é que a forma de um pé feminino é completamente diferente do pé masculino. Tipicamente, o pé feminino tem uma relação de tamanho entre o calcanhar e o ante pé mais estreita do que o pé masculino. Muitas mulheres têm grandes problemas com o ajuste e estabilidade com modelos de sapatos masculinos, que foram encolhidos, o que causa que o pé deslize e escorregue no sapato e desconforto. A formação de bolhas é uma questão particularmente comum para as mulheres corredoras e, invariavelmente, está relacionada com um mau ajuste do pé ao sapato.

Em seguida, as mulheres têm diferentes tipologias de lesões, não digo mais lesões, apenas lesões diferentes das dos seus colegas do sexo masculino:

  • As mulheres são duas vezes mais propensas a desenvolver dor na banda iliotibial do joelho em comparação com os homens (Ferber et al 2003);
  • As mulheres são três vezes mais propensas a desenvolver lesões no glúteo médio em comparação com os homens (Almeida et al , 2001);
  • Mulheres corredoras têm entre 2 e 9 vezes mais hipóteses de desenvolver dor/lesões na zona anterior do joelho em comparação com os homens (Almeida et al, 1999; DeHaven + Lintner, 1986);
  • Mulheres corredoras são duas vezes mais propensas a desenvolver dor da zona lateral do joelho comparado com os corredores masculinos (Almeida et al, 1999; DeHaven + Lintner, 1986).

Estas estatísticas são contundentes, mas por que será que essas diferenças ocorrem?

Bem, porque o esqueleto feminino é estruturalmente diferente do esqueleto masculino. As atletas femininas correm de forma diferente da dos homens. Isto conduz a diferentes padrões de carga e ao após um longo período de tempo e muitas repetições, este pode contribuir para o aparecimento de alguma lesão. Algumas das diferenças incluem:

  • A bacia mais larga em relação ao comprimento da perna relativamente aos homens, o que resulta numa aparência mais “pernas arqueadas”. Se você der uma olhada às corredoras femininas, especialmente as sprinters, isto pode ser facilmente demonstrada;
  • A tendência para uma maior rotação interna do fêmur (osso da coxa);
  • Uma maior rotação interna da articulação do quadril.

Estas três diferenças combinadas explicam muito o porquê de as lesões mais específicas das corredoras femininas e a demografia das mesmas.

No entanto, para além das diferenças estruturais, existem também diferenças substanciais na distribuição do impacto entre os corredores masculinos e femininos:

A caminhar a postura é semelhante entre os sexos. No entanto, as mulheres apresentam 11° de maior flexão na sua postura. Durante o movimento de corrida, vendo de uma perspetiva frontal, as mulheres têm significativamente maior ângulo de retração no quadril do que os homens. As mulheres possuem uma velocidade da movimentação da anca superior aos homens mas uma frequência de retração similar aos mesmos. (Ferber et al., 2003). Mais importante, as mulheres demonstram menor flexão do joelho e menores alterações do movimento de flexão desde o contacto inicial da passada até ao seu término em relação aos homens (Malinzak et al., 2001) e isto tem um efeito profundo na atenuação do impacto."

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Agora a questão difícil do calçado: O que deveríamos estar a construir/desenvolver nos tênis de corrida das mulheres?

 

As áreas-chave são:

  • As mulheres precisam de maior absorção de choque (amortecimento) do que os homens, porque têm menos flexão do joelho do que os homens (Malinzak et al, 2001). Elas correm com uma passada "mais dura", rígida, e não atenuam/absorvem o choque tão bem;
  • Deve existir uma atenção especial para a forma do sapato feminino e para a configuração da entressola e da sola que é particularmente importante na relação da área de aterragem/contato ao chão (touch-down contact area) durante a corrida (que é diferente de homem para mulher);
  • Existe agora uma boa evidência para sugerir uma plataforma de entressola maior para as mulheres do que os homens com base na nossa pesquisa sobre a flexibilidade do tendão e a sua capacidade de se adaptar às mudanças sobre pressão sem rutura da sua estrutura ou função em atletas do sexo feminino (Bartold et al 2009).

Concluindo, eu creio que as mulheres corredores foram mal tratadas, ignoradas, pelos grandes fabricantes de calçado desportivo, apesar de muitos deles reivindicarem que disponibilizam calçado específico para ambos os gêneros, ainda há muito trabalho a ser feito.

