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Correr no Nepal

por Correr na Cidade, em 19.04.14


Por Carmo Moser:

 

Não sei bem que palavras usar para descrever a minha experiência de correr no Nepal. "Extraordinário" talvez seja o termo que se aproxima mais daquilo que estou a sentir nesta viagem! Tem sido uma experiência "do outro mundo", em que dou por mim a beliscar-me constantemente para confirmar se isto não passa de um sonho! 

Jamais irei esquecer a paisagem de cortar a respiração de Nagarkot, as aldeias perdidas onde o tempo parece ter parado, as crianças com quem me tenho cruzado e que correm uns bons metros comigo, a floresta magnífica de Chitwan, o insólito de encontrar vários elefantes ao longo do percurso, o nascer do sol no meio dos arrozais, os "namastés" que vou recebendo e retribuindo durante o treino, o som dos pássaros a cantar logo pela manhã... Que privilégio tem sido!

 

São estes momentos que me fazem ter cada vez mais a certeza que viajar e correr são sinónimos de pura felicidade!

 

 

 

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Para quem leu o meu último post, sabe que estive no passado Domingo a correr a Maratona de Londres, a convite da Endeavor Travels aqui fica a continuação…

 

A minha Maratona de Londres:

 

Comecei a corrida, como uma criança que entra numa loja de brinquedos. Tudo era novo, tudo era diferente e nunca tinha visto um público tão excitado por ver passar uma corrida.

 

Ainda só com 3,5 km nas pernas, tive fazer o meu primeiro e único pit stop. Apesar de ter ido ao WC antes de começar a prova, comecei quase à “rasquinha para fazer um chichi”. O chá que bebi estava a fazer os seus efeitos.

 

Ultrapassadas as questões fisiológicas, meti um ritmo bastante confortável, em torno dos 6m/km e o qual eu tinha certeza que me daria para correr até ao infinito. Além disso, mesmo que quisesse correr mais rápido, não teria conseguido, o facto de ter partido muito de trás, obrigava a um ziguezaguear constante e consequentemente a um esforço adicional. Mesmo assim eu e o meu companheiro Manuel Barros (clube do Stress) lá fomos progredindo por entre a multidão.

 

O percurso passa por muitos lugares emblemáticos da cidade de Londres, sendo que por volta dos 10km surge o grandioso Cutty Sark (o barco e não a bebida), numa curva bem apertada contornámos este magistral barco.

 

 

Mais à frente, por volta do km 20, no dobrar de uma esquina surge de surpresa a Tower Bridge. Aqui, fosse pela energia do público, fosse pela paisagem, senti aquele arrepio no estômago e uma emoção quase transcendental.

 

 

 

 

 

 

Passada à ponte pude ver a Tower of London, onde estarão depositadas as jóias da coroa. A partir daqui o percurso abre para ruas mais largas e entra-se numa zona em que é possível ver passar os atletas que já estão a passar o pórtico dos 35km.

 

A passagem da meia maratona marca uma mudança na minha prova de duas formas. Em primeiro lugar, foi aqui que deixei o meu companheiro Manuel Barros, que apesar de se estar a sentir bem quis abrandar e em segundo lugar, com as pernas já a acusarem um bocadinho o esforço, decidi que era tempo de arrumar o telemóvel e concentrar-me na prova.

 

Daqui para a frente a prova teve pouca “ciência”, o meu ritmo estava bom e confortável, não sentia qualquer dor, a estratégia de toma de geles estava a funcionar (1º aos 15km, 2º aos 22km, 3º aos 30km e 4º aos 40km) e acima de tudo sentia-me incrivelmente feliz por estar ali a viver aquele momento.

 

Por volta do km 33, passo pela claque da crew Londrina (Run Dem Crew) e sou brindado com um ruidoso apoio (não diretamente para mim, mas para um corredor desta crew que estava bem pertinho de mim). Ia na expectativa de poder tirar uma foto com eles, mas o facto da estrada ser estreita e de eles já terem ocupado uma parte da estrada, fez-me optar por seguir caminho (digamos que aquele local estava bem ao estilo de um Tour de France).

