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Correr na Cidade

Primeira maratona - entrevista a João Montez

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O apresentador João Montez foi desafiado pela ASICS para correr a Maratona do Porto, será a sua primeira maratona. Correr uma maratona pela primeira vez é uma grande aventura que sucita muitas dúvidas. Fomos falar com o João, um habitual corredor de 10/15km, para descobrir como está a correr a preparação. Durante três meses, o João está a ser acompanhado por um personal trainer para cumprir o objectivo proposto. Segue uma entrevista por parte do João desta experiência:

 

  1. João, a tua cara não nos é estranha. De onde te conhecemos?
    Provavelmente! Trabalho em Televisão, sou apresentador na TVI. 

  2. Qual a tua relação com o desporto?
    O desporto sempre esteve presente na minha vida. Talvez nos últimos anos este tenha adquirido um outro estatuto,  com uma importância maior e um peso inigualável. Isto deve-se sobretudo ao facto de me ter dedicado quase a 100% a certos aspectos ligados ao exercício físico. Surge através da minha procura constante em conhecer melhor o meu corpo. Como se costuma dizer: mente sã, corpo são. No meu caso, é exactamente isso. Faz sentido que assim o seja. Diariamente, gosto de me sentir activo e o desporto acaba por ter um papel fundamental que se estende a todos os outros campos. Ao longo da minha vida sempre fui percorrendo diferentes tipos de desporto, sempre fui experimentando aqui e ali. Actualmente, acabo por fazer vários tipos de treinos, sendo o treino de ginásio e o treino de alta intensidade (HIT) os mais frequentes. A boa forma física é, sem dúvida, um estilo de vida.

      

  3. Correr uma maratona é algo que ambicionavas fazer há algum tempo ou é algo novo que surgiu graças ao convite da ASICS?
    Confesso que nunca tinha, sequer, pensado em correr uma Maratona. A corrida não era algo que estava presente no meu dia-a-dia. O convite surge de forma natural e como gosto bastante de ser desafiado a alcançar certas "metas", não tinha como dizer que não. Encarei a situação como uma nova fase desportiva, talvez. A verdade é que o processo evolutivo é tão notório que hoje em dia já sinto que a corrida faz parte da minha vida. 

  4. Como têm sido os teus treinos? Quanto correr por semana?
    Têm corrido bastante bem. A única dificuldade encontrada até então acaba por ser, somente, o tempo que tenho disponível para cada treino que acaba por condicionar as distâncias que corro. Em média tenho feito, por dia, 12 km.

  5. Também fazes outro tipo de treino para complementar a corrida?
    Sim. Aliás é imprescindível existir um outro tipo de treino que complemente esta preparação. No meu caso, faço reforço muscular, dia sim, dia não. Um treino de força focado nos membros inferiores, de modo a prevenir qualquer tipo de lesão que possa surgir.

  6. O que esperas da tua primeira maratona? Tens algum objetivo de tempo?
    Espero conseguir terminá-la. Não tenho qualquer tipo de objectivo, a nível de tempo. Desde o momento em que este convite surgiu que a ideia seria sempre participar e terminar a prova, em condições. Sem lesões e sem problemas de saúde futuros.

  7. Qual o teu maior receio?
    Tenho pesquisado bastante e procurado o maior número de conselhos possível. Sei que, para uma prova como esta, são necessários vários factores. Factores esse que, no dia da prova, têm de estar em sintonia. Basta que um desses falhe e a prova fica comprometida. É exactamente esse o meu receio! 

  8. Tens alguma dica ou truque que gostarias de partilhar para quem vai correr a sua primeira maratona também?
    Uma preparação disciplinada e com tempo pode ser a chave do sucesso. Nunca esquecendo também a preparação mental. É muito importante estar rodeado de pessoas que acreditam que é possível! 

 

Ao João desejamos muita coragem na continuação dos treinos e uma boa experiência na sua primeira maratona. Podem seguir o João nas redes sociais. E, depois da maratona, volteremos a partilhar uma entrevista sobre como correu esta aventura. 

 

E vocês, também vão participar na Maratona do Porto dia 5 de Novembro?