  1. Precisamos de nos concentrar em sistemas que oferecem uma forma de libertar a carga de forma eficaz.
  2. Adaptar a posição de aterragem/contato ao chão, posição de ataque ao chão.
  3. Estabilizar o médio-pé .
  4. Melhorar a posição de decolagem.

Algo a ponderar.

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publicado às 09:00
editado por Correr na Cidade a 4/3/15 às 23:17

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Por João Filipe Figueiredo:

Este modelo da Skechers é igual ao “simples” Go Run Ride 3. As sapatilhas são iguais, o tecido, o design e a sola - com os típicos sensores circulares GOImpulse – e são fornecidos igualmente com as palmilhas amovíveis.

 

A única diferença prende-se com as faixas reflectoras, em torno de toda a sapatilha, que absorvem a luz quando são expostas alguns minutos a uma lâmpada ou ao sol, e depois brilham no escuro com uma intensidade doida.

 

A Skechers fornece também uma pulseira verde fluorescente, que brilha no escuro que é uma coisa louca. É sempre bom saber onde temos as mãos numa noite sem um fio de luz.

 

Já fiz 133 km com estas sapatilhas e as conclusões são fantásticas. Estão com curiosidade? … então esperem pela review final, já falta pouco.

 

 

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publicado às 19:00

 

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Por Filipe Gil

 

Quarta-feira, dia 25 de fevereiro

Treino INTO THE WILD guiado por David Faustino.Um treino muito, muito bom. Subimos, subimos e continuámos a subir. Deu para testar o meu novo frontal da melhor maneira (é um Led Senser HR7 v2), isto porque às tantas a meio do treino perdi-me e fiquei sozinho, no escuro dos single tracks de Monsanto durante uns 10 minutos. Culpa minha. Fiquei entre o dois grupos do treino, sozinho e o David disse-me, é sempre à esquerda. E eu, chego a um cruzamento e viro para a direita, convencidissimo que estava a virar para a esquerda - podem rir, é defeito de fabrico. Sabe Deus como consegui tirar a carta de condução...

O fato de me ter perdido - sem ter qualquer noção de onde era o norte e sul - foi pacífico. Pelo menos até certo ponto. Várias coisas me passaram pela cabeça, confesso. Mas tentei controlar o relativo medo que senti na altura com um jogo interessante com a cabeça. Tentava pensar que estava no Mont Blanc a meio da noite e que tudo iria correr bem. Ou que estava num prova nos Estados Unidos e que logo, logo iria encontrar alguém (amigável, claro). Estava a safar-me.


Até que ouvi ladrar de cão grande (sabem a diferença, certo?) e aí tudo o que era uma tentativa de encontrar pontos de referência em Monsanto foi por água abaixo. Corri na direção contrária a toda a velocidade e fui ter a uma estrada. E aí percebi onde estava, finalmente. Consegui encontrar o grupo num instante, e ninguém percebeu que me tinha perdido. Ninguém se preocupa com os "organizadores" do treino e como os restantes membros da crew estavam - como estamos sempre - preocupados com os nossos convidados, ninguém deu pela minha falta. E ainda bem. 

Mesmo com isso foi um treino positivo para mim. Senti-me bem. Apesar de não estarmos com um ritmo elevado, senti-me com força para acompanhar o grupo da frente, senti que os treinos começam a dar frutos, finalmente!!! Este treino demorou um pouco mais do que esperado porque dividimo-nos em dois grupos e um deles pensou que tínhamos seguido por um caminho e nós fomos por outro.

 

Ficou a lição aprendida que isto de guiar cerca de 30 convidados por Monsanto, à noite, e em trilhos difíceis não é fácil. Mas é um grande orgulho pertencer a esta crew. Estamos cada vez melhor a guiar pessoas nos trilhos.

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Domingo, dia 1 de março

Dia de treino com alguns elementos da crew e o amigo Rui Alves Pinto. Às 8h da manhã já lá andávamos por Monsanto. Fomos fazer o reconhecimento do treino THE PACK, tendo em conta um circuito desenhado pelo ultra Pedro Conceição. Aliás relembro aqui que ainda temos algumas inscrições até ao dia 6 de março para os homens de verdade que queiram correr ao nosso lado pelo trilhos noturnos de Monsanto. Atrevam-se!