 

Houve ainda tempo de passar pelas famílias do clube do stress, que com uma bela bandeira portuguesa me cumprimentaram e apoiaram, bem como por duas caras conhecidas que brilhantemente iam no seu ritmo.

Ao km 35 grande parte dos corredores já iam mais a andar do que a correr, havia muitos corredores a ser assistidos pelos paramédicos, outros a parar para alongar e uma impressionante senhora, que apesar coberta de diarreia nas pernas, continuava determinantemente a correr em direção à meta.

 

Entrado em Victoria Embankement o pórtico das 25 milhas sorria para mim, pensei “Está  feito” voltei a relaxar a sacar do telemóvel para poder gravar os momentos finais. Passagem pelo Big Ben, pela Abadia de Westminster, entrada no St. James Park, passagem pelo Buckingham Palace e… aquela maravilhosa visão… a meta…

 

 

 

Ao som do Happy, lá fui eu a dançar em direção à meta. E o que é que se faz quando se corre em direção a uma meta?.... Faz-se uma paragem para última selfie da prova.

 

 

 

Dados da Prova:

  • Tempo de chip: 04:17:15
  • Média de 6,6 m/km;
  • Classificação: Lugar 15787;
  • Classificação por escalão (18-39): Lugar 6119;
  • Ultrapassei  1619 corredores;
  • Fui ultrapassado por 15 corredores.

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Paris City Trail

por Correr na Cidade, em 18.04.14

Quem nos segue sabe que somos fãs do City Trail, e que estamos a preparar umas novidades sobre esta vertente do running, por isso cada vez que vemos algo interessante sobre "trailar na cidade" gostamos de partilhar. Sobretudo quando são os fantásticos vídeos da Salomon. Deixamos mais um episódio (o 7º) da Salomon TV dedicado ao City Trail em Paris.

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Conheces a Two Oceans Marathon?

por Correr na Cidade, em 18.04.14

 

 

Por Bo Irik:

 

Conheces a Two Oceans Marathon? Não? Bem me parecia. 



Pelo Facebook oficial desta maratona sul-africana concluí que não tem muitos adeptos portugueses (ainda). Eu própria tomei conhecimento desta prova através blogue, que sigo com muito entusiasmo, de duas corredoras de Amesterdão (http://www.girlslove2run.com/), pois a Francien, de apenas 27 anos, vai aventurar-se na versão ultra desta prova e a Fieke vai fazer a Meia. Ficam aqui os meus votos de boa sorte às duas: Toi toi toi @GIRLSLOVETORUN! ("Toi, toi, toi" é uma forma de os holandeses desejarem força ou boa sorte, por isso já sabes o que gritar ao encontrar-me numa prova ;) 

 

Em relação à prova em si, a Two Oceans Marathon (site oficial aqui) patrocinada pela Old Mutual, tem vindo a consolidar a sua reputação enquanto a maratona mais bela do mundo, desde 1970, quando contou com apenas 26 atletas para enfrentar o desafio desconhecido. Desde então, o conceito tornou-se uma instituição nacional e um favorito entre atletas nacionais e internacionais.

 

Os participantes podem escolher entre uma grande variedade de provas/distâncias - a emblemática ulta-maratona de 56km, a Meia Maratona, 5km ou 2,5km de pura diversão e até provas de Trail (8 ou 18km). Anualmente o evento atrai cerca de 26 000 participantes no total, tendo-se tornado um sinónimo do fim-de-semana de Páscoa na em Cape Town, com atividades para toda a família durante vários dias.

 

A Two Oceans Marathon associa-se, tal como muitos eventos desportivos, a uma boa causa, a Two Oceans Marathon Initiative (TOMI), lançada em 2012, para angariar fundos para determinadas  instituições de caridade relacionadas com a educação, nomeadamente a educação física e ambiental.

 

Segue um vídeo irresistível. South Africa – o teu desafio para 2015? Who knows!

 

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Por Pedro Luiz Tomás:

 

Ainda envolto por uma inebriação digna de um conto do Lewis Carroll, começo a escrever este Race Report.

 

Como sabem estive este domingo em Londres a correr a Maratona, graças a uma parceria entre a Endeavor  Travel e o Correr na Cidade. Durante a minha estadia fui escrevendo sobre as minhas expectativas, vivências e emoções, mas confesso que nada daquilo que pensei, ouvi ou imaginei chegou perto daquilo que vivi.