Review: New Balance Fresh Foam Vongo 2

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A marca americana New Balance fez uma aposta forte no mercado da corrida e desenvolveu vários modelos de sapatilhas que têm tido bastante sucesso.  As Fresh Foam Vongo V2 são a evolução de uma das sapatilhas que mais surpreendeu em 2016, mantendo o mesmo perfil de uso, corredores pronadores que procuram umas sapatilhas confortáveis prontas para enfrentar qualquer distância.

 

Modelo: New Balance Fresh Foam Vongo V2

Testado por: Tiago Portugal

Características pessoais: Pronador, com maior preponderância no membro inferior direito, peso médio e com um arco plantar elevado.

Condições de teste: Mais de 100km percorridos em estrada. Usados em vários treinos de 10-21km e na Corrida do Tejo 2017.

 

Design/Construção 

 

Como qualquer outra sapatilha da New Balance, estas Vongo2 não fogem à regra e têm um design que me agrada muito e com uma cor maravilhosa.

 

Em termos de construção, não há muito a dizer, a New Balance sempre nos habitou a produtos de elevada qualidade e com excelentes acabamentos. O upper mudou totalmente relativamente à primeira versão desta sapatilha e é composto por um engineered mesh muito leve e respirável que calça como uma luva. O composto mais firme utilizado na primeira versão foi substituído por uma tiras internas que se complementam para criar a estrutura necessária sem a necessidade de mais nenhum reforço.

 

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 Estabilidade e Aderência 

 

As Vongo V2, são as sapatilhas assumidamente de estabilidade da New Balance. Este modelo utiliza uma quebra no meio da sola que vai da zona do calcanhar até ao meio do pé, que quase que divide a sola ao meio, esta é uma técnica já vista em alguns outros modelos, que permite que uma corrida mais estável. Esta quebra torna o modelo muito mais flexível e maleável mas em contrapartida torna-o um modelo com menos estabilidade do que a versão anterior.  

A meia-sola caracteriza-se por ter uma parte interior ligeiramente mais inclinada que a parte exterior o que permite criar um suporte para a pronação.

 

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 Conforto

 

Esta nova versão e apesar de serem uma sapatilha de estabilidade é muito confortável, aliás como a grande maioria dos modelos desta marca. No treino efetuado de 21km não denotei nenhum desconforto e senti sempre os pés seguros. A sua respirabilidade é ideal para as corridas em dias quentes.

 

 Amortecimento 

Sendo umas sapatilhas de estabilidade, as Fresh Foam Vongo V2 tem bastante material na sola. Apesar da aparente altura este modelo tem uns 24-25mm no calcanhar e uns 20-21mm no antepé, ou seja um drop de 4mm, que me surpreendeu pela positiva por me ter conseguido adaptar tão rapidamente apesar de não estar habituado. Os compostos utilizados na sola favorecem o amortecimento e garantem dinamismo e uma boa resposta ao solo.

 

Preço 

São uma sapatilha com um PVPR de 130€, dentro dos valores praticados para modelos de controle de estabilidade e suporte.

 

Estas sapatilhas foram uma boa surpresa e na Corrida do Tejo transmitiram-me boas sensações sendo neste momento das primeiras sapatilhas em que pego quando vou correr estrada. Além de que a cor vermelha dá sempre para usar quando joga o Benfica.

 

Design/Construção 18/20

Estabilidade e Aderência 15/20

Conforto 17/20

Amortecimento 16/20

Preço 15/20

Total 81/100

Review: TomTom Adventurer

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No âmbito da minha participação no Estela Grande Trail 2017, a marca TomTom emprestou-me um dos seus relógios mais recentes: o TomToM Adventurer. Trata-se de um relógio multisport com GPS. Isto significa que é um relógio que pode ser usado para medir o nosso desempenho em várias modalidades desportivas.

 

Durante o empréstimo tive a oportunidade de explorar grande parte das features do relógio, mas nem todas, pois também inclui modalidades de neve. Experimentei o relógio em corrida de estrada, corrida de trail (e provas), natação e bicicleta.