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Foi um treino "puxadinho". Não estava para lá virado, mas ao fim de 10km aqueci e já me estava a sentir bem, sobretudo nas subidas. Percebi também que o novo piso que a CML colocou na rampa da A5 e do Cozido é terrífico para os meus joelhos, sobretudo quando desço. Num trecho pequeno, descemos para voltar a subir e o meu joelho direito queixou-se logo.

Começa a crescer em mim uma grande dúvida em relação ao calçado. Se levo os Puma Faas 500 TR versão 1 ou versão 2. Os primeiros já estão muito feitos ao meu pé. Os segundos ainda só fizeram 20 e poucos quilómetros, mas são mais giros...Tenho que decidir em breve, o resto da indumentária está escolhida e testada. No próximo sábado irei ter um treino longo onde já pedi aos meus colegas de crew mais experientes para apertarem comigo. Serão cerca de 4 horas a correr. Para preparar bem o Piódão.

 

Ainda em Monsanto, cruzamo-nos com a partida da Corrida da Árvore - já a fiz duas vezes - e incentivámos com umas palmas os corredores.

 

Depois deste treino alguns elementos foram a um dos nossos treinos sociais, eu infelizmente não pude ir. Foi um treino muito interessante feito em parceria com o Açores Trail Run.Um treino com muita gente e com um sorteio que ofereceu viagem, estadia e dorsal para a prova açoriana. 

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Por último, e por hoje, queria partilhar convosco algo que está intrinsecamente ligado à minha preparação para o Ultra do Piódão: a minha barba. Sim, leram bem: b a r b a . Desde que comecei a minha preparação para esta aventura que não corto a barba - sim, aparo-a, porque senão ainda recebia moedas no Metro ou a minha mulher e filhos cortavam-me os pêlos durante o sono.

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Mas a razão é mais uma forma de, no dia-a-dia, me lembrar da minha aventura. De me ajudar também que a resiliência e vontade e espírito de sacrifício que estou a colocar nesta contenda podem ser transpostos para o dia-a-dia. Que a corrida, por vezes, não é mais do que um sinónimo da nossa vida, com altos e baixos, com alturas que parece que vamos atirar a toalha ao chão, mas com outros gloriosos que nos permitem rir e sorrir. 


A minha dúvida é cada vez maior. Será que vou sorrir no final do Ultra do Piódão?

 

p.s. - completamente farto do inverno. Farto de correr com impermeável, tshirt interior, tshirt de fora, sem saber como sair de casa antes de ir 3 horas para correr em trail. Quero correr os trilhos com pouca roupa e calções curtos!!!

 

 

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publicado às 07:00

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 Por Ana Sofia Guerra:

 

Quando se junta a vontade de passar um fim-de-semana fora do país e em boa companhia com a vontade de saber como é correr uma maratona num país diferente, surge a ideia de acompanhar alguns membros da running crew do Correr na Cidade e amigos na Maratona de Sevilha. E, claro, tirar muitas fotos.

Nunca tive vontade de correr uma maratona mas, para quem corre numa prova deste tipo, é importante saber que tem alguém a apoiá-lo no meio daquela multidão. E que multidão! No dia da prova, pelas 8h30 da manhã, as ruas enchiam-se de gente que se tinham levantado cedo a um Domingo para apoiar os atletas.

Mas, voltando um pouco atrás…outro dos objetivos que eu tinha nesta viagem, era estudar o tipo de pequenos-almoços dos nossos atletas. Certamente que ia ter bons e diferentes exemplos. Mas, em breve, irei escrever sobre este assunto.

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Durante a viagem para a Sevilha, os nervos já estavam à flor da pele. Mas os nossos atletas tentaram disfarçar e conseguiram. Tal como não podia deixar de ser, o jantar antes da prova foi a nossa tão famosa massa “catum” e umas belas batatas-doces assadas trazidas pelo António Vale. Depois duma boa refeição e dumas boas gargalhadas, lá fomos tentar dormir. Eu não ia correr, mas estava muito nervosa por eles. Sabia que esta era uma prova importante para os nossos atletas porque, para uns seria a maratona duma vida, para outros um esforço para o qual não sabiam se estavam preparados e para o Nuno Malcata seria lutar contra o Adamastor do 37ºkm.