 

Dia da Maratona:

 

Como sempre, na véspera tinha organizado metodicamente todo o meu equipamento. Preparei a T-shirt, os calções, meias, sapatilhas, verifiquei o funcionamento do gps, preparei o dorsal e o cinto com os geles.

 

O transfer do hotel, para a partida estava marcado para as 7h, pelo que acordei por volta das 5:15, para me poder organizar tranquilamente. Às 5:30 eu e o Denis descemos para tomar um bom pequeno almoço, que por norma costuma ser aletria/arroz doce e café, mas dada a falta desses alimentos, lá me safei, com alimentos bem familiares, ovos, fiambre de peru, pão e café (não é dia para inventar em nada, especialmente no que toca a comida).

 

De barriga cheia, regressamos ao quarto onde nos equipamos tiramos a primeira selfie, com um sorriso de quem sabe que nos espera um grande dia.

 

 

No autocarro a energia era vibrante, apesar de ser bastante cedo, todos os corredores iam animados falando, do tempo, da cidade, da prova e da estratégia de corrida.

 

A partida da maratona é feita de três pontos diferentes e faseadamente. Assim tínhamos:

  1. 08:55 Blue Start: atletas em cadeira de rodas;
  2. 09:00 Blue Start: atletas com deficiência (onde estava o grande Pina);
  3. 09:15 Blue Start: elite feminina;
  4. 10:00 Blue Start: elite masculina;
  5. 10:00 Blue, Red e Green Start: restantes atletas.

 

Tendo sido colocado na Blue Start, fomos levados para um enorme relvado, vedado, onde tínhamos à nossa espera café, chá, leite, água e isótonico, isto para não falar nas centenas de WC alinhados no recinto e devidamente coordenados por elementos da organização. O tempo até à partida foi passado em amena conversa, apanhando um fantástico banho de sol e a hidratar para a prova.

 

 

 

Cerca das 09:30 dirigi-me ao camião, para deixar o meu saco, que haveria de estar na meta à minha espera.

 

Já no gate 9 percebi que estava na cauda da Blue Start, ou seja teria pela frente corredores bem mais lentos do que eu, não que isso fosse um problema dado que não tinha qualquer intenção de concretizar um tempo especifico. Os meus objetivos para esta prova estavam bem definidos: (1) acabar, (2) de preferência em cerca de 4 horas (os 50km do Piodão ainda estavam muito recentes no corpinho) (3) aproveitar e absorver cada momento desta experiência.

 


Às 10h o tiro de canhão supostamente terá dado inicio à corrida (não que tenha ouvido alguma coisa), mas de onde eu estava até à partida foram uns longos 15 minutos.

 

 

 

Começada a corrida, era impossível esconder o sorriso. Com o véu a levantar-se comecei a compreender a verdadeira dimensão desta prova… Além dos milhares de corredores que estavam a correr a maratona, havia o triplo de pessoas a assistirem à prova, mas estas não se limitavam a bater palmas ou a observar, estas pessoas gritavam euforicamente por todos os atletas. Não há palavras que possam descrever aquilo que vi, ou senti.

 

 

To be continued…(parte 2)

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O "corredor do BUS" original, na Praça da Figueira em Lisboa

 

Deverão existir poucos corredores, experientes ou novatos, em Lisboa e arredores que não se tenha cruzado com o João Campos. É quase uma figura meio mítica que não perde uma boa corrida (e um bom prato). Mesmo com o nascimento da sua primeira filha, não abrandou na sua presença nas corridas e treinos, pelo contrário a sua veia criativa levo-o a criar o projeto "Corredor do BUS". Uma ideia que o blog Correr na Cidade apoia desde a primeira hora. Conversamos com o João sobre o "BUS" e sobre outros assuntos relacionados com a corrida.