 

Features:

O TomTom Adventurer é, sem dúvida dos relógios mais completos da TomTom. O relógio faz jus ao nome ao incluir um GPS, uma bússola e altímetro. Para a mim, a feature mais interessante é o frequencímetro incorporado, ou seja, a frequência cardíaca e medida no pulso, no próprio relógio. Isto para mim era essencial, pois estava a fazer treinos com base na frequência cardáica com o Paulo Pires da beAPT e não gosto nada de bandas cardíacas. Além disto, e muito mais ainda, o relógio incorpora um leitor MP3 de 3 GB. No entanto, não cheguei a testar esta opção por não ter os phones.

 

O relógio, além das features básicas que se esperam de um relógio de desporto, apresenta ainda:

  • 5 zonas de treino com base na frequência cardíaca;
  • Feedback por áudio;
  • Objetivos de treino (tempo, pace, distância e frequência cardíaca);
  • Várias opções para desportos de neve como relatórios de cada descida e deteção de elevadores;
  • Tracking 14/7 (frequência cardíaca, passos, minutos ativos, horas de sono e gasto calórico).

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Usabilidade:

O menu deste TomTom é muito intuitivo e fácil de usar. Navega-se através do menu pelos quatro botões à volta do ecrã. A marca tem vários vídeos instrucionais na internet.

 

O software de apoio o TomTom sports App acabei por não usar muito por ser adepta do Strava. Felizmente o relógio conecta-se automaticamente com o Strava também.

 

Nunca tive problemas de precisão e o relógio apanha sinal de GPS com bastante facilidade. Nos modos de corrida (estrada e trail), podemos alternar entre ritmo atual (pace), ritmo médio, distância, tempo, frequência cardíaca e zona da frequência cardíaca. Na opção de trail, podemos adicionar estatísticas de elevação também. A meu ver, é uma ótima combinação de estatísticas de leitura muito fácil (o relógio também tem luz para corridas noturnas). Os ciclistas ainda têm a velocidade em vez do pace e detalhes de ascensão também.

 

No trail, tem a opção de autopause. Além disso, uma feature que não tive e oportunidade de testar, é a possibilidade de importar percursos (tracks) a partir de um ficheiro GPX e seguí-los no relógio. Isto significa que podemos procurar tracks de amigos (e desconhecidos) online, fazer o download, carrega-los para o relógio e seguí-los por GPS.

 

O relógio tem vários tipos de treino que podemos definir e nos meus treinos intervalados, o TomTom adventurer passou a ser o meu melhor amigo.

 

Na natação, o relógio é à prova de água até 40m e bastante preciso. Usei o relógio para um treino de recuperação pós prova na piscina e mediu minuciosamente cada piscina de 25m que fazia.

 

O único ponto negativo para mim é a durabilidade da bateria. Na minha prova, onde fiz 9h, mal cruzei a meta, o relógio morreu (e eu também praticamente). Segundo a review do relógio pela prestigiada Wearable, o relógio aguenta 10 dias em tracking do nosso dia-a-dia, 5 horas em tracking por GPS e no máximo 14 em hiking. Sei que há relógios no mercado que agientam mais e isto pode ser considerado um fator negativo para este Adventurer.

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Design:

Entre os vários relógios de corrida no mercado, este é, para mim, apesar de ser muito “plástico” e colorido, dos mais bonitos. A comparar com o meu a-Rival, o TomTom  Adventurer é elegantíssimo! Além disso, é bastante leve a comparar com outros relógios.  Não sou a única que gosta do design do Adventurer, pois foi Premiado nos IF Design Award 2017.

Ah e se achas o cor-de-laranja demasiado colorido, não te preocupes, pois, a pulseira pode ser personalizada 😉

 

Conclusão:

Com um PVP de 299€, é um relógio desportivo bastante interessante. Para já o meu a-Rival continua a ser o meu companheiro nas corridas mas quando chegar a altura de substituí-lo, é certo que irei ponderar este Adventurer da TomTom. Para mim, e como adoro fazer provas de trail mais longas, o único motivo que me pode fazer optar por outra marca é realmente a bateria.

 

Se tiverem algum feedback ou questão sobre o relógio, não hesitem em contactar-me ou à mara diretamente.