 

Quando nos levantámos, o dia ainda não tinha nascido e o movimento começou: géis dum lado, equipamento para o outro, preparação dos pequenos-almoços e eu a tirar fotos a toda aquela logística. O caminho até ao estádio foi animado, com risos nervosos mas com pensamentos muito positivos. Depois de algumas fotos, lá deixei os nossos atletas perto da partida. O combinado era eu estar presente nos km 8, 15, 22 e na meta.

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E, agora, começa a minha odisseia: eles fizeram a maratona e eu corri entre estes pontos, de máquina na mão, sempre atrás duma bela fotografia. Adorei ver a quantidade de portugueses que participaram nesta prova. Vi muitas caras conhecidas de outras aventuras. E não tenho vergonha de admitir que, no meio daquele calor da multidão, chorei bastante. Eram lágrimas de alegria e de nervosismo enquanto via as pessoas a apoiarem constantemente os atletas. E vi o quanto aquilo era importante para quem corria. Infelizmente, nunca senti aquele apoio no nosso país neste tipo de prova. Mas já o senti em provas de trail ao passar em terras mais pequenas mas acolhedoras.

 

Quando chego ao estádio para ver a chegada dos nossos amigos, não queria acreditar no que via: muitos sorrisos, muitos gritos, muitos abraços, muito calor humano. A sensação foi incrível! Naquele momento percebi o porque é que esta prova é tão famosa. Eu e a Joana tínhamos corrido o último km ao lado dos maratonistas que se esforçavam para fazer a sua entrada triunfal no estádio. E apenas esperámos cerca de 5 minutos quando avistámos a Bo e o Nuno Malcata a chegarem. Nessa altura passei o telemóvel à Joana para ela fazer um vídeo e eu fotografar aquele momento tão especial e aconteceu o que se viu. Os nossos gritos são de pura alegria por eles terem chegado ao fim, bem de saúde e com cãibras na cara de tanto sorrirem durante a prova. Enquanto estava a fotografar aquele momento, vejo a Patrícia Mar a passar a meta e nem ela estava a acreditar no que estava a acontecer. No final, os nossos campeões vinham com capas de plástico amarelo e com uma expressão fantástica no rosto.

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Depois desta aventura e dum banho bem tomado, fomos almoçar umas belas tapas à espanhola e passeámos por esta cidade magnífica. Na bagagem, os nossos atletas trouxeram o sabor da vitória pessoal e eu trouxe imagens duma aventura que jamais esquecerei.

 

Boas corridas!

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publicado às 12:30

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Pedimos ao nosso amigo João Gonçalves para testar as Kalenji Kiprun DS, este é o seu veredicto:

 

Por João Gonçalves:

 

“Que sapatilhas são essas?  São uma Kalenji. E isso é bom?

 

Se acreditamos que usar uma t-shirt ou uns calções de uma marca menos main stream não vai prejudicar a nossa performance ao longo das nossas corridas diárias, quando se trata de um par de sapatilhas, o caso já muda de figura – acabamos sempre por desconfiar um pouco, antes de acreditar.

 

Se estás desconfiado também, fica mais um pouco e descobre nesta review qual a opinião sobre estas sapatilhas desta marca francesa.

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Anunciadas pela marca como umas sapatilhas para distâncias curtas de cerca de 10/15km para corredores de passada neutra, estas sapatilhas apresentam como especificações técnicas um peso de 270 gramas (tamanho 43), um novo conceito de amortecimento chamado K-Ring que propaga o impacto ao longo da sola de uma rápida de eficaz e uma uma nova tecnologia denominada de Up’bar que proporciona uma maior retorno de passada criando assim mais dinamismo.

 

Mas afinal, qual é que é minha opinião?

 

Design

 

Falando primeiro de design meramente estético, quando vi as sapatilhas pela primeira vez, pensei  - “Até têm pinta!” - mesmo não sendo um adepto do amarelo limão, confesso que gostei da combinação deste com o lilás, bem como da utilização de parte do logótipo da marca em elemento reflector dimensão generosa que proporciona uma maior segurança ao corredor situação de corrida nocturna.