Entrevista por Filipe Gil

 

Em primeiro lugar a pergunta que tem de ser feita: como e porquê nasceu o projeto Corredor do BUS?
O projeto "corredor do BUS" nasceu da necessidade de fazer algo diferenciador e marcante a nível da corrida. Estava um dia a correr, e a pensar no que poderia fazer de diferente, e lembrei-me de criar o "corredor do BUS", cujo mote é "Percorrer, a correr, todos os percursos de todas as redes de transportes públicos existentes". Para já, em Lisboa, Portugal, para começar, depois no Mundo para continuar.Desta forma, sempre que for a uma vila ou cidade estrangeira, poderei juntar percursos à caderneta.

Qual o objetivo principal deste treino?
Permite-me a correção mas, o conceito do "corredor do BUS" não é de fazer treinos mas sim, percorrer percursos.Um dos problemas, no meu entender, com os treinos no geral, pelo menos na cidade onde moro, é serem por vezes em percursos repetitivos, onde a correr já não encontramos nada de novo. Assim, seguindo percursos de transportes públicos, a hipótese de fazer vários percursos diferentes é bastante maior (só em Lisboa existem 78 carreiras da Carris).Para além disso, através da descrição do percurso de um ponto de vista pessoal e na primeira pessoa, pretende-se impulsionar os cidadãos a utilizarem a rede de transportes públicos da sua cidade ou região, bem como promover hábitos de vida saudáveis, dando a conhecer em simultâneo partes da cidade e da rede desconhecidas ou esquecidas, quer a nível de acessibilidades, quer a nível histórico, cultural e social.

O grupo antes da partida, na Praça da Figueira, em Lisboa


Como correu o primeiro percurso. Como foi a adesão?
O primeiro percurso, o da carreira da Carris "15E", correu extremamente bem. Foram 33 participantes e tivemos a presença da RTP a entrevistar os participantes, e a acompanhar o percurso do início ao fim. Este percurso, foi escolhido propositadamente pelo seu comprimento e altimetria acessíveis ao "corredor comum" e iniciado, 10km e plano, e a ser numa zona de contraste habitacional elevado (Baixa de Lisboa, Alcântara, Belém, Pedrouços e Algés).
O relato completo pode ser encontrado aqui.

O que mais diferencia estes percursos de outros treinos?
O factor diferenciador encontra-se no conceito base. Começa por não ser um "treino" na sua génese mas sim o percorrer de percursos de transportes públicos. Pegando neste conceito, e supondo que vamos a uma cidade estrangeira e não sabendo onde ir correr, é só escolher a carreira e seguir.
Para além disso, a ideia é fazer também uma cobertura das zonas esquecidas das cidades. Muitas vezes, enquanto andamos no autocarro, o que fôr, vamos embrenhados nos nossos pensamentos, ou a ler, ou a interagir com o nosso smartphone, e fechados dentro de uma cápsula que não nos deixa ter contacto na primeira pessoa com o que circunda os itenerários dos percursos.

 

Jardim não arranjado na Avenida 24 de Julho

 

Quando ser irá realizar o próximo?
O próximo percurso realiza-se no próximo sábado, 19 de Abril de 2014, às 17h00, e vai percorrer o percurso da carreira da Carris "734". O ponto de encontro é no Martim Moniz. Devido às particularidades desta carreira (3.600 metros), será feito o percurso de ida, e volta. O blog Correr na Cidade e a sua Running Crew, bem como qualquer participante que pretenda acompanhar o "corredor do BUS", só tem de aparecer no sítio indicado à hora indicada.
Mais informações estão disponíveis no website do "corredor do BUS" aqui.

Como classificas os inúmeros treinos que existem em Lisboa (e noutras cidades do país). E como classificas a adesão dos portugueses à corrida?
Começando pela adesão dos portuguesas à corrida, considero um fenómeno explosivo, sem dúvida. Mesmo não tendo acesso a nenhum estudo acerca do assunto, a percepção quando corro na rua, e quando participo em provas é que o crescimento da prática do desporto é exponencial. Para além disso, vejo novas marcas a aparecer no mercado, com produtos diversificados, o que denota uma certa atenção da sua parte.
Quanto aos inúmeros treinos existentes em Lisboa, considero no geral, pelo menos aqueles que conheço, bem divulgados, com muitos participantes mas, por vezes, sempre iguais ao anterior. Vários grupos correm na zona de Belém, vários grupos correm na zona do Parque das Nações, fazendo sempre o mesmo percurso, treino após treino. É claro que, vão aparecendo alguns treinos mais disruptivos mas no geral, considero-os sempre a direito. Tendo Lisboa sete colinas, porque não aproveitá-las?