 

Boas corridas!

Tire todas as dúvidas sobre o Azores Triangle Adventure

 

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 Foto por Paulo Gabriel

Já falta pouco para o Azores Triangle Adventure. Nos dias 6 a 8 de outubro as ilhas do Pico, São Jorge e Faial irão receber os mais aventureiros que vão embarcar num desafio repleto de momentos fantásticos e paisagens mágicas. Os treinos aproximam-se do fim e a ansiedade cresce a cada dia. Se estás curioso e te queres juntar a nós nos Açores lê a entrevista ao diretor da prova, Mário Leal, que segue abaixo, e vens connosco de certezinha!

 

Como nasceu e porque decidiram criar o Azores Triangle Adventure?

O Azores Triangle Adventure teve a primeira edição em 2015, mas a sua génese começa muito antes do trail running. Nos anos 90 era comum os jovens açorianos fazerem caminhadas pelos trilhos pedestres, muitas vezes para mostrar a realidade das suas ilhas aos colegas do continente que os vinham visitar. Depois de termos ganho algum know-how com o Azores Trail Run, no Faial, começámos a perceber que tínhamos condições para abraçar um projeto ambicioso mas com muito potencial: inspirar-nos nesses passeios pelas três ilhas do Triângulo para criar uma prova única, que unisse estes três vértices, tão próximos uns dos outros que permitem uma corrida de três etapas em três ilhas diferentes e em apenas três dias, mas ao mesmo tempo tão complementares que oferecem uma experiência única em cada um dos dias de prova. Numa única prova é possível conhecer a paisagem da cultura da vinha, património mundial da UNESCO, e subir ao ponto mais alto de Portugal, a montanha do Pico; bem como as paisagens únicas das fajãs de São Jorge e os vulcões da ilha do Faial.

 

Nesta edição vão existir novidades?  

Sim, este ano introduzimos a possibilidade de os atletas fazerem cada etapa da prova isoladamente. Assim, para além da Triangle Adventure, de três etapas, uma em cada ilha, é possível fazer apenas o “Trail da Vinha à Montanha”, no Pico; o “Trail das Fajãs”, em São Jorge; ou o “Trail dos Vulcões”, no Faial.

 

Como achas que o trail se vai desenvolver nos próximos 5-10 anos? Os Açores têm condições para ser um local de referência nesta modalidade?

Sem dúvida. O trail tem crescido muito nos últimos anos, em todo o mundo e os Açores enquanto região com características excecionais para a prática de atividades de natureza, tanto pelo facto de muitos turistas procurarem o arquipélago para a modalidade, como pelo facto desta estar a ganhar cada vez mais adeptos entre a população açoriana. Os Açores têm mais de 800 km de trilhos pedestres homologados, e existem trilhos em todas as ilhas. São, desta forma, o local perfeito para o desenvolvimento do trail.

 

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O aumento do número de corredores nos trilhos tem impacto no meio-ambiente e na fauna local? E de que forma podemos reduzi-los.

Como qualquer atividade humana realizada no meio natural, o trail running tem algum impacto, mas bastante reduzido quando comparado com outras atividades. Além disso, os praticantes de trail têm, geralmente, uma forte consciência ambiental e de proteção da natureza. As próprias regras da prova promovem um convívio harmonioso com o meio ambiente: por exemplo, qualquer atleta que, comprovadamente, deixe lixo nos trilhos é automaticamente desclassificado. Além disso, durante o briefing as preocupações ambientais são sempre enfatizadas.

 

O que podem os atletas esperar desta prova? Como é o percurso altimetria, abastecimentos, segurança?

Podem, seguramente, esperar uma experiência inesquecível. Trata-se de uma prova exigente, com três percursos bastante técnicos ao longo de 3 dias consecutivos, com a particularidade de sujeitar os atletas a outros fatores que não a corrida mas que também poderão ter um papel decisivo na sua prestação, como é o caso das viagens de barco ou as condições meteorológicas. No total, são cerca de 100 km, com bastante desnível positivo, destacando-se naturalmente a subida dos 2351 metros da montanha do Pico. Os abastecimentos existem, em média, a cada 10 km, e são constituídos pelos produtos habituais, escolhidos para fazer face ao elevado desgaste que os atletas experienciam. Existe a preocupação de aproveitar os abastecimentos para dar a provar alguns produtos da Região.