 

Falando de design de construção, estas sapatilhas apresentam umas costuras sólidas e bem executadas que demonstra alguma atenção ao detalhe e o facto de terem palmilhas removíveis permite uma maior facilidade de limpeza e a substituição das mesmas é para mim sempre um ponto a favor.

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Conforto

 

Como indicado pela marca, estas sapatilhas foram construídas para corredores neutros com peso até 75kg, permitindo conforto para distâncias curtas.

 

Enquadrado dentro destes parâmetros ao calçar as sapatilhas sente-se que não saímos defraudados, são confortáveis, oferecem um encaixe seguro para o calcanhar e uma parte dianteira suficientemente larga que permite abrir os dedos dos pés sem qualquer problema, para além disso apresentam a toda a sua volta bons níveis de respirabilidade permitindo permitindo um maior conforto para os pés.

 

Como já referi estas sapatilhas são desenhadas para distâncias até 15km, mas sendo uma pessoa que gosta de puxar um pouco pelos limites, resolvi num dos treinos que fiz com as Kiprun SD ir um pouco mais longe e sentir qual era o ponto onde estas começam apresentar alguns sinais de desconforto, acabando por fazer uma distância de Meia Maratona, confesso que perto do final se começa a sentir alguma rigidez na passada, mas acabam por cumprir a distancia sem desconforto de maior para quem as calça.

 

Amortecimento

 

Associado ao alto nível de conforto, está a tecnologia K-Ring que a Kalenji inseriu neste modelo – O que é está tecnologia? - Basicamente é um “donuts” feito de um material que oferece um excelente amortecimento situado na zona do calcanhar e confesso que fiquei surpreendido pela positiva, pois funciona na perfeição, proporcionando um elevado nível de conforto na passada quando de ataca o solo com esta parte do pé, contundo esta sensação de conforto fica um pouco à quem na parte da frente da sapatilha apresentando-se bastante rígida até – fica aqui um ponto de melhoria.

 

Estabilidade

 

Como já referi estes Kalenji KIPRUN SD, são sapatilhas para corredores neutros apresentando um peso de 270 gramas para um numero 43 – Sim, existem sapatilhas de estrada mais leves – mas menos assim são leves e sentem-se leves e bastante rápidas na transição da passada garantido uma boa estabilidade e confiança.

 

Tendo efectuado os treinos em ambiente citadino no meio das ruas de Lisboa, onde é necessário serpentear para além de alguns obstáculos as pessoas que circulam no passeio, efectuando mudanças de direcção rápidas, senti que a estabilidade lateral das sapatilhas podiria ser melhorada, pois sente-se que as sapatilhas não “abraçam” o pé lateralmente como seria desejável.

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Preço

 

O preço de venda ao publico anunciado no site na marca é de €69,95, contudo apresenta-se de momento com uma baixa de preço que permite adquirir os mesmo por €49,95.

E por este ultimo preço, a relação da qualidade do produto com o valor que se paga é no meu ver boa, permitindo adquirir um bom produto, a um preço reduzido.

 

Conclusão

 

O que gostei mais destas sapatilhas foi a “verdade” das mesmas, ou seja, tudo aquilo que é anunciado pela marca é de facto aquilo que leva calçado nos pés, umas boas sapatilhas neutras, rápidas, capazes de cumprir distâncias curtas com todo o conforto.

 

Avaliação final

Design: 16 / 20
Conforto: 15 / 20
Amortecimento: 15 /20
Estabilidade: 15 /20
Preço: 17 /20

TOTAL: 78 /100

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publicado às 08:00
editado por Bo Irik às 10:47

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As sapatilhas Reebok All Terrain Super, foram desenhadas a pensar nas provas como as “Spartan Races” (corridas de obstáculos com diferentes distâncias) e pretendem conciliar as características ideias para obstáculos, mas também para corrida. Há que fazer uma ressalva, pois temos utilizado as sapatilhas apenas para correr em trilhos e não neste género de treinos para o qual foram concebidas.

 

O Stefan já deu a sua opinião, muito positiva, acerca deste modelos da Reebok aqui. Segue a opinião das nossas trailistas Carmo e Bo:

 

DESIGN

 

Carmo: A primeira impressão é o impacto visual que provocam: são super coloridas! Dificilmente passam despercebidas. Pessoalmente gosto bastante da escolha das cores vivas e do cuidado no design de pormenores visuais, tais como o tecido em degradé ou os detalhes em cor-de-rosa (que tornam as sapatilhas bastante femininas).