 

Um dos vários carros estacionados em cima do passeio, perto do CCB em Belém

 

 Edifício devoluto na Rua de Pedrouços

 

 Fotos da autoria do Corredor do BUS e de Marco Borges.

 

PERFIL:
Nome: João Campos
Idade: 41 anos
Profissão: Web developer
Quantos Km’s corres por semana: Entre 40 e 60
Trail ou Estrada, qual preferes?: Um misto dos dois. Trail se não forem percursos muito técnicos (com muitas pedras, nem muita lama, nem muito escorregadios), embora as subidas não me assustem. Na estrada, venha o percurso que vier, desde que tenha subidas, qualquer um.
Sapatilhas de running preferidas (Estrada e Trail): Para estrada tenhos dois pares de sapatilhas Nike e um par Adidas. Tenho passada neutra, e as sapatilhas Nike são para passada neutra (Pegasus e Vomero). As Adidas, são para pronadores ligeiros, e costumo utilizar para distâncias superiores a 20km. São mais pesadas mas o peso compensa o esforço nos joelhos. Para trail, tenho um par Adidas e um par Asics. As Adidas, já estão em fim de vida, e já fizeram centenas de quilómetros, de Norte a Sul do País, as Asics, ainda estão a meio da sua vida útil. Sou no entanto curioso acerca de marcas, produtos e gadgets, e gostaria de experimentar mais marcas e modelos no entanto, nem sempre é possível fazê-lo.
Provas que sonhas realizar:Há várias, de repente Ultra Maratona dos Caminhos de Fátima, e Comrades Marathon, na África do Sul

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Just Girls: novidades

por Correr na Cidade, em 16.04.14


Caras Just Girls, novidades!!!


Como divulgámos há umas semanas, vamos ter mais um treino Just Girls no próximo dia 31 de maio e teremos algumas novidades, como sempre fazemos.


As primeiras a serem reveladas são:


1. Mais uma vez vamos contar com o apoio da Compressport, com um testing zone e o apoio das atletas profissionais patrocinadas por esta marca. Já confirmada a presença da simpática Katarina Larsson (quem foi ao treino de 8 de março, sabe do que estamos a falar).

2. A ASICS vai estar connosco neste treino. Uma honra ter uma marca tão respeitada no mundo do running junto de nós neste evento.

3. Last, but not least, a Pro Runner vai também dar-nos apoio neste treino. Fomos convidadas por eles a fazermos o treino com partida da loja no Parque das Nações, pelas 9h30, o que aceitámos com gosto!

 

Dia 31 de maio (sábado)
Local: Loja Pro Runner
Hora do encontro: 9h
Partida do treino Just Girls: 9h30m

Lotação: 60 vagas

Existirão dois ritmos para os 10K, dois ritmos para os 5K e uma caminhada. 
A Sofia Simões da Compressport dará a sessão de alongamentos no final.



Mas mais surpresas estão a caminho, como é nosso hábito.

 

As inscrições (só para mulheres, claro) abrem nas primeiras semanas de maio. Fiquem atentas.

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Por Bo Irik:

 

Estas são as palavras que descrevem os Treinos Lunares. Ontem surgiu finalmente uma oportunidade para conhecer estes Treinos que se realizam nos dias de Lua Cheia e Lua Nova na Costa da Caparica, com início junto à lota da Caparica.

 

Porquê associar estes treinos às fases da Lua pelas 20h30? Porque sabe melhor correr na areia dura e rasa e porque é precisamente durante as marés vivas, que ocorrem com as Luas Novas e com as Luas Cheias, por volta das 21h00, que a maré está vaza.

 

É nestes dias que, desde 2010, Paulo Pires e os seus amigos se juntam para respirar o ar puro do mar enquanto dão uma corrida de cerca de uma hora na praia seguida dos famosos convívios que podem levar o dobro do tempo do treino (tal como aconteceu ontem)! Ontem foi um convívio muito especial, pois coincidiu com o 60º do atleta Lénio Marinho, grande atleta e amigo.