No que diz respeito à segurança, esta é uma das maiores preocupações da organização, como é natural, uma vez que as três etapas são bastante exigentes, com destaque para a subida à montanha, que pode ser bastante dificultada pelas condições meteorológicas. Nesse sentido, é essencial que todos os atletas sigam à risca o regulamento no que ao material obrigatório diz respeito.

 

Existe algum momento da prova que se destaque? E quais são as principais dificuldades desta prova?

A prova está repleta de momentos inesquecíveis. A parte final da subida à montanha do Pico é épica, pois sobes 1200 metros em 3,5 km. Além disso, não se trata de uma meta no sentido a que estamos habituados, uma vez que, apesar da distância terminar nesse local, os atletas têm depois de descer até à Casa da Montanha, onde poderão então desfrutar do calor do abastecimento, trocar de roupa, etc.  Em São Jorge, destaco também a chegada à meta, na Fajã dos Cubres, recentemente eleita como a melhor Aldeia de Mar na iniciativa “7 Maravilhas de Portugal”, dedicada às aldeias. No Faial, talvez destacar a partida, no Vulcão dos Capelinhos.

 

Que conselhos dão aos participantes? (Calçado, tipo de material obrigatório, roupa?)

É essencial que cumpram cuidadosamente com todo o material obrigatório definido no regulamento. Nesta prova, os atletas entregam-se completamente aos caprichos da Mãe Natureza, e por isso têm de estar preparados para as piores condições meteorológicas que poderão enfrentar. Só assim estarão em condições de desfrutar da prova o melhor possível.

 

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Que recomendações podem dar aos atletas que irão participar na prova por etapas, muitos deles pela primeira vez?

A recomendação mais importante é, volto a frisar, a atenção com o material obrigatório. Também a particularidade da meta na montanha do Pico não ser efetivamente uma meta. Depois, é essencial que façam uma boa gestão do esforço, tendo sempre em conta que estão perante uma prova por etapas. Acima de tudo, espero que aproveitem ao máximo esta experiência, que conjuga as paisagens maravilhosas da natureza intacta dos Açores com a adrenalina e camaradagem próprias do trail. 

 

Uma frase de incentivo aos atletas.

Penso que as imagens das edições passadas da prova falam por si. É uma prova fantástica, e nós estamos ansiosos por receber-vos com a hospitalidade própria dos açorianos, e empenhados em proporcionar-vos uma experiência para a vida.

 

POLASE - suplementar com sais minerais é importante?

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É certo e sabido que, com o tempo mais quente, todos nós precisamos de aumentar a ingestão de água ao longo do dia de forma a evitar a desidratação. Contudo, a água não é o único elemento que precisa de ser ingerido. Também é necessária a ingestão de sais minerais que auxiliem na manutenção desse equilíbrio eletrolítico.

No caso dos corredores (amadores e profissionais) que treinem expostos a temperaturas mais elevadas, a suplementação com sais minerais é uma grande mais valia. Foi por esta razão que, tendo em conta que ia recomeçar os meus treinos de corrida no mês de agosto, decidi experimentar o Polase.

Este suplemento contém dois minerais importantes o magnésio e o potássio. O magnésio é um mineral que ajuda a reduzir o cansaço, contribui para o normal funcionamento muscular e para o equilíbrio dos eletrólitos. O potássio ajuda no normal funcionamento do sistema nervoso e muscular. Em conjunto, estes minerais são muito importantes para o bem-estar do nosso organismo.

No entanto, a suplementação nestes minerais não é só necessária aos atletas: pessoas que estejam sujeitas a um estilo de vida mais intenso, que trabalhem ao ar livre, que tenham uma alimentação desequilibrada, também poderão beneficiar de suplementação destes dois minerais.

Quanto à minha experiência com o Polase: durante 2 semanas tomei 1 saqueta por dia num copo com 250 ml de água; tem um sabor agradável a laranja e dissolve-se bem. O que mais me agradou é que não tem açúcar e é adequado a quem tenha intolerância ao glúten (é isento de glúten).