 

Bo: Eu concordo com a Carmo, adoro o design diferente destas sapatilhas, tanto a nível de cores como de forma. No entanto, por serem disruptivos na sua aparência, também gente que comentou comigo que achavam as sapatilhas feias. Eu insisto que gosto, precisamente pelo seu aspeto diferente e ousado.

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CONFORTO

 

Carmo: Ao calçá-las pela primeira vez, a sensação foi ambigua: se por um lado senti conforto na zona da planta do pé; os dedos bem acomodados na toe box sem sentir aperto e uma leveza extrema (têm o peso pluma de cerca de 190gr.), por outro apercebi-me que na zona do dorso do pé, o material era muito pouco maleável, criando inclusivamente desconfortáveis vincos sempre que flectia o pé. Ao fim de poucos quilómetros de utilização, a rigidez do material e a consequente tendência para fazer vinco na zona das articulações dos dedos, acabaram por fazer uma ferida nos dedos mindinhos, tornando-se bastante incómodas. Com o uso, o material tem vindo a “quebrar”, apesar de nunca sentir o pé confortável.

 

Em dias de chuva ou em pisos molhados nunca senti os pés muito ensopados: a tecnologia H2Odrain desempenha muito bem a sua função, apresentando uma óptima capacidade de drenagem da água, secando muito rapidamente. Inclusivamente, a língua da sapatilha é feita de um material que não ensopa. Para além da boa drenagem da água, a malha exterior apresenta uma óptima capacidade de ventilação. São super arejadas e frescas. Diria que esta é uma das grandes mais- valias destas sapatilhas.

 

Os atacadores, apesar de não serem muito resistentes, têm um óptimo tamanho, permitindo usar a técnica de aperto das orelhas e do duplo laço.

 

A sola bastante agressiva foi desenhada a pensar no piso e nos obstáculos a transpor neste tipo de provas. Em pisos de terra batida e em lama senti uma óptima capacidade de aderência. Em rocha ou pedra, sobretudo quando estas se encontravam molhadas, senti que patinava com alguma facilidade, não dando segurança suficiente para grandes aventuras.

 

Quanto à resistência, a parte dianteira é reforçada por uma tela resistente. Mas na zona onde vinca, o desgaste é bastante grande, mesmo com poucos quilómetros de utilização.

 

Bo: Mais uma vez concordo com a Carmo na medida em que me identifico com as primeiras impressões ambíguas, contudo, a sapatilha não me causou feridas e rapidamente me adaptei à sua rigidez enquanto a sapatilha se adaptava ao meu pé.

 

Na minha opinião, a capacidade de drenagem da água e ventilação são extremamente boas em comparação com outras sapatilhas de trail. A sua aderência também é muito boa, principalmente em pisos extremos como lama. Continuam as minhas sapatilhas de eleição para percursos de trilhos até 20km com muita lama e água.

 

Enquanto ponto menos positivo, aponto a língua da sapatilha. Não me ajeito com ela. Embora os atacadores permitirem a a técnica de aperto das orelhas e do duplo laço, não consigo prender a língua do sapato de forma a ficar direita. Bastam 10 minutos para ela se desviar para o lado exterior do pé e fica aí. Não é incomodativo, mas também não é suposto.

 

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AMORTECIMENTO E ESTABILIDADE

 

Carmo: Com um drop (diferença entre a altura do calcanhar e a altura da frente do pé) de 5mm, os Reebok All Terrain Super são bastante minimalistas. Sendo eu utilizadora regular de sapatilhas com bastante mais drop, ao fim de poucos quilómetros sinto alguma fadiga, sobretudo na zona dos gémeos. Mais uma vez apercebi-me que a adaptação a umas sapatilhas mais minimalistas não é de todo imediata, mas sim gradual, requerendo uma “interiorização” de uma nova postura e de uma nova passada.

 

Bo: Ao contrário da Carmo, eu já estou mais habituada a calçado minimalista em trail e o drop reduzido soube-me muito bem. Em termos de amortecimento, para mim são ótimos, mas não são indicados para quem não está habituado a calçado mais minimalista. A estabilidade é algo reduzida, mas penso que faz parte deste modelo e o objetivo desta sapatilha não é fornecer uma mega-estabailidade.