 

O Treino (e convívio) são indicados para todas as idades e ritmos, pois segundo o Paulo, “para permitir o acesso de todos e um convívio final estabelecemos uma hora para voltar. Há quem vá caminhar, há quem corra menos. Cada um vai até onde puder e quiser ao ritmo que quiser. Leve os seus amigos e faça o que mais lhe apetecer. O importante é no final todos terminarmos sensivelmente ao mesmo tempo e convivermos um pouco enquanto partilhamos uns petiscos e falamos sobre a atividade física que mais gostamos de fazer.”

 

Recomendo vivamente. Dia 29 de Abril é Lua Nova, vemo-nos lá?
Basta trazer equipamento, incluindo um frontal, uma muda de roupa e alguma coisa para petiscar e partilhar no final do treino.
Não conhece ninguém? Passa a conhecer! É este o lema dos Treinos Lunares com o qual me identifico muito.

 

Obrigada aos organizadores e até dia 29! 

 

Mais informação aqui

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Por Boston!

por Correr na Cidade, em 16.04.14


Algumas das vítimas ou familiares das vítimas dos atentados de Boston de 2013 - durante o decorrer da Maratona daquela cidade - juntaram-se e criaram uma página de facebook denominada Extreme Makeover For Boston Victims, que podem visitar aqui. Fizeram um conjunto de fotos que não deixam de nos fazer pensar nos trágicos acontecimentos que ocorreram faz hoje precisamente um ano. Deixamos aqui algumas dessas fotos (há mais fotos no facebool, e muito impressionantes) e convidamos a reflectir um pouco sobre a grande sorte de podermos correr e como a humanidade às vezes é muito triste. É a nossa singela homenagem às vítimas de Boston. Boston Strong!

 

 

 

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REEBOK ONE SAWCUT GTX - 1ª impressão

por Nuno Malcata, em 16.04.14

 

 

Como sou novato nas andanças do Trail recebi com entusiasmo os Reebok ONE SAWCUT GTX para testar. Com tecnologia de amortecimento DMX Ride, membrana Gore-Tex e sistema de sola adequado a Trail este ténis têm as características necessárias para que me possa adaptar e evoluir em Trail.

 

Após algum tempo de muita chuva e receio da dificuldade de aguentar o esforço em Trail após lesão, finalmente tive agora oportunidade de experimentar os ténis no treino da hora do Esquilo, sabendo que os trilhos de Monsanto estariam já melhores, sem tanta lama.

 

Ao calçar os ténis pela primeira vez gostei do conforto, mas fiquei desconfiado dos ténis não terem os 2 ultimos furos habituais em ténis de corrida, os quais me habituei a usar para ter mais estabilidade no pé. Ajustei os atacadores e fiquei com a sensação que o pé não ficou tão estável como gostaria e estou habituado. Enfiei a laçada dos atacadores para dentro para não andarem soltos.

 

 

No aquecimento fiquei surpreendido pela leveza dos ténis, dado que pareciam bem mais pesados, e o conforto manteve-se.

Durante o treino de cerca de uma hora a sensação de falta de estabilidade desapareceu, senti sempre muita segurança a atacar as subidas como a descer, a minha grande dificuldade em Trail. O amortecimento é adequado ao meu peso e passada, ponto muito positivo para mim.

 

Após cerca de 9 km com subidas, descidas, terreno mole e rijo, terminei o treino agradado com os ténis. Como não fiz a laçada habitual nos atacadores e os mesmo são grandes a única dificuldade foi o tamanho de atacadores que ficou após laçada, nas próximas utilizações terei de fazer nó duplo para não me arriscar a escorregar nos próprios atacadores, desastrado como sou.

 

 

Dado que para já não tenho muitas referencias para comparação decidi pedir também uma primeira impressão a um amigo mais experiente em Trail, primeira impressão que partilharemos em breve.

 

Vou continuar a fazer os treinos de Trail com os ténis e farei a review final da minha experiência com os mesmos quando tiver alguns treinos e uma prova realizada para o teste final.


 

 

 

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editado por Correr na Cidade a 17/4/14 às 13:28


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