Quanto à diferença que senti durante a toma deste suplemento, esta foi mais notória a nível da recuperação para o treino seguinte pois não senti um cansaço tão grande como costuma acontecer quando começo a treinar depois dum período sem treinos.

É importante referir que a melhor altura para tomar este suplemento é logo após o treino e afastada da ingestão de leite, chá, café e álcool (impedem a absorção dos minerais).

Azores Triangle Adventure 2017

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Gostam de aventura, trilhos fantásticos, pessoas calorosas e boa comida?

 

Se a resposta é sim então o destino ideal são os Açores. E se ainda não correram nestas maravilhosas ilhas não sabem o que estão a perder. Nós somos fãs e não nos cansamos de afirmar que os Açores são o paraíso de trail running em Portugal.

 

A aposta feita no turismo desportivo foi um tiro certeiro e são cada vez mais e para todos os gostos as provas realizadas em diferentes ilhas,  o Columbus Trail na Ilha de Santa Maria, que se irá realizar em fevereiro de 2018, Azores Trail Run 25 e 26 de maio de 2018 no Faial com uma prova de 125km e o Triangle Adventure nas ilhas do Pico, São Jorge e Faial que se realizam nos dias 6,7 e 8 de outubro de 2017.

 

Este último consiste numa prova de aproximadamente 100km, feita por etapas a realizar em 3 dias, em 3 ilhas diferentes dos Açores e que irá percorrer os trilhos mais emblamáticos do Pico, São Jorge e Faial.

 

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Esta prova marca o meu regresso a provas por etapas depois do Gêres Trail Adventure, mas a primeira individualmente.

 

Os treinos já começaram há alguns meses mas o nervoso miudinho cresce a cada dia e com razão. O desafio começa dia 6 de outubro com 28,1km na ilha do Pico, um trilho do mar ao ponto mais alto de Portugal, a Montanha do Pico com os seus 2351m de altitude. Já tive o privilegio de subir ao pico e inclusive dormir na cratera. O primeiro dia começa com um percurso feito quase exclusivamente a subir com 2330 de subida acumulada. Uma etapa inicial que deverá ser gerida e planeada ao pormenor para não afetar em demasia os restantes dias.

 

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Percurso da Trail da Vinha à Montanha

 

Na manhã de dia 7 parte-se de barco até São Jorge e seguem-se mais 30 km de trilhos fantásticos pelas Fajãs, pequenos retalhos de terra plana encaixados entre as montanhas e o mar, que resultam do desabamento da encosta ou por arrefecimento de lava proveniente de uma erupção.

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Percurso Trail das Fajãs

 

Por fim no dia 8 o Trail dos Vulcões, a etapa mais comprida com 42km, que inicia-se no território mais jovem de Portugal, o Vulcão dos Capelinhos, autêntico cenário lunar onde é possível pisar terreno formado por cinzas, tufo e bombas vulcânica.

 

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Percurso Trail dos Vulcões

 

Para quem nunca correu nos Açores ou quer iniciar-se nas provas por etapas o Azores Triangle Adventure é uma oportunidade excelente. Em alternativa e para quem pretende ir em modo mais turistico pode optar por participar em só uma ou duas etapas da prova. Haverá ainda no dia 6 de outubro o KM Vertical do Pico. Uma prova curta e intensa onde se irá percorrer um percurso com 1000 metros de desnível positivo numa distância aproximada de 3,5km sendo uma prova de Skyrunning e integrada no circuito mundial desta modalidade.

 

Curiosos? Ainda se podem increver aqui para o Triângulo ou para as etapas que mais vos interessam.

 

Se quiserem marcar a viagem aproveitem a parceria entre a SATA e a Azores Airlines que apoiam a prova com a oferta de uma tarifa promocional de 130€, acrescida de taxas, para viagens com origem em Lisboa, Porto, Funchal e Las Palmas, Gran Canaria.

 

Consultem aqui todos os detalhes

O trail é acima de tudo uma festa e uma homenagem à natureza, por isso juntem-se a nós e venham até aos Açores.

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