 

PREÇO

 

Carmo: Com um preço na casa dos 80 euros e não sendo umas sapatilhas pensadas especificamente para corrida em trilhos, penso que a sua compra deverá ser bem equacionada de acordo com os objectivos de cada corredor.

 

Bo: Para já acho a relação preço-qualidade muito boa. Se gostas de correr na lama e água em distâncias até 21km e procuras um calçado mais minimalista, recomendo estes Reebok All Terrain Super.

 

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AVALIAÇÃO

 

Carmo:

Design: 18/20

Conforto: 12/20

Estabilidade: 16/20

Amortecimento: 16/20

Preço: 16/20

 

Bo:

Design: 18/20

Conforto: 16/20

Estabilidade: 16/20

Amortecimento: 16/20

Preço: 17/20

 

AVALIAÇÃO FINAL (de 0 a 100)

 

Carmo: 78/100

Bo: 83/100

 

Quanto ao veredicto final, as sapatilhas Reebok All Terrain Super apresentam como pontos positivos a óptima capacidade de aderência em pisos de terra batida e lama e de drenagem de água, assim como a leveza e design disruptivo. Como pontos menos positivos, destacamos o facto do material de revestimento não ser suficientemente maleável, podendo causar algum desconforto (inicial) nos pés, bem como a pouca aderência em pisos de rocha e pedra molhada e a língua que não se mantem no sítio.

 

Boas corridas!

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publicado às 13:00
editado por Correr na Cidade a 28/2/15 às 16:19

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O Correr na Cidade adora a Meia Maratona do Douro Vinhateiro, a mais bela corrida do planeta e este ano lá estaremos! Queres vir connosco? Então participa neste fantástico passatempo e habilita-te a ganhar um convite duplo para a EDP X Meia Maratona do Douro Vinhateiro (válido para qualquer distância) a realizar-se dia 17 de Maio pelas 10.30 horas.

 

Mas como é que podem ganhar um dos dois dorsais deste passatempo? Nada mais fácil!

 

  1. Tornarem-se seguidores da nossa página de facebooke seguir-nos no Instagram (se tiverem conta, claro).
  2. Tornarem-se seguidores da página de facebook da prova.
  3. Enviarem uma “selfie”* num dos lugares “mais belos do planeta” para para run@corrernacidade.com até às 23h59 de quarta-feira dia 4 de Março.

 

As três melhores fotos - escolhidas por este blog - irão estar em votação no Facebook do Correr na Cidade entre sexta, dia 6 e as 23:59 de domingo, dia 8 de Março. As duas fotos que tiverem mais votos (likes) ganham um convite duplo para esta prova.

 

Os vencedores serão anunciados na segunda-feira, dia 9.

 

Já escrevemos sobre a prova aqui e há mais informação no site oficial.

 

Atreva-se e viva A MAIS BELA CORRIDA DO MUNDO!

 

*uma “selfie” é fotografia tirada a si próprio, tirada com um telemóvel ou uma webcam :)

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publicado às 08:00
editado por Nuno Malcata às 08:47

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No dia 12 de março irá decorrer um treino de trail diferente. É o primeiro treino THE PACK, só para homens, Homens a sério!

 

Num treino pensado para 1h45m, este treino reúne pessoas, perdão, Homens!, de várias equipas e crews apaixonadas pelo trail running.

Será um treino alternativo para homens a sério! Mais concretamente para 30 homens que irão percorrer os trilhos de Monsanto, em Lisboa.

 

Mas, atenção é um treino fechado e apenas por convite. Somente os convidados saberão pormenores do evento. E temos apenas 10 convites (gratuitos) para oferecer aos homens a sério!

Para quem tiver a coragem de aceitar o convite THE PACK terá que enviar um email para run@corrernacidade.com com uma única fotografia que resuma estas ideias: Trail Running, Barbas e Cerveja!

 

Devem enviar até ao dia 6 de março. Os 10 mais criativos serão escolhidos pelos elementos do THE PACK e terão a oportunidade de partilharem connosco os trilhos de Monsanto na noite de 12 de março.

 

E já sabem, o que se irá passar neste treino ficará no treino!

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publicado às 15:00